Santander emite comunicado que deixa a todos extremamente preocupados

E as coisas não andam muito bem para empresas brasileiras. Segundo um levantamento feito pelo banco Santander,  as perspectivas dos balanços das empresas durante o primeiro trimestre de 2023.  sinalizaram resultados fracos das empresas cobertas pela instituição.

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Tal cenário é justificado pelo banco como resultado da situação econômica vivida no país nos últimos anos. O material foi preparado pela diretora do Santander, Aline Cardoso.

Sobe e desce na econômia

De acordo com o levantamento, as  empresas que possuem cobertura do Santander apresentam expectativa de crescimento consolidado em 8,4% nas receitas. Apesar disso, também é vista uma queda de 4,9% no Ebitda, o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização.

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Outro ponto previsto é a redução de 25,4% dos lucros líquidos.

No entanto o banco vê uma melhora no setor de transportes. Para o Santander, o segmento  deve apresentar um bom resultado de desempenho do primeiro trimestre.

Já as siderúrgicas ficam com o destaque negativo e deve apresentar uma queda no Ebitda de 34% na comparação anual. Como citado anteriormente, o relatório do Santander aponta as perspectivas para os balanços das empresas no primeiro trimestre de 2023.

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Ainda com base no levantamento do banco, as mineradoras devem apresentar resultados sólidos mesmo com volumes de venda menores. A situação se dá devido a mudanças eventuais. Para o varejo, a perspectiva é de que os resultados apontem para um momento desafiador.

Segundo Aline Cardoso, realizadora da pesquisa, ela tem esperanças de que a maioria das empresas cobertas pelo banco mostre um crescimento significativo de vendas em relação ao ano anterior, que passou pela  explosão da Ômicron (Variante da Covid-19) durante o primeiro trimestre de 2022

Há quanto tempo o Santander está em atividades no Brasil?

Santander Brasil é a subsidiária do banco espanhol Santander no Brasil. Sediada em São Paulo, a operação brasileira entrou em atividade em 1982 e é parte integrante do Grupo Santander, principal conglomerado financeiro da Zona do Euro.

É o terceiro maior banco privado do sistema financeiro do Brasil, com ativos totais de R$ 605,3 bilhões e 31 milhões de clientes no final de 2014.