Já pode ir se despedindo: Lei de Lula em vigor decreta EXTINÇÃO de 2 gigantes dos eletrodomésticos populares

Lei de Lula decreta extinção de 2 eletrodomésticos populares (Reprodução/Canva)
Nova lei decreta extinção de 2 eletrodomésticos e consumidores ficam chocados
Lei instituída durante o governo do atual presidente Lula crava extinção de eletrodomésticos muito usados por brasileiros e nova regra já se mantém em vigor.
Portanto, de acordo com o portal EPBR, os refrigeradores e congeladores brasileiros precisam cumprir novos níveis máximos de consumo de energia.
Desse modo, o Comitê Gestor de Indicadores e Níveis de Eficiência Energética (CGIEE) determinou que desde o começo deste ano os fabricantes precisam parar de produzir eletrodomésticos que estejam abaixo dos novos padrões.
Contudo, essa nova medida tem o objetivo de garantir os direitos do consumidor com aparelhos que consomem menos energia e ajudam a reduzir os gastos com a conta de luz.
“Com a implementação dos novos níveis, o consumidor poderá ter acesso a produtos mais eficientes no mercado brasileiro”, explica Priscila Arruda, analista de pesquisa do Programa de Energia do Idec, uma das organizações da sociedade civil que compõem a Rede Kigali.
“A revisão foi um processo decisório bastante tenso, mas felizmente foi mantida a proposta inicial do CGIEE para os níveis de consumo”, conta Rodolfo Gomes, coordenador da Rede Kigali e diretor executivo do IEI Brasil.
Com isso, o documento prevê um período de adaptação da indústria do mercado aos novos padrões, organizando em duas etapas, casa uma delas com um nível máximo de consumo.
Já a segunda parte está previsto que, a partir de janeiro de 2026, será proibido fabricar e importar aparelhos abaixo desse novo nível mais exigente.
A partir de 2027, a indústria não poderá mais comercializar esses aparelhos para atacadistas e lojas, e, a partir de 2028, os atacadistas e as lojas estarão proibidos de vendê-los.
Quanto é possível economizar com a nova lei dos refrigeradores brasileiros?
Estudo da Clasp, organização norte-americana também integrante da Rede Kigali, estima que a nova regra traz uma economia aos consumidores de R$ 174 a R$ 822 ao longo da vida útil do refrigerador, além de reduzir o consumo nacional de energia em 8,67 TWh de 2026 até 2030.


