
Felipeh Campos, Virginia Fonseca e Margareth Serrão (Fotos: Reproduções / YouTube/ Instagram)
Nesta terça-feira (02), por meio de seu canal no YouTube, Felipeh Campos fez duras críticas a Virginia Fonseca ao comentar uma nova polêmica envolvendo seu nome.
O jornalista demonstrou indignação ao repercutir informações divulgadas sobre uma suposta investigação da Polícia Federal contra a artista.
Felipeh Campos também criticou a postura de Margareth Serrão, mãe da influenciadora, que saiu em defesa da filha após ataques.
Nesta matéria, você saberá:
Recentemente, Margareth Serrão afirmou que a filha estaria sendo alvo de críticas motivadas pela inveja de seu sucesso profissional e seu empoderamento.
Ao comentar a declaração, Felipeh Campos criticou a situação e pontuou que a influenciadora estaria sendo investigada por possível lavagem de dinheiro.
“Olha só o empoderamento, inclusive, com uma suspeita de estar envolvida com dinheiro ilícito, vincada ao tráfico internacional de drogas e ao PCC. Olha que maravilhoso para mãevirginia”, iniciou o jornalista.
O jornalista afirmou que situações como essa despertam revolta e indignação.
“Por favor, né? É, realmente, o país da piada pronta, da história toda confusa, esquisita e não precisava disso. Chega a ser nojenta, eu tenho asco dessa gente”, afirmou o famoso, revoltado com a situação.

Durante o desabafo, Felipeh Campos também deixou claro que pretende continuar comentando o assunto, independentemente das críticas que receba.
“Pode me xingar, pode ficar falando, criar robô para me atacar, mas eu não fecho a boca. Eu grito no megafone, ligo, faço nosso programa de qualquer lugar, mas não me calo”, afirmou.
Outro ponto destacado pelo jornalista foi o faturamento da WePink.
O jornalista comparou os números da marca com gigantes consolidadas do setor de beleza, como o Grupo Boticário e a Natura, empresas que possuem décadas de atuação no mercado e investem em grandes campanhas publicitárias.
Na visão do consumidor, o crescimento acelerado da WePink e seu faturamento bilionário levantam questionamentos.

Segundo uma reportagem da Piauí, Virginia Fonseca seria alvo de uma suposta investigação baseada em informações presentes em Relatórios de Inteligência Financeira(RIFs).
Os documentos foram produzidos pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).
A apuração teria como objetivo analisar a regularidade de determinadas movimentações financeiras relacionadas a Virginia Fonseca e suas empresas.
Os advogados da influenciadora negaram qualquer irregularidade nas operações.

A reportagem também abordou a origem da WePink. Segundo o texto, a história da marca teria ligação com os empresários Samara Cahanovick Martins e Thiago Stabile.
Os empresários atuavam anteriormente na empresa Pink Lash, especializada em serviços de sobrancelhas e cílios.
A publicação afirma que a Pink Lash teve como sócia e enfermeira Karen de Moura Tanaka Mori, conhecida como Japa do PCC por ter sido casada com um integrante da organização criminosa.
Posteriormente, Samara e Thiago teriam encerrado a participação nessa empresa e fundado a WePink ao lado de Virginia Fonseca e Chaopeng Tan.
A reportagem ressalta que a menção a essa ligação é apenas da Pink Lash.
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