Informe do Detran confirma novas regras que atinge quem tem CNH nas categorias A e B

Histórico! Veja o que muda em 2026 para tirar a CNH, tanto na categoria A quanto na B, e as novidades reservadas para SP e outros 4 estados.

27/01/2026 às 05:00 · Tempo de leitura: 8 minutos

Entenda as novidades envolvendo a CNH e como ela afeta os motoristas (Foto Reprodução/Montagem/Lennita/TV Foco/Canva/Freepik)

Histórico! Veja o que muda em 2026 para tirar a CNH, tanto na categoria A quanto na B, e as novidades reservadas para SP e outros 4 estados

Conforme muitos já devem ter notado, o caminho para obter a tão sonhada Carteira Nacional de Habilitação (CNH) no Brasil atravessa uma revolução sem precedentes.

Desde o final de 2025, o processo vem atingindo os novos condutores das categorias A (motos) e B (carros), os quais operam sob diretrizes que priorizam a:

  • Digitalização;
  • Economia;
  • Simplificação de etapas.

As mudanças, anunciadas pelo Ministério dos Transportes e ratificadas pelo Contran, alteram:

  • Desde o primeiro contato com o conteúdo teórico;
  • Até os critérios de pontuação no exame prático.

A estratégia do Governo Federal foca em um objetivo claro, que é democratizar o acesso ao documento.

Afinal de contas, ao eliminar taxas abusivas e burocracias obsoletas, o novo modelo promete reduzir o custo total da habilitação em até 70%, tornando o sonho de dirigir acessível a milhões de cidadãos que antes eram barrados pelo alto investimento financeiro.

Sendo assim, baseados em informações de um informe do Detran, bem como de portais como o G1, trazemos abaixo as principais mudanças e regras para este ano de 2026.

A carga horária:

Uma das alterações mais impactantes ocorre logo na fase inicial.

Em suma, o candidato não precisa mais cumprir as antigas 45 horas de aulas presenciais dentro de uma sala de autoescola. O aprendizado teórico agora acontece de forma integralmente digital e gratuita.

  • Aplicativo CNH do Brasil: O governo disponibilizou todo o conteúdo didático por meio deste aplicativo, integrado à plataforma Gov.br;
  • Flexibilidade e gratuidade: O aluno estuda no seu próprio ritmo, sem custo de mensalidade para esta etapa;
  • Presença no Detran: O deslocamento físico até o órgão de trânsito limita-se agora à coleta de biometria, fotografia e à realização da prova teórica presencial após a conclusão dos módulos digitais.

Aulas práticas:

Após a aprovação na prova teórica, o candidato ganha autonomia para decidir como quer aprender a dirigir.

A nova regra quebra o monopólio das autoescolas tradicionais e introduz a figura do instrutor autônomo:

  • Instrutores credenciados: Agora é possível contratar profissionais autônomos devidamente credenciados pelo Detran. Essa mudança estimula a livre concorrência e deve baixar os preços das aulas práticas, especialmente em cidades do interior;

Inclusive, é importante, antes das aulas, verificar se o instrutor de fato tem essa homologação, mesmo porque, elas só terão valor legal se forem registradas por ele no Portal de Serviços da Senatran logo após o término. Sem esse registro digital, você não conseguirá agendar seu exame prático!

  • Personalização do Ensino: O cidadão não é mais obrigado a contratar “pacotes fechados”. Se o aluno já possui domínio básico do veículo, pode contratar apenas o número de aulas que considerar necessário para se sentir seguro para o exame.

MAS ATENÇÃO!Não significa que as autoescolas acabaram, e sim que agora os candidatos à habilitação podem escolher entre essas opções.

Como funciona a aula prática para a CNH?

O exame final, muitas vezes motivo de pavor para os candidatos, também passou por uma reformulação humanizada.

O Detran adotou critérios de avaliação menos punitivos, focando na segurança real e não apenas em erros formais que não oferecem perigo imediato.

Entre as principais atualizações na pista de testes, destacam-se:

  • Fim da eliminação automática por falhas leves: Erros como esquecer de sinalizar com a seta em uma manobra simples não causam mais a reprovação imediata, passando a contar apenas pontos negativos acumulativos;
  • Extinção da prova de rampa: A obrigatoriedade do controle de embreagem em aclives (rampa) foi retirada do exame oficial em diversos estados, simplificando a logística da prova;
  • Reteste gratuito: Caso o candidato não consiga a aprovação na primeira tentativa, ele tem direito a um novo teste sem o pagamento de taxas adicionais, combatendo o abandono do processo por falta de recursos financeiros.

É verdade que o teste da baliza acabou?

De acordo com o G1, nesta última segunda-feira (26), uma mudança histórica entrou em vigor no estado de São Paulo, Amazonas, Espírito Santo e Mato Grosso do Sul.

Seguindo a Resolução 1.020 do Contran, o teste de baliza (estacionamento em área demarcada por estacas) deixou de ser obrigatório na prova prática:

  • Foco na circulação: O exame agora concentra a atenção no percurso real, em conversões e na circulação do veículo em vias públicas. O candidato ainda deve estacionar próximo ao meio-fio durante o trajeto, mas sem a pressão das balizas fixas;
  • Uso de carros automáticos: Por fim, outra novidade de janeiro de 2026 é a permissão para realizar o teste prático em veículos com câmbio automático. A medida vale tanto para a primeira habilitação quanto para renovações, reconhecendo a modernização da frota nacional.

Mas, para saber mais informações, clique aqui*.

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