Cláudio Castro ciente: Lei em vigor no RJ traz salário mínimo de R$ 1.665 a milhares de CLTs cariocas
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Salário mínimo segue mantido no governo de Cláudio Castro (Foto: Agência Brasil)
Enquanto novo decreto nacional ainda está em andamento, alguns estados se destacam com as próprias regras sobre o piso salarial
Com o cronograma marcado para janeiro, o Governo Lula continua discutindo a respeito do salário mínimo de 2025. Em contrapartida, alguns governadores já tomaram as próprias rédeas sobre o tema, como é o caso do Rio de Janeiro.
Ainda antes da gestão de Cláudio Castro, o estado já dividia uma base diferente para cada uma das categorias. Nas faixas 1, 2 e 3, os valores acompanham o decreto nacional, que ainda está fixado em R$ 1.412, até a chegada de 2025. Porém, a partir da 4ª, a base estipulada é de R$ 1.665 por mês.
Afinal, qual o salário mínimo do Rio de Janeiro?
4ª Faixa – R$ 1.665,93: Bombeiros civis líder; entrevistadores sociais; podólogos; técnicos em contabilidade; técnicos em enfermagem; técnicos em farmácia; técnicos em laboratório; trabalhadores de nível técnico registrados nos conselhos de suas áreas, entre outros.
5ª Faixa – R$ 2.512,59: Fotógrafos; intérpretes de Libras; motoristas de ambulância; técnicos de eletrônica; técnicos de instrumentalização cirúrgica; técnicos de segurança do trabalho; técnicos em radiologia; técnicos industriais de nível médio, entre outros.
6ª Faixa – R$ 3.158,96: Assistentes sociais; bibliotecários; biólogos; contadores; economistas; enfermeiros; fisioterapeutas; jornalistas; nutricionistas; pedagogos; professores de Ensino Fundamental (1° ao 5° ano) com regime semanal de 40 horas; psicólogos; sociólogos, entre outros.
Conclusão
Para quem não sabe, a definição do piso é feita com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor, o INPC, sobre a inflação de cada ano. Em 2025, o salário mínimo nacional deve ficar entre as faixas de R$ 1.509 e R$ 1.527 por mês. O valor oficial entra em vigor já a partir de janeiro.
Além do Rio, existem outros estados que também decidem pelas próprias bases salariais. Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paraná aparecem na lista. O objetivo, como apontam os líderes políticos, é incentivar o crescimento dos profissionais das diferentes áreas, além de promover o crescimento da economia local e trazer maior poder de compras.
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