"Pessoas más de verdade", Catia Fonseca fica aos prantos com o que vê na Band e desabafa: "Não presta"
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Catia Fonseca chora em programa durante entrevista (Reprodução/Youtube)
Apresentadora se emocionou com entrevista do pai do menino Henry
Catia Fonseca ficou muito emocionada com a entrevista do pai do menino Henry do Borel, que foi morto no Rio de Janeiro no ano passado, no “Melhor da Tarde” desta terça-feira (16). A apresentadora não conteve às lagrimas ao desabafar sobre os acusados de terem assassinado o garoto de apenas 4 anos. “São pessoas más de verdade”, disse a apresentadora indignada.
Nesta terça, Leniel Borel concedeu entrevista exclusiva ao programa da Band para falar sobre o crime com seu filho, que chocou o Brasil. Durante a conversa com o jornalista Alex Sampaio, Leniel falou sobre Monique Medeiros e Dr. Jairinho, mãe e padrasto de Henry, respectivamente, réus pela morte do menino, e também sobre a relação com o filho.
“A última conversa foi a última conversa que tive. Eu disse filho quem é o amor da vida do papai? E aí ele sorriu. Meu filho tinha certeza que eu amava muito ele”, disse Leniel, ao ser questionado sobre o que falaria para o filho em uma última oportunidade.
Ao final da entrevista, Catia estava visivelmente emocionada com o depoimento e desabafou. “Eu acho que o Henry é um anjo, mas que Leniel ainda tem uma alma tão bondosa que não consegue nem ver o mal que ele conviveu diariamente […] a gente fala assim: o mal é o Jairinho. Cara, desculpa. São dois […] são pessoas más de verdade”, disse a contratada da Band.
A apresentadora ainda ressaltou que o crime ainda se torna mais cruel por ter sido contra uma criança. “O Henry era só uma criança que ainda protegia a mãe. Você imagina como foi a cabeça desse menino?”, se indignou Catia Fonseca.
PODER DA JUSTIÇA
O casal está preso e agora aguarda o julgamento. Para a apresentadora, os dois merecem pagar na Justiça por tudo que fizeram. “Eu acho que eles não merecem morrer não, porque a morte é pouca para eles. Eles merecem sentir na pele, no poder da Justiça. Por isso que eu acho que a única forma que a gente pode ter, como grande exemplo, é a gente ter penas mais severas para casos absurdos como esse e, infelizmente, a gente não tem. […]”, finalizou Catia.
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