R$ 1 bi em dívidas e falência: O fim de empresa de alimentos ao não suportar crise e fechar as portas
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Falência de empresa de alimentos em meio a dívida de R$ 1 bilhão (Foto: Reprodução/ Internet)
Empresa de alimentos foi a falência
Abrir um negócio não é uma das tarefas mais fáceis do mundo. Acontece que várias atitudes podem levar ao desfecho do empreendimento. Uma decisão errada é capaz de colocar tudo a perder. Dessa vez, falaremos a respeito do fim de uma empresa de alimentos que não suportou a crise financeira e foi a falência.
Apesar de ter ocorrido há muito tempo, o fim da empresa até os dias atuais repercute na mídia em função da grandiosidade do negócio. Para quem não sabe, estamos falando sobre a falência da Chapecó Companhia Industrial de Alimentos. O fim do negócio foi confirmado em abril de 2005 pela Folha de S. Paulo.
A empresa de alimentos estava em recuperação judicial em decorrência de uma dívida de R$ 1 bilhão. Sem conseguir reverter a situação, a Justiça de Chapecó decidiu decretar a falência. Segundo a decisão da juíza Rosane Portella Wolff, as receitas não seriam suficientes para honrar o pagamento da dívida.
Empresa de alimentos fechou as portas, após ter falência decretada (Foto: Reprodução/ Internet)
Em novembro de 2004, diz a sentença, o capital de giro da empresa era de R$ 485 milhões negativos. A decisão da juíza na época dizia que, “como resultado funesto da reorganização e reestruturação mal concebida e pior ainda administrada, a Chapecó existe apenas no papel; foi totalmente esvaziada”.
Como foi a crise do negócio?
Vale lembrar que a Chapecó Companhia Industrial de Alimentos já chegou a ser a quarta maior produtora do país de suínos, frangos e derivados. Entretanto, a crise na empresa teve início em 1996. Em 2003, a situação se agravou e a empresa passou a interromper a produção de seus frigoríficos.
Chapecó Companhia Industrial de Alimentos foi a falência (Foto: Reprodução/ Internet)
Isso deixou 5.000 funcionários desempregados e atingiu 2.000 criadores de frangos e suínos, além de centenas de fornecedores. O fato é que os donos da empresa não conseguiram sustentar o negócio e a dívida foi crescendo até ficar praticamente impossível arcar. Só restou, então, fechar as portas oficialmente.