Canetada de Haddad e urgência no BC: Nova lei da poupança é anunciada atingindo em cheio a Caixa ainda em 2024

Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.

30/08/2024 às 19:05 · Tempo de leitura: 6 minutos

Poupança - Caixa- Banco Central -Haddad (Foto- Fábio Rodrigues Pozzeborn:Agência Brasil)

Uma nova legislação proposta pela ministro da Fazenda, Fernando Haddad, vai impactar diretamente a conta poupança, afetando até mesmo a Caixa

Em um movimento que promete causar impacto significativo no setor financeiro, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, anunciou uma nova legislação para a poupança que está em vigor em 2024.

A medida, que foi implementada com urgência pelo Banco Central, mira diretamente bancos como a Caixa Econômica Federal, gerando discussões acaloradas sobre os possíveis efeitos na instituição e no mercado.

Fernando Haddad / Conta Poupança – Montagem TVFOCO

Acontece que o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, está preparando um pacote de medidas para impulsionar o crédito imobiliário no Brasil. Essa iniciativa surge em resposta ao aumento da demanda por crédito imobiliário no país. 

Segundo O Globo, uma das principais ações propostas é a redução do compulsório da poupança de 20% para 15%.

Essa medida visa liberar mais recursos para os bancos, permitindo que eles ofereçam mais financiamentos para a compra de imóveis.

Detalhes

A redução do compulsório da poupança significa que os bancos terão que reservar uma menor porcentagem dos depósitos de poupança no Banco Central. 

Atualmente, 20% dos depósitos de poupança são mantidos como compulsório, mas com a nova medida, essa porcentagem será reduzida para 15%.

Isso liberará uma quantidade significativa de recursos que poderão ser utilizados para financiar a compra de imóveis.

Além da redução do compulsório, o pacote de medidas inclui outras ações para fomentar o crédito imobiliário. 

Uma dessas ações é a criação de um mercado secundário para a compra e venda de carteiras de crédito imobiliário.

Isso permitirá que os bancos vendam suas carteiras de crédito imobiliário, liberando espaço em seus balanços para conceder novos empréstimos. Essa medida é inspirada em práticas já utilizadas em outros tipos de crédito, como o consignado e o financiamento de veículos.

Crédito imobiliário

O objetivo dessas medidas é aumentar a oferta de crédito imobiliário no mercado, tornando-o mais acessível para os consumidores. Com mais recursos disponíveis para financiamento, espera-se que haja uma maior competição entre os bancos, o que pode resultar em condições mais favoráveis para os mutuários. 

Isso inclui taxas de juros mais baixas e prazos de pagamento mais longos, facilitando a compra da casa própria para muitas famílias brasileiras.

A proposta de Haddad também visa estimular o setor da construção civil, que é um importante motor da economia brasileira.

Com mais crédito disponível, espera-se um aumento na demanda por imóveis, o que pode levar a um crescimento na construção de novas unidades habitacionais. Isso, por sua vez, pode gerar mais empregos e impulsionar a economia como um todo.

Ainda de acordo com O Globo, outra frente de ação do pacote de medidas é o uso da Empresa Gestora de Ativos (Emgea) para aumentar o crédito imobiliário.

O governo planeja fazer um aporte de R$ 10 bilhões na Emgea para a compra de carteiras de financiamento imobiliário dos bancos. Isso ajudará a liberar ainda mais recursos para o financiamento habitacional, complementando as medidas de redução do compulsório.

Em resumo, o pacote de medidas proposto pelo ministro Fernando Haddad tem como objetivo principal aumentar a oferta de crédito imobiliário no Brasil. 

A redução do compulsório da poupança, a criação de um mercado secundário para carteiras de crédito e o uso da Emgea são ações que, juntas, têm o potencial de injetar até R$ 300 bilhões no mercado imobiliário.

Essas medidas são vistas como essenciais para atender à crescente demanda por crédito e estimular o setor da construção civil, contribuindo para o crescimento econômico do país.

Como ter uma conta poupança na Caixa?

Para abrir uma conta poupança na Caixa Econômica Federal, você precisa apresentar um documento de identidade com foto e o CPF em uma agência da Caixa, correspondente Caixa Aqui ou unidade lotérica. 

Após a entrega dos documentos, a conta é aberta imediatamente e você receberá o cartão da poupança em sua residência.

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