O comunicado do Serasa que esclarece sobre estar com nome sujo há mais de 5 anos
O Serasa, a famosa empresa de análises e informações para decisões de crédito e apoio a negócios, confirmou um alerta para os brasileiros que já estão com o nome sujo há mais de 5 anos.
Como todos sabem, é muito comum que as pessoas pensem que, sobre uma dívida com o Serasa, após 5 anos, ela expira do sistema do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC-Serasa), fazendo com que seu nome deixa de estar sujo nas consultas das demais instituições financeiras, porém, o que poucos sabem é que a dívida permanece vigente.
Sendo assim, o comunicado do Serasa explica que o único método que existe para um cidadão se livrar totalmente da dívida, é com o pagamento da mesma, por mais que a situação ao redor seja crítica.
A grande verdade é que uma dívida caduca após 5 anos e não cria pontos negativos para os consumidores. Porém, ela não desaparece cem por cento, e por mais que as instituições não encontrem nenhuma irregularidade no Serasa, a parte não cumprida do acordo continua aparecendo, fazendo com que muitas dessas empresas optem em não liberar o crédito.

Serasa é o principal Órgão de Proteção do Crédito no Brasil (Reprodução/Internet)

Serasa (Reprodução/Internet)

Esse é o logo do Serasa Experian (Reprodução - Serasa)
Sendo assim, uma maneira eficaz de se livrar da dívida e ter controle da vida financeira é fazendo o que está na lista a seguir:
- Assuma o controle da sua vida financeira com planners e planilhas para anotar todas as suas dívidas e priorizá-las;
- Faça um planejamento financeiro, aloque parte do salário ganho para saldar dívidas;
- Entre em contato com a empresa credora e tente negociar a melhor oferta para quitar a dívida o quanto antes.
Qual é o número de endividados no Brasil?
Em dezembro de 2023, um levantamento realizado pela Serasa identificou uma queda de 143,5 mil em relação ao mês de outubro.
O Brasil possui agora 71,81 milhões de consumidores em situação de inadimplência. O país tinha 43,82% de inadimplentes em novembro, contra 43,94% em outubro do ano citado.
