Nova lei de Haddad anunciada ao Banco Central crava 2 viradas e atinge em cheio a poupança na Caixa
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Nova lei proposta por Fernando Haddad afeta diretamente a poupança da Caixa (Foto Reprodução/Montagem/Lennita/Tv Foco/Canva/Gov/BC)
Fernando Haddad deixa todos animados com uma nova lei do Banco Central que impacta diretamente clientes que possuem poupança
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, anunciou recentemente uma proposta de lei que promete trazer mudanças significativas ao cenário financeiro brasileiro. A medida, direcionada ao Banco Central, impõe duas grandes transformações que impactarão diretamente a tradicional caderneta de poupança, especialmente nas contas geridas pela Caixa Econômica Federal.
As alterações trazem à tona debates sobre a segurança e rentabilidade dos investimentos mais populares do país, gerando preocupação entre poupadores e analistas do mercado.
Acontece que o governo brasileiro está em fase de preparação de um pacote de medidas para liberar R$ 300 bilhões destinados ao crédito imobiliário, uma iniciativa que visa impulsionar o setor habitacional e facilitar o acesso à casa própria para a população.
Liderada pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, a proposta inclui a redução do compulsório da caderneta de poupança e a criação de um mercado secundário para a compra e venda de carteiras de crédito imobiliário.
Segundo O Globo, essas ações têm como objetivo aumentar a disponibilidade de recursos para o financiamento habitacional e estimular o mercado imobiliário.
Detalhes das propostas
A primeira medida proposta é a redução do compulsório da caderneta de poupança, que atualmente exige que os bancos mantenham 20% dos depósitos em poupança no Banco Central.
A ideia é reduzir essa exigência para 15%, liberando assim mais recursos para o financiamento imobiliário.
De acordo com o portal Terra, além disso, o governo pretende aumentar a porcentagem dos recursos da poupança destinados ao crédito imobiliário de 65% para 70%.
Com essas mudanças, espera-se ampliar a oferta de crédito e estimular o mercado imobiliário, facilitando o acesso à casa própria para mais brasileiros.
A segunda medida envolve a criação de um mercado secundário para a compra e venda de carteiras de crédito imobiliário. Atualmente, os bancos carregam esses financiamentos por longos períodos, o que limita sua capacidade de conceder novos empréstimos.
Com a implementação de um mercado secundário, os bancos poderão vender suas carteiras de crédito, liberando capital e espaço em seus balanços para novos financiamentos.
Essa medida é inspirada em práticas já comuns em outros tipos de crédito, como o consignado e o financiamento de veículos.
Outras grandes mudanças
Ainda segundo O Globo, além dessas medidas, o governo está trabalhando em um mecanismo para corrigir a distorção entre a Taxa Referencial (TR) e o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que são usados para corrigir os contratos de crédito imobiliário.
A ideia é aproveitar a trajetória de queda da Taxa Selic para preparar o terreno para o deslanche do mercado secundário do crédito imobiliário em 2025. Com essas ações, o governo espera aumentar a competitividade e a eficiência do mercado de crédito imobiliário no Brasil.
Banco Central (Foto: Reprodução / GloboNews)
Ilustração conta-poupança (Foto: Reprodução / Freepik)
Carteira de Trabalho / Pessoa sacando dinheiro - Montagem TVFOCO
A expectativa é que essas medidas tragam um impacto positivo significativo para o setor habitacional.
A redução do compulsório e o aumento da destinação de recursos da poupança para o crédito imobiliário devem resultar em uma maior oferta de financiamento, o que pode estimular a construção civil e gerar empregos.
Além disso, a criação de um mercado secundário para carteiras de crédito imobiliário pode aumentar a liquidez do sistema financeiro, permitindo que os bancos concedam mais empréstimos e atendam a uma demanda maior por crédito habitacional.
Como ter uma conta poupança na Caixa?
Para abrir uma conta poupança na Caixa, basta comparecer a uma agência com documentos pessoais (RG, CPF e comprovante de residência), preencher o formulário de abertura de conta e realizar um depósito inicial.
O processo é simples e rápido, sem a necessidade de comprovação de renda.
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