Queimaduras nas mulheres e prisão: Vigilância Sanitária interdita salão de beleza popular do RJ no fim de 2025

Um salão de beleza do Rio de Janeiro passou por uma operação e acabou sendo interditado, chocando as clientes

12/12/2025 às 14:35 · Tempo de leitura: 4 minutos

Salão interditado e prisão de funcionária (Reprodução: Montagem TV Foco)

Um salão de beleza do Rio de Janeiro passou por uma operação e acabou sendo interditado, chocando as clientes

Na última quinta-feira (11), um salão de beleza e clínica estética acabou interditado por conta de problemas identificados em uma operação.

Mulheres estavam sofrendo com queimaduras após passar por procedimentos e houve até prisão em flagrante no Rio de Janeiro.

De acordo com o portal ‘G1’, na última quinta-feira (11) a clínica de estética e bronzeamento da empresária Rayane Figliuzzi foi interditada.

A empresa foi alvo de uma operação, após inúmeras denúncias de clientes contra o estabelecimento. Isso porque revelaram queimaduras no corpo após passar pelo bronzeamento.

Inclusive uma esteticista que não teve o seu nome revelado acabou presa em flagrante. Rayane não estava no local na hora da investigação.

Em sua defesa, a namorada do Belo afirmou que o local não funcionava mais como clínica há meses, servindo apenas como depósito de uma marca da empresa.

Sobre a mulher presa, disseram que ela era uma ex-funcionária que abriu outro espaço na Taquara e passou na clínica para pegar os seus pertences.

O delegado Wellington Pereira Vieira revelou que apreenderam diversos produtos impróprios para consumo e duas câmeras de bronzeamento.

Vale ressaltar que segundo o IBGE tanto a clínica de estética quanto o salão de beleza entram em atividades de cuidados estéticos.

Confira trechos da nota de Rayane

A defesa de Rayane comentou sobre o imóvel localizado na Avenida Marechal Salazar Mendes de Morais, no caso a clínica que fechou.

“O local não funciona como clínica há vários meses, encontrando-se totalmente desativado, sem atendimento ao público, sem oferta de procedimento e sem qualquer atividade operacional”, começou a nota.

Em seguida, comentou sobre os produtos que estavam impróprios para uso e acabaram apreendidos após a operação.

“Os equipamentos encontrados estavas desligados, sem uso e sem condições de operação, inexistindo qualquer cenário que permitisse a realização de procedimentos estéticos”.

Situação da mulher presa

Sobre a mulher que acabou sendo presa, segundo a nota de Rayane, ela estava somente na hora errada, retirando seus pertences.

“No momento da diligência, uma ex-colaboradora estava no local apenas para retirar pertences pessoais, acompanhada de uma amiga e cliente”.

Por fim, destacaram que a polícia acabou se confundindo e dando créditos para ela sobre uma clínica que não tem nenhuma ligação com ela.

“Importante registrar que nenhuma delas realizou, solicitou ou estava autorizada a realizar quaisquer atendimentos, e que a polícia vinculou à Sra. Rayane atividades relativas a outra clínica, pertencente à referida ex-colaboradora, situada em endereço diverso”, afirmaram na nota.

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