Era Nunes: Lei de trânsito revela quem está isento do rodízio em SP

Lei atualiza regras de trânsito e define quem fica isento do rodízio em São Paulo durante a gestão de Nunes em 2026; Confira

30/04/2026 às 23:00 · Tempo de leitura: 7 minutos

Lei - Rodízio de carros em São Paulo (Reprodução: Montagem TV Foco)

Lei atualiza regras de trânsito e define quem fica isento do rodízio em São Paulo durante a gestão de Nunes

A cidade de São Paulo manteve o rodízio de veículos como uma das principais regras para controlar o trânsito nos horários de pico. A medida limita a circulação de carros em dias específicos, conforme o número final da placa. A gestão municipal de era Nunes, manteve esse modelo e reforçou regras já existentes, incluindo quem pode circular livremente.

Muitos motoristas ainda têm dúvidas sobre quem está isento da restrição. A resposta envolve uma lista clara de categorias e também casos específicos previstos em lei. O rodízio funciona de segunda a sexta-feira, sempre em dois períodos do dia. Ele vale das 7h às 10h e das 17h às 20h. Quem desrespeita a regra recebe multa e pontos na carteira.

O rodízio não surgiu por acaso. A prefeitura criou a regra para reduzir o número de veículos nas ruas e melhorar o fluxo nas vias mais movimentadas. A restrição vale dentro do chamado centro expandido, que reúne as principais avenidas e marginais da cidade. Nesse espaço, o trânsito costuma travar nos horários de pico.

Lei do rodízio (Foto: Reprodução/ Internet)

A lógica é simples. Cada dia da semana corresponde a dois números finais de placa. Por exemplo, carros com finais 1 e 2 param na segunda-feira. Já placas com finais 9 e 0 param na sexta-feira. Essa divisão tenta equilibrar o volume de veículos ao longo da semana.

Mesmo com a regra geral, nem todos os veículos precisam seguir o rodízio. A lei prevê uma série de exceções. Essas exceções existem porque alguns serviços não podem parar. Entre os principais exemplos estão os veículos de transporte coletivo. Ônibus e vans de passageiros seguem circulando normalmente. O mesmo vale para táxis, que atendem a população em tempo integral.

Veículos isentos do rodízio

Outro grupo importante envolve veículos de emergência. Ambulâncias, carros de polícia e viaturas do corpo de bombeiros estão sempre liberados. Esses serviços lidam com situações urgentes e não podem sofrer qualquer tipo de atraso. A Defesa Civil também entra nessa lista. Ela atua em casos de enchentes, desastres e outros riscos à população.

A lista também inclui veículos ligados a serviços públicos e essenciais. Guinchos, por exemplo, precisam circular para remover carros quebrados ou acidentados. O transporte escolar também recebe isenção, pois atende estudantes em horários fixos. Outro caso envolve serviços funerários, que lidam com situações delicadas e urgentes.

Há ainda categorias menos conhecidas, mas igualmente importantes. Veículos usados por conselhos tutelares estão liberados. Esses órgãos atuam na proteção de crianças e adolescentes. Também entram na lista carros utilizados por órgãos eleitorais, como o Tribunal Regional Eleitoral. Esses veículos podem ser requisitados durante eleições e campanhas oficiais.

Outro ponto que gera dúvida envolve pessoas com condições de saúde específicas. A lei garante isenção para veículos que transportam pessoas com deficiência ou doenças graves. Isso inclui casos em que a mobilidade fica comprometida.

A regra também vale para quem precisa de tratamento contínuo, como sessões frequentes de terapia ou acompanhamento médico. Nesses casos, o cidadão precisa fazer um cadastro na prefeitura para comprovar a condição.

Além disso, campanhas públicas também podem justificar a liberação de veículos. Isso acontece quando o transporte envolve ações de saúde, assistência social ou defesa civil. Um exemplo seria a distribuição de vacinas ou alimentos em situações emergenciais. Nesses casos, a prioridade é garantir o atendimento à população.

Vale destacar que motocicletas não entram no rodízio. Elas circulam normalmente, mesmo nos horários de restrição. Isso ocorre porque ocupam menos espaço e ajudam a reduzir o volume de carros. Ainda assim, precisam respeitar outras regras de trânsito, como limites de velocidade e uso de equipamentos de segurança.

Pela lei, alguns motoristas estão livres do pagamento do rodízio de São Paulo (Foto: TV Foco)

Outro detalhe importante envolve períodos de suspensão do rodízio. Em datas específicas, como o fim do ano, a prefeitura pode interromper temporariamente a regra. Isso acontece porque o fluxo de veículos costuma cair. Nesses casos, carros de passeio circulam livremente por alguns dias.

O motorista precisa entender bem essas regras para evitar problemas. A multa por desrespeitar o rodízio é considerada média. Além do valor em dinheiro, o condutor recebe pontos na carteira de habilitação. Em casos repetidos, isso pode trazer consequências maiores.

No fim das contas, o rodízio continua como uma ferramenta central para organizar o trânsito em São Paulo. A lei mantém exceções claras para garantir serviços essenciais e atender situações especiais. Quem entende essas regras evita multas e circula com mais segurança. A lista de isentos mostra que a prioridade sempre recai sobre serviços públicos, saúde e mobilidade básica da população.

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