Segundo colunista, bastidores do “Jornal da Record” são marcados por gritaria e humilhação
Logo da Record. (Foto: Divulgação)
Já não é de hoje que o clima dos bastidores do “Jornal da Record” estão tensos.
No entanto, como informa Flávio Ricco, nos últimos dias a situação se agravou. Segundo a publicação, os atuais responsáveis tem comandado o programa na base do grito e ameaças.
Há um clima de revolta na redação, que prejudica o bom andamento dos trabalhos. A publicação destaca ainda que os responsáveis tem esbravejado, humilhado e até mesmo assediado moralmente os funcionários.
Como exemplo, temos o fato de que em certa ocasião, foi pedido para a produção que conseguissem uma sala de cinema, em plena terça-feira às 20h, na cidade de São Paulo. A equipe não conseguiu, claro, e houve muita gritaria.
Além disso, um novo regime de horas tem gerado revolta interna. A partir de 1° de fevereiro, ocorrerá a implantação de sete horas seguidas, com intervalo de uma. Isto irá obrigar o pessoal a ficar 8 horas à disposição da empresa. Os funcionários já estão combinando de irem todos de preto neste dia.
Vale lembrar que desde o ano passado observa-se este problema de relacionamento no principal telejornal da TV Record. Foram até criadas na época pesquisas internas para avaliar o seu pessoal.
Foi constatado através destas que a maioria dos contratados do jornalístico reclamava da ausência de diálogo na emissora. Para solucionar a questão, a emissora dos bispos encarregou Thiago Contreira, chefe de redação, de fazer uma reunião individual com cada um dos seus editores uma vez por semana. Parece, no entanto, que a solução não durou muito tempo.
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