Alerta Anvisa - TV Foco O TV Foco desde 2006 leva as melhores notícias da tv para milhares de brasileiros todos os dias. Tudo sobre tv e famosos, novelas, realities. Mon, 15 Dec 2025 06:12:41 +0000 pt-BR hourly 1 https://statics.otvfoco.com.br/2020/01/cropped-favicon-32x32.png Alerta Anvisa - TV Foco 32 32 Chegou a vez do perfume: ANVISA suspende marca popular e alerta risco hoje 12/12 https://tvfoco.uai.com.br/chegou-a-vez-perfume-anvisa-suspende-marca-popular/ Mon, 15 Dec 2025 09:15:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2524947 ANVISA suspende perfume popular e alerta consumidores sobre riscos à saúde e essa medida vale em todo o Brasil O perfume faz parte da rotina da maioria das pessoas ao redor do mundo, principalmente dos brasileiros. Seja para uso diário, ocasiões especiais ou como item de presente, ele é sempre bem-vindo. No entanto, pelo fato […]

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O perfume faz parte da rotina da maioria das pessoas ao redor do mundo, principalmente dos brasileiros. Seja para uso diário, ocasiões especiais ou como item de presente, ele é sempre bem-vindo.

No entanto, pelo fato de ser um produto que tem contato direto com a pele, ele exige um controle ainda mais rigoroso.

Foi com esse foco que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) determinou, no dia 11 de dezembro, a suspensão imediata de dois cosméticos comercializados no país sem o devido registro sanitário, o que acabou acendendo um alerta aos consumidores.

A decisão atingiu a Deo Colônia Amantikir, fabricada pela Aon Indústria de Cosméticos Naturais Ltda.

De acordo com os dados oficiais, a ANVISA proibiu os produtos da linha em todo o território nacional.

O que fez a ANVISA proibir o perfume?

A ANVISA recebeu notificações sobre a venda dos dois itens e constatou a ausência de registro sanitário, exigência obrigatória para cosméticos classificados como produtos de alto risco.

Tanto os perfumes como os cosméticos em geral entram nessa categoria porque contêm substâncias químicas que podem ser absorvidas pela pele ou inaladas.

Sem registro, a ANVISA não consegue verificar a composição, a procedência das matérias-primas, as condições de fabricação nem a segurança do produto para o consumidor.

Logo, a autarquia adotou a medida cautelar para evitar riscos à saúde pública.

Quais são os riscos reais?

Cosméticos sem registro podem causar:

  • Reações alérgicas;
  • Irritações na pele;
  • Problemas respiratórios e outros efeitos adversos, especialmente em pessoas sensíveis.

No caso de perfumes, o risco aumenta devido à inalação frequente e ao contato direto com áreas extensas da pele.

Mesmo porque a falta desse controle sanitário impede qualquer garantia de qualidade, estabilidade ou segurança do produto.

Por esse motivo, o órgão orienta que os consumidores interrompam imediatamente o uso dos itens suspensos.

Defesa da empresa

Até o momento, não há manifestação pública da Aon Indústria de Cosméticos Naturais Ltda. sobre a decisão da ANVISA; no entanto, o espaço segue em aberto, caso queira expor a sua versão dos fatos.

Como comprar perfumes e cosméticos com segurança?

Para evitar riscos, a orientação é sempre verificar se o cosmético possui registro ou notificação válida na ANVISA, além de conferir o rótulo completo, com nome do fabricante, CNPJ e endereço.

Produtos vendidos sem essas informações, especialmente em plataformas online ou redes sociais, merecem desconfiança.

Além disso, a autarquia mantém sistemas públicos de consulta que permitem verificar se um produto está regularizado.

Em caso de suspeita ou reação adversa, o consumidor deve comunicar o órgão de vigilância sanitária local ou a própria Agência.

Mas, para mais casos parecidos como esse, clique aqui*.

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Anvisa faz proibição contra marca popular de produto de limpeza e informa retirada de lojas às donas de casa https://tvfoco.uai.com.br/anvisa-faz-proibicao-contra-marca-popular-de-produto-de-limpeza/ Tue, 09 Dec 2025 20:00:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2523140 Anvisa realiza proibição que atinge uma marca popular de produto de limpeza e alerta as donas de casa sobre a retirada imediata Em uma resolução publicada, a Anvisa colocou todos os produtos saneantes da empresa Gasparelo Produtos de Limpeza e Higiene LTDA sob uma proibição completa e imediata. Além disso, a determinação atingiu fabricação, venda, […]

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Em uma resolução publicada, a Anvisa colocou todos os produtos saneantes da empresa Gasparelo Produtos de Limpeza e Higiene LTDA sob uma proibição completa e imediata. Além disso, a determinação atingiu fabricação, venda, propaganda, distribuição, apreensão e uso. A medida entrou em vigor no mesmo dia e mudou de forma brusca a situação desses itens no mercado nacional.

Contudo, a agência afirmou que a empresa produzia e colocava à venda itens sem o registro exigido. Além disso, a Gasparelo não tinha autorização de funcionamento específica para fabricar saneantes. Esses dois pontos formaram a base da decisão e revelaram uma falha grave no controle sanitário da empresa.

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ANVISA proíbe produto de limpeza nº1 e retira de mercados (Reprodução/Montagem/Canva)

A Anvisa reforçou que o registro garante uma avaliação técnica que considera segurança, qualidade e eficácia. Sem esse processo, a agência não pode atestar que os produtos funcionam corretamente.

Além disso, o órgão não pode garantir que o uso não represente risco à saúde das pessoas. Essa ausência de garantia justificou a ação mais rígida.

A determinação obrigou o recolhimento de todos os lotes e impediu qualquer forma de comercialização. Estabelecimentos tiveram de retirar imediatamente os itens das prateleiras. Além disso, a resolução também atingiu distribuidores que precisaram interromper o envio dos produtos. Qualquer continuidade dessas atividades configurou infração sanitária.

O que fazer se o cliente tiver comprado esse produto de beleza?

A orientação para consumidores seguiu a mesma linha. A agência recomendou que ninguém utilizasse os itens da Gasparelo enquanto durasse a proibição. Contudo, a falta de registro impediu a comprovação da composição e da eficácia. Isso sempre pode resultar em reações adversas ou falhas na limpeza e na desinfecção. O alerta buscou reduzir a exposição da população a riscos evitáveis.

A situação impactou também o comércio. Mercados, lojas de produtos de limpeza e outros pontos de venda precisaram suspender imediatamente qualquer ação relacionada aos itens da empresa. Além disso, comerciantes ficaram sujeitos a autuações e apreensões se continuassem a vender ou exibir os produtos. A resolução serviu como aviso claro para que todos seguissem as normas sanitárias.

Por fim, a decisão final deixou claro que todos os saneantes da Gasparelo permanecerão proibidos até que a empresa regularize a situação. A determinação mostrou preocupação com a saúde pública e exigiu o cumprimento das normas. No fim, a resolução apontou que somente itens avaliados e autorizados podem chegar ao consumidor.

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Câncer: Anvisa liga o alerta para risco em contaminação do arroz https://tvfoco.uai.com.br/cancer-anvisa-liga-o-alerta-para-risco-em-contaminacao-do-arroz/ Sun, 07 Dec 2025 16:00:25 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2521628 Anvisa emite alerta sobre risco de contaminação no arroz e reforça cuidados ao consumidor O arroz é um dos alimento mais básicos e faz parte da rotina de milhões de brasileiros. Ele é simples, combina com tudo e está sempre presente no dia a dia. Mas a Anvisa vem alertando sobre o risco de contaminação […]

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Anvisa emite alerta sobre risco de contaminação no arroz e reforça cuidados ao consumidor

O arroz é um dos alimento mais básicos e faz parte da rotina de milhões de brasileiros. Ele é simples, combina com tudo e está sempre presente no dia a dia. Mas a Anvisa vem alertando sobre o risco de contaminação por arsênio, uma substância que pode trazer problemas sérios para a saúde quando consumida por muito tempo, incluindo o câncer.

A Anvisa explica que o arsênio está presente na natureza e pode aparecer em alimentos e na água. Por isso, existe um limite máximo permitido no arroz para garantir segurança. Conforme o portal BBC, no Brasil, esses valores são considerados seguros: 0,20 mg/kg no arroz branco e 0,35 mg/kg no arroz integral.

De acordo com as informações da fonte, as últimas análises feitas pela agência, em 2023, mostraram normalidade. Ou seja, o arroz vendido no país costuma estar dentro dos limites. Pesquisadores brasileiros também apontam que, até agora, o cenário por aqui não é motivo de alarme.

O risco no consumo mesmo em pequenas quantidades

Mesmo com limites controlados, o arsênio, quando consumido por muitos anos, pode aumentar o risco de câncer e outros problemas de saúde. Aliás, um estudo internacional chamou atenção ao mostrar que, com o aumento das temperaturas e do CO₂ no planeta, o arroz pode acabar absorvendo mais arsênio no futuro.

Especialistas explicam que não existe como eliminar totalmente o arsênio dos alimentos. Ele é natural do solo, e, por isso, os limites servem para manter o consumo seguro.

Bruno Lemos, professor de química na Universidade Federal do ABC (UFABC) e referência no assunto no Brasil, afirma que os valores encontrados no arroz brasileiro estão dentro do recomendado e que o risco, hoje, é considerado baixo.

Aliás, algumas práticas simples ajudam a diminuir o arsênio

De acordo com o portal ‘A Food Centric Life’ e também com o BBC, algumas atitudes simples podem ajudar a diminuir a substância no arroz, entre elas estão:

  • Enxaguar o arroz antes de cozinhar e pré-ferver por alguns minutos antes de escorrer pode reduzir parte do arsênio.
  • Preferir arroz branco, já que por ser mais polido, ele costuma ter menos arsênio inorgânico do que o integral.
  • Alternar tipos de carboidratos também ajuda a reduzir a exposição ao contaminante.

Ademais, pesquisas continuam sendo feitas no mundo todo para entender como o clima pode afetar o arroz no futuro. A Anvisa mantém limites e monitoramento e especialistas reforçam que, no Brasil, o cenário é estável e o consumo continua seguro dentro das quantidades normais.

Por fim, CLIQUE AQUI e veja todas as matérias sobre a Anvisa.

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Danos à pele e fios: Anvisa determina proibição de 8 produtos para cabelo usados por muitas mulheres https://tvfoco.uai.com.br/anvisa-determina-proibicao-de-8-produtos-para-cabelo/ Mon, 24 Nov 2025 20:00:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2513312 Anvisa determina a retirada de oito produtos capilares após confirmar riscos sérios para a pele e para os fios usados por muitas mulheres De forma inesperada, a Anvisa determinou a apreensão e o recolhimento de 8 produtos para cabelo que circulavam sem qualquer registro. Além disso, a agência classificou a medida como urgente porque os […]

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Anvisa determina a retirada de oito produtos capilares após confirmar riscos sérios para a pele e para os fios usados por muitas mulheres

De forma inesperada, a Anvisa determinou a apreensão e o recolhimento de 8 produtos para cabelo que circulavam sem qualquer registro. Além disso, a agência classificou a medida como urgente porque os itens não passaram por avaliação de segurança e qualidade e isso cria riscos reais para consumidores que usam esses cosméticos em casa ou em salões.

A empresa responsável pela linha irregular, chamada Anne Ind. e Com. de Produtos Químicos Ltda., perdeu o direito de fabricar, distribuir ou vender todos os lotes produzidos até agora. A Anvisa também bloqueou o uso desses itens em serviços profissionais porque nenhum deles apresenta comprovação técnica adequada.

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Mulher passando produto no cabelo (Foto: Canva)

O anúncio incluiu outro ponto relevante. A Anvisa também determinou o recolhimento do “Rubitox Orgânico Tecnologia ATH Creme de Realinhamento da Fibra Rubelita Professional”, fabricado pela Pack for You Indústria e Comércio de Cosméticos Ltda. Esse produto também aparece sem registro sanitário e estava sendo comercializado normalmente.

Com siso, a agência informou que a falta de documentação impede qualquer análise sobre riscos potenciais. Isso coloca consumidores em situação de vulnerabilidade e exige ação imediata.

A lista completa dos itens proibidos inclui 8 cosméticos. Estão nela:

  • Soul Care B.T.X. Organic Hidrate Lise. 
  • Máscara de Tratamento Botox Plástica do Fios Organic. 
  • Selagem Térmica Plástica dos Fios Organic. 
  • Máscara de Tratamento Botox Plástica dos Fios Nano Cristalização. 
  • Máscara de Tratamento B.Tox Plástica dos Fios Redutor de Volume. 
  • Máscara de Tratamento Botox Plástica dos Fios Nano Plastia Marroquina. 
  • Selagem Térmica Plástica dos Fios Arginina e Açaí. 

A agência reforçou que nenhum desses produtos consta no banco oficial de registros.

Por que os produtos foram proibidos pela Anvisa?

A falta de registro impede que a Anvisa confirme ingredientes, limites de uso e padrões de fabricação. Por isso a medida se tornou necessária. Produtos irregulares podem causar irritações, queimaduras e danos profundos à fibra capilar. Contudo, em alguns casos extremos podem até provocar reações respiratórias. A agência já havia divulgado alertas anteriores sobre problemas desse tipo em cosméticos capilares.

Além disso, a ação não se limitou aos itens de beleza. A Anvisa ainda interditou o saneante “Tecsa Clor Pós”, produzido pela Brenntag Química Brasil Ltda. Segundo a agência, esse produto não segue normas de boas práticas e não cumpre exigências técnicas essenciais. Porém, a medida tem caráter preventivo e busca reduzir riscos em ambientes que utilizam esse saneante.

A Anvisa recomendou que consumidores verifiquem sempre o número de registro nos rótulos. Além disso, orientou a consultar o sistema oficial da agência para confirmar se o item está regularizado. Essa checagem pode evitar problemas graves porque impede o uso de cosméticos sem controle sanitário.

Por fim, a agência lembra que alisantes e ondulantes precisam seguir regras específicas. Eles devem conter apenas substâncias ativas permitidas como ácido tioglicólico ou determinados hidróxidos metálicos. Além disso, a ausência de registro costuma indicar que o produto usa combinações não autorizadas.

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Chegou o momento do produto de limpeza: Anvisa suspende marca queridinha no Brasil em 2025 https://tvfoco.uai.com.br/anvisa-suspende-marca-de-produto-de-limpeza-em-2025/ Wed, 19 Nov 2025 02:00:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2511404 Anvisa provoca reviravolta no setor ao suspender em 2025 marca de limpeza bastante popular e coloca milhões de consumidores em alerta A Anvisa anunciou em 06 de novembro de 2025 uma decisão que mexeu com o setor de saneantes e surpreendeu consumidores. A Agência proibiu totalmente o produto Limpa Obra fabricado pela CIN Indústria e […]

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A Anvisa anunciou em 06 de novembro de 2025 uma decisão que mexeu com o setor de saneantes e surpreendeu consumidores. A Agência proibiu totalmente o produto Limpa Obra fabricado pela CIN Indústria e Comércio Ltda e determinou que nenhuma etapa continuasse ativa.

Contudo, a determinação atinge a fabricação, propaganda, distribuição, a comercialização e o uso. A ordem também exige o recolhimento imediato de todos os lotes já colocados no mercado. A medida demonstra que a Agência decidiu agir com firmeza.

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Anvisa – Produto de limpeza – Donas de casa (Foto: Reprodução)

A decisão ganhou peso porque a Anvisa considerou que a empresa classificou o Limpa Obra como produto de Risco 2 de forma indevida. Essa classificação determina o grau de perigo que um saneante pode oferecer à saúde das pessoas e ao ambiente.

Contudo, quando a empresa erra nessa classificação o problema se torna sério. A Anvisa afirma que não aceitaria esse tipo de notificação porque ela exige um processo mais rigoroso.

O que a classificação de Risco 2 da Anvisa?

A classificação de Risco 2 exige registro sanitário e isso muda completamente o cenário. A empresa notificou o produto, mas não registrou. Essa diferença parece pequena, mas explica a gravidade da decisão.

Além disso, produtos nessa categoria passam por avaliação completa e somente depois podem chegar às prateleiras. Segundo especialistas consultados no setor, essa exigência protege o consumidor porque evita fórmulas sem controle adequado.

A Anvisa decidiu bloquear tudo porque entendeu que a empresa continuou com o Limpa Obra no mercado sem cumprir a obrigação do registro. Além disso, a Agência reforçou que a publicidade também precisa parar imediatamente para evitar que consumidores busquem um produto cuja situação regulatória não está regular.

A determinação de recolhimento mexe diretamente com distribuidores e lojistas. Eles precisam retirar o produto das gôndolas o mais rápido possível. Essa movimentação deve gerar impacto financeiro e logístico, mas cumpre a função de evitar a circulação de itens que não atendem às regras sanitárias. Isso também oferece mais segurança para quem costuma usar esse tipo de produto em reformas do dia a dia.

Por fim, a empresa agora enfrenta a necessidade de explicar a falha na notificação e pode ter de realizar novos testes e apresentações técnicas para obter o registro obrigatório. Essa etapa costuma exigir tempo e custa caro.

No fim, a decisão sobre o Limpa Obra funciona como um alerta que ecoa por todo o setor. Empresas que trabalham com saneantes precisam revisar processos internos e garantir que cada etapa respeite o padrão exigido.

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Atenção: Você pode estar com um chá proibido pela ANVISA na sua cozinha https://tvfoco.uai.com.br/voce-pode-estar-cha-proibido-anvisa-na-cozinha/ Mon, 17 Nov 2025 13:00:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2510764 ANVISA proibiu chá popular após grave denúncia; Veja os riscos e aprenda a identificar produtos falsificados no seu armário A relação do brasileiro com os chás sempre teve uma característica muito prática. Apesar de não terem o mesmo apelo que o café, eles fazem parte da rotina doméstica, aparecem como opção rápida para aliviar desconfortos, […]

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A relação do brasileiro com os chás sempre teve uma característica muito prática. Apesar de não terem o mesmo apelo que o café, eles fazem parte da rotina doméstica, aparecem como opção rápida para aliviar desconfortos, acompanhar refeições ou substituir bebidas industrializadas.

Justamente por isso, muitos consumidores mantêm vários tipos de infusões no armário, compradas em mercados, sites e até em vendas diretas.

No entanto, esse hábito, aparentemente simples, exigiu atenção redobrada no último mês de outubro de 2025, uma vez que a ANVISA confirmou um lote falsificado de chá em circulação e que ainda pode estar na sua cozinha.

A situação acendeu um alerta nacional, porque o produto imitava uma marca regularizada, carregava numeração adulterada e chegava ao consumidor final sem qualquer garantia sanitária.

Lotes apreendidos

De acordo com o portal do Governo, Agência Brasil, o dia 23 de outubro de 2025, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária determinou a apreensão de um lote falsificado do Chá Pronto Para Consumo Multi Extrato.

O lote em questão, 2306, correspondia ao número de registro ES000233-0.000043 do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), mas a fabricante legítima, A&CL Indústria e Comércio de Produtos Naturais, confirmou que não produziu nenhuma unidade daquele lote.

Obviamente, a medida proibiu imediatamente a comercialização dos produtos do lote mencionado.

Lembrando que essa ação teve origem em uma denúncia que apontou a falsificação. Ou seja, a empresa detentora da linha original não pode ser responsabilizada, uma vez que ela também foi lesada pela situação.

Além disso, os produtos da marca original, correspondentes aos lotes corretos, podem ser comercializados normalmente e sem riscos, uma vez que não há nada que os desabone.

Quais são os riscos reais para o consumidor?

Quando um produto alimentício chega ao mercado sem origem comprovada, o consumidor perde a referência mais básica: saber o que está ingerindo.

O risco aumenta quando o item se apresenta como “pronto para consumo”, já que esse formato muitas vezes dispensa fervura, preparo ou filtragem, o que poderia ao menos reduzir alguns contaminantes.

No caso do lote falsificado do Multi Extrato, a falta de rastreabilidade impediu a agência de conhecer:

  • A procedência dos ingredientes;
  • O ambiente de manipulação;
  • Possíveis contaminantes microbiológicos;
  • Substâncias adicionadas de forma irregular.

Essa ausência de controle de qualidade coloca o consumidor em vulnerabilidade, especialmente pessoas que usam chás como apoio para questões digestivas, metabólicas ou relaxamento.

Importância da A&CL

A A&CL Indústria e Comércio de Produtos Naturais atua no segmento de produtos naturais, com foco em itens alimentícios e funcionais.

Embora seja uma fabricante estabelecida, não há informações públicas detalhadas sobre participação de mercado, volume de produção ou extensão da distribuição nacional.

Mas está presente principalmente em nichos de consumo voltados à saúde e bem-estar.

Como comprar chás com segurança?

Para evitar produtos falsificados ou irregulares, consumidores podem adotar algumas práticas simples:

  • Conferir o rótulo completo: Verifique CNPJ, fabricante, registro (quando aplicável) e lote. Desconfie de embalagens com informações imprecisas, rasuras ou dados inconsistentes;
  • Consultar o portal de Produtos Irregulares da ANVISA: Pesquise pelo nome da marca, lote ou categoria para verificar proibições, suspensões e determinações recentes;
  • Comprar apenas de canais formais: Evite vendedores sem identificação, marketplaces sem garantia de procedência ou anúncios que ofereçam preços muito abaixo do mercado;
  • Recusar produtos com alegações terapêuticas proibidas: Chás e suplementos não podem prometer cura, detox milagroso ou ação medicinal;
  • Verificar a empresa no Mapa, quando se tratar de produtos de origem vegetal prontos para consumo: A consulta por CNPJ confirma se o estabelecimento está regular.

Mas, para saber mais informações sobre a ANVISA/Vigilância Sanitária, clique aqui*.

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ANVISA informa proibição de protetor solar popular e liga alerta para o Verão de 2025 https://tvfoco.uai.com.br/anvisa-informa-proibicao-de-protetor-solar-popular/ Thu, 06 Nov 2025 02:55:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2506308 Alerta da Anvisa sobre protetor solar popular proibido, gera tensão e preocupação para o verão de 2025 A Anvisa proibiu a venda, fabricação, propaganda e uso do protetor solar Rainha Solar em 29 de outubro de 2025. A agência exige o recolhimento imediato de todos os estoques. O produto, fabricado pela Essence Indústria e Comércio […]

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A Anvisa proibiu a venda, fabricação, propaganda e uso do protetor solar Rainha Solar em 29 de outubro de 2025. A agência exige o recolhimento imediato de todos os estoques. O produto, fabricado pela Essence Indústria e Comércio Ltda, estava sendo vendido sem registro, o que coloca em risco a segurança do consumidor.

Contudo, o protetor solar facial em creme FPS 70 de 60 gramas não passou pela avaliação da Anvisa. Isso significa que ninguém confirmou se ele protege adequadamente ou se é seguro.

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Mulher passando protetor solar (Foto: Canva)

Em palavras simples, o protetor estava circulando no mercado sem permissão oficial. A Anvisa compara isso a dirigir sem carteira de habilitação. É arriscado e ilegal.

Além disso, a agência alertou que a empresa deve interromper imediatamente toda a produção e distribuição do produto. Isso inclui parar de fabricar, vender e divulgar publicamente.

Quem comprou o Rainha Solar deve suspender o uso e não repassar para amigos ou familiares. A Anvisa enfatiza que a proteção prometida não foi oficialmente verificada.

Qual o risco de usar protetor solar sem avaliação da Anvisa?

O risco não é apenas teórico. Produtos sem registro podem causar irritações, alergias ou simplesmente não proteger a pele contra o sol. A agência lembra que protetor solar não registrado é um risco real.

A Essense Indústria e Comércio Ltda recebeu a comunicação oficial e precisa cumprir a determinação. A Anvisa acompanhará a execução da ordem e fiscalizará se o recolhimento ocorre corretamente.

Vendedores também precisam ficar atentos. Qualquer exposição do produto em lojas físicas ou online configura infração grave, sujeita a multas e outras penalidades.

Além disso, consumidor deve conferir sempre o número de registro na embalagem. A Anvisa explica que todos os protetores solares devem apresentar registro válido para venda.

No entanto, o alerta da agência não é apenas burocrático. Ele protege a saúde e evita que produtos inseguros atinjam a população, principalmente durante o verão, quando a exposição ao sol aumenta. Em muitos casos, os fabricantes tentam lançar produtos rapidamente para aproveitar a demanda. A Anvisa ressalta que isso não substitui a aprovação oficial e a segurança do produto.

Porém, a Anvisa ainda informa que o recolhimento deve ocorrer em todas as lojas e depósitos. Isso inclui vendas online e produtos que já foram entregues ao consumidor.

Por fim, a pulação deve denunciar a venda do produto caso encontre alguma loja oferecendo o Rainha Solar. A agência reforça que a fiscalização depende da colaboração de todos.

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Informe da ANVISA comunica proibição de álcool que pode estar na sua cozinha e você precisa saber https://tvfoco.uai.com.br/anvisa-comunica-proibicao-de-alcool-e-voce-precisa-saber/ Wed, 05 Nov 2025 02:40:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2505926 Comunicado urgente da ANVISA revela que um tipo de álcool usado em casa representa perigo e será proibido em todo o Brasil A Anvisa decidiu interditar de forma cautelar o álcool etílico Sul Álcool, fabricado pela Vinícola Fabsul LTDA-ME. A resolução saiu no dia 29 de outubro de 2025 e tem como base uma série […]

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Comunicado urgente da ANVISA revela que um tipo de álcool usado em casa representa perigo e será proibido em todo o Brasil

A Anvisa decidiu interditar de forma cautelar o álcool etílico Sul Álcool, fabricado pela Vinícola Fabsul LTDA-ME. A resolução saiu no dia 29 de outubro de 2025 e tem como base uma série de falhas graves identificadas nos testes oficiais. O produto estava registrado sob o número 309950002, também identificado como 304844/1, e circulava normalmente antes da decisão.

Além disso, o alerta veio após análises feitas pela Fundação Ezequiel Dias, a Funed, que encontrou resultados insatisfatórios no pH, no teor alcoólico e até na rotulagem primária. Contudo, o laudo fiscal inicial, mostrou que o produto não correspondia aos padrões de qualidade exigidos pela legislação sanitária.

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Álcool muito utilizado para a limpeza em casa (Reprodução: Internet)

Os testes mostraram que o álcool tinha um pH fora do ideal, o que já levanta preocupações sobre a segurança do uso. Além disso, o teor de álcool estava diferente do que a empresa informava na embalagem. Porém, em outras palavras, o conteúdo real não batia com o que o rótulo prometia ao consumidor.

Além disso, a rotulagem também apresentava falhas. A Anvisa identificou inconsistências que poderiam confundir o comprador e dificultar a identificação correta do produto. A falta de clareza no rótulo é uma das principais infrações apontadas em fiscalizações de saneantes e cosméticos no país. Quando a rotulagem falha, o consumidor perde a segurança sobre o que realmente está levando para casa.

Por que a Anvisa interditou o álcool?

A Anvisa baseou a decisão nos artigos 6º, 7º e no inciso I do artigo 67 da Lei 6.360, de 23 de setembro de 1976. Esses dispositivos autorizam a suspensão ou interdição de qualquer produto que possa oferecer risco à saúde pública. Em casos assim, a agência precisa agir rápido para evitar danos maiores.

Na prática, a interdição cautelar impede a empresa de vender, distribuir ou usar o produto até que todos os problemas sejam corrigidos. A medida é temporária, mas funciona como uma barreira de proteção. A empresa precisa provar que o álcool cumpre as normas ou pode enfrentar punições mais severas.

De forma simples, o produto foi proibido porque o que estava dentro da garrafa não era exatamente o que o rótulo prometia. Contudo, o álcool pode estar mais fraco, mais forte ou com características químicas inadequadas. Isso já basta para colocar a saúde de quem usa em risco. A Anvisa, por segurança, preferiu tirar o produto de circulação.

Por fim, a Vinícola Fabsul precisa responder oficialmente sobre as irregularidades encontradas. A empresa deve apresentar novos testes e comprovar que o produto atende aos padrões exigidos. Até lá, o álcool Sul Álcool continua fora das prateleiras.

Além disso, a população aguarda uma definição, enquanto a interdição reforça a importância de um controle rigoroso sobre produtos de uso comum.

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Informe da Anvisa comunica proibição de produto de limpeza popular e liga alerta em donas de casa https://tvfoco.uai.com.br/anvisa-comunica-proibicao-de-produto-de-limpeza-popular-2/ Mon, 03 Nov 2025 21:30:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2505345 Proibição inesperada de produto de limpeza famoso pela Anvisa causa pânico entre donas de casa e acende sinal de alerta no país A Anvisa decidiu agir com firmeza. A agência proibiu completamente o álcool líquido 70º INPM JUBE, fabricado pela empresa V. C. de Freitas ME. Além disso, a resolução foi publicada no dia 29 […]

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Proibição inesperada de produto de limpeza famoso pela Anvisa causa pânico entre donas de casa e acende sinal de alerta no país

A Anvisa decidiu agir com firmeza. A agência proibiu completamente o álcool líquido 70º INPM JUBE, fabricado pela empresa V. C. de Freitas ME.

Além disso, a resolução foi publicada no dia 29 de outubro de 2025 e determinou o fim da propaganda, da comercialização, do uso, da distribuição e da fabricação do produto. Nada pode ser produzido, vendido ou anunciado.

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Álcool muito utilizado para a limpeza em casa (Reprodução: Internet)

Contudo, a medida veio depois de uma constatação grave. A Anvisa identificou que o produto era fabricado sem qualquer regularização sanitária. Isso infringe o artigo 12 da Lei 6.360 de 1976. O texto também se apoia no artigo 6º e no inciso I do artigo 67 da mesma lei. Além disso, a decisão leva em conta o inciso XV do artigo 7º da Lei 9.782 de 1999.

A irregularidade, segundo técnicos da Anvisa, é grave. O álcool 70º só pode circular no país quando passa por um processo de registro sanitário. Essa etapa garante que o produto é seguro e eficaz.

No entanto, sem isso, não há garantia de qualidade nem controle de risco. A ausência desse registro coloca em dúvida as condições de fabricação, a pureza do produto e até a segurança do consumidor.

O que a Anvisa determinou?

A proibição é total. A Anvisa ordenou que o produto saia de circulação imediatamente. Nenhuma loja pode vender. Nenhuma distribuidora pode entregar. Nenhum consumidor deve usar. A medida atinge todas as etapas da cadeia, desde o fabricante até o usuário final. Qualquer tentativa de manter o produto no mercado pode gerar penalidades.

Além disso, a decisão funciona também como um aviso. A Anvisa reforça que não vai tolerar empresas que ignorem a necessidade de regularização. Toda marca que atua no setor de saneantes deve seguir as normas com rigor. No entanto, o descumprimento pode resultar em apreensão de produtos, multas e outras medidas legais.

Por fim, a empresa V. C. de Freitas ME agora precisa responder às exigências legais. Se quiser voltar a produzir, terá de buscar a regularização junto à agência. Isso envolve apresentar documentos técnicos, comprovar a segurança do produto e atender às normas de qualidade exigidas. Contudo, até lá, o álcool líquido JUBE permanece proibido em todo o território nacional.

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Anvisa comunica proibição de progressiva popular e traz alerta às mulheres em 2025 https://tvfoco.uai.com.br/anvisa-comunica-proibicao-de-progressiva-popular/ Fri, 31 Oct 2025 20:00:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2504454 Anvisa proíbe progressiva queridinha dos salões e acende alerta entre mulheres sobre riscos escondidos nos alisamentos em 2025 A Anvisa proibiu a fabricação, a venda, a propaganda e o uso da progressiva Fashion Ruby da Kali Cosmetics. A resolução saiu no dia 3 de abril de 2025 e atingiu diretamente a empresa D Florence Indústria […]

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Anvisa proíbe progressiva queridinha dos salões e acende alerta entre mulheres sobre riscos escondidos nos alisamentos em 2025

A Anvisa proibiu a fabricação, a venda, a propaganda e o uso da progressiva Fashion Ruby da Kali Cosmetics. A resolução saiu no dia 3 de abril de 2025 e atingiu diretamente a empresa D Florence Indústria e Comércio de Cosméticos LTDA ME.

Além disso, o órgão também mandou recolher todos os lotes do produto em circulação. A decisão teve impacto imediato nas redes e levantou dúvidas entre cabeleireiros e consumidores. O motivo da proibição envolve uma falha no processo de regularização.

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Progressiva no cabelo (Foto: iStock/Reprodução)

Contudo, a Anvisa classificou o produto como de Grau 2, o que exige registro e não apenas notificação. Mesmo assim, a empresa notificou o cosmético de forma indevida. O erro vai contra o artigo 34 da Resolução RDC nº 907 de 2024, que estabelece regras rígidas para produtos desse tipo.

No entanto, esse detalhe técnico foi suficiente para barrar toda a operação da marca no país. A agência explicou que produtos de Grau 2 precisam de comprovação de segurança e eficácia antes de chegar ao público. Eles exigem testes, dossiês e relatórios técnicos. Quando uma empresa ignora essas etapas, a responsabilidade recai sobre quem fabrica e distribui.

A fiscalização tem o papel de evitar riscos à saúde, e a Anvisa agiu com base nesse princípio. A decisão atinge todas as etapas da cadeia produtiva. Nenhuma unidade pode ser fabricada, comercializada ou usada em salões.

A medida inclui também a retirada das embalagens de pontos de venda físicos e online. O objetivo é evitar que o produto continue circulando de forma clandestina, mesmo após a proibição oficial.

Quais as exigências da Anvisa para progressivas?

A resolução também endureceu as exigências para alisantes capilares, categoria que costuma gerar mais denúncias. A agência afirmou que continuará monitorando o mercado e alertando sobre produtos irregulares.

No entanto, a medida mostra uma tentativa de fortalecer o controle sanitário num setor cheio de irregularidades. Em poucos meses, várias progressivas populares caíram na mira da fiscalização. A Fashion Ruby agora entra para essa lista.

Contudo, a Anvisa quer evitar que substâncias sem comprovação continuem em contato com o couro cabeludo e o sistema respiratório das pessoas. A decisão tem um peso simbólico. Mostra que a fiscalização está mais atenta e que as regras não são apenas burocracia.

Por fim, elas protegem consumidores e pressionam empresas a seguir o caminho certo. Agora, resta saber se a D Florence vai regularizar o produto ou abandonar de vez o mercado de progressivas.

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