É o fim do chip: Liberação da ANATEL garante adeus de cartão e substituto chega voando na Claro, Vivo e TIM
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Anatel tem decisão nas mãos sobre futuro do chip da Vivo, Claro e Tim (Foto: Divulgação)
Desfecho sobre chip da Claro, Vivo e TIM está nas mãos da Anatel
Hoje em dia é comum você comprar um chip, seja da Claro, Vivo ou TIM, para fazer ligações. Mas, saiba que a tendência é que esses dispositivos físicos deixem de existir e caberá a Agência Nacional de Telecomunicações, a Anatel, cravar o seu desfecho.
Com o avanço da tecnologia, muitas coisas que antes precisavam ser físicas, passaram para o meio digital e as comunicações foram um dos setores mais influenciados com o avanço tecnológico.
Por exemplo, hoje em dia é possível ter um chip virtual no celular. De acordo com informações do Tech Tudo, eles são comuns em smartphones de nova geração e vêm para substituir os cartões SIM físicos. Sendo assim, pode ser que no futuro, eles serão os principais usados nos celulares.
Vale destacar que caberá a Anatel fazer essa liberação de troca do SIM físico para o virtual. E como os celulares estão cada vez mais digitais, é provável seguir essa tendência de que no futuro os aparelhos só aceitem chips virtuais.
VANTAGENS
Uma das principais vantagens deles em relação aos físicos, é o fato de que eles são mais seguros, uma vez que, além de não poderem ser perdidos ou danificados, são protegidos por um link criptografado. E muitos usuários sequer usam chips físicos mais.
Além disso, as operadoras como Claro, TIM e Vivo, já oferecem a opção de chip virtual. Logo, é uma tendência que as operadoras sabem que podem ser o futuro e já estão se ajustando a ela.
A ANATEL É DO GOVERNO?
De acordo com a Lei 9.472/1997, a Anatel é uma entidade integrante da Administração Pública Federal indireta, submetida a regime autárquico especial e vinculada ao [Ministério das Comunicações]. Então, sim, pertence ao governo. Essas informações são do próprio site do governo.