Programa do governo de São Paulo prevê intercâmbio internacional e inclui quatro países da Europa. Veja como funciona a proposta ligada à gestão de Tarcísio
O Governo de São Paulo colocou em prática um programa comparado a uma versão paulista do antigo intercâmbio estudantil federal Ciência sem Fronteiras. A iniciativa leva alunos da rede pública para estudar fora do Brasil por três meses, com tudo pago pelo Estado.
Aliás, agora em 2026, uma novidade que chamou atenção foi a participação de quatro países que fazem parte da lista de destinos, incluindo um novo país europeu. O projeto é coordenado pela Secretaria da Educação do Estado de São Paulo e tem apoio direto do governo de Tarcísio de Freitas.
Em resumo, o objetivo do programa Prontos pro Mundo é dar oportunidade real para estudantes da escola pública viverem uma experiência internacional ainda no Ensino Médio. A seguir, confira mais detalhes da iniciativa estadual e veja quais países estão fazendo parte do sonho de centenas de estudantes.
Quais são os países do programa?
Em 2026, os alunos selecionados vão embarcar para quatro destinos:
- Irlanda;
- Austrália;
- Canadá; e
- Nova Zelândia.
A grande novidade é a entrada da Irlanda, que passa a integrar o programa pela primeira vez. O país europeu se junta aos outros três destinos que já participavam da iniciativa.
Como funciona o intercâmbio
O programa Prontos pro Mundo leva 1.000 estudantes por ano para países de língua inglesa. O intercâmbio dura 90 dias. Assim, durante esse período, os alunos:
- Ficam hospedados em casas de famílias locais
- Estudam em escolas de Ensino Médio do país escolhido
- Vivem uma imersão completa na língua e na cultura
Tudo é pago pelo Governo do Estado. Isso inclui passaporte, visto, passagens aéreas, hospedagem, transporte, matrícula na escola e até uma bolsa para despesas pessoais. Ou seja, o estudante não precisa arcar com os custos da viagem.
Aliás, a seleção começa ainda no 9° ano do Ensino Fundamental. O desempenho no Saresp é o primeiro passo para entrar na disputa. Os estudantes que se destacam passam por um curso de inglês no 1° ano do Ensino Médio. Só depois disso concorrem às vagas para o intercâmbio.
Por fim, mesmo sendo comparado ao Ciência sem Fronteiras e apesar de oferecer intercâmbio internacional com recursos públicos, o programa paulista está voltado para os alunos do Ensino Médio da rede estadual. Assim, sendo diferente do outro que era para promover a formação acadêmica e pesquisa no exterior, oferecendo bolsas de estudo para estudantes de graduação e pós-graduação.
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