Lei trabalhista crava férias de 60 dias por ano para 2 grupos de trabalhadores em 2025

Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.

30/01/2025 às 20:15 · Tempo de leitura: 5 minutos

Entenda regras da CLT (Foto: Agência Brasil)

Existem algumas profissões que garantem direitos que vão além das regras comuns da atual legislação

Para os trabalhadores em geral, o período máximo de férias nas empresas é de 30 dias. Porém, parte dos profissionais do Brasil consegue uma “licença premium”, que garante mais um mês de descanso ao longo do ano, indo além do que dita a CLT.

Antes da virada para 2025, o IBGE divulgou que mais de 38 milhões de cidadãos estão trabalhando formalmente no país. O número faz parte das conquistas do atual Governo Lula, do PT. Hoje, no Congresso, discute-se sobre o fim da escala 6×1, mas, enquanto essa ainda parece uma realidade distante, surgem outras regras já em vigor.

Nas categorias gerais, as regras da CLT dizem sobre a jornada de trabalho, afastamentos remunerados, férias, entre outros vários tópicos essenciais. Mas, para alguns dos membros do setor público, os benefícios e concessões são diferentes, garantindo certas regalias.

Período de férias deve ter remuneração aos trabalhadores dentro do regime da CLT (Foto: Divulgação)

Pela norma, integrantes do Judiciário e do Ministério Público, no âmbito estadual e federal, têm direito aos 60 dias de férias. Apesar de dividir opiniões, uma das justificativas é de que essa categoria de profissionais “poderia alcançar remunerações mais altas no setor privado, dada a sua expertise e qualificação, mas optam pelo serviço público”.

De acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, no Art. 67, inciso VI, professores da rede pública de ensino também têm direito ao período maior de descanso. No caso da “licença nojo”, dada no período de luto, os educadores ainda ganham um tempo maior.

Assim como membros do Judiciário e MP, professores também têm férias maiores (Foto: Agência Brasil)

Afinal, o que muda?

  • Membros do Judiciário e do Ministério Público têm direito aos 60 dias de férias;
  • A regra fala sobre os ganhos mensais, além da complexidade e da importância do trabalho na Corte;
  • No entanto, o tema ainda divide opiniões.
Já no casos das profissões mais comuns, a CLT garante 30 dias de férias nas empresas (Foto: Divulgação)

Conclusão

  • Nas categorias gerais, que atendem a maior parte da população, as férias são de 30 dias;
  • Além disso, surgem também ressalvas sobre o período ser corrido, dividido ou encurtado;
  • Para professores, o período concedido também é maior do que os demais.

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