Sérgio Marone lembra parceria com Xuxa no Dancing Brasil: "É de uma generosidade rara"

27/02/2018 às 20:03 · Tempo de leitura: 4 minutos

Xuxa e Sergio Marone no lançamento do Dancing Brasil. (Foto: Aaron Tura/TV Foco)

Sérgio Marone e a apresentadora Xuxa. (Foto: Divulgação)

O ator Sérgio Marone não é mais o repórter do programa Dancing Brasil, apresentado por Xuxa Meneghel às quartas na Record. Esse ano, com a terceira temporada no ar, ele já havia firmado compromisso com a novela Apocalipse.

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Para o programa TV Fama, Marone lembrou da relação íntima com Xuxa. “A Loira é uma super parceira, de uma generosidade rara na televisão brasileira”, disse o bonitão, que não descarta retornar para o programa em uma nova temporada.

Hoje quem está posto que era de Marone é Leandro Lima. O rapaz, de 35 anos, pode parece um quase anônimo, mas possui uma boa bagagem na televisão. Estreou na dramaturgia na Record. Fez uma participação em Poder Paralelo como mafioso e logo depois migrou para a Globo. Lá ficou até o ano passado quando retornou à Record para fazer a novela Belaventura.

XUXA É VEGANA, SABIA?

Xuxa Meneghel abraçou a causa vegana e está mostrando ao mundo que mudanças de hábitos (não importa a idade!) são possíveis, sim! E muitos seguidores estão simplesmente amando acompanhar todas as fases da transição para a dieta (quase) vegana em seu Instagram.

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A contratada da Record contou com a ajuda de Junno Andrade, com quem ela namora há cinco anos. “Ele me apresentou o documento ‘Terráqueos’. Uau! Parei de ver algumas vezes, não queria assistir até o final, chorei e me senti péssima por fazer parte disso tudo. Hoje, comer proteína animal é querer, no mínimo, ter um câncer. Enfim, deu pra mim! Não quero mais matar bichos ou me alimentar deles”, publicou em sua coluna na “Contigo”.

Ela revelou também que a dificuldade de digerir proteína animal começou quando ainda era criança. “Quando tentava, ficava com afta, dores no estômago, má digestão. Sentia dores de barriga até com leite e queijo. Nunca comi porco ou salame. Cachorro-quente? Só pão e molho. Mais tarde descobri que algumas pessoas não digerem bem a proteína animal. Para evitar os sintomas que comer a carne e alguns derivados animais me causava, passei a vida com azul de metileno na boca, recebendo massagens com bolsa de água quente e tomando remédios antigástricos. Para eu não sofrer tanto, minha mãe dizia para mastigar a carne e jogar o bagaço. E, uma vez por semana, comia fígado, pois falavam que precisávamos de ferro contido nele”, relatou.

Foi a partir dos 13 anos que a comunicadora abandonou a carne “depois de penar muito”. “Aos 25, o frango. Mais tarde, o ovo, pois achei um quase pintinho na frigideira. Segui com o leite e queijo sem lactose e, uma vez por semana, peixe. Afinal, diziam que a tal proteína animal era necessária. Depois de um tempo para cá, começaram a me fazer mal. O problema pode estar relacionado a uma enzima. Logo, me esforçava para comer peixe e outros derivados”, contou.

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