Lei entra em vigor: esses profissionais receberão salário mínimo de R$ 3.325 em 2026. Confira mais sobre o assunto!

O ano de 2026 já começou e trouxe grandes novidades para diferentes setores de profissionais da saúde. Além disso, uma boa notícia passou a ser discutida nos últimos dias para uma classe de grande relevância social.

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Para quem não sabe, estamos falando dos profissionais da enfermagem. Ademais, fora levantado uma dúvida sobre um possível aumento salarial para enfermeiros em 2026, onde o rumor tem circulado entre profissionais da área da saúde em todo o país.

Segundo o Conselho Federal de Enfermagem (COFEN), passará por um ano decisivo para o futuro da Enfermagem no Brasil. Nesse sentido, o Cofen em 2026 estará concentrado na agenda legislativa, com destaque para a Proposta de Emenda à Constituição nº 19.

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Em suma, a PEC em destaque visa a valorização profissional: a vinculação do piso salarial nacional da Enfermagem à jornada de 30 horas semanais como referência de cálculo e a criação de um mecanismo permanente de correção anual do piso com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

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Assim, podemos destacar que os valores ainda são os mesmos definidos pela lei aprovada em 2022, sem correção obrigatória vinculada a índices como INPC ou IPCA. Portanto, isso significa que não ocorreu um anúncio de aumento nacional para a categoria.

Valores do piso da enfermagem ainda seguem em repouso!

Ademais, a legislação estabeleceu um piso mínimo de R$ 4.750 para o enfermeiro, R$ 3.325 para o técnico de enfermagem e cerca de R$ 2.375 para auxiliares de enfermagem e parteiras.

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Além do mais, esses valores apresentados seguem sendo referência a todo o território nacional e ainda permanecem em vigor para as classes apresentadas.

Além disso, o COFEN destaca que a lei não disponibiliza reajustes automáticos anuais em seus valores. Dessa forma, qualquer atualização dependerá de nova legislação ou de negociação específica, o que impede a reformulação direta com base na inflação.

Reajustes acontecem, mas não valem para todas as áreas!

Assim, mesmo sem aumento nacional, parte dos profissionais tiveram reajustes salariais em seus salários recentemente. Em diferentes estados e municípios, acordos e convenções coletivas garantiram aumentos que variam, em média, entre 3% e 5,82%.

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Esses reajustes resultam de negociações entre sindicatos e empregadores, sobretudo no setor privado. Eles consideram fatores como jornada de trabalho, tipo de contrato e realidade econômica local. Ainda assim, não se aplicam automaticamente a toda a categoria e não alteram o piso nacional previsto em lei.

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