Estados Unidos - TV Foco O TV Foco desde 2006 leva as melhores notícias da tv para milhares de brasileiros todos os dias. Tudo sobre tv e famosos, novelas, realities. Fri, 28 Nov 2025 02:14:32 +0000 pt-BR hourly 1 https://statics.otvfoco.com.br/2020/01/cropped-favicon-32x32.png Estados Unidos - TV Foco 32 32 Calote de 9,5B: A falência de rede de saúde, com 31 hospitais, e beneficiários assustados em país https://tvfoco.uai.com.br/calote-de-95b-a-falencia-de-rede-de-saude-com-31-hospitais/ Fri, 28 Nov 2025 02:14:28 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2515468 A falência de uma rede de saúde gigante em um país expôs uma dívida bilionária e desencadeou uma grande crise hospitalar; confira Uma das maiores redes de saúde privada dos Estados Unidos enfrentou um grande terror e teve a sua falência confirmada. Steward Health Care, fundada em 2010, cresceu de forma disparada, administrou 31 hospitais […]

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A falência de uma rede de saúde gigante em um país expôs uma dívida bilionária e desencadeou uma grande crise hospitalar; confira

Uma das maiores redes de saúde privada dos Estados Unidos enfrentou um grande terror e teve a sua falência confirmada. Steward Health Care, fundada em 2010, cresceu de forma disparada, administrou 31 hospitais em oito estados e parecia segura, mas acabou virando um dos maiores escândalos do setor.

Tudo mudou em maio de 2024, quando a companhia oficializou um pedido de falência, com um buraco financeiro de US$ 9,2 bilhões, conforme os portais Wiki e WBZ. O impacto foi enorme e deixou claro como esse tipo de negócio pode ruir quando depende demais de capital especulativo.

Uma das maiores redes de saúde privada dos EUA

A Steward se expandiu usando uma estratégia arriscada que envolvia vender seus próprios prédios e depois alugá-los de volta. Era o modelo chamado Sale-Leaseback, que funcionava assim: ela vendia os hospitais para fundos imobiliários especializados, como o Medical Properties Trust. Depois, pagava aluguéis altíssimos para continuar usando os mesmos prédios.

Essa tática deu dinheiro rápido e permitiu novas compras, mas criou uma dívida gigante. Os aluguéis ficaram pesados demais e começaram a engolir o caixa. Mesmo assim, entre 2016 e 2023, a empresa continuou distribuindo centenas de milhões de dólares em dividendos para investidores. Enquanto isso, os custos aumentavam e os hospitais lutavam para se manter funcionando.

Quando chegou 2024, a bomba estourou. A Steward ficou sem dinheiro até para tarefas básicas, como:

  • Pagar fornecedores
  • Manter salários
  • Garantir serviços essenciais

Hospitais fecharam de repente, cirurgias foram canceladas e milhares de pacientes ficaram sem atendimento.

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Steward Health Care

Queda meteórica

Reportagens da Reuters mostraram a gravidade da crise. Havia:

  • Atrasos no pagamento de médicos e fornecedores
  • Falta de medicamentos
  • Falta de equipamentos básicos
  • Serviços de emergência suspensos em algumas unidades
  • Salários atrasados por semanas

A dívida de US$ 9,2 bilhões foi a prova de que o crescimento não acompanhou a realidade financeira. Além disso, a situação também atingiu a cúpula. Em setembro de 2024, o CEO e fundador, Dr. Ralph de la Torre, deixou o cargo depois de ser indiciado por desacato criminal por não comparecer ao Senado para explicar a gestão da empresa.

Massachusetts virou o centro da crise

Em suma, o estado era o principal polo da rede e sentiu o impacto de forma mais intensa. Com risco real de colapso nos hospitais, o governo precisou agir. A governadora Maura Healey tomou medidas urgentes e desapropriou o Saint Elizabeth’s Medical Center para evitar o fechamento.

A Assembleia Legislativa também aprovou uma nova lei, que traz regras de fiscalização mais rígidas. As mudanças determinam mais transparência, aviso prévio obrigatório em caso de fechamento de unidades e limites na influência de fundos de investimento no setor da saúde.

Ademais, com o pedido protocolado, começou o processo de reorganização supervisionado pela Justiça. Em agosto de 2024, a Steward vendeu seis hospitais em Massachusetts por US$ 343 milhões para tentar reduzir parte da dívida.

Em 2025, o tribunal aprovou um plano que inclui:

  • A venda dos ativos restantes
  • O uso de ações judiciais contra ex-executivos para ressarcir credores
  • A administração temporária de algumas unidades pelo governo para evitar interrupção de serviços

Mesmo assim, vários hospitais continuam fechados. E a previsão mais positiva é que o processo judicial só termine no fim de 2025.

Afinal, quais foram as consequências dessa falência?

A queda da Steward Health Care virou um marco negativo para o setor. Especialistas em saúde e economia dizem que o caso mostrou o risco de colocar um serviço tão essencial nas mãos de operações guiadas por lucro e por dívidas cada vez maiores.

Por fim, confira mais notícias sobre atualidades clicando aqui.

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R$ 15 BI em dívidas, lojas fechadas e falência: O fim de rede de farmácias após 61 anos https://tvfoco.uai.com.br/r-15-bi-em-dividas-e-falencia-o-fim-de-rede-de-farmacias/ Fri, 14 Nov 2025 16:07:20 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2510005 Rede de farmácias fecha todas as suas lojas após adquirir uma dívida estrondosa não resistir à falência. Veja os detalhes Toda empresa está sujeita a passar por dificuldades, principalmente em momentos de instabilidade econômica do país. Aliás, uma das maiores redes de farmácias dos Estados Unidos confirmou sua falência de vez após mais de seis […]

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Rede de farmácias fecha todas as suas lojas após adquirir uma dívida estrondosa não resistir à falência. Veja os detalhes

Toda empresa está sujeita a passar por dificuldades, principalmente em momentos de instabilidade econômica do país. Aliás, uma das maiores redes de farmácias dos Estados Unidos confirmou sua falência de vez após mais de seis décadas no mercado norte-americano.

A Rite Aid não conseguiu segurar o impacto das suas dívidas, processos na Justiça e decisões que deram errado. E foi isso que resultou em um pedido de falência que chamou atenção em todo o mundo. Na verdade, um não, a empresa pediu pela insolvência duas vezes antes do fim oficial chegar.

De acordo com a Wikipédia, a rede de farmácias Rite Aid nasceu em 1962. Com o passar dos anos, a empresa cresceu rápido, comprou concorrentes e abriu milhares de lojas pelo país. Em 2007, a compra das redes Brooks e Eckerd parecia um passo importante para fortalecer seu nome.

O que ninguém imaginava é que com isso um grande endividamento chegasse e fosse trazer problemas. Com o tempo, os custos altos, a concorrência e a dificuldade em acompanhar o avanço digital que outras redes adotaram com facilidade acabaram deixando a Rite Aid para trás.

A situação ficou tão grave que a empresa acumulou cerca de 3,3 bilhões de dólares em dívidas garantidas, o equivalente a mais de 15 bilhões de reais. Além disso, a Rite Aid estava enfrentando centenas de processos na justiça ligados à crise dos opioides nos Estados Unidos.

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Rite Aid (Foto: Reprodução/ Internet)

Pedido de recuperação

Em outubro de 2023, pressionada pelos processos e os mais de15 bilhões de reais em dívidas, a Rite Aid entrou com um pedido de proteção contra falência conhecido como Chapter 11, que funciona de forma parecida com a recuperação judicial aqui no Brasil.

O Chapter 11 permitiu com que a rede seguisse funcionando por um tempo enquanto tentava se reorganizar. Os credores até liberaram um empréstimo emergencial de 3,45 bilhões de dólares e um novo CEO foi escolhido para tentar salvar a empresa. Mesmo assim, não deu certo.

Nos meses seguintes, centenas de lojas fecharam as portas. Até agosto de 2024, cerca de 778 unidades já tinham encerrado as atividades, e vários centros de distribuição também começaram a ser desativados.

Falência da Rite Aid

De acordo com o portal Bloomberg, em abril deste ano a empresa informou que faria um novo pedido de falência, o segundo em apenas dois anos. Sem dinheiro para continuar operando, a Rite Aid decidiu vender suas lojas em blocos. As unidades que não encontrassem compradores seriam fechadas de vez.

Inclusive, conforme divulgado pela CNN, no início de outubro a empresa encerrou suas últimas 89 lojas que ainda estavam abertas. “Todas as lojas Rite Aid já fecharam. Agradecemos aos nossos clientes fiéis por seus muitos anos de apoio”, disse a empresa em um comunicado publicado em seu site.

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Rite Aid fechou todas as lojas que restavam (Foto: Reprodução/NBC News)

Qual a diferença entre falência e recuperação judicial?

Conforme o portal ‘Vem Pra Dome’, ambos os institutos visam a satisfação de dívidas de uma empresa. Contudo, a principal diferença está na continuidade ou não do empreendimento. No caso da recuperação judicial, se ganha tempo para recuperar a capacidade de gerar resultados na empresa.

Por outro lado, na falência, não existe a reestruturação e o negócio acaba fechando as portas. A recuperação judicial visa manter o negócio ativo, gerando empregos e possibilitando que a empresa pague as suas dívidas. Na outra, ocorre o encerramento, ou seja, ele é considerado irrecuperável.

Confira também mais matérias sobre falência clicando aqui.

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Risco de falência e adeus: 2 supermercados são arrastados para o buraco https://tvfoco.uai.com.br/risco-falencia-fim-2-supermercados-arrastados-buraco/ Fri, 07 Nov 2025 12:30:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2506809 Crise global arrasta duas redes de supermercados para o buraco após se afundar em um mar dívidas e enfrentar a queda no consumo A solidez do varejo alimentar sempre foi considerada um dos pilares da economia moderna. No geral, supermercados sustentam cadeias inteiras de abastecimento, geram milhares de empregos e garantem o acesso a produtos […]

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Crise global arrasta duas redes de supermercados para o buraco após se afundar em um mar dívidas e enfrentar a queda no consumo

A solidez do varejo alimentar sempre foi considerada um dos pilares da economia moderna. No geral, supermercados sustentam cadeias inteiras de abastecimento, geram milhares de empregos e garantem o acesso a produtos básicos em comunidades de todos os tamanhos.

Porém, nos últimos meses, nem mesmo redes consolidadas escaparam da instabilidade global.

Ao longo deste ano de 2025, duas empresas de peso, uma europeia e outra norte-americana, entraram em colapso financeiro.

Ambas anunciaram o fechamento de lojas e estão sendo arrastadas ao buraco, expondo um setor que, mesmo essencial, enfrenta margens cada vez mais estreitas.

Alcampo na corda bamba

Conforme exposto pela Reuters, no dia 8 de maio de 2025, a Alcampo, rede de hipermercados controlada pelo grupo francês Auchan, comunicou o encerramento de 25 unidades e a redução da área operacional de outros 15 hipermercados na Espanha.

A decisão, segundo o comunicado da empresa, faz parte de um plano de reestruturação para “adaptar-se aos novos hábitos de consumo, reduzir despesas e aumentar a eficiência operacional”.

A medida atingiu cerca de 710 funcionários, o equivalente a aproximadamente 3% da força de trabalho da rede no país.

A Alcampo reconheceu que o tradicional modelo de hipermercado de grande porte perdeu competitividade frente às compras menores e mais frequentes, impulsionadas pelo comércio eletrônico e por mudanças no perfil do consumidor espanhol.

O grupo afirmou que a reestruturação busca garantir a sustentabilidade da operação no longo prazo, preservando o restante da rede e evitando prejuízos mais profundos.

O fechamento parcial, apesar de não significar oficialmente uma “falência”, tomou uma dimensão e teve um impacto sobre o quadro funcional que deixaram evidente o tamanho do risco de essa consequência se consolidar.

Quebra Daily Table

Enquanto a Europa tentava preservar empregos, os Estados Unidos registraram uma perda completa.

Ainda de acordo com a Reuters, em maio de 2025, a Daily Table, rede fundada em 2015 por Doug Rauch, ex-presidente da Trader Joe’s, anunciou o encerramento definitivo de todas as suas lojas.

A empresa, criada com o propósito de oferecer alimentos saudáveis e acessíveis a famílias de baixa renda, não resistiu ao aumento dos custos operacionais e à redução das doações e subsídios que sustentavam o projeto.

Durante quase uma década de funcionamento, a Daily Table atendeu mais de 3 milhões de clientes e tornou-se referência em alimentação acessível.

Porém, segundo a direção, o modelo de negócios tornou-se financeiramente insustentável diante da alta generalizada dos preços de energia, transporte e alimentos.

Em comunicado, o conselho da empresa afirmou que buscou alternativas de financiamento, mas “não foi possível garantir os recursos necessários para manter o serviço sem comprometer os parceiros e credores”.

O encerramento afetou diretamente centenas de funcionários e deixou comunidades de baixa renda sem uma das principais fontes de alimentação a preço reduzido.

O que os casos da Alcampo e Daily Table revelam?

Os casos de Alcampo e Daily Table, embora distintos em natureza e propósito, revelam o mesmo diagnóstico: o varejo alimentar global vive sob forte pressão econômica e estrutural.

A combinação de custos operacionais elevados, inflação persistente, juros altos e mudanças no comportamento de compra formou uma tempestade perfeita:

  • De um lado, hipermercados tradicionais perderam espaço para formatos menores e digitais;
  • De outro, modelos sociais e filantrópicos veem suas fontes de financiamento secarem;
  • O resultado é uma onda de cortes, renegociações e, em casos extremos, falências e liquidações completas.

 Mas, para saber sobre mais casos sobre outras falências, clique aqui*.

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Falência e despejo de shoppings: Fim de loja popular de roupas deixa clientes no Brasil sem chão https://tvfoco.uai.com.br/falencia-fim-de-loja-popular-de-roupas-deixa-clientes-sem-chao/ Fri, 31 Oct 2025 22:40:18 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2504488 Loja de roupas famosa acabou decretando falência. A gigante fez muito sucesso no Brasil e acabou encerrando a sua história após anos no mercado Sem dúvidas, diversas grandes marcas fizeram e fazem um grande sucesso no Brasil. Contudo, nem todas conseguiram se consolidar e sobreviver no nosso mercado altamente competitivo. Dessa forma, infelizmente, nos últimos […]

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Loja de roupas famosa acabou decretando falência. A gigante fez muito sucesso no Brasil e acabou encerrando a sua história após anos no mercado

Sem dúvidas, diversas grandes marcas fizeram e fazem um grande sucesso no Brasil. Contudo, nem todas conseguiram se consolidar e sobreviver no nosso mercado altamente competitivo. Dessa forma, infelizmente, nos últimos anos, perdemos algumas empresas e lojas bastante populares.

Inclusive, hoje vamos falar sobre a crise que uma loja popular de roupas viveu no Brasil. A queridinha que conquistou o coração dos brasileiros acabou não aguentando a forte pressão do mercado físico e digital no nosso país e acabou sucumbindo às dificuldades.

A falência da queridinha no Brasil

Estamos falando sobre a Forever 21, que chegou ao Brasil em 2014, trazendo estilo e sofisticação. Rapidamente a loja caiu no gosto do público e se tornou a favorita de muitos. Ela ganhou espaço nos shoppings e parecia estar em constante crescimento.

Contudo, em 2019, a crise bateu à porta. A empresa entrou com processo de recuperação judicial e declarou falência em vários países. No Brasil, conseguiu se manter por mais um tempo, mas a situação só piorava e o fim era inevitável.

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Forever 21 (Foto: Reprodução/ Internet)

Em 19 de junho de 2022, a marca encerrou oficialmente suas operações no país. No último ponto de venda, ainda realizou uma grande liquidação, com peças com descontos de até 50%, marcando sua última queima de estoque.

De acordo com fontes como o Estadão e O Globo, a marca enfrentava ordens de despejo em três grandes shoppings por falta de pagamento do aluguel. Sem conseguir se recuperar, a decisão foi fechar de vez. Dessa forma, a queridinha se despediu do nosso país. Atualmente, a situação da empresa não melhorou.

Situação da Forever 21 em 2025

Em março de 2025, a revista Forbes informou que a rede de lojas Forever 21 encerraria todas as operações nos Estados Unidos, após declarar falência novamente no país. De acordo com a fonte, a empresa citou a forte concorrência de varejistas online de fast fashion, como Shein e Temu.

Neil Saunders, diretor administrativo e analista de varejo da GlobalData, comentou na época que não haveria um caminho para a Forever 21 retomasse a relevância que já teve. Segundo ele, a marca foi muito impactada por gigantes como a Shein e Temu, além de enfrentar a concorrência de Zara e outras.

Celular com logo da Shein e fundo com a loja Forever 21 (Foto: Divulgação)

Qual a diferença entre falência e recuperação judicial?

Conforme o portal ‘Vem Pra Dome’, ambos os institutos visam a satisfação de dívidas de uma empresa. Contudo, a principal diferença está na continuidade ou não do empreendimento. No caso da recuperação judicial, se ganha tempo para recuperar a capacidade de gerar resultados na empresa.

Por outro lado, na falência, não existe a reestruturação e o negócio acaba fechando as portas. A recuperação judicial visa manter o negócio ativo, gerando empregos e possibilitando que a empresa pague as suas dívidas. Na outra, ocorre o encerramento, ou seja, ele é considerado irrecuperável.

Confira também mais matérias sobre falência clicando aqui.

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Volta das cinzas: Loja n°1 de móveis ressuscita após padecer com falência em país https://tvfoco.uai.com.br/loja-de-moveis-no1-ressuscita-padecer-falencia-pais/ Mon, 07 Jul 2025 08:00:00 +0000 https://www.otvfoco.com.br/?p=2437121 Loja nº 1 de móveis retorna de forma estratégica ao mercado após falência e reacende entusiasmo de antigos consumidores Após decretar e padecer com sua falência, ocorrida em abril de 2023, e encerrar centenas de lojas nos Estados Unidos, uma tradicional varejista de produtos para o lar surpreendeu o mercado ao reaparecer com nova identidade. […]

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Loja nº 1 de móveis retorna de forma estratégica ao mercado após falência e reacende entusiasmo de antigos consumidores

Após decretar e padecer com sua falência, ocorrida em abril de 2023, e encerrar centenas de lojas nos Estados Unidos, uma tradicional varejista de produtos para o lar surpreendeu o mercado ao reaparecer com nova identidade.

Trata-se da Bed Bath & Beyond, que, com 52 anos de história, volta das cinzas e ressuscita no ambiente digital, sob o comando da Overstock.com, que adquiriu seus ativos intangíveis e decidiu apostar exclusivamente no e-commerce.

Esse retorno, marcado por grande repercussão popular, provocou empolgação de antigos clientes, principalmente donas de casa que viam na rede um símbolo de organização doméstica e preços acessíveis.

Uma marca icônica que sucumbiu ao próprio peso:

Fundada em 1971, a Bed Bath & Beyond alcançou protagonismo no varejo ao oferecer:

  • Variedade de produtos;
  • Bons preços;
  • Campanhas promocionais que se tornaram marcas registradas — entre elas, o cupom azul de 20% de desconto.

Inclusive, a rede chegou a operar centenas de lojas nos EUA e no Canadá, tornando-se referência em artigos de cama, mesa, banho e utensílios de cozinha.

Entretanto, a partir dos anos 2010, o crescimento acelerado do comércio eletrônico, capitaneado por gigantes como Amazon, começou a afetar sua estrutura. – Aliás, para saber mais sobre o assunto, clique aqui*.

A chegada de Mark Tritton, ex-Target, como CEO em 2019, marcou um ponto de virada.

Ao trocar marcas consagradas por produtos próprios, Tritton desagradou a clientela e acelerou a queda.

O resultado foi:

  • Uma sequência de prejuízos;
  • Fechamento de lojas;
  • Perda da confiança do mercado;
  • Uma frustrada tentativa de captar US$ 300 milhões que não evitou a insolvência.

A compra estratégica e o relançamento digital:

Em junho de 2023, a Overstock.com arrematou a marca por US$ 21,5 milhões, adquirindo o nome, domínio e aplicativo, mas deixando de fora estoques e imóveis.

A estratégia foi clara: manter viva a força do nome Bed Bath & Beyond sem herdar os custos operacionais do antigo modelo.

O CEO da Overstock, Jonathan Johnson, afirmou que a marca precisava de modernização e encontrou no canal digital o caminho ideal para se reerguer.

Logo após a aquisição, o site da Overstock passou a redirecionar os consumidores automaticamente para o novo BedBathAndBeyond.com, que estreou com mais de 600 mil itens em categorias-chave.

O foco recaiu sobre os antigos fornecedores da rede, reforçando o vínculo com o passado da marca.

Embora os clássicos cupons não tenham retornado, clientes do programa de fidelidade tiveram seus pontos recuperados.

Como estão as operações da Bed Bath & Beyond em 2025?

Agora, com operações 100% digitais, a nova Bed Bath & Beyond passou a integrar o portfólio da Beyond, Inc., controladora também da Overstock e da BuyBuy Baby.

No último trimestre de 2024, a companhia conseguiu reduzir pela metade o prejuízo líquido e aumentou o EBITDA ajustado em 43%.

A receita líquida foi de US$ 303 milhões, com uma base de 5,4 milhões de clientes ativos, mesmo com queda de 34% no número de pedidos.

A nova gestão defende que a ausência de lojas físicas permite maior agilidade logística e preços mais competitivos.

O modelo inclui campanhas sazonais, kits promocionais e foco em consumidores que valorizam tradição com praticidade.

Apesar dos desafios financeiros, a empresa sinaliza recuperação e mantém caixa restrito de US$ 186 milhões.

As ações da Beyond (BYON), cotadas a US$ 6,69 em junho de 2025, indicam leve alta, mesmo com indicadores ainda conservadores.

Conclusão:

Em suma, a Bed Bath & Beyond retorna ao mercado sob nova roupagem, abandonando as prateleiras físicas para se estabelecer no ambiente digital.

A marca, agora reestruturada, aposta na força do nome e na eficiência da Overstock para conquistar uma nova geração de consumidores — sem perder os antigos.

Sua ressurreição não se deu por nostalgia, mas por estratégia.

A permanência do sucesso, porém, dependerá da capacidade de manter relevância e transformar memória afetiva em resultados sustentáveis. Mas, para saber mais sobre essas histórias de falências, retomadas e muito mais, clique aqui*.

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A casa caiu: Gigante do lar pede falência e corre risco de extinção em 2025 https://tvfoco.uai.com.br/a-casa-caiu-gigante-lar-pede-falencia-corre-risco-extincao/ Wed, 02 Jul 2025 09:30:00 +0000 https://www.otvfoco.com.br/?p=2433913 A casa caiu – literalmente – para uma das maiores varejistas de itens para o lar e pedido de falência ocorre entre crise das tarifas, rombo bilionário e consumo retraído E a casa caiu para uma das maiores varejistas de artigos para o lar dos Estados Unidos. Isso porque a mesma entrou com pedido de […]

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A casa caiu – literalmente – para uma das maiores varejistas de itens para o lar e pedido de falência ocorre entre crise das tarifas, rombo bilionário e consumo retraído

E a casa caiu para uma das maiores varejistas de artigos para o lar dos Estados Unidos. Isso porque a mesma entrou com pedido de falência no Capítulo 11 em 16 de junho de 2025, após uma série de adversidades e ainda corre risco de extinção neste ano.

Trata-se do At Home, sede no Texas e presença em 40 estados por meio de 260 lojas.

A rede sucumbiu depois de contrair uma dívida de cerca de US$ 2 bilhões, agravada por tarifas de importação elevadas e pela desaceleração nos gastos do consumidor americano.

At Home (Foto Reprodução/Business Wire)
At Home (Foto Reprodução/Business Wire)

O plano de reestruturação prevê a eliminação da dívida e a injeção de novos recursos, enquanto a empresa tenta manter operações e evitar colapsos operacionais imediatos.

A equipe de economia do TV Foco, com base em informações do portal CNN,  traz abaixo mais detalhes sobre o que levou esse império dos utensílios ao buraco.

O que aconteceu?

  • Abril de 2025: A At Home admitiu publicamente o risco de colapso. O principal fator apontado foi o aumento das tarifas americanas sobre produtos importados da China, país de onde a rede obtém a maior parte de seus itens. As tarifas chegaram a 145% em determinados períodos antes de um acordo reduzi-las temporariamente para 30%. O impacto, porém, já comprometera as margens e os estoques.
  • 29 de maio de 2025: A empresa informou que não havia conseguido cumprir o pagamento de juros de parte de sua dívida. Anunciou então um acordo de forbearance com os credores, garantindo mais 30 dias para formalizar um plano de reestruturação e evitar um default imediato.
At Home é uma das maiores redes de itens para o lar nos Estados Unidos (Foto Reprodução/Rockland Country)
At Home é uma das maiores redes de itens para o lar nos Estados Unidos (Foto Reprodução/Rockland Country)
  • 11 de junho de 2025: Com os prazos se esgotando, a At Home comunicou oficialmente que entraria com pedido de falência. Informou também que cerca de 20 lojas já estavam programadas para fechamento como parte da reavaliação da rentabilidade de sua operação física.
  • 16 de junho de 2025: A At Home protocolou seu pedido de recuperação judicial sob o Capítulo 11. O plano prevê a eliminação de aproximadamente US$ 2 bilhões em dívidas e a entrada de US$ 200 milhões em novos financiamentos.

A proposta foi construída em parceria com os principais credores da empresa, que devem assumir o controle da operação ao final do processo.

O pacote financeiro totaliza US$ 600 milhões, com US$ 400 milhões convertidos de dívidas existentes para capital da nova estrutura.

As causas do colapso

O CEO Brad Weston, que assumiu a empresa em 2024, declarou que a At Home operava em um ambiente comercial altamente instável e que a combinação entre tarifas de importação e retração do consumo havia inviabilizado a continuidade do modelo de negócios vigente.

Weston afirmou que o plano de reestruturação dará à empresa mais capacidade de competir e maior resiliência no longo prazo.

Outro fator determinante foi a estrutura de endividamento construída após a aquisição da rede por um fundo de private equity em 2021.

At Home irá continuar funcionando em meio aos planos de reestruturação e pedido de falência (Foto Reprodução/CNN)
At Home irá continuar funcionando em meio aos planos de reestruturação e pedido de falência (Foto Reprodução/CNN)

No entanto, a dívida, até então administrável, cresceu de forma agressiva até ultrapassar US$ 2 bilhões, tornando-se insustentável diante da queda nas receitas.

O setor de artigos para casa, como um todo, enfrenta dificuldades:

  • Bed Bath & Beyond, The Container Store e Big Lots também apresentaram pedidos de falência nos últimos anos.
  • O segmento sofre com a diminuição dos gastos discricionários nos Estados Unidos e com a redução da atividade no mercado imobiliário, que influencia diretamente o consumo de móveis e acessórios domésticos.

Além disso, analistas apontam fragilidades estruturais no posicionamento da marca.

Neil Saunders, diretor da GlobalData, classificou a proposta da At Home como “fraca” e pouco competitiva diante de rivais como Ikea e Wayfair.

De acordo com ele, a empresa oferece “pouca inspiração” e não consegue atrair consumidores em regiões com alta concorrência.

O que dizem os envolvidos?

A atual diretoria da At Home foi a única a se manifestar até o momento.

Nem os antigos controladores da empresa, nem os fundos de private equity responsáveis pelo endividamento, apresentaram defesa pública.

O CEO Brad Weston e o diretor financeiro Jeremy Aguilar conduziram os comunicados oficiais e afirmaram que as medidas adotadas visam:

  • Preservar a operação;
  • Proteger empregos;
  • Garantir continuidade para fornecedores e consumidores.

Os credores que assumirão o controle da companhia – entre eles Redwood Capital, Farallon Capital e Anchorage Capital – também não se manifestaram até agora.

Quais são as expectativas para a At Home?

Porém, durante o processo de recuperação judicial, a At Home manterá suas operações.

Além disso, a empresa anunciou que continuará atendendo pedidos, pagando fornecedores e preservando o programa de fidelidade de clientes.

A maioria das lojas permanecerá aberta, embora o fechamento de pelo menos 20 unidades já tenha sido confirmado.

Outras lojas poderão ser encerradas nos próximos meses, conforme avaliações individuais de desempenho.

A nova estrutura financeira deverá permitir à At Home sair do processo com uma posição de caixa fortalecida e um passivo consideravelmente menor.

Os credores tornar-se-ão acionistas majoritários, substituindo os antigos controladores. A expectativa é concluir o processo até o fim de 2025.

Apesar da injeção de recursos e da retirada de dívidas, analistas alertam que a empresa precisará repensar sua proposta de valor, seu marketing e sua presença digital.

Sem uma revisão profunda da estratégia, o alívio financeiro poderá ter efeito apenas temporário.

Conclusão:

Em suma, a At Home não resistiu à combinação de tarifas pesadas, consumo retraído e endividamento excessivo.

O pedido de falência formaliza um processo de deterioração anunciado meses antes e confirma a dificuldade estrutural do setor de artigos para o lar.

Com uma nova estrutura financeira, a empresa busca se manter viva, mas depende de muito mais do que dinheiro para reconquistar espaço.

A próxima fase exigirá reinvenção, clareza estratégica e disciplina operacional. Mas, para saber sobre mais falências e casos parecidos como esse, clique aqui. *

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Acabou o que era doce: Falência de gigante leva sorveteria ao buraco e agora luta pela sobrevivência https://tvfoco.uai.com.br/falencia-de-no1-sorveteria-buraco-luta-sobrevivencia/ Tue, 01 Jul 2025 08:00:00 +0000 https://www.otvfoco.com.br/?p=2433015 Sorveteria popular fecha 500 pontos de venda após colapso de uma gigante dos Estados Unidos e situação preocupa E uma tradicional marca americana de sorvetes, conhecida por seus sabores clássicos e formato cilíndrico característico, enfrenta uma retração histórica. Trata-se da Thrifty Ice Cream, a qual fechou 500 balcões nos Estados Unidos, ocorrido em maio de […]

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E uma tradicional marca americana de sorvetes, conhecida por seus sabores clássicos e formato cilíndrico característico, enfrenta uma retração histórica.

Trata-se da Thrifty Ice Cream, a qual fechou 500 balcões nos Estados Unidos, ocorrido em maio de 2025, por consequência direta da falência da rede de farmácias Rite Aid, gigante no setor de farmácia, a qual é sua controladora desde 1996.

Pois é, o colapso financeiro da gigante farmacêutica, afogada em dívidas que ultrapassam a casa dos bilhões de dólares, arrastou consigo uma das marcas mais queridas do setor de laticínios e congelados do país ao buraco.

Mas, logo no primeiro trimestre de 2025, já se apontavam sinais críticos para a Rite Aid.

Endividada e sob pressão judicial, a rede optou por iniciar um novo processo de falência, buscando preservar ativos e renegociar dívidas.

Thrifty Ice Cream (Foto Reprodução/Internet)
Thrifty Ice Cream (Foto Reprodução/Internet)

No entanto, tal decisão colocou em xeque o futuro de todas as subsidiárias do grupo, entre elas a mencionada Thrifty Ice Cream, cujos balcões estavam fisicamente integrados às lojas da farmácia e não podiam ser vendidos separadamente.

Sendo assim, a partir de informações divulgadas pelo portal Mix Conteúdos Digitais, a equipe especializada em economia do TV Foco traz mais detalhes desses fechamentos e todo parâmetro da situação apresentada.

Encerramentos em massa:

Ainda no mês de maio, a medida foi oficializada – 500 pontos de venda da Thrifty seriam encerrados, afetando diretamente consumidores habituais em estados como:

  • Califórnia;
  • Nova York;
  • Oregon;
  • Washington;
  • New Jersey.
Rite Aid (Foto: Reprodução / Internet)
Falência da Rite Aid levou a sorveteria ao buraco e a obrigou encerrar unidades (Foto: Reprodução / Internet)

Os balcões, tradicionalmente localizados dentro das farmácias da Rite Aid, não puderam ser mantidos de forma independente.

Com isso, muitos bairros perderam um de seus símbolos mais nostálgicos, dando a sensação de “Acabou o que era doce”.

Produção segue em operação:

No entanto, apesar do fechamento dos pontos de venda, a produção de sorvetes da Thrifty não foi interrompida.

A fábrica localizada em El Monte, na Califórnia, segue operando normalmente.

Ela abastece supermercados e redes de varejo como Albertsons e Vons, além de pontos selecionados no México.

Thrifty Ice Cream continua sendo comercializada em outros pontos do país (Foto Reprodução/Internet)
Thrifty Ice Cream continua sendo comercializada em outros pontos do país (Foto Reprodução/Internet)

Atualmente, cerca de 60 mil galões de sorvete continuam sendo produzidos diariamente.

Negociações em andamento:

Com o avanço do processo de falência da Rite Aid, a marca Thrifty entrou no radar de potenciais compradores.

A expectativa gira em torno da venda da unidade de sorvetes para um novo controlador que possa manter a operação ativa.

Entre os interessados estão investidores do setor de bebidas e alimentos, atentos ao valor simbólico e comercial da marca, que remonta à década de 1940.

Mas, até o momento, a Thrifty Ice Cream e a Rite Aid não registraram manifestações públicas especificamente sobre os encerramentos dos balcões.

Também não houve comunicados detalhando o destino da fábrica ou dos empregos envolvidos no processo, o que aumenta a apreensão entre consumidores e funcionários.

Qual é a expectativa para a sorveteria Thrifty?

A continuidade da marca Thrifty depende da conclusão das negociações no processo de falência da Rite Aid.

Caso um novo comprador assuma a operação, existe a possibilidade de reestruturação, com relançamento da marca em novos formatos — seja em lojas próprias, parcerias com outras redes de varejo ou venda direta ao consumidor.

Ou seja, o interesse comercial permanece alto, mas a incerteza sobre a preservação da identidade histórica da marca ainda é significativa.

Conclusão:

Em suma, o encerramento dos tradicionais balcões da Thrifty Ice Cream marca o fim de uma era para gerações de consumidores americanos.

Porém, a produção continua, mas a marca reduziu severamente seu alcance popular.

Além disso, a expectativa gira em torno de uma possível venda que garanta sua sobrevivência e reinvenção no mercado.

No entanto, por ora, o futuro permanece indefinido. Mas, para saber mais sobre essas histórias como essa e muito mais, clique aqui*.

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O sonho acabou: Gigante rede de cinema pede pela falência e corre risco de extinção em 2025 https://tvfoco.uai.com.br/gigante-rede-cinema-falencia-risco-de-extincao/ Thu, 26 Jun 2025 09:30:00 +0000 https://www.otvfoco.com.br/?p=2428417 Triste notícia para os cinéfilos: Uma das maiores redes de cinema entra em colapso e pode desaparecer em 2025 E uma rede de cinema, muito amada por milhares de cinéfilos, pode estar à beira da extinção em 2025 após pedido de falência diante de algumas adversidades, dando aquela sensação de “o sonho de continuar sendo […]

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Triste notícia para os cinéfilos: Uma das maiores redes de cinema entra em colapso e pode desaparecer em 2025

E uma rede de cinema, muito amada por milhares de cinéfilos, pode estar à beira da extinção em 2025 após pedido de falência diante de algumas adversidades, dando aquela sensação de “o sonho de continuar sendo uma das maiores acabou”.

Trata-se da Cineworld, considerada um colosso global da exibição cinematográfica e segunda maior cadeia de cinemas do mundo.

Mesmo com presença consolidada em países como Estados Unidos, Reino Unido, Irlanda, Israel e diversas nações europeias, infelizmente a empresa entrou em processo de falência.

Mas, a sua derrocada se deu por uma combinação de fatores:

  • Mudanças no comportamento do público;
  • Colapso provocado pela pandemia;
  • Decisões financeiras que levaram a companhia a um nível insustentável de endividamento.

Assim, a equipe de economia do TV Foco, com base em informações do portal O Antagonista, traz abaixo mais detalhes desse colapso e qual deve ser o desfecho dessa grande rede.

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Os cinemas Cineworld existem em diversas localidades do mundo (Foto: Reprodução/The Guardian)

Uma derrocada silenciosa:

O primeiro golpe severo contra a Cineworld veio com a pandemia de COVID-19.

Em março de 2020, a empresa suspendeu as atividades em todos os seus complexos no Reino Unido e nos Estados Unidos.

Inclusive, os cinemas permaneceram fechados por meses e, durante esse período, o mercado de streaming cresceu de forma exponencial:

  • Os grandes estúdios adiaram ou redirecionaram seus lançamentos para plataformas digitais;
  • O hábito do consumidor mudou de forma abrupta.

Com receitas comprometidas e compromissos financeiros acumulados, a Cineworld mergulhou em uma crise de liquidez.

Em setembro de 2022, a empresa entrou com pedido de proteção contra falência (o chamado Chapter 11) nos Estados Unidos.

Na época, o passivo declarado ultrapassava US$ 4,8 bilhões.

A medida buscava preservar as operações enquanto a empresa tentava reestruturar suas dívidas com credores internacionais.

Tentativas de sobrevivência da Cineworld:

Ao longo de 2023, a Cineworld conduziu um processo complexo e global de reestruturação.

Em abril, apresentou um plano para reduzir seu endividamento em quase US$ 4,5 bilhões, captar recursos para manter as atividades e renegociar contratos com locadores e fornecedores.

A Justiça norte-americana aprovou a proposta, que previa também a entrada de novos acionistas e o cancelamento da listagem da empresa na Bolsa de Londres.

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Cineworld chegou a ter uma redução drástica de unidades (Foto: Reprodução/Internet)

A partir de julho de 2023, a Cineworld emergiu oficialmente do processo de falência, sob novo comando executivo.

Eduardo Acuna, ex-presidente da Cinépolis nas Américas, assumiu a presidência do grupo.

A expectativa era de que uma gestão mais enxuta, aliada a investimentos estratégicos em tecnologia e experiência do público, pudesse iniciar a recuperação da empresa.

Redução drástica nas unidades da Cineworld:

O ano de 2024 foi marcado por uma sequência de cortes e ajustes. Em julho, a Cineworld anunciou o fechamento de seis complexos de cinema no Reino Unido, em cidades como:

  • Glasgow;
  • Swindon;
  • Loughborough.

Em outubro, cancelou a abertura prevista de uma nova unidade em Colchester. No fim do ano, mais seis salas foram encerradas, incluindo operações em:

  • Castleford;
  • Leigh;
  • Northampton.

A empresa justificou as decisões como parte de um “reposicionamento operacional necessário”, diante de contratos inviáveis com locadores e baixa rentabilidade de determinadas unidades.

No entanto, o movimento não foi bem recebido por parte dos proprietários de imóveis, que tentaram barrar judicialmente o plano de reestruturação.

Ainda assim, a Justiça britânica validou o processo em setembro de 2024.

Na ocasião, a companhia divulgou nota pública afirmando que a aprovação era “um passo essencial para garantir a sustentabilidade do grupo no Reino Unido e preservar empregos e investimentos no setor de exibição cinematográfica”.

Desde então, não houve novos pronunciamentos de executivos sobre o futuro das operações.

Em que situação está a Cineworld agora?

Em abril de 2025, menos de dois anos após emergir da primeira falência, a Cineworld admitiu que voltava a enfrentar “pressões significativas de liquidez” e estudava novas alternativas para reequilibrar suas finanças.

Entre as possibilidades consideradas está um segundo pedido de proteção judicial nos Estados Unidos.

Até o momento, não houve manifestações públicas da direção da empresa detalhando os planos em curso ou apresentando uma estratégia concreta para evitar o colapso.

Credores e analistas do setor avaliam que, diante do cenário atual e do avanço contínuo das plataformas digitais, a Cineworld pode não resistir até o fim de 2025.

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Cineworld continua ativa mesmo ainda correndo o risco de fechar de vez (Foto: Reprodução/ Internet)

No entanto, as operações continuam ativas, mas sob forte vigilância do mercado, com risco iminente de encerramento em diversos países.

Além disso, Relatórios de agências de classificação de risco (como a S&P Global Ratings em maio de 2025) indicam que, apesar de um primeiro trimestre fraco em 2025 (com receita 13% menor que no ano anterior), a expectativa é que a Cineworld melhore sua performance financeira em 2025 e 2026.

Eles esperam que o fluxo de caixa operacional livre (FOCF) se torne positivo a partir de 2026, com investimentos significativos em 2025 que foram pré-financiados por uma injeção de capital de acionistas em 2024.

Conclusão:

Em suma, a Cineworld não conseguiu se adaptar à velocidade das transformações do mercado e aos efeitos prolongados da pandemia.

Entretanto, mesmo após sair da falência em 2023, a empresa seguiu perdendo fôlego.

Ou seja, sem uma estratégia clara de recuperação e pressionada por dívidas, a rede vive hoje à beira da extinção.

A possível segunda falência, caso confirmada, pode marcar o fim de uma das maiores redes de cinema do planeta. Mas, para saber mais sobre outros bancos e histórias como essa, clique aqui*.

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Bactéria fatal: Retirada de frango n°1 de supermercados em país liga o alerta da ANVISA https://tvfoco.uai.com.br/bacteria-fatal-retirada-frango-n1-liga-alerta-anvisa/ Wed, 25 Jun 2025 10:45:00 +0000 https://www.otvfoco.com.br/?p=2427368 Consumo de frango sob alerta: Surto de bactéria fatal em refeições prontas acende sinal vermelho internacional e liga o alerta da ANVISA O frango é, inquestionavelmente, uma das fontes de proteína mais consumidas no Brasil e no mundo. Seu custo relativamente acessível, versatilidade culinária e perfil nutricional fazem dele presença constante nos lares, restaurantes e […]

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Consumo de frango sob alerta: Surto de bactéria fatal em refeições prontas acende sinal vermelho internacional e liga o alerta da ANVISA

O frango é, inquestionavelmente, uma das fontes de proteína mais consumidas no Brasil e no mundo.

Seu custo relativamente acessível, versatilidade culinária e perfil nutricional fazem dele presença constante nos lares, restaurantes e redes de alimentos prontos.

Peito de frango (Foto: Reprodução/ Internet)
O frango está presente em uma série de pratos (Foto: Reprodução/ Internet)

Justamente por esse protagonismo, é essencial redobrar a atenção diante de qualquer alerta emitido por autoridades sanitárias — e o mais recente envolve uma contaminação grave nos Estados Unidos, o qual acende o alerta até mesmo da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA).

Sendo assim, a partir de informações oficiais, a equipe especializada em economia do TV Foco traz abaixo todos os desdobramentos desse colapso, o qual abala milhares de consumidores.

Produtos afetados

No dia 17 de junho de 2025, a empresa FreshRealm, Inc. iniciou o recolhimento emergencial de refeições prontas de Fettuccine Alfredo com Frango, após investigações conduzidas pela:

  • FDA (Administração de Alimentos e Medicamentos dos EUA);
  • USDA FSIS (Serviço de Inspeção e Segurança Alimentar do Departamento de Agricultura dos EUA); CDC (Centros de Controle e Prevenção de Doenças)
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FDA é a agência fiscalizadora no Estados Unidos (Reprodução: FDA/Divulgação)

Todos eles constataram a contaminação por Listeria monocytogenes, bactéria que pode causar infecção grave, especialmente em gestantes, idosos e imunossuprimidos.

A retirada abrange os seguintes produtos fabricados antes de 17 de junho de 2025, vendidos nas redes Walmart (sob a marca Marketside) e Kroger (sob a marca Home Chef):

  • Marketside Chicken Alfredo Grelhado com Fettuccine 355g – validade até 26/06/2025
  • Marketside Chicken Alfredo Grelhado com Fettuccine 32,8 oz – validade até 27/06/2025
  • Home Chef Chicken Fettuccine Alfredo 12,5 oz – validade até 19/06/2025

Todos os produtos foram fabricados nas unidades da FreshRealm localizadas em San Clemente (Califórnia), Montezuma (Geórgia) e Indianápolis (Indiana).

Além disso, os números dos estabelecimentos afetados identificados nos rótulos são:

  • EST. P-50784;
  • EST. P-47770;
  • EST. P-47718.
Dados do prato a base de frango proibido por suspeita de contaminação (Foto Reprodução/Montagem/Lennita/TV Foco/FDA)
Dados do prato a base de frango proibido por suspeita de contaminação (Foto Reprodução/Montagem/Lennita/TV Foco/FDA)

Impacto do surto

Inclusive, até o dia 18 de junho de 2025, as autoridades norte-americanas contabilizavam:

  • 17 casos confirmados em 13 estados
  • 16 hospitalizações
  • 3 mortes
  • 1 perda fetal ligada a infecção durante a gravidez

Além disso, as investigações indicam que, das 11 pessoas entrevistadas, 7 consumiram refeições pré-cozidas, e 4 confirmaram especificamente a ingestão do Fettuccine Alfredo de Frango.

Por fim, as análises laboratoriais identificaram a mesma cepa de Listeria tanto em uma amostra de produto quanto em pacientes contaminados.

Resposta da empresa

A FreshRealm, Inc. colaborou com as autoridades e emitiu um recall imediato.

Mas, até o momento, a empresa não divulgou um posicionamento detalhado ou defesa pública sobre o ocorrido, tampouco há informações de compensações ou reestruturação dos protocolos internos de segurança alimentar.

No entanto, é bom deixar claro que a marca tem papel relevante no segmento de refeições prontas nos EUA, com presença significativa em redes de grande circulação.

Alerta no Brasil

Dada a possibilidade de importações indiretas, é natural que autarquias nacionais como a ANVISA fiquem em alerta, mesmo porque, trata-se de alertas sanitários internacionais com risco comprovado.

Até a publicação deste texto, não há registros da presença desses produtos nos canais de distribuição nacionais, mas recomenda-se vigilância especialmente em lojas de produtos importados e plataformas de comércio eletrônico.

Quais são os riscos da Listeria?

A Listeria monocytogenes é um patógeno resistente, capaz de se multiplicar mesmo em ambientes refrigerados.

A infecção, conhecida como listeriose, pode se manifestar com sintomas leves como febre, náuseas e dores musculares, mas evolui para:

  • Quadros severos;
  • Meningite;
  • Confusão mental;
  • Até morte.

A infecção em gestantes representa risco altíssimo de aborto, natimorto ou complicações neonatais graves.

Conclusão:

Em suma, o caso da FreshRealm reforça a importância da rastreabilidade, do controle sanitário rigoroso e da transparência na cadeia alimentar.

O consumo de frango contaminado pode ser letal, e falhas no processo de produção e inspeção devem ser tratadas como ameaças sérias à saúde pública.

Enquanto a investigação segue em andamento, o consumidor precisa manter atenção redobrada a rótulos, datas e procedência dos alimentos que consome.

Vigilância salva vidas — e frango mal fiscalizado pode custar caro. Mas, para saber sobre outras histórias e marcas, clique aqui*.

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Plantão URGENTE: Globo derruba programação com notícia devastadora: “Dia mais difícil” https://tvfoco.uai.com.br/plantao-globo-derruba-programacao-com-noticia-devastadora/ Sun, 22 Jun 2025 02:41:09 +0000 https://www.otvfoco.com.br/?p=2424562 A Globo derrubou sua programação às pressas com um plantão urgente de última hora. Os brasileiros ficaram desesperados com a notícia Na noite deste sábado, 21 de junho, a Globo derrubou sua programação às pressas com uma notícia desesperadora. A emissora informou ao vivo para todo o Brasil o início do discurso de Donald Trump, […]

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A Globo derrubou sua programação às pressas com um plantão urgente de última hora. Os brasileiros ficaram desesperados com a notícia

Na noite deste sábado, 21 de junho, a Globo derrubou sua programação às pressas com uma notícia desesperadora. A emissora informou ao vivo para todo o Brasil o início do discurso de Donald Trump, presidente dos Estados Unidos.

Ele se pronunciou após o envolvimento direto dos Estados Unidos no conflito envolvendo o Irã e Israel. Com aval de Donald Trump, eles atacaram três instalações nucleares no Irã. Segundo o presidente, a operação foi bem-sucedida.

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Globo entrou às pressas com plantão urgente (Foto: Reprodução/ Internet)

Em discurso transmitido direto da Casa Branca, Donald Trump classificou os ataques como uma ação de “alta precisão” para destruir a capacidade nuclear iraniana. “Ou haverá paz, ou haverá tragédia para o Irã”, declarou o presidente.

“Todos guardem esses nomes porque foi um ataque de alta precisão com o objetivo de destruir a capacidade nuclear ucraniana para que ele deixe de ser uma ameaça para o mundo. Quebramos as pernas do Irã com o ataque”, disse.

“Trabalhamos para apagar, eliminar. Essa foi a defesa de milhares de pessoas que estão no Oriente Médio e no mundo todo. Ou haverá paz, ou haverá tragédia para o Irã”, declarou o presidente, em mensagem transmitida no plantão da Globo.

Pronunciamento de Donald Trump após ataques contra o Irã (Foto: Reprodução/ Internet)
Pronunciamento de Donald Trump após ataques contra o Irã (Foto: Reprodução/ Internet)

“Esta noite foi de longe a mais difícil… Mas se a paz não vier rapidamente, perseguiremos esses outros alvos com precisão, velocidade e habilidade. A maioria deles pode ser eliminada em questão de minutos”, disse ele, que exaltou o poder do exército dos EUA.

Considerações finais

A Globo cortou sua programação às pressas para transmitir o início do discurso de Donald Trump direto da Casa Branca, nos Estados Unidos. Aliás, o presidente defendeu os bombardeios americanos contra instalações nucleares no Irã. Ele se envolveu diretamente no conflito no oriente entre Israel e o Irã.

Qual a maior emissora de TV do mundo?

Segundo informações do portal Natelinha, a ABC é a maior emissora do mundo. Com sede nos Estados Unidos, a sigla do grupo American Broadcasting Company é referência não só para o público.

Em segundo lugar aparece a Globo. A emissora conquistou o povo brasileiro pelo jornalismo de qualidade, os programas de auditório e, sobretudo, pelas novelas, que prendem o telespectador.

Confira mais notícias sobre a Globo clicando aqui.

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