R$ 4 bi: Banco gigante não poupa dinheiro e Grupo Pão de Açúcar recebe proposta absurda por venda

Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.

30/06/2023 às 13:17 · Tempo de leitura: 3 minutos

Grande banco faz proposta bilionária para o Grupo Pão de Açúcar (Foto Reprodução/Montagem/Tv Foco)

Grupo Pão de Açúcar recebe uma proposta bilionária de  banco gigante

Quem acompanhou as últimas notícias do mercado financeiro já está ciente que o Grupo Pão de Açúcar poderá ser vendido a qualquer momento*SAIBAMAIS*

Segundo o portal Metrópoles, para a surpresa de muitos, o Grupo Pão de Açúcar divulgou publicamente, nesta última quinta feira (29), um documento aonde se destaca uma proposta bilionária que recebeu de Jaime Gilinski.

Pra quem não sabe, o bilionário é presidente da JGB Financial Holding Company, que é dona do banco JGB, um dos maiores bancos da Colômbia, cuja fortuna é avaliada em US$ 5,8 bilhões.

Proposta de bilhões

Conforme divulgado pela nota do GPA, a proposta estava na casa dos R$4 bilhões, sendo que não houve nenhuma negociação anterior. Inclusive, a validade dela seria até 7 de julho deste ano. No caso, Jaime Gilinski compraria os ativos por meio de uma oferta pública de aquisição de ações.

Sendo assim, o conselho do Grupo Pão de Açúcar participou de um encontro extraordinário para debater a venda. Ademais, as ações do grupo dispararam em meio ao noticiário, tendo alta de 13% durante o pregão do dia 29 de junho.

Vale destacar que a proposta do empresário colombiano pelo GPA foi realizada em um contexto de desinvestimento da dona do Grupo Pão de Açúcar no Brasil, a francesa Casino.

Qual foi a resposta do Grupo Pão de Açúcar?

Contudo, ainda que o valor fosse considerável, o conselho do Grupo de Açúcar respondeu, ainda na última quinta-feira (29), que recusou a oferta de Jaime Gilinski. Segundo o portal Refinitiv, a valor de mercado do Éxito é de US$1,3 bilhão.

De acordo com o portal Metrópoles, o Pão de Açúcar afirmou que a oferta de US$ 836 milhões (cerca de R$ 4 bilhões) não responde aos parâmetros adequados de razoabilidade financeira para uma transação desta natureza e, portanto, não atende o melhor interesse do GPA e de seus acionistas.

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