“Vão se preparando”: Braço direito de Lula afirma preparo de nova lei para redução da carga horária aos CLTs

Comunicado sobre redução da carga horária chega aos CLTs e milhares estão vibrando de felicidade com possibilidade de uma jornada menor de trabalho
A escala 6×1 é a realidade de milhões de trabalhadores brasileiros CLTs. Mas, se depender de um ministro que é braço direito de Lula (PT), a redução está prestes de ser confirmada em uma nova lei. Aliás, esse já é um desejo antigo dos trabalhadores que contam os dias para desfrutar de uma jornada menor.
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Ademais, o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, disse na segunda-feira (10/11), que o Brasil necessita de avanço na revisão e construção de um modelo de jornada que garanta mais saúde, equilíbrio e previsibilidade para trabalhadores. A afirmação dele se deu durante o seminário “Alternativas para o Fim da Escala 6×1”, segundo o portal do Governo Federal.
Fim da escala 6×1?
Em suma, referente a escala 6×1, Marinho classificou o modelo como sendo incompatível com a vida moderna. “Todos admitem que é uma jornada perversa, especialmente para as mulheres”, disse. O mesmo defendeu a necessidade de ampliar o descanso semanal.
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“Precisamos devolver às trabalhadoras e trabalhadores o direito a pelo menos dois dias consecutivos de descanso”, enfatiza Luiz Marinho.
Mesmo com a afirmação, o ministro enfatizou que parte das atividades precisam de operação contínua. “Não existe lei capaz de determinar a grade de horários de todos os setores. Isso é papel da negociação coletiva”, relatou, defendendo o fortalecimento dos sindicatos. “Os sindicatos estão fragilizados e precisam recuperar capacidade de negociação”, comenta ainda.
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Jornada de 4 dias
Ademais, o encontro, que reuniu sindicatos, trabalhadores, representantes de empregadores e parlamentares, aina discutiu a PEC 8/25. A mesma, propõe jornada de quatro dias de trabalho e três de descanso, cravando um limite de 36 horas semanais e acabando com a escala 6×1.
Apesar de ser um sonho dos CLTs, a proposta ainda será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça. O debate, solicitado pelo deputado Luiz Carlos Motta (PL-SP), busca avaliar os impactos da atual escala na saúde, qualidade de vida e relações sociais dos trabalhadores.
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Ao falar da jornada, Marinho defendeu o fato de que mudanças legais precisam acontecer para permitir avanços. “Se não tiver imposição legal, vamos atravessar mais um século com trabalhadores presos à mesma regra”, disse ele.
O ministrou lembrou da redução constitucional de 48 para 44 horas semanais em 1988. “O mundo não acabou. As empresas se adaptaram, e muitas categorias já negociam 40 horas semanais”, relatou ainda.
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“Na minha opinião pessoal, cabe perfeitamente reduzir a jornada máxima para 40 horas semanais imediatamente”, completou. O ministro ainda afirmou que, experiências em empresas com jornadas menores têm demonstrado ganhos de produtividade e qualidade maior.
Como funciona a escala 6×1?
Em suma, a escala 6×1 significa que o trabalhador trabalha seis dias e descansa um, somando uma jornada de até 44 horas semanais segundo a CLT. O modelo é comum em setores de serviços com horários estendidos e abertos aos fins de semana, mas pode resultar em desafios para o equilíbrio entre vida pessoal e profissional dos trabalhadores.
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Autor(a):
Kelves Araújo
Eu sou Kelves Araújo, graduando em Engenharia de Produção Civil pelo IFCE. Apaixonado pelos bastidores da TV, gosto de acompanhar a vida dos famosos e escrever a respeito. Atuo na área desde o ano de 2019, e exerço meu trabalho com muito entusiasmo por gostar do que faço. Minhas redes sociais são: e-mail: kelvis.oliveira@otvfoco.com.br