Confira novas regras para se aposentar pelo INSS e valores

Quem planeja a aposentadoria precisa ficar atento às regras do INSS para 2026. O Instituto mantém a estrutura criada após a Reforma da Previdência, mas confirma duas mudanças importantes: a atualizações dos valores pagos e o avanço das regras de idade mínima nas transições.

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De acordo com informações do portal Serasa, as tabelas do INSS continuam sendo a principal referência para entender quanto será pago, quando é possível se aposentar e quais são os critérios.

Os benefícios do INSS seguem dos limites básicos, reajustados anualmente:

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  • Piso previdenciário: corresponde ao salário mínimo atual em R$ 1.621
  • Teto previdenciário: valor máximo pago pelo INSS, atual em R$ 8.475,55
  • Como o INSS calcula o valor da aposentadoria?

O INSS calcula o benefício dentro do intervalo entre o piso e o teto previdenciário. Desse modo, para chegar ao valor, o sistema considera:

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  • Média de todos os salários de contribuição
  • Percentuais definidos após a Reforma da Previdência em 2019
  • Tempo total de contribuição

Quem contribuiu sobre valores mais altos tende a receber uma aposentadoria maior, desde que cumpra idade mínima, carência e tempo exigido.

Já quem sempre contribuiu sobre o salário mínimo costuma receber o valor do piso atualizado.

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Tabela de alíquotas de contribuição em 2026

As contribuições seguem o modelo progressivo, semelhante ao Imposto de Renda. Ou seja, cada faixa salarial sofre descontos apenas sobre a parte correspondente do salário:

  • Até um salário mínimo: alíquota de 7,5%
  • De 1 a 2 salários mínimos: 9%
  • De 2 a 3 salários mínimos: 12%
  • Acima de 3 salários mínimo até o teto: 14%

Regras para se aposentar pelo INSS em 2026

A aposentadoria por idade segue como uma das modalidades mais utilizadas. Além disso, as exigências continuam as mesmas pela regra geral:

  • Homens: idade mínima de 65 anos, carência de 180 contribuições e 20 anos de tempo mínimo de contribuição
  • Mulheres: idade mínima de 62 anos, carência de 180 contribuições e 15 anos de tempo mínimo de contribuição

Regras de transição

No entanto, quem já contribuía antes da Reforma da Previdência, que ocorreu em novembro de 2019, pode utilizar as regras de transição.

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Idade mínima + tempo de contribuição

  • Mulheres: 59 anos e 6 meses de idade, com 30 anos de contribuição
  • Homens: 64 anos e 6 meses de idade, com 35 anos de contribuição

Pedágio de 50%

A regra estabelece o pedágio a 50% do tempo de contribuição que faltava. Porém, não exige idade mínima.

Pedágio 100%

Nessa modalidade, o trabalhador deverá cumprir 100% do tempo que faltava em 2019.

É necessário ter idade mínima de 57 anos para mulheres e 60 anos para os homens, de acordo com o governo federal.

Regra dos Pontos

A regra soma a idade mais o tempo de contribuição, que aumenta um ponto por ano. Em 2026:

  • Mulheres: 93 anos com pelo menos 30 anos de contribuição
  • Homens: 103 pontos com pelo menos 35 anos de contribuição

Aposentadoria especial por profissão

Além disso, quem trabalha exposto a agentes nocivos pode se aposentar pela modalidade especial. O tempo mínimo varia conforme o grau de risco da atividade:

  • Maior exposição: tempo mínimo de 15 anos
  • Exposição intermediária: tempo mínimo de 20 anos
  • Exposição menor: tempo mínimo de 25 anos

Porém, para ter direito reconhecido, o trabalhador precisa apresentar documentos como o Perfil Profissiográfico Previdenciário (PPP).

Como consultar as tabelas oficiais do INSS?

Por fim, as informações oficiais estão disponíveis nos caiais do governo federal:

  • Site e aplicativo Meu. INSS
  • Portal gov.br
  • Diário Oficial da União
  • Comunicados do Ministério da Previdência Social