Em guerra com Bolsonaro, Globo vira alvo da Receita Federal e famosos globais são colocados contra parede
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Globo vira alvo de investigação da Receita Federal após ataque de Jair Bolsonaro. Foto: Reprodução
Globo vira alvo de investigação da Receita Federal após ataque de Jair Bolsonaro. Foto: Reprodução
Globo vira alvo de investigações na Receita Federal e artistas globais acabam sendo “intimados” para prestarem esclarecimento sobre método de contratação
Parece que a coisa ficou feia pro lado da Globo desde que o Jornal Nacional soltou a polêmica matéria sobre o suposto envolvimento do presidente Jair Bolsonaro na morte da deputada Marielle Franco, em outubro do ano passado. Irado com o conteúdo da notícia, Bolsonaro foi reclamar nas redes sociais e chegou até a fazer uma série de ameaças contra a emissora carioca, deixando claro que iria dificultar de todas as formas possíveis “a vida” do canal. Pois bem, parece que isso começou a ser feito.
De acordo com o Radar Veja, da Revista Veja, a Receita Federal está fazendo uma forte fiscalização com a Globo e todos os seus funcionários, principalmente os artistas dos canal, com relação ao método de contratação da platinada, que atualmente é PJ, ou seja, Prestação de Serviços. Segundo a publicação, a RF exigiu os contratos da Globo Comunicação e Participações S/A com celebridades da TV e do cinema brasileiro.
Com os dados recebidos, a Receita Federal teria ido além. Conforme publicado pela Revista Veja, há cerca de três semanas a RF passou a enviar cartas de autuação aos endereços de diferentes artistas contratados pela Globo. Nos ‘Temos de Início do Procedimento Fiscal’, a Receita dá aos autuados 20 dias para que os globais justifiquem ter optado pelo contrato de pessoa jurídica, PJ, ao invés do vínculo empregatício estabelecido pela CLT, o que faria com que a platinada tivesse que pagar os respectivos impostos de cada funcionário ao Governo.
Globo vira alvo de investigação da Receita Federal. Foto: Revista VEJA
Como tudo começou
Tudo começou quando o Jornal Nacional, da Globo, soltou uma reportagem mostrando que no dia 14 março de 2018, horas antes do crime de Marielle Franco, o ex-PM Élcio Queiroz, outro suspeito de ser o assassino, disse à portaria do condomínio que iria visitar Bolsonaro, mas foi à casa de outro morador. Segundo depoimento do porteiro à polícia, o próprio presidente teria autorizado o PM a entrar. Contudo, como também foi mostrado pelo JN, o relato do funcionário tinha equívocos, pois Jair Bolsonaro registrou presença em duas sessões na Câmara, em Brasília, como deputado federal no mesmo dia.
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