Copa: Jogador da Seleção decidiu não deixar herança de R$1B aos filhos
Copa: Jogador famoso da Seleção Brasileira, decidiu que não vai deixar fortuna de R$ 1 bilhão aos filhos; saiba todos os detalhes a seguir
Copa: Jogador da Seleção decidiu não deixar herança de R$1B aos filhos (Foto Reprodução/Montagem/TV Foco/Canva/Paola)
Copa: Jogador famoso da Seleção Brasileira, decidiu que não vai deixar fortuna de R$ 1 bilhão aos filhos; saiba todos os detalhes a seguir
Ronaldo Fenômeno voltou a chamar atenção durante a Copa do Mundo por um assunto que foge dos gramados. O ex-jogador da Seleção Brasileira teria manifestado o desejo de não deixar toda a fortuna, estimada em R$ 1 bilhão, como herança direta para os filhos.
A declaração ganhou força após Ronald Nazário, filho mais velho do craque, comentar a visão do pai sobre patrimônio e independência financeira. Segundo a revista Caras, o ex-atacante pretende destinar uma parcela relevante de seus bens para iniciativas sociais ligadas à Fundação Fenômenos.
Filho de Ronaldo Fenômeno revelou pensamento do pai sobre herança
Primeiramente, Ronald, de 26 anos, contou que cresceu ouvindo do pai que precisaria construir o próprio caminho. O jovem atua como DJ e produtor musical desde 2022, embora carregue um dos sobrenomes mais conhecidos do futebol brasileiro.
Durante entrevista, Ronald afirmou que Ronaldo Fenômeno costuma falar sobre a possibilidade de não deixar uma grande herança para os filhos. Para ele, a postura do pai funciona como um incentivo para que cada herdeiro desenvolva sua própria carreira e não dependa apenas da fortuna da família.
Ainda assim, a fala não significa que os filhos do ex-jogador ficarão sem qualquer direito sobre os bens. No Brasil, a legislação estabelece regras específicas para a divisão de patrimônio quando uma pessoa deixa descendentes, cônjuge ou ascendentes.
Fortuna de Ronaldo Fenômeno inclui negócios além do futebol
Em seguida, a estimativa de R$ 1 bilhão envolve a trajetória de Ronaldo dentro e fora dos campos. O ex-atacante acumulou contratos milionários como jogador, tornou-se empresário e passou a investir em diferentes setores após encerrar a carreira.
Além do futebol, Ronaldo Fenômeno construiu presença em áreas como publicidade, entretenimento, gestão esportiva e negócios. Ele já foi proprietário do Real Valladolid, da Espanha, e do Cruzeiro, clube que vendeu em 2024 após assumir o controle da SAF anos antes.
Por isso, a fortuna atribuída ao ex-jogador não se resume aos salários recebidos durante a carreira. A imagem de Ronaldo Fenômeno segue forte no mercado e mantém o brasileiro entre os atletas mais valorizados de sua geração, mesmo décadas depois da conquista da Copa do Mundo de 2002.
Fundação Fenômenos atua em projetos sociais no Brasil
Por outro lado, a intenção atribuída a Ronaldo também envolve a Fundação Fenômenos, instituição criada pelo ex-jogador para apoiar projetos sociais. A entidade desenvolve ações voltadas para pessoas em situação de vulnerabilidade e incentiva iniciativas de transformação social.
A fundação já realizou campanhas de arrecadação, eventos beneficentes e projetos direcionados a comunidades brasileiras. Dessa forma, o desejo de destinar parte da fortuna a causas sociais se conecta à atuação que Ronaldo mantém fora do universo esportivo.
Conforme a revista Caras, Ronald afirmou que o pai considera a possibilidade de transferir parte importante de seu patrimônio para a fundação. O filho do craque ainda declarou que a decisão o motiva a buscar independência e construir uma identidade profissional própria.
Lei brasileira impede exclusão total dos filhos da herança
Entretanto, Ronaldo Fenômeno não pode simplesmente excluir os filhos da herança por decisão pessoal. O Código Civil brasileiro classifica os descendentes como herdeiros necessários, o que garante proteção legal a filhos e outros parentes previstos na legislação.
A lei determina que 50% dos bens formam a chamada legítima. Essa parcela pertence obrigatoriamente aos herdeiros necessários, que incluem descendentes, ascendentes e cônjuge. Portanto, mesmo com um testamento, Ronaldo não poderia destinar toda a fortuna a uma instituição social se tiver herdeiros com direito à legítima.
Por outro lado, a outra metade do patrimônio pode seguir a vontade do titular. Assim, Ronaldo Fenômeno poderia direcionar a parte disponível para a Fundação Fenômenos, projetos sociais ou outras pessoas e instituições escolhidas em testamento.
Ronaldo Fenômeno é pai de quatro filhos
Atualmente, Ronaldo Fenômeno é pai de Ronald, fruto do relacionamento com Milene Domingues, Alex, de uma relação anterior, e das meninas Maria Sophia e Maria Alice, filhas do casamento com Bia Antony.
Apesar de a possível divisão da herança despertar curiosidade, não existe confirmação de que Ronaldo tenha elaborado um testamento ou definido oficialmente o destino de seus bens. A declaração relatada por Ronald expõe uma visão pessoal do pai, mas qualquer partilha só ocorreria dentro das regras previstas pela lei.
Enquanto isso, o ex-jogador segue envolvido com compromissos ligados ao futebol e à Copa do Mundo. Ronaldo Fenômeno mantém participação em projetos empresariais e continua como uma das figuras mais reconhecidas da história da Seleção Brasileira.
Ronaldo Fenômeno pode deixar os filhos sem herança?
(Foto: Reprodução/Globo)
A resposta é não. Mesmo que Ronaldo Fenômeno deseje destinar uma parte expressiva de sua fortuna a projetos sociais, os filhos possuem direito garantido pela legislação brasileira sobre metade do patrimônio deixado.
Portanto, o ex-atacante pode escolher o destino de até 50% de seus bens, desde que respeite a parcela reservada aos herdeiros necessários. A fala de Ronald, assim, reforça mais uma lição de independência financeira do que uma exclusão total dos filhos da futura herança.
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