Fuja deles: 3 carros para não comprar de jeito nenhum, incluindo queridinho da Fiat, em 2026

Motoristas precisam ter cuidado e se afastarem desses carros para não sofrerem forte dores de cabeça com os modelos

18/12/2025 às 00:09 · Tempo de leitura: 5 minutos

3 carros para fugir, incluindo modelo da Fiat - Foto: Montagem

Motoristas precisam ter cuidado e se afastarem desses carros para não sofrerem forte dores de cabeça com os modelos

A aquisição de um carro usado importado ou esportivo parece tentador. Afinal, é possível encontrar ofertas que parecem irresistíveis e capazes de proporcionar status, além de uma experiência de condução interessante pelo valor.

Todavia, é necessário ficar atento, visto que muitas vezes é possível cair no famoso ditado: “o barato que sai caro”. Assim, iremos mostrar três carros usados com manutenção cara e complicada para não comprar de jeito nenhum, conforme o portal Autoesporte.

Chevrolet Captiva

Abrindo a lista temos o Chevrolet Captiva. O modelo chegou ao Brasil em setembro de 2008, oferecendo um visual elegante à época e bom nível de equipamentos. Ademais, com o passar dos anos, o SUV também acabou sendo equipado com o motor de quatro cilindros 2.4 16V Ecotec que, na linha 2011, passou a oferecer 185 cv e 23,3 kgfm.

“As companhias de seguro não fazem mais a apólice dos modelos 2010, assim como há uma dificuldade de encontrar peças de reposição e de acabamento. Às vezes, o valor do reparo ultrapassa o valor do carro”, comenta Cássio Yassaka, dono da Cassio Serviços Automotivos, com mais de 40 anos de experiência no ramo.

Além disso, conforme o mesmo profissional, o Chevy ainda costuma ter defeitos de suspensão por conta do asfalto, de transmissão, de luz de injeção acesa, pela qualidade do combustível e de ruídos internos. Atualmente, muitos profissionais não querem nem mexer no automóvel.

Vale dizer que, na Tabela Fipe, os preços do Captiva variam de R$ 36 mil a pouco menos de R$ 90 mil.

Ford Fusion

Por sua vez, outro modelo se trata do Fusion, sedã elegante que debutou no Brasil em 2006, substituindo o Mondeo. Vindo do México, ele possuía isenções de impostos, rendendo vantagens e aparecendo entre os mais vendidos à época no segmento.

Segundo Yassaka, se trata de um carro com boa engenharia, só que a falta de peças o torna uma compra não recomendada. Isso é potencializado na versão Hybrid, cujo preço da bateria de íon de lítio é na faixa de R$ 70.000.

Vale dizer que, como referência, o preço de tabela de um Ford Fusion Hybrid é mais baixo, na casa dos R$ 50 mil.

Fiat 500 (ou Cinquecento, em italiano)

Por fim, temos o queridinho da Fiat que chegou ao Brasil, no fim de 2009, originalmente importado da Polônia, feito na fábrica de Tychy. Pequeno e prático, não é um carro indicado para famílias pelas dimensões de 3,54 m de comprimento, 2,30 m de entre-eixos e 185 litros de porta-malas.

Além disso, há outros requisitos que não parecem um mar de rosas. “Tudo nele é passível de indenização total (PT) em uma eventual colisão, além de existir uma dificuldade nas peças de reposição. Tive um caso de uma cliente que ficou meses com o carro parado aguardando um novo vidro do para-brisa. Também não há uma compatibilidade de componentes entre os modelos polonês e mexicano. Além disso, é comum a caixa de direção assistida eletricamente apresentar folgas. Só a caixa de direção custa R$ 2.000, mais a mão de obra para executar o serviço. Outro problemas são as peças de suspensão específicas. É para ser um carro de curtição ou a segunda opção da garagem”, diz Yassaka.

Atualmente, um 500 1.4 Evo de 2015 está avaliado em R$ 51.216 na Tabela Fipe.

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