Conheça a nova exigência informada pelo governo e veja o que fazer para continuar recebendo o Bolsa Família sem problemas
Quem recebe o Bolsa Família precisa ficar atento a uma mudança importante. O governo federal informou que será necessário fazer o cadastro da biometria para continuar tendo acesso ao benefício. A medida também vale para outros programas sociais ligados ao Cadastro Único (CadÚnico).
Segundo o portal Isto é Dinheiro, a exigência faz parte da emissão da nova Carteira de Identidade Nacional (CIN), documento que está substituindo o antigo RG. Aliás, o prazo seria encerrado neste mês, mas foi ampliado e os beneficiários terão até o fim de 2026 para regularizar a situação.
O cadastro da biometria deverá ser feito por quem recebe o Bolsa Família e outros benefícios sociais do governo. Entre eles estão o salário-maternidade, a pensão por morte, o seguro-desemprego, o benefício por incapacidade e o abono salarial.
Destacando que antes, a atualização deveria ser feita até maio. No entanto, o governo decidiu adiar o prazo para evitar que famílias percam benefícios importantes por falta de regularização. Com isso, os beneficiários terão até 31 de dezembro de 2026 para concluir o procedimento.
Como fazer o cadastro da biometria:
O processo será realizado durante a emissão da nova Carteira de Identidade Nacional. O atendimento é gratuito para quem está tirando a primeira via do documento. Para fazer o cadastro, é preciso acessar o sistema de agendamento disponível no estado onde mora e escolher uma data para atendimento.
No dia marcado, o cidadão passará pela coleta das impressões digitais e pela captura da foto que ficará registrada no documento. Os documentos exigidos variam de acordo com o estado, mas a certidão civil é obrigatória. Pessoas casadas precisam levar a Certidão de Casamento.
Após a conferência dos dados e a coleta da biometria, o cadastro será concluído normalmente.
Quem pode receber o Bolsa Família?
Em suma, a principal regra para receber o benefício é ter renda mensal familiar de até R$ 218 por pessoa. Ademais, para se enquadrar, é necessário somar a renda total e dividir pelo número de pessoas. Se o valor ficar abaixo dos R$ 218, a família está elegível ao Bolsa Família.
Além disso, os beneficiários também precisam seguir outros critérios, como:
- Manter crianças e adolescentes na escola;
- Fazer o acompanhamento pré-natal (no caso de gestantes);
- Manter as carteiras de vacinação atualizadas.
O Bolsa Família reúne vários tipos de benefícios que se somam conforme a situação de cada família. Os valores básicos são:
- Renda de Cidadania: R$ 142 por pessoa
- Benefício Complementar: garante renda mínima de R$ 600 por família
- Primeira Infância: R$ 150 para cada criança de até 6 anos
- Variável Familiar: R$ 50 para gestantes e jovens de 7 a 17 anos
- Variável Nutriz: R$ 50 por bebê de até 7 meses
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