falência - TV Foco O TV Foco desde 2006 leva as melhores notícias da tv para milhares de brasileiros todos os dias. Tudo sobre tv e famosos, novelas, realities. Tue, 13 Jan 2026 20:37:00 +0000 pt-BR hourly 1 https://statics.otvfoco.com.br/2020/01/cropped-favicon-32x32.png falência - TV Foco 32 32 Falência e dívida de R$2M: Fim de rede de supermercados é informada em Santa Catarina https://tvfoco.uai.com.br/falencia-e-divida-de-r2m-fim-de-rede-de-supermercados-e-informada-em-santa-catarina/ Tue, 13 Jan 2026 21:30:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2536746 Justiça decreta fim de rede de supermercados em Santa Catarina com falência definitiva após rombo milionário Primeiramente, a Justiça de Santa Catarina decretou a falência da rede de supermercados no dia 13 de fevereiro de 2025. A decisão encerrou oficialmente as atividades da empresa, que acumulou um passivo superior a R$ 2 milhões em dívidas.Além […]

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Justiça decreta fim de rede de supermercados em Santa Catarina com falência definitiva após rombo milionário

Primeiramente, a Justiça de Santa Catarina decretou a falência da rede de supermercados no dia 13 de fevereiro de 2025. A decisão encerrou oficialmente as atividades da empresa, que acumulou um passivo superior a R$ 2 milhões em dívidas.
Além disso, o fechamento impactou diretamente o comércio do Oeste catarinense, região onde a marca mantinha unidades em São Miguel do Oeste, Descanso e Iporã do Oeste.
De acordo com o NSC Total, a Vara Regional de Falências de Concórdia concluiu que não havia mais possibilidade de recuperação financeira.

Lojas estavam fechadas e crise já era irreversível

Em seguida, o processo apontou que as lojas da rede já permaneciam fechadas há mais de um ano. A juíza Aline Mendes de Godoy avaliou que a rede de supermercados Acácia não possuía recursos suficientes para retomar as operações.
Com isso, ficou evidenciado que o quadro de insolvência avançou de forma progressiva, sem alternativas viáveis de reversão.

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Acácia teve a sua falência decretada em fevereiro (Reprodução: Internet)

Expansão acelerada levou ao colapso financeiro

Inicialmente, a rede Acácia cresceu rapidamente ao apostar em preços competitivos e em um modelo de expansão agressivo. Essa estratégia garantiu forte adesão de consumidores locais.
No entanto, documentos judiciais indicam que o crescimento foi sustentado por empréstimos bancários recorrentes, usados para capital de giro e compra de mercadorias, comprometendo o equilíbrio financeiro no longo prazo.

Pandemia agravou dívidas e afastou clientes

Posteriormente, fatores externos intensificaram ainda mais a crise. A pandemia de Covid-19 impôs restrições de funcionamento, causou problemas logísticos e gerou escassez de mão de obra.
Como consequência, a rede sofreu uma queda expressiva no faturamento, ampliando o endividamento e acelerando o encerramento das atividades.

Ativos entram em fase de liquidação judicial

Logo após a decretação da falência, o Judiciário nomeou um administrador judicial para conduzir a massa falida. O objetivo é realizar a avaliação e o leilão dos bens, destinando os valores arrecadados ao pagamento das dívidas.
Até o momento, não há cronograma oficial divulgado para o leilão, nem informações detalhadas sobre os ativos disponíveis. Os antigos gestores da rede também não se pronunciaram.

Quais impactos a falência da rede Acácia provoca na economia regional?

Por fim, o encerramento definitivo da empresa gerou efeitos diretos no Oeste de Santa Catarina. A saída da rede do mercado afetou trabalhadores, fornecedores e o comércio local.
Entre os principais reflexos estão a perda de postos de trabalho, a redução do fluxo de consumidores, os prejuízos a fornecedores regionais, a queda na arrecadação de impostos e o aumento de imóveis comerciais desocupados.

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224 lojas fechadas e 22 mil na rua: A falência de rede de supermercados do RJ após 44 anos https://tvfoco.uai.com.br/224-lojas-fechadas-e-22-mil-na-rua-a-falencia-de-rede-de-supermercados-do-rj-apos-44-anos/ Mon, 12 Jan 2026 21:30:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2535336 Fim de rede de supermercados do RJ com 224 lojas fechadas e 22 mil demissões marca falência histórica. Veja todos os detalhes a seguir Após mais de quatro décadas de atuação, a falência de rede de supermercados no RJ se consolidou como uma das mais impactantes do varejo brasileiro. Com isso, o encerramento das atividades […]

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Fim de rede de supermercados do RJ com 224 lojas fechadas e 22 mil demissões marca falência histórica. Veja todos os detalhes a seguir

Após mais de quatro décadas de atuação, a falência de rede de supermercados no RJ se consolidou como uma das mais impactantes do varejo brasileiro. Com isso, o encerramento das atividades resultou em 224 lojas fechadas e cerca de 22 mil demissões, números que, por si só, revelam a dimensão do colapso. Além disso, o episódio marcou profundamente o comércio e o mercado de trabalho no estado.

Durante muitos anos, a empresa manteve forte presença nos bairros do Rio de Janeiro. Entretanto, ao longo do tempo, o cenário econômico mudou de forma gradual e, depois, definitiva. Assim, a antiga solidez da rede deu lugar a um processo contínuo de enfraquecimento financeiro.

Como a rede de supermercado do RJ se tornou referência no varejo brasileiro?

Inicialmente, a trajetória da empresa foi marcada por crescimento acelerado. Fundada em 1955, a Casas da Banha rapidamente ganhou espaço no mercado. Desde então, a estratégia de expansão agressiva possibilitou a abertura de dezenas de unidades em pouco tempo.

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A empresa teve a sua falência decretada em 1999 (Reprodução: Internet)

Além disso, com sede no Rio de Janeiro, a rede alcançou sete estados brasileiros. Consequentemente, no auge das operações, o faturamento anual ultrapassou US$ 700 milhões. Dessa forma, a empresa passou a ser vista como sinônimo de preços acessíveis e grande alcance popular.

O que levou ao início da crise financeira da rede de supermercados?

No entanto, a partir de 1986, a situação começou a mudar. Naquele período, o governo federal lançou planos econômicos, como o Plano Cruzado I e II. Por causa disso, o congelamento de preços afetou diretamente o setor supermercadista.

Como resultado, as margens de lucro caíram de forma significativa. No caso da Casas da Banha, a redução da rentabilidade se tornou constante. Assim, a empresa passou a enfrentar dificuldades financeiras recorrentes, que se agravaram com o passar dos anos.

Por que as medidas adotadas não conseguiram impedir o colapso da empresa?

Diante da crise, a rede tentou reagir. Ainda assim, nenhuma das estratégias adotadas conseguiu reverter o cenário negativo. Ao longo do tempo, diferentes tentativas foram colocadas em prática, mas sem sucesso.

Entre essas medidas, a empresa reduziu drasticamente o número de funcionários, vendeu e devolveu lojas para quitar dívidas e manteve unidades fechadas por longos períodos. Mesmo assim, os prejuízos continuaram se acumulando. Por consequência, o colapso financeiro tornou-se inevitável.

Como aconteceu o encerramento definitivo da rede após 44 anos de atuação?

Por fim, em 1999, a própria empresa solicitou a falência. Após análise, a Justiça aceitou o pedido e decretou oficialmente o fim das atividades. A partir disso, todas as lojas foram lacradas e os últimos funcionários dispensados.

Dessa maneira, o que antes representava tradição e força no varejo fluminense passou a integrar a lista de grandes empresas que não resistiram às transformações econômicas do país.

Quem passou a dominar o setor de supermercados no Brasil após essa falência?

Após a saída da Casas da Banha, o mercado entrou em um processo natural de reorganização. Com o tempo, outras redes assumiram a liderança do setor no Brasil.

Atualmente, o Grupo Carrefour Brasil ocupa o primeiro lugar em faturamento. Logo depois, aparecem Assaí Atacadista, Grupo Mateus, Supermercados BH e GPA, que juntos concentram uma parcela significativa do mercado supermercadista nacional.

Como a falência da rede de supermercados do RJ deixou 224 lojas fechadas e 22 mil demissões?

Em síntese, a falência da Casas da Banha encerrou uma trajetória de 44 anos e provocou 224 lojas fechadas e 22 mil demissões. Além disso, o caso se tornou um exemplo emblemático de como crises econômicas prolongadas, decisões mal calculadas e dificuldade de adaptação conseguem derrubar até mesmo empresas consideradas sólidas por décadas.

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R$ 15 BI em dívidas e falência: O fim de rede de farmácias gigante após 61 anos e 500 lojas https://tvfoco.uai.com.br/r15-bi-em-dividas-falencia-de-rede-de-farmacias-apos-61-anos/ Thu, 08 Jan 2026 23:00:40 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2534167 Rede de farmácias com 61 anos e 500 lojas chega ao fim após acumular R$ 15 bilhões em dívidas. Entenda o que levou à falência As farmácias são o tipo de lojas que todo mundo conhece e frequenta. Elas estão presentes no dia a dia, seja para comprar remédio, produtos de higiene, pegar uma receita […]

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Rede de farmácias com 61 anos e 500 lojas chega ao fim após acumular R$ 15 bilhões em dívidas. Entenda o que levou à falência

As farmácias são o tipo de lojas que todo mundo conhece e frequenta. Elas estão presentes no dia a dia, seja para comprar remédio, produtos de higiene, pegar uma receita ou até mesmo tomar vacinas. Mesmo assim, nem toda rede consegue sobreviver por muito tempo no mercado.

Inclusive, uma gigante do setor, com mais de seis décadas de história, chegou ao fim depois de acumular dívidas bilionárias. Após longos anos na área, uma das maiores redes de farmácias dos Estados Unidos, oficialmente encerrou as atividades.

A Rite Aid encerrou de vez suas atividades após anos de crise financeira. A empresa não conseguiu sair do vermelho e acabou fechando todas as suas lojas. O anúncio oficial da falência e encerramento de todas as operações veio no fim de 2025.

Dívidas altas e muitos processos

A situação da Rite Aid começou a piorar depois que a empresa passou a enfrentar vários processos na Justiça. As ações apontavam envolvimento da rede na crise dos opioides nos Estados Unidos, com acusações de venda inadequada de medicamentos.

Com isso, as dívidas cresceram rápido. De acordo com as informações divulgadas pelo portal NBC News, em 2023, a empresa já acumulava cerca de US$ 3,3 bilhões em débitos, valor que chega perto de R$ 15 bilhões.

Em outubro de 2023, a Rite Aid entrou com pedido de proteção contra falência para tentar reorganizar as contas. A estratégia até ajudou a reduzir parte da dívida e levou ao fechamento de centenas de lojas. Naquele período, a rede ainda tinha cerca de 2.000 unidades. Pouco tempo depois, esse número caiu para aproximadamente 1.250 farmácias em funcionamento.

A empresa saiu do processo de falência em 2024 como uma companhia privada. Ainda assim, a situação continuou complicada. A dívida restante era de cerca de US$ 2,5 bilhões, um valor alto demais para ser sustentado. Vale lembrar que, no auge, a Rite Aid chegou a ter mais de 4.900 lojas espalhadas pelo país.

Fechamento total em 2025

Em maio de 2025 a Rite Aid declarou falência mais uma vez, e em outubro, a rede confirmou o pior cenário. Todas as lojas foram fechadas de forma oficial, encerrando uma história de 61 anos no mercado farmacêutico.

Todas as lojas Rite Aid foram fechadas. Agradecemos aos nossos clientes fiéis pelo apoio ao longo dos anos”, informou a empresa em seu site. Ademais, o canal segue ativo apenas para pedidos de histórico de receitas e vacinas.

Qual a diferença entre falência e recuperação judicial?

Conforme o portal ‘Vem Pra Dome’, ambos os institutos visam a satisfação de dívidas de uma empresa. Contudo, a principal diferença está na continuidade ou não do empreendimento. No caso da recuperação judicial, se ganha tempo para recuperar a capacidade de gerar resultados na empresa.

Por outro lado, na falência, não existe a reestruturação e o negócio acaba fechando as portas. A recuperação judicial visa manter o negócio ativo, gerando empregos e possibilitando que a empresa pague as suas dívidas. Na outra, ocorre o encerramento, sendo considerado irrecuperável.

Confira também mais matérias sobre falência clicando aqui.

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Falência e calote: Fim de empresa fundada nos anos 70 chega durante a era Tarcísio em SP https://tvfoco.uai.com.br/falencia-e-calote-fim-de-empresa-fundada-nos-anos-70-chega-2/ Thu, 08 Jan 2026 16:10:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2534046 Justiça decreta a falência da Editora Três Uma das editoras mais tradicionais do país chegou oficial ao fim. Primeiramente, em 3 de fevereiro de 2025, o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) decretou a falência da Editora Três, empresa fundada nos anos 1970 e responsável por títulos históricos do jornalismo brasileiro, como as revistas […]

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Justiça decreta a falência da Editora Três

Uma das editoras mais tradicionais do país chegou oficial ao fim. Primeiramente, em 3 de fevereiro de 2025, o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) decretou a falência da Editora Três, empresa fundada nos anos 1970 e responsável por títulos históricos do jornalismo brasileiro, como as revistas IstoÉ e IstoÉ Dinheiro.

A decisão ocorreu durante o governo de Tarcísio de Freitas em São Paulo, mas o processo não tem qualquer relação com a atual gestão estadual. A falência reflete exclusivamente a grave crise financeira enfrentada pela empresa ao longo dos últimos anos.

A falência ocorreu por meio do juiz Paulo Furtado de Oliveira Filho, da 2ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais, e e marca o desfecho do segundo pedido de recuperação judicial do Grupo Três.

Recuperação judicial da Editora Três

De acordo com informações do portal CNN, o primeiro pedido de recuperação judicial ocorreu entre 2007 e 2008.

Já em 2020, a editora voltou à Justiça alegando que a nova crise do setor editorial havia comprometido de forma severa sua capacidade de operação.

No entanto, segundo o magistrado, a empresa não cumpriu os termos do plano de recuperação judicial aprovado em 2021.

Credores informaram o descumprimento dos pagamentos, situação confirmada pela administradora judicial responsável pelo caso.

De acordo com a decisão, o TJ-SP chegou a intimar a Editora Três para regularizar as pendências, mas nenhuma comprovação de pagamento ocorreu.

A empresa limitou-se a afirmar que estava “empenhando esforços” para quitar os débitos de forma parcelada.

Falência da Editora Três

O documento judicial ainda destaca que credores trabalhistas ficaram sem receber, agravando o quadro da empresa.

“A Administradora Judicial descreveu de forma detalhada a ausência de pagamento de determinados credores, em especial os credores trabalhistas que não receberam os créditos. Na mesma oportunidade prestou esclarecimentos acerca do descumprimento das obrigações correntes”, afirma a decisão do TJ-SP.

No entanto, mesmo após a última intimação, a editora não apresentou os comprovantes exigidos e apenas reforçou a promessa de tentativa do pagamento.

“Após a derradeira intimação judicial, as Recuperandas não apresentaram os comprovantes de pagamento requeridos pela Administradora Judicial. Pelo contrário, somente ressaltaram que estão envidando esforços para pagar os credores e reiteraram o pedido o encerramento do processo recuperaciona”, conclui.

Desse modo, a Justiça determinou a falência da empresa. Agora, a decisão encerra a trajetória de uma empresa que marcou décadas do jornalismo brasileiro.

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“Impossível continuidade”: Rede de supermercados pede falência após mais de 100 anos https://tvfoco.uai.com.br/rede-de-supermercados-pede-falencia-apos-mais-de-100-anos/ Wed, 07 Jan 2026 22:33:30 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2533736 Rede de supermercados com mais de 100 anos entra com pedido de falência alegando “impossível continuidade” e surpreende Durante décadas, empresas antigas ajudaram a construir a economia do Brasil. Elas geraram empregos, movimentaram cidades e fizeram parte da rotina de muitas famílias. Contudo, para a tristeza do setor supermercadista, uma dessas histórias acabou chegando ao […]

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Rede de supermercados com mais de 100 anos entra com pedido de falência alegando “impossível continuidade” e surpreende

Durante décadas, empresas antigas ajudaram a construir a economia do Brasil. Elas geraram empregos, movimentaram cidades e fizeram parte da rotina de muitas famílias. Contudo, para a tristeza do setor supermercadista, uma dessas histórias acabou chegando ao fim com a falência de uma rede.

O Grupo Breithaupt, criado em 1926 em Jaraguá do Sul, em Santa Catarina, pediu falência após mais de 100 anos de atuação. A informação foi divulgada pelo portal NSC Total e confirma o encerramento de uma trajetória longa no varejo catarinense.

Ao longo dos anos, o grupo cresceu e atuou em várias áreas. Teve supermercados, lojas, home centers de material de construção, lojas de móveis e até shopping. Por muito tempo, o nome Breithaupt foi comum no dia a dia de milhares de pessoas da região.

Expansão e mudanças ao longo dos anos

Mesmo com tantas mudanças no mercado, a empresa conseguiu se manter ativa por décadas. Em 2013, vendeu suas unidades de supermercado para a Cooper. Em 2016, o shopping do grupo passou para o controle do Grupo Tenco. Depois disso, ainda inaugurou um home center em Timbó, em 2015, e abriu uma nova loja em Joinville, em 2018.

Apesar dos esforços, a situação financeira foi piorando. Em setembro de 2025, o grupo entrou com pedido de autofalência. A empresa informou que não tinha mais condições de cumprir o plano de recuperação judicial que havia sido apresentado anteriormente.

As dívidas chegaram a cerca de R$ 35 milhões. Além disso, o grupo acumulava um prejuízo mensal de aproximadamente R$ 165 mil. Dois fundos de investimento chegaram a prometer um aporte de R$ 1,8 milhão, mas o dinheiro nunca entrou em caixa, o que agravou ainda mais a crise.

Pedido de falência e declaração à Justiça

Antes de tomar a decisão final, a empresa tentou várias alternativas. Reduziu gastos, renegociou contratos, vendeu ativos e buscou reconquistar clientes. Mesmo assim, segundo a própria direção, “os efeitos práticos foram insuficientes diante do cenário adverso enfrentado”.

No pedido enviado à Justiça em setembro de 2025, o grupo foi direto ao falar sobre a situação. Em um dos trechos, afirmou: “Admitimos a completa impossibilidade de cumprimento do plano de recuperação judicial e a impossível continuidade das atividades diante de uma inviabilidade econômica, financeira e patrimonial do negócio.”

A empresa explicou que o encerramento das atividades foi uma forma de evitar que as dívidas crescessem ainda mais e de tentar proteger credores, funcionários e parceiros.

Até junho de 2025, o Grupo Breithaupt ainda mantinha apenas três unidades em funcionamento, com 22 funcionários. O faturamento mensal girava em torno de R$ 475 mil, mas as dívidas fora da recuperação judicial cresceram quase 50% nesse período.

No dia 06 de outubro a rede publicou um comunicado oficial nas redes sociais; veja

“Nos últimos anos, enfrentamos grandes desafios econômicos e estruturais, e apesar de todos os esforços para reverter esse cenário, chegamos ao momento em que a decisão mais responsável é o encerramento das atividades.

Essa decisão foi tomada com profundo senso de responsabilidade e transparência, honrando a história e as pessoas que fizeram parte dessa jornada. Agradecemos imensamente a todos os clientes, colaboradores, fornecedores e parceiros que estiveram conosco ao longo de todos esses anos.

O legado construído permanece vivo na lembrança e na contribuição que o Grupo Breithaupt deixa para o setor e para a região.”

Qual a diferença entre falência e recuperação judicial?

Conforme o portal ‘Vem Pra Dome’, ambos os institutos visam a satisfação de dívidas de uma empresa. Contudo, a principal diferença está na continuidade ou não do empreendimento. No caso da recuperação judicial, se ganha tempo para recuperar a capacidade de gerar resultados na empresa.

Por outro lado, na falência, não existe a reestruturação e o negócio acaba fechando as portas. A recuperação judicial visa manter o negócio ativo, gerando empregos e possibilitando que a empresa pague as suas dívidas. Na outra, ocorre o encerramento, sendo considerado irrecuperável.

Confira também mais matérias sobre falência clicando aqui.

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Falência e portas fechadas após 80 anos: O adeus de varejista tradicional em país https://tvfoco.uai.com.br/falencia-apos-80-anos-o-adeus-de-varejista-tradicional-em-pais/ Tue, 06 Jan 2026 23:30:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2533318 Após 80 anos de história, varejista tradicional entra em falência e fecha todas as lojas em país. Confira agora todos os detalhes Depois de mais de oito décadas de história, uma das varejistas mais conhecidas dos Estados Unidos chegou ao fim. A Joann, famosa por vender itens de artesanato, costura e decoração, entrou em falência […]

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Após 80 anos de história, varejista tradicional entra em falência e fecha todas as lojas em país. Confira agora todos os detalhes

Depois de mais de oito décadas de história, uma das varejistas mais conhecidas dos Estados Unidos chegou ao fim. A Joann, famosa por vender itens de artesanato, costura e decoração, entrou em falência e fechou todas as suas lojas no país em 2025.

A marca nasceu em Ohio e, por muitos anos, foi referência para costureiras, artesãos e profissionais da área. Contudo, segundo o portal EMFoco, a empresa não resistiu ao mau tempo e mudança no mercado e acabou fechando as portas e tendo a sua falência declarada.

As compras pela internet cresceram, os hábitos dos consumidores ficaram diferentes e as lojas físicas começaram a perder força. A Joann não conseguiu acompanhar esse ritmo e passou a enfrentar sérios problemas financeiros, que se acumularam ao longo dos anos.

Recuperação judicial e falência

Em janeiro de 2025 a empresa pediu recuperação judicial pela segunda vez em menos de um ano. No começo, o plano era fechar parte das unidades e tentar salvar o restante. Porém, isso não deu certo. A venda da rede para um grupo especializado em liquidação levou ao encerramento total das atividades.

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Falência da tradicional varejista de tecidos e artesanato Joann (Foto: Reprodução)

No total, mais de 800 lojas fecharam as portas em todo o país. Só até o fim de maio de 2025, cerca de 440 unidades já tinham encerrado o atendimento ao público. Para se livrar do estoque, a empresa anunciou promoções com descontos que chegaram a 90%, atraindo consumidores pelo preços muito baixos.

Mas afinal, por que a Joann quebrou?

Conforme a fonte, a resposta passa por uma crise maior no varejo. A pandemia acelerou o uso das compras online e muita gente deixou de frequentar lojas físicas. Além disso, empresas mais antigas tiveram dificuldade para se adaptar às novas tecnologias e às exigências do mundo digital.

No caso da Joann, faltou uma estratégia clara para unir o físico com o online. A dependência quase total das lojas presenciais acabou pesando, e o resultado foi a falência

Qual a diferença entre falência e recuperação judicial?

Conforme o portal ‘Vem Pra Dome’, ambos os institutos visam a satisfação de dívidas de uma empresa. Contudo, a principal diferença está na continuidade ou não do empreendimento. No caso da recuperação judicial, se ganha tempo para recuperar a capacidade de gerar resultados na empresa.

Por outro lado, na falência, não existe a reestruturação e o negócio acaba fechando as portas. A recuperação judicial visa manter o negócio ativo, gerando empregos e possibilitando que a empresa pague as suas dívidas. Na outra, ocorre o encerramento, sendo considerado irrecuperável.

Confira também mais matérias sobre falência clicando aqui.

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Time tradicional tem falência decretada por dívida milionária após 114 anos de história https://tvfoco.uai.com.br/time-tradicional-tem-falencia-decretada-por-divida-apos-114-anos/ Tue, 06 Jan 2026 20:00:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2533223 Saiba mais sobre um time tradicional que teve falência decretada após 114 anos de história por conta de dívida absurda Na tarde desta terça-feira (06), o TV Foco traz mais informações sobre a falência de um time de futebol tradicional que deixou os torcedores tristes após o fim. Para quem não sabe, estamos falando do […]

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Saiba mais sobre um time tradicional que teve falência decretada após 114 anos de história por conta de dívida absurda

Na tarde desta terça-feira (06), o TV Foco traz mais informações sobre a falência de um time de futebol tradicional que deixou os torcedores tristes após o fim.

Para quem não sabe, estamos falando do clube Brescia Calcio, time italiano fundado em 1911, que teve a falência decretada oficialmente no dia 9 de julho de 2025. Ou seja, o clube chegou ao fim após 114 anos de história.

Segundo informações divulgadas pelo GE, site da Globo, o Brescia Calcio estava com uma dívida milionária de 3 milhões de euros, ou seja, dá cerca de R$19 milhões convertendo.

Vale destacar que o colapso financeiro impede que o clube se registre para disputar a Série C italiana na temporada de 2025-2026, afinal, isso pode resultar em expulsão do futebol profissional do país.

No último ano, o time tradicional estava atuando pela série C do campeonato italiano, porém, com os problemas econômicos fora de campo, atingiu diretamente os jogadores que acabaram tendo um desempenho insuficiente em campo.

Mais sobre a falência do time tradicional da Itália

Em suma, a crise vivida pelo clube se agravou quando o Brescia recebeu punição de 4 pontos por irregularidades financeiras, fator que acabou culminando ao rebaixamento à 3° divisão.

Na época, Massimo Cellino estava administrando o clube e fex com que o clube falhasse em cumprir os requisitos para participar da temporada.

Vale destacar que a falência afetou milhares de torcedores da região de Lombardia, onde o clube estava localizado, na região da Itália.

Até o momento, a situação do clube reflete um contexto mais amplo de dificuldades financeiras no futebol italiano. 

Vale informar, inclusive, que de acordo com o site ‘Poder 360’, o SPAL, outro time italiano, também passa por dificuldades financeiras. Além disso, ele não vai participar da Série C nesta temporada, mesmo recebendo investimentos de 50 milhões de euros nos últimos 4 anos.

Quais jogadores famosos e reconhecidos já jogaram no Brescia?

O TV Foco separou 10 jogadores de futebol que já passaram pelo clube que decretou falência recentemente. Segue a lista;

  • Pirlo (Revelado pelo clube em 1994/1995)
  • Guardiola (Passagem em 2001/2002 e 2002/2003)
  • Roberto Baggio (Jogou de 2000 à 2001)
  • Branco (1986 a 1988)
  • Luca Toni (Ficou de 2001 a 2002)
  • Hagi (1992 a 1994)
  • Di Biagio (2003/2004 e também 2005/2006)
  • Appiah (Jogou de 2002 a 2003)
  • Bonera (1999 a 2000)
  • Altobelli (Jou 3 temporadas nos anos 70 e encerrou a carreira em 1989 no clube)

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Falência e paralisação de atividades: Padaria tradicional dá adeus e clientes choram https://tvfoco.uai.com.br/falencia-e-paralisacao-de-atividades-padaria-tradicional-da-adeus/ Mon, 05 Jan 2026 22:45:09 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2532894 Padaria tradicional anuncia falência e paralisação das atividades. Encerramento comove clientes e marca o fim de uma história Uma das padarias mais conhecidas de Santa Catarina paralisou as atividades e deu adeus ao mercado. Após anos de história, o Grupo Bokitu’s teve a falência decretada pela Justiça e teve que fechar as portas, deixando clientes […]

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Padaria tradicional anuncia falência e paralisação das atividades. Encerramento comove clientes e marca o fim de uma história

Uma das padarias mais conhecidas de Santa Catarina paralisou as atividades e deu adeus ao mercado. Após anos de história, o Grupo Bokitu’s teve a falência decretada pela Justiça e teve que fechar as portas, deixando clientes antigos sem acreditar no fim da marca.

A decisão veio da Vara Regional de Falências e Recuperações Judiciais de Concórdia, no oeste catarinense. O grupo já tentava se recuperar na Justiça, mas não conseguiu sair da crise. Com isso, a falência foi confirmada e a tentativa de salvar a empresa chegou ao fim.

O Grupo Bokitu’s reunia padarias muito populares na região, como Bokitu’s Padaria, GBA Indústria, Padaria Mecília, Padaria Pinherus e Panificadora Hellô. Para muita gente, esses locais faziam parte do dia a dia, no café da manhã ou no lanche da tarde.

Recuperação judicial e paralisação das atividades

Conforme o portal O Povo, a recuperação judicial tinha sido aceita em março de 2023. Desde então, houve reuniões, relatórios e várias tentativas de reorganizar as contas. Mesmo assim, a Justiça entendeu que a empresa já não tinha mais condições de continuar, nem chances reais de se reerguer.

Na decisão, o juiz deixou claro que não existia mais atividade econômica suficiente para manter o grupo vivo. Por isso, a recuperação perdeu o sentido e acabou sendo transformada em falência.

Considerando o conjunto de provas apresentadas nos autos, fica claro que a recuperação judicial do Grupo Bokitu’s perdeu seu propósito, já que não há mais atividade econômica a ser preservada nem qualquer perspectiva real de retomada”, assim, afirmou a Vara Regional de Falências e Recuperações Judiciais de Concórdia.

Durante o processo, também acabou sendo citada a empresa Albatroz Investimento e Participação Empresarial, que havia assumido o controle do grupo. Ademais, vale ressaltar que até o momento, não foram encontrados pronunciamentos nem do Grupo Bokitu’s, nem da Albatroz.

Ademais, vale destacar que uma unidade próxima ao SESC de Concórdia ainda segue funcionando, a Bokitu’s Alimentos Indústria. Conforme apurado, desde o dia 21 de março de 2025, o perfil da loja no Instagram não mantém mais atividades. Mas, no Google, indica o funcionamento de segunda a sexta.

Falência

Bom, com a falência decretada, houve o início da liquidação. Isso significa que os bens e ativos do grupo serão avaliados e vendidos para pagar dívidas com credores e fornecedores. Um administrador judicial fica responsável por acompanhar todo esse processo, incluindo possíveis leilões de unidades e equipamentos.

Qual a diferença entre falência e recuperação judicial?

Conforme o portal ‘Vem Pra Dome’, ambos os institutos visam a satisfação de dívidas de uma empresa. Contudo, a principal diferença está na continuidade ou não do empreendimento. No caso da recuperação judicial, se ganha tempo para recuperar a capacidade de gerar resultados na empresa.

Por outro lado, na falência, não existe a reestruturação e o negócio acaba fechando as portas. A recuperação judicial visa manter o negócio ativo, gerando empregos e possibilitando que a empresa pague as suas dívidas. Na outra, ocorre o encerramento, sendo considerado irrecuperável.

Confira também mais matérias sobre falência clicando aqui.

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Falência e adeus ao Shopping Tatuapé em SP: O fim de rede popular no Brasil e tristeza de clientes https://tvfoco.uai.com.br/falencia-e-adeus-ao-shopping-tatuape-em-sp-o-fim-de-rede/ Thu, 01 Jan 2026 18:35:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2531604 Justiça decretou a falência da tradicional rede popular Saraiva em 2023 No dia 06 de outubro de 2023, a Justiça de São Paulo decretou a falência da tradicional rede de livrarias Saraiva. A decisão partiu da 2ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais da capital e marcou o encerramento definitivo de uma história centenária no […]

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No dia 06 de outubro de 2023, a Justiça de São Paulo decretou a falência da tradicional rede de livrarias Saraiva.

A decisão partiu da 2ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais da capital e marcou o encerramento definitivo de uma história centenária no varejo brasileiro, incluindo a saída definitiva de unidades emblemáticas, como a do Shopping Tatuapé, na Zona Leste de São Paulo.

De acordo com informações do portal Metrópoles, o pedido de falência foi feito pela própria empresa, que já estava em recuperação judicial havia cinco anos.

A Saraiva acumulou uma dívida de aproximadamente R$ 675 milhões, envolvendo mais de mil credores, segundo o processo.

Na época, a empresa reconheceu oficialmente que não conseguiu reunir condições financeiras para cumprir a recuperação judicial e quitar suas dívidas.

Desse modo, a Justiça considerou inviável a continuidade de suas atividades.

Na decisão, o juiz Paulo Furtado de Oliveira Filho assinalou o “descumprimento do plano de recuperação judicial”” “.

Além disso, o juiz determinou a “suspensão de ações e execuções contra a falida e a apresentação da relação de credores”.

“Embora formulado o pedido de autofalência, com a alegada apresentação de documentos exigidos pelo artigo 105 da Lei 11.101/2005 e o cumprimento dos demais requisitos legais, nos autos já há notícia de descumprimento do plano, o que determina, independentemente da vontade das devedoras, por força do artigo 73, IV, a convolação (conversão) da recuperação em falência”, anotou o juiz.

Fim de uma história

A falência encerra a trajetória de uma das marcas mais conhecidas do setor editorial no Brasil. Fundada em 13 de dezembro de 1914, por Joaquim Inácio da Fonseca Saraiva.

A livraria chegou a operar mais de 100 lojas em todo o país e se tornou referência para gerações de leitores.

Em 2018, no início de sua recuperação judicial, a Saraiva mantinha 85 unidades distribuídas em 17 estados.

No entanto, nos últimos anos, a empresa iniciou o fechamento em massa de suas lojas físicas.

O fim ocorreu especialmente em shoppings centers, como o Shopping Tatuapé, Center Norte, Cuiabá e mais.

Falência

Com a falência decretada, o administrador judicial será responsável por vender os bens da empresa e distribuir os recursos arrecadados entre os credores.

A lei estabelece prioridade para o pagamento de dívidas trabalhistas e tributárias.

Por fim, para muitos clientes, o fechamento definitivo das lojas representa mais do que o fim de um ponto comercial: simboliza a perda de um espaço cultural que marcou época no varejo brasileiro.

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Fim de rede de supermercado no RJ: 224 lojas fechadas e 22 mil demissões selam falência histórica https://tvfoco.uai.com.br/fim-de-rede-de-supermercado-no-rj-224-lojas-fechadas-e-22-mil-demissoes-selam-falencia-historica/ Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2531391 Após 44 anos de atuação, rede de supermercado no RJ encerrou atividades e abalou o varejo com lojas fechadas e demissões Com forte presença no Rio de Janeiro, a empresa se consolidou como uma das maiores rede de supermercado. No entanto, ao longo dos anos, o cenário mudou de forma gradual e, depois, irreversível para […]

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Após 44 anos de atuação, rede de supermercado no RJ encerrou atividades e abalou o varejo com lojas fechadas e demissões

Com forte presença no Rio de Janeiro, a empresa se consolidou como uma das maiores rede de supermercado. No entanto, ao longo dos anos, o cenário mudou de forma gradual e, depois, irreversível para essa rede de supermercado.

Por isso, após 44 anos de história, a rede de supermercado encerrou oficialmente suas atividades. Como resultado direto, 224 lojas fecharam e cerca de 22 mil trabalhadores perderam o emprego, o que provocou um impacto expressivo no comércio nacional.

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Supermercados Casas da Banha (Foto: Reprodução)

Como a Casas da Banha virou referência no varejo?

Inicialmente, a trajetória da empresa seguiu marcada por crescimento acelerado. Fundada em 1955 pelo empresário Climério Veloso, a Casas da Banha conquistou espaço rapidamente no mercado brasileiro.

Com sede no Rio de Janeiro, a rede expandiu suas operações e, em pouco tempo, passou a atuar em sete estados brasileiros. Além disso, no auge, alcançou faturamento anual superior a US$ 700 milhões, o que reforçou sua imagem como sinônimo de preços acessíveis e grande alcance popular.

O início da crise financeira da rede

Entretanto, a partir de 1986, o cenário começou a se deteriorar. Naquele momento, o governo federal lançou planos econômicos, como o Plano Cruzado I e II, que impuseram o congelamento de preços em todo o país.

Como consequência, o setor supermercadista sofreu impactos imediatos. No caso da Casas da Banha, a rentabilidade caiu de forma acentuada. Com isso, a empresa passou a enfrentar dificuldades financeiras constantes, que se intensificaram nos anos seguintes.

Medidas adotadas não conseguiram conter a queda

Diante da crise, a rede tentou reagir. Ainda assim, nenhuma das estratégias adotadas conseguiu reverter o cenário negativo.

Ao longo do tempo, a empresa precisou:

  • Reduzir o quadro de funcionários para cerca de 9 mil trabalhadores em 1991
  • Vender e devolver diversas lojas para quitar dívidas acumuladas
  • Manter unidades fechadas por tempo indeterminado
  • Promover reestruturações internas que não surtiram efeito

Mesmo com essas tentativas, a situação financeira continuou se agravando. Dessa forma, o colapso tornou-se inevitável.

Falência decretada e encerramento definitivo

Por fim, em 1999, a própria empresa solicitou a falência. A Justiça aceitou o pedido e decretou oficialmente o fim da Casas da Banha.

A decisão partiu do juiz Luiz Felipe Salomão, da 2ª Vara de Falências e Concordatas. Assim, as autoridades lacraram todas as lojas e dispensaram os últimos funcionários, encerrando definitivamente as operações da rede.

O que antes simbolizava tradição e força no varejo fluminense passou, então, a integrar a lista de grandes empresas que não resistiram às transformações econômicas do país.

Quem domina o setor de supermercados atualmente?

Após a saída da Casas da Banha, o mercado passou por uma reorganização natural. Atualmente, outras redes assumem a liderança do setor no Brasil.

Hoje, o maior grupo supermercadista do país é o Grupo Carrefour, que registrou faturamento de R$ 120,6 bilhões em 2024.

Segundo o ranking mais recente da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), o top 5 inclui:

  • Grupo Carrefour Brasil – R$ 120,6 bilhões
  • Assaí Atacadista – R$ 80,6 bilhões
  • Grupo Mateus – R$ 36,4 bilhões
  • Supermercados BH – R$ 21,3 bilhões
  • GPA (Grupo Pão de Açúcar) – R$ 20,0 bilhões

Como foi o fim da Casas da Banha?

Em síntese, a falência da Casas da Banha marcou o encerramento de um dos maiores impérios do varejo brasileiro. Além de colocar fim a uma trajetória de 44 anos, o fechamento resultou em 224 lojas fechadas e 22 mil demissões, deixando um impacto profundo no setor.

Assim, o caso se tornou um exemplo emblemático de como mudanças econômicas, falta de adaptação e crises prolongadas conseguem derrubar até mesmo empresas consideradas sólidas por décadas.

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