Uma nova lei no Rio de Janeiro trouxe uma mudança significativa no estacionamento rotativo, para salvar os motoristas

O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, sanciono uma nova lei que prevê uma mudança significativa no estacionamento rotativo.

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Isso porque a ideia é que os motoristas gastem menos dinheiro ao parar seus carros na rua, além de dar mais segurança.

De acordo com o portal ‘G1’, em novembro de 2025 o prefeito Eduardo Paes sancionou a lei que prevê a criação de um sistema de cobrança digital por vagas de estacionamento rotativo.

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A principal ideia é de combater as cobranças abusivas de flanelinhas ilegais que atuam nas ruas. Isso evita que os motoristas gastem mais dinheiro por parar no mesmo local.

Porém, para que esse novo sistema passe a valer, a Prefeitura ainda precisa regulamentar a lei por decreto e não tem prazo definido para isso.

Após entrar em vigor, terá a criação de uma ‘Zona Azul Digital’ com o pagamento por meio de aplicativo, por cartões ou PIX.

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As tarifas variam de acordo com a região e já tem algumas cidades que utilizam esse sistema. São Paulo, Niterói e Volta Redonda são algumas delas.

Vaga rotativa com mudanças previstas no RJ (Reprodução: Divulgação)
Vaga rotativa com mudanças previstas no RJ (Reprodução: Divulgação)

Objetivo de acabar com flanelinhas

Com a sanção da lei, o vereador Marcelo Diniz revelou qual é o principal objetivo ao criar essa zona paga por aplicativo.

“Nosso objetivo é dar fim à atuação irregular de flanelinhas nas ruas da cidade, acabar com a extorsão aos motoristas, praticadas por falsos guardadores, que cobram valores abusivos”, disse ele.

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Em seguida, afirmou que os guardadores oficiais de carros têm a chance de assinar um contrato e trabalhar de maneira formal.

“Há previsão de que os guardadores credenciados sejam formalmente contratados, vão sair da informalidade”, afirmou Marcelo Diniz.

Riscos de flanelinhas irregulares

Motoristas que param os carros nas ruas em que há a presença de motoristas ficam com medo de não pagá-los.

Isso porque já teve casos de pessoas que não pagaram e quando voltaram estavam com seus veículos danificados, principalmente com arranhões.

Além disso, quando acertam o valor, na hora em que volta para o carro, é muito raro que o ‘guardador de carros’, ainda estiver por lá.

Ou seja, os motoristas mais gastam o dinheiro com medo de dano aos carros do que propriamente para que o veículo esteja em segurança.