Anvisa proíbe comercialização e divulgação do Óleo de Cannabis Full Spectrum Oil

No dia 09 de dezembro, a Agência Nacional da Vigilância Sanitária (Anvisa) confirmou a suspensão de comercialização e divulgação do Óleo de Cannabis Full Spectrum Oil 6.000 mg, da marca Leve CDB.

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De acordo com informações da agência, divulgadas no site do gov, o produto tem origem desconhecida.

Além disso ,o produto não possuí registro nem autorização sanitária, apesar de estar sendo vendido e promovido no site oficial da marca.

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Sem o aval da Anvisa, não há garantia de que o óleo seja seguro, eficaz ou fabricado dentro dos padrões mínimos de qualidade.

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Desse modo, o consumo de produtos desse tipo pode expor o usuário a:

  • substâncias não declaradas
  • dosagens inadequadas
  • contaminação
  • efeitos adversos graves, especialmente quando se trata de itens com alegações terapêuticas

Uplife e Audioclean também entram na lista da Anvisa

Além disso, a Agência Nacional da Vigilância Sanitária também proibiu outros dois produtos irregulares que estavam sendo oferecidos ao público.

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O primeiro é o Uplife, fabricado por empresa desconhecida e composto por ingredientes como sene, gelatina, cáscara-sagrada, espirulina, cavalinha, espinheira-santa, fucus e carquejo-doce.

De acordo com a agência, o produto não tem registro nem notificação no órgão e ainda promete efeitos emagrecedores sem qualquer comprovação científica.

Desse modo, a agência determinou a apreensão do item e proibiu sua fabricação, comercialização, importação, distribuição, divulgação e consumo.

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Em seguida, o órgão proibiu o Audioclean, divulgado na internet como um “suplemento natural para saúde auditiva e clareza mental”.

No entanto, assim como os demais, o produto possuí origem desconhecida e não foi registrado ou notificado junto à Anvisa.

A agência também proibiu todas as etapas relacionadas ao produto, incluindo venda, fabricação, importação, divulgação e consumo.

Riscos de usar produtos sem registro

A Anvisa alerta que produtos sem registro ou regularização não passam por avaliações técnicas, o que significa que não há garantia de qualidade, segurança ou eficácia.

Ou seja, o uso desse itens pode causar reações adversas, interações medicamentosas perigosas, agravamento de doenças preexistentes e até intoxicações.

Denuncie produtos irregulares

Diante desses riscos, a orientação é clara: desconfie de promessas milagrosas e sempre verifique se o produto possui registro ou autorização da Agência Nacional da Vigilância Sanitária.

Por fim, a Agência reforça a importância de denunciar a venda de itens irregulares, contribuindo para a proteção da saúde pública e evitando que mais consumidores sejam expostos a riscos desnecessários.