Intervenção e falência: O devastador fim de banco tradicional no Brasil ao sucumbir à crise após 51 anos

Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.

09/10/2023 às 12:26 · Tempo de leitura: 4 minutos

Fachada e cofre de banco fechado - Foto Reprodução Internet

Se surpreenda com o fim devastador de banco tradicional no Brasil ao sucumbir à crise com intervenção e falência, após 51 anos

E um famoso banco tradicional no Brasil, conhecido e querido por todos que usaram os seus serviços bancários, teve fim devastador ao sucumbir à crise com intervenção e falência, após 51 anos.

Inclusive, o banco citado se consagrou entre os maiores de sua época, e ficou entre os mais queridinhos dos brasileiros.

Mas infelizmente, esse icônico Banco acabou tendo um fim devastador ao sucumbir à crise com intervenção e falência, após 51 anos na ativa.

Estamos falando do  Banco Nacional, que patrocinava o piloto de Fórmula 1, Ayrton Senna, que após utilizar um sistema de Ponzi, foi à falência em 1995 com prejuízo de 581% sobre o seu valor contábil e sua fraude financeira só foi descoberta pelo Banco Central, o BC, sete anos depois, quando o governo teve que arcar com o maior prejuízo, segundo “portaldobitcoin”.

Segundo as informações, tiradas do artigo “Banco Nacional: jogo de Ponzi, PROER e FCVS”, de Fernando de Holanda Barbosa, professor da Escola de Pós-Graduação em Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV/EPGE), a série de fraudes cometidas pelo Banco Nacional acabou gerando um saldo devedor total de mais de R$ 5,36 bilhões na época.

Ayrton Senna com boné do Banco Nacional (Foto: Reprodução, Globo Esporte)

Conforme consta nas informações, a instituição financeira escondeu sua situação financeira que era de total insolvência, manipulando as operações de crédito, como se seus devedores estivessem pagando normalmente suas contas, para manter a sua imagem de uma grande marca, que na época era associada a um grande ídolo brasileiro da Fórmula 1.

O Banco Nacional foi uma das principais instituições brasileiras da década de 90 (Foto Reprodução/Uol)

Vale dizer que o esquema só foi descoberto após o Banco Central ter instaurado um inquérito, pelo qual uma comissão constatou a existência de 652 contas de crédito bancário, denominadas, Natureza 917, na contabilidade paralela que existia no Banco Nacional e essas contas representavam aproximadamente 75% das operações de crédito e tinham sido manipuladas de modo fictício durante sete anos.

Com isso, na época, o Banco Central decretou o Regime de Administração Especial Temporária (RAET) do Banco Nacional, uma espécie de falência do banco e retirou todos os dirigentes da instituição e nomeou um Conselho Diretor para cuidar da gestão da instituição.

Segundo as informações, mesmo o saldo devedor tendo sido de R$ 5,36 bilhões, o passivo descoberto era bem maior na data da decretação do RAET e ultrapassava o valor contábil de R$ 6,73 bilhões, e na época, parte da instituição financeira foi vendida para o Unibanco, por R$ 1,21 bilhões e teve seu fim, após 51 anos depois de sua fundação em 1944.

Qual a maior instituição financeira do país?

Segundo dados do Banco Central, o maior banco do país em números de clientes é a Caixa Econômica Federal, com 150,4 milhões de clientes.

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