Operadora de celular - TV Foco O TV Foco desde 2006 leva as melhores notícias da tv para milhares de brasileiros todos os dias. Tudo sobre tv e famosos, novelas, realities. Tue, 30 Dec 2025 22:26:35 +0000 pt-BR hourly 1 https://statics.otvfoco.com.br/2020/01/cropped-favicon-32x32.png Operadora de celular - TV Foco 32 32 Anatel ciente: Vivo abre 2026 com fim de serviço popular no Brasil https://tvfoco.uai.com.br/vivo-abre-2026-com-fim-de-servico-popular-no-brasil/ Sun, 04 Jan 2026 15:00:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2530503 Serviço popular da Vivo chega oficialmente ao fim para a surpresa de milhares de clientes e operadora começa o ano surpreendendo a todos os clientes Em 31 de dezembro, a operadora Vivo comunicou à Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) que estava encerrando o regime de concessão do Serviço Telefônico Fixo Comutado, conhecido como telefonia fixa […]

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Em 31 de dezembro, a operadora Vivo comunicou à Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) que estava encerrando o regime de concessão do Serviço Telefônico Fixo Comutado, conhecido como telefonia fixa tradicional.

Com a ascensão da tecnologia, os smartphones ganharam espaço e o foco passou a ser o uso de chip. Aliás, as pessoas hoje só usam chip para ter um número para se conectar a aplicativos.

Afinal, hoje em dia se pode fazer ligações através de aplicativos como o WhatsApp, sendo assim, acaba que não é mais tão usado a ligação direto via chip. Mas, é um serviço que a Vivo usa e decidiu apenas mudar o regime.

Segundo o site Poder 360, a Vivo deixou de operar o telefone fixo sob regime público e com isso, passa a atuar integralmente sob regime privado. Nesse modelos, as empresas têm maior liberdade comercial e regulatória.

Como isso afeta os clientes da Vivo na prática?

Na prática, para os clientes não muda nada. Afinal, é uma mudança que relação apenas com a Vivo e seu regime com o serviço. Em resumo:

  • O telefone fixo continua funcionando normalmente;
  • Não teve desligamento automático em 31 de dezembro;
  • Contratos ativos seguem válidos.

Mas, os clientes podem esperar coisas boas. Afinal, a Vivo se comprometeu a investir R$ 4,5 bilhões em infraestrutura de telecomunicações. Dessa maneira, irá modernizar ainda mais seu serviço.

No investimento que a operadora fará, teremos a construção de redes de transporte de fibra óptica em 121 municípios, além do monitoramento da expansão da rede móvel em 649 localidades.

E a Vivo prometeu manter o serviço de telefonia fixa até 2028 em 373 municípios onde não há concorrência, pois, o foco será garantir o serviço onde não existe alternativa no mercado.

O CEO da Vivo, Christian Gebara, explicou ao Correio do Estado que esses investimentos englobam tanto despesas operacionais (opex) quanto de capital (capex):

“Temos compromissos de investimento em 5, 10 e até 20 anos, incluindo cobertura móvel, ‘backhaul’ de fibra e continuidade do serviço onde somos a única operadora”.

Qual a maior operadora do Brasil?

Atualmente, a Vivo tem o posto de maior operadora móvel do Brasil, seguida pela TIM. As companhias regionais também registraram crescimento acelerado e mostram uma boa estabilidade no mercado.

ALÉM DISSO, VEJA TAMBÉM ESSA NOTÍCIA QUE ACERTA A VIVO

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Fim do chip? Vivo, TIM e Claro colocam substituto em vigor no Brasil https://tvfoco.uai.com.br/fim-do-chip-decreto-faz-claro-tim-e-vivo-colocarem-substituto-em-vigor-as-pressas-no-brasil/ Tue, 30 Dec 2025 23:00:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2531062 Mudança acelera adoção do eSIM e fim do chip, impactando milhões de usuários da Claro, Tim e Vivo às pressas no país As grandes operadoras de telefonia móvel do Brasil entraram em alerta máximo após um decreto que acelerou a substituição do chip físico tradicional. Diante do novo cenário, empresas como Claro, Tim e Vivo […]

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Mudança acelera adoção do eSIM e fim do chip, impactando milhões de usuários da Claro, Tim e Vivo às pressas no país

As grandes operadoras de telefonia móvel do Brasil entraram em alerta máximo após um decreto que acelerou a substituição do chip físico tradicional. Diante do novo cenário, empresas como Claro, Tim e Vivocolocam em prática a adoção de uma alternativa digital que promete mudar a forma como os brasileiros se conectam.

Atualmente, milhões de consumidores ainda utilizam o SIM Card físico para acessar redes móveis. No entanto, essa tecnologia avança rapidamente para a obsolescência, abrindo espaço para um modelo mais moderno, prático e integrado.

Nesse contexto, conforme apurado pelo TV Foco, as operadoras passaram a intensificar a implementação do eSIM, considerado o substituto oficial do chip tradicional.

O que é o eSIM e por que ele substitui o chip físico?

O eSIM (Embedded SIM) funciona como uma versão digital do cartão SIM. Diferentemente do modelo físico, ele já vem embutido no aparelho, dispensando a necessidade de inserir ou trocar chips.

Na prática, o usuário ativa a linha diretamente pelo sistema do celular, podendo escolher operadoras como Vivo, Claro ou Tim sem manusear nenhum componente físico. Além disso, o eSIM mantém todas as funções do chip convencional, como chamadas, internet e mensagens.

Outro ponto relevante é a possibilidade de usar mais de uma linha no mesmo dispositivo, inclusive de operadoras diferentes, o que amplia a flexibilidade para o consumidor.

Claro, Tim e Vivo aceleram adaptação à nova tecnologia

A mudança não ocorre por acaso. Um estudo recente da Juniper Research aponta que o uso do chip físico segue em queda, enquanto o eSIM cresce de forma acelerada no mercado global.

Atualmente, mais de 1,2 bilhão de linhas já utilizam essa tecnologia. A expectativa é que esse número aumente nos próximos anos, superando com folga os dados registrados em 2021.

Diante disso, operadoras como Claro, Tim e Vivo intensificam ajustes em seus serviços para atender à demanda crescente, garantindo compatibilidade, segurança e expansão da tecnologia no Brasil.

Muito além dos celulares

Embora o uso em smartphones e tablets seja o mais conhecido, o eSIM também permite conectar outros dispositivos. Entre eles, estão relógios inteligentes, carros conectados e até eletrodomésticos inteligentes, como geladeiras e sistemas residenciais.

Atualmente, a tecnologia aparece com mais força em aparelhos vendidos nos Estados Unidos, mas já se expande rapidamente pela Europa e Ásia. No Brasil, a tendência é de crescimento acelerado nos próximos meses, com mais fabricantes e operadoras aderindo ao modelo.

O que muda para o consumidor?

Em resumo:

  • o chip físico perde espaço
  • o eSIM elimina a necessidade de troca manual
  • o usuário pode ativar múltiplas operadoras no mesmo aparelho
  • a conectividade se torna mais prática e integrada

Com isso, a experiência do consumidor tende a ficar mais simples, rápida e alinhada às novas tecnologias.

Qual a operadora mais utilizada no Brasil?

Segundo dados da Anatel, a Vivo lidera o número de assinantes de serviços de telecomunicações no país. Em seguida aparecem a Claro e a Tim.

Apesar disso, a Claro ocupa o posto de maior operadora da América Latina, com cerca de 71,8 milhões de clientes no Brasil, consolidando sua força no setor.

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Você sabia? Claro comprou operadora rival no Brasil por R$3,7B e marca não existe mais hoje https://tvfoco.uai.com.br/voce-sabia-claro-comprou-operadora-rival-no-brasil-por-r37b/ Mon, 29 Dec 2025 20:45:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2530459 Pouca gente lembra, mas a Claro adquiriu uma operadora concorrente no Brasil por R$ 3,7 bilhões e o nome da empresa não existe mais A Claro concluiu em 2019 uma das operações mais relevantes do setor de telecomunicações ao comprar a Nextel Brasil por cerca de R$ 3,47 bilhões. Desde o início, a negociação envolveu […]

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Pouca gente lembra, mas a Claro adquiriu uma operadora concorrente no Brasil por R$ 3,7 bilhões e o nome da empresa não existe mais

A Claro concluiu em 2019 uma das operações mais relevantes do setor de telecomunicações ao comprar a Nextel Brasil por cerca de R$ 3,47 bilhões. Desde o início, a negociação envolveu a América Móvil, controladora da Claro, e marcou uma mudança profunda no mercado móvel.

Além disso, o acordo incluiu 100% das ações da Nextel, então controlada por grupos estrangeiros. Como resultado, a Claro avançou para ampliar presença em regiões estratégicas, especialmente grandes centros urbanos. Assim, a aquisição ganhou destaque imediato entre analistas e concorrentes.

Vivo lidera o ranking de chips ativos no Brasil (Foto: Divulgação)
Vivo lidera o ranking de chips ativos no Brasil (Foto: Divulgação)

Naquele momento, a Nextel mantinha aproximadamente 3,3 milhões de clientes ativos no Brasil. Principalmente, a operadora concentrava sua base em São Paulo e no Rio de Janeiro. Além disso, a empresa enfrentava dificuldades financeiras e operacionais.

Por isso, a venda apareceu como uma solução viável para manter serviços e ativos em funcionamento. Ao mesmo tempo, a Claro enxergou a chance de incorporar frequências e clientes. Dessa forma, a negociação avançou rapidamente após o anúncio oficial.

Após o comunicado público, o negócio seguiu para avaliação dos órgãos reguladores. Primeiro, a Anatel analisou impactos técnicos e concorrenciais. Depois, o Cade avaliou possíveis riscos à concorrência no setor.

Ainda assim, os órgãos aprovaram a compra sem impor restrições relevantes. Com isso, a operação foi concluída no final de 2019. Logo depois, a Claro iniciou o processo de integração das operações e das equipes.

O que aconteceu com a operadora Nextel?

Com a conclusão da compra, a Nextel deixou de existir como empresa independente no Brasil. Em seguida, a Claro começou a migrar clientes para sua própria infraestrutura. Além disso, a operadora passou a adaptar planos e serviços para seu portfólio.

Aos poucos, os consumidores perceberam mudanças na rede e no atendimento. Assim, a antiga estrutura da Nextel foi incorporada ao sistema nacional da Claro.

A marca Nextel também entrou em processo de descontinuação. Inicialmente, a Claro lançou a marca Claro nxt como transição. Depois, a empresa reforçou sua estratégia de manter uma identidade única em todos os serviços.

Por isso, a marca Nextel saiu gradualmente do mercado. Ao mesmo tempo, os planos antigos foram convertidos para opções como Claro Controle e Claro Flex. Dessa maneira, a identidade visual e comercial mudou por completo.

Hoje, a marca Nextel não existe mais no Brasil. Todo o legado da operadora está integrado à Claro. Assim, serviços, clientes e ativos funcionam sob a estrutura da compradora.

Por fim, a aquisição encerrou um ciclo histórico no setor móvel brasileiro. Ao mesmo tempo, consolidou a estratégia de crescimento da Claro no país.

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Dívida de R$100M e falência: Qual operadora de celular chegou ao fim por calote na ANATEL? https://tvfoco.uai.com.br/falencia-operadora-de-celular-chega-ao-fim-por-calote-na-anatel/ Wed, 22 Oct 2025 00:30:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2500839 Colapso milionário atinge operadora de celular que mergulha em dívida com a Anatel e deixa o mercado em alerta após falência inesperada A operadora Aeiou nasceu em 2008 como um sopro de ousadia no mercado de telefonia móvel. Era pequena, diferente, barulhenta na promessa e silenciosa na estrutura. A empresa, controlada pela Unicel Telecomunicações, recebeu […]

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Colapso milionário atinge operadora de celular que mergulha em dívida com a Anatel e deixa o mercado em alerta após falência inesperada

A operadora Aeiou nasceu em 2008 como um sopro de ousadia no mercado de telefonia móvel. Era pequena, diferente, barulhenta na promessa e silenciosa na estrutura. A empresa, controlada pela Unicel Telecomunicações, recebeu autorização da ANATEL para operar em São Paulo e mais 63 municípios.

Porém, a ideia era simples, mas ambiciosa: oferecer um serviço mais barato, direto e próximo das pessoas, com tarifas reduzidas e atendimento digital. No papel, tudo parecia promissor. O cenário indicava que a chegada da Aeiou poderia incomodar gigantes como Vivo e Claro.

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Operadora Aeiou (Foto: Reprodução – Internet)

Nos primeiros meses, o entusiasmo ainda existia. A empresa investiu em marketing, falou em expansão e chegou a anunciar a intenção de levar seus serviços a outras capitais. Mas a realidade logo cobrou. As reclamações cresceram, os clientes se irritaram e o suporte não deu conta.

No entanto, em 2009, o índice de desempenho de atendimento da Aeiou ficou em 80,5, um dos piores do país, segundo dados da ANATEL e do Infomoney. A insatisfação dos consumidores se espalhou e a confiança começou a ruir. Era o primeiro sinal de que o castelo tinha alicerces frágeis.

Porém, a estrutura financeira não aguentou a pressão. A empresa começou a atrasar pagamentos, inclusive aqueles devidos à própria ANATEL. Aos poucos, os números saíram do controle. Quando se deu conta, a Unicel já devia mais de R$ 100 milhões ao órgão regulador.

O caso virou notícia no Valor Econômico e chocou o setor. Uma operadora que mal tinha alguns milhares de clientes desaparecia deixando uma dívida milionária e uma longa lista de perguntas sem resposta.

A Aeiou entrou em falência?

A ANATEL tentou contato. Notificou a empresa, cobrou esclarecimentos, mas ninguém respondeu. O órgão classificou a situação como de “local incerto e não sabido”. A operadora simplesmente sumiu. Os clientes, confusos, ficaram sem sinal, sem atendimento e sem qualquer compensação. Muitos relataram que as linhas deixaram de funcionar de um dia para o outro. Era como se a Aeiou nunca tivesse existido.

A falência foi inevitável. A participação da empresa no mercado brasileiro de telefonia móvel nunca passou de 0,007%. Quando tudo desabou, restavam cerca de 14 mil clientes ativos. Um número ínfimo diante dos milhões das concorrentes.

Por fim, para o consumidor, ficou a sensação de abandono. Nenhum comunicado oficial, nenhuma explicação clara. A ANATEL precisou intervir para garantir que os usuários não ficassem totalmente desamparados. Mas o estrago já estava feito. O nome Aeiou passou a ser lembrado apenas como sinônimo de falência e má gestão.

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Falência e calote de R$100M na ANATEL trazem fim de operadora de celular nº1 em SP https://tvfoco.uai.com.br/falencia-e-calote-na-anatel-o-fim-de-operadora-de-celular-em-sp/ Sat, 17 May 2025 23:00:00 +0000 https://www.otvfoco.com.br/?p=2386771 Grande operadora aclamada de celular, muito popular em São Paulo, sai de cena após calote de R$ 100 milhões na ANATEL (Agência Nacional de Telecomunicações) e falência A operadora de celular Aeiou, que operava em massa no Estado de São Paulo, chegou ao fim há alguns anos. Mas, o que poucos sabem é que isso […]

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A operadora de celular Aeiou, que operava em massa no Estado de São Paulo, chegou ao fim há alguns anos. Mas, o que poucos sabem é que isso ocorreu em meio a calote na ANATEL e falência.

Hoje no Brasil, há grandes operadoras como TIM, Vivo e Claro, fora algumas outras de menor de expressão. Mas, ao longo da história, existiram muitas outras e podemos destacar a Aeiou.

Ela tinha permissão para operar na cidade de São Paulo e em mais 63 municípios do estado paulista. Então, esteve entre as queridinhas da região por um tempo.

Mas, o time de especialistas em operadoras do TV Foco, a partir de informações coletadas do site UOL, traz agora os bastidores do fim da Aeiou após um calote milionário na ANATEL.

O FIM DA OPERADORA AEIOU

  • Ela começou a operar em 2008;
  • Mas, pouco tempo depois, saiu de cena;
  • Além disso, deixou dívidas de R$ 100 milhões;
  • Fez parte da vida de muitos paulistas.

CALOTE NA ANATEL E FALÊNCIA

Ela iniciou suas atividades a partir de 8 de setembro de 2008. Então, para ganhar a atenção do público e novos clientes, fez um filme no YouTube com personagens virais. A propaganda deu certo.

Dessa maneira, ela se tornou conhecida e logo ganhou adeptos. Mas, o que ninguém sabia era que a gigante não estava muito bem assim. De forma inesperada, ela saiu de cena.

Mas, para trás deixou uma dívida de mais de 100 milhões de reais referentes aos pagamentos de leilões realizadas pela Anatel dentre os anos de 2005-2007.

Dessa maneira, como em uma falência, no ano de 2011 ela desapareceu e deixou para trás o calote para a Anatel. No seu auge, ela teve apenas 22 mil clientes e no fim, tinha 14 mil.

CONCLUSÕES FINAIS

Grande gigante Aeiou, saiu de cena após pouco tempo do seu lançamento e dessa maneira, deixou para trás um calote na Anatel. Hoje, ela é lembrada por parte dos paulistas que contrataram seus serviços.

QUAL A MAIOR OPERADORA EM 5G DO BRASIL?

Atualmente, a maior operadora de celular do Brasil, em termos de número de assinantes 5G, é a Claro, que lidera com 10,38 milhões de acessos. A Vivo vem logo atrás, com 10,36 milhões de assinantes.

ALÉM DISSO, VEJA ESSA OUTRA NOTÍCIA DA ANATEL

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R$1,3B: O fim de operadora de celular nº1 de Campinas, SP, após ser engolida pela Claro https://tvfoco.uai.com.br/fim-de-operadora-no1-de-campinas-sp-ao-ser-engolida-pela-claro/ Sun, 27 Apr 2025 16:02:13 +0000 https://www.otvfoco.com.br/?p=2378484 Veja todos os detalhes sobre o triste fim de uma operadora de celular gigantesca que acabou sendo adquirida pela Claro A Claro é uma das maiores operadoras de celular em atividade no Brasil, reconhecida por sua ampla cobertura, inovação tecnológica e serviços integrados em internet, TV por assinatura e telefonia. Com presença em praticamente todo […]

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Veja todos os detalhes sobre o triste fim de uma operadora de celular gigantesca que acabou sendo adquirida pela Claro

A Claro é uma das maiores operadoras de celular em atividade no Brasil, reconhecida por sua ampla cobertura, inovação tecnológica e serviços integrados em internet, TV por assinatura e telefonia.

Com presença em praticamente todo o país, a marca faz parte do grupo mexicano América Móvil e acumula diversas aquisições que ajudaram a consolidar sua força no mercado brasileiro.

Uma dessas histórias, pouco lembrada, mas de grande importância para o setor, começa em Campinas, São Paulo, e termina com um investimento bilionário. Trata-se da trajetória da TESS Celular.

Acontece que, conforme apurado pelo TV FOCO, a operadora, que era vista como bastante promissora, acabou chegando ao fim na cidade paulista, e posteriormente acabou sendo adquirida pela Claro.

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Operadora de celular- Claro (Foto: Reprodução – internet)

O fim da TESS e o começo de algo maior

Fundada em 1998, de acordo com as informações divulgadas pela ‘Wikipédia’, a TESS nasceu como uma promessa de inovação no interior e litoral de São Paulo.

Com sede em Campinas, a operadora foi pioneira ao oferecer um serviço 100% digital, algo inédito para a época, utilizando a tecnologia TDMA na chamada Banda B, recém-liberada no país.

Seu diferencial tecnológico atraiu investidores de peso, como a sueca Telia, a Primav (do grupo C.R. Almeida) e a brasileira Eriline.

A concessão para operar foi conquistada mediante uma proposta arrojada de R$ 1,326 bilhão, valor que simboliza o quanto o setor apostava em sua expansão.

A TESS fez parte da formação da Claro (Foto: Reprodução/ Internet)
A TESS fez parte da formação da Claro (Foto: Reprodução/ Internet)

No entanto, o alcance limitado da TESS, frente a concorrentes como a Telesp Celular, dificultou seu crescimento sustentável.

A área de cobertura era restrita, o que limitava sua competitividade mesmo diante de um serviço considerado mais moderno.

Ao longo dos anos, sua estrutura acionária mudou. A Primav cedeu espaço para o grupo Algar, por meio da Lightel.

Já a Telia se desfez de suas ações em 2001, vendendo-as para a Telecom Americas, empresa que viria a ser peça-chave na transformação do mercado de telecomunicações brasileiro.

Essa transformação culminou em 2003, quando a TESS se uniu a outras operadoras regionais, ATL, BCP, Claro Digital, Americel e BSE. Dessa forma, para formar a Claro como conhecemos hoje.

Claro (Foto: Reprodução/ Internet)

A fusão marcou o fim da TESS como marca, mas também o início de uma nova era para o setor, com uma operadora capaz de competir em escala nacional.

Para Campinas e região, foi o fim da líder local, mas o começo de uma integração mais robusta à rede de telecomunicações do país.

Considerações finais

Qual a melhor operadora: TIM, Claro ou Vivo?

Uma pesquisa da Speedtest, exposta pelo portal EXAME, referente ao quarto trimestre de 2023, revelou um cenário de equilíbrio nas velocidades e consistência da internet móvel entre as operadoras Claro, TIM e Vivo no Brasil.

Conforme os dados, não existe uma diferença estatística significativa entre as três empresas.

Nas medições de velocidade mediana de download, a Vivo alcançou 49,63 Mbps, seguida de perto pela TIM com 49,42 Mbps e pela Claro, que registrou 47,57 Mbps.

A análise da Speedtest Intelligence enfatiza a ausência de um vencedor estatístico claro neste aspecto.

Além disso, acabou sendo avaliado a consistência da conexão. Assim, considerando a frequência com que as velocidades estiveram acima de 5 Mbps para download e 1 Mbps para upload.

Mas uma vez, as três operadoras se destacaram pela proximidade. Todas ultrapassando a marca de 85% de consistência: Claro e Vivo com 86,3% e TIM com 85,4%.

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Falência, abandono de clientes e dívida de R$100mi com a ANATEL: O fim de operadora tão gigante quanto a Vivo https://tvfoco.uai.com.br/falencia-fim-de-operadora-tao-grande-quanto-vivo/ Fri, 18 Apr 2025 10:15:00 +0000 https://www.otvfoco.com.br/?p=2373732 Promessa de revolucionar o mercado, uma das maiores operadoras do país colapsou, deixando clientes sem resposta, dívidas impagáveis e um rastro de abandono Quando falamos em operadoras de celular no Brasil, nomes como Vivo, Claro, Tim e Oi dominam a memória popular. Mas, entre as gigantes do setor, uma empresa, tão forte e grande quanto […]

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Promessa de revolucionar o mercado, uma das maiores operadoras do país colapsou, deixando clientes sem resposta, dívidas impagáveis e um rastro de abandono

Quando falamos em operadoras de celular no Brasil, nomes como Vivo, Claro, Tim e Oi dominam a memória popular.

Mas, entre as gigantes do setor, uma empresa, tão forte e grande quanto a Vivo, tentou disputar espaço mas acabou passando por um fracasso retumbante.

Trata-se da Unicel, dona da AEIOU, a qual encerrou suas atividades de forma abrupta, protagonizando uma das falências mais emblemáticas da telefonia brasileira.

Inclusive, o fim da operadora não só prejudicou milhares de clientes, como deixou um débito milionário de R$ 100 milhões com a ANATEL e expôs uma gestão marcada por polêmicas e decisões desastrosas.

Diante disso e a partir de informações dos portais Valor Econômico e Wiki, a equipe especializada em economia do TV Foco traz toda linha dos acontecimentos e os impactos gerados após isso.

Anatel
Anatel ( Foto: Reprodução/ Internet)

AEIOU: Uma “Gol da telefonia”

A AEIOU surgiu no mercado em 2008, com a proposta de ser tão disruptiva quanto uma companhia aérea de baixo custo — autoproclamando-se a “Gol da telefonia móvel”.

Limitada inicialmente à região metropolitana de São Paulo, a operadora adotou o chamado soft launch.

Para quem não sabe, essa estratégia de lançamento gradual, aposta em um modelo de negócios totalmente digital e no atendimento simplificado pela internet.

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Operadora Aeiou não fornecia aparelhos e sim chips gratuítos (Foto: Reprodução – Internet)

Um conceito extremamente ousado para os padrões da época.

Em suma, a empresa não vendia aparelhos, no entanto, oferecia chips gratuitos mediante recarga mínima de R$ 20 e concentrava todas as operações no sistema pré-pago.

Os clientes podiam consultar saldo, solicitar suporte e administrar o uso dos créditos diretamente pelo site, o que parecia revolucionário em um mercado ainda acostumado ao atendimento presencial e call centers.

Além da praticidade, a AEIOU seduziu clientes com tarifas agressivas:

  • Ligações entre números AEIOU custavam R$ 0,14 por minuto;
  • Chamadas para outras operadoras saíam a R$ 0,63 por minuto.

A promessa que não se cumpriu

Mesmo com um modelo de negócios moderno, a AEIOU não conseguiu se consolidar no mercado.

A operadora previa conquistar 500 mil clientes no primeiro ano e atingir 2 milhões até 2010.

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Aeiou, acabou fracassando e sumiu deixando milhares de consumidores para trás (Foto: Reprodução/Internet)

No entanto, ao final de setembro de 2008, a empresa contabilizava apenas 3.649 usuários ativos.

Inclusive, a gestão atribuía o desempenho decepcionante à estratégia de lançamento gradual.

Mas a verdade é que a infraestrutura precária de internet no Brasil, somada à baixa penetração de smartphones na época, comprometeu a adesão do público.

Assim, em busca de alternativas, a AEIOU chegou a cogitar vender chips e recargas em casas lotéricas para alcançar consumidores sem cartão de crédito ou conta bancária.

Porém, nem mesmo essa manobra foi capaz de a tirar do buraco.

O sumiço e abandono total

Em 2011, a AEIOU colapsou de vez. Sem aviso, interrompeu o atendimento ao cliente e deixou milhares de consumidores sem suporte e sem explicações.

A situação ganhou contornos ainda mais absurdos quando, em agosto de 2011, o Diário Oficial da União publicou que a Unicel — controladora da AEIOU — encontrava-se em “local incerto e não sabido”.

Ou seja, a empresa havia desaparecido por completo e de forma oficial.

A Anatel, que acompanhava de perto o declínio, exigiu a devolução de 48 dos 50 prefixos de celular que havia concedido à operadora, alegando subutilização e descumprimento de obrigações contratuais.

Configurando assim a sua falência oficial.

Calote bilionário e escândalos políticos

Por trás do colapso financeiro, um emaranhado de escândalos políticos e dívidas milionárias reforçava a tragédia anunciada.

A AEIOU era controlada pela família do empresário José Roberto Melo da Silva, que prometera investir US$ 120 milhões (cerca de R$ 500 milhões em valores da época) no projeto.

No entanto, esses investimentos jamais se concretizaram …

Em maio de 2010, a operadora parou de prestar contas à Anatel, acumulando uma dívida que ultrapassou R$ 100 milhões.

Unicel acabou se envolvendo em escândalo (Foto Reprodução/Veja)
Unicel acabou se envolvendo em escândalo (Foto Reprodução/Veja)

A situação ganhou ainda mais repercussão quando o nome da empresa apareceu em um escândalo político que envolvia a então chefe da Casa Civil, Erenice Guerra.

O marido da ministra, José Roberto Camargo Campos, atuava como consultor da AEIOU, levantando suspeitas sobre favorecimento na concessão de licenças.

Quando deixou de operar, a AEIOU tinha apenas 14.565 clientes ativos, ocupando um irrelevante 0,007% de participação no mercado de telefonia móvel.

Sem conseguir saldar dívidas, a Unicel foi inserida no Cadin — cadastro federal de inadimplentes — e, sem estrutura ou comunicação, encerrou as atividades em absoluto silêncio e , conforme dito acima, data como falida.

Até pelo sumiço da empresa, não foi possível localizar declarações ou manifestações da mesma expondo a sua versão dos fatos.

Porém o espaço segue em aberto.

O que se aprende com o fim da AEIOU da Unicel?

Especialistas do setor apontam que o fracasso da AEIOU foi resultado de uma combinação fatal:

  • Gestão despreparada;
  • Infraestrutura limitada;
  • E uma promessa de inovação que o mercado brasileiro, à época, não tinha capacidade de absorver.

Até porque, a operadora apostou em um modelo avançado demais para o tempo, sem calcular adequadamente os riscos financeiros e técnicos.

Com o desaparecimento, a ANATEL recomendou aos clientes que migrassem para outras operadoras via portabilidade — a única alternativa viável para quem havia ficado no escuro.

Conclusão:

A AEIOU entrou no mercado como uma gigante em potencial, prometendo ser a “Gol da telefonia móvel”.

No entanto, falhou em entregar o que prometeu. Sem planejamento sólido, a empresa não resistiu aos desafios do mercado brasileiro, mergulhou em dívidas que ultrapassaram R$ 100 milhões e encerrou sua trajetória sem sequer comunicar o próprio fim.

O caso expôs, de forma clara, os riscos de inovações mal estruturadas e reforçou a necessidade de gestão eficiente em setores de alta concorrência, como o de telecomunicações.

O colapso da AEIOU segue como um alerta para consumidores e investidores até hoje.

Mas, para saber mais sobre as operadoras e suas últimas notícias, clique aqui*.

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Engolida pela Claro: Fim de operadora de celular popular no RJ chega após venda a rival nº1 no Brasil https://tvfoco.uai.com.br/engolida-pela-claro-fim-de-operadora-de-celular-popular-no-rj/ Sat, 29 Mar 2025 22:45:00 +0000 https://www.otvfoco.com.br/?p=2361884 Uma grande operadora de celular, popular no Rio de Janeiro, chega ao fim e acaba sendo encorporada com a Claro O setor de telefonia móvel no Brasil já viu muitas marcas surgirem e desaparecerem ao longo dos anos. Algumas operadoras cresceram, outras acabaram adquiridas por concorrentes e algumas simplesmente desapareceram. E foi exatamente isso que […]

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O setor de telefonia móvel no Brasil já viu muitas marcas surgirem e desaparecerem ao longo dos anos. Algumas operadoras cresceram, outras acabaram adquiridas por concorrentes e algumas simplesmente desapareceram.

E foi exatamente isso que aconteceu com uma operadora popular no Rio de Janeiro e Espírito Santo, que, após um período de expansão e inovação, acabou sendo engolida por um grande rival.

Estamos falando da Algar Telecom Leste (ATL). Operadora que marcou época ao oferecer tecnologia digital TDMA, considerada um dos melhores lugares para se trabalhar no Brasil, conforme o Great Place to Work Institute.

Fim de uma gigante

Conforme apurado pelo TV FOCO, fundada em 1998, a empresa era parte do Grupo Algar. Que, em parceria com investidores norte-americanos e sul-coreanos, conquistou a concessão da Banda B para atuar nesses estados.

Algar Telecom

No entanto, de acordo com as informações da ‘Wikipédia’, em meio às mudanças do setor e ao avanço de grandes conglomerados, a ATL acabou sendo absorvida por uma gigante da telefonia móvel: a Claro.

A trajetória da ATL incluiu parcerias estratégicas e até mesmo ações de marketing ousadas, como a aquisição dos direitos do nome do icônico Metropolitan, que passou a se chamar ATL Hall.

Mas, com a venda para a Telecom Américas em 2001 e a posterior aquisição completa pela América Móvil em 2002, o destino da ATL já estava traçado.

Em 2003, ela foi oficialmente incorporada à Claro, junto com outras operadoras regionais como BCP, TESS, Americel e Telet.

Considerações finais

Claro suspendeu a venda do plano de internet popular (Reprodução: Internet)
Claro (Reprodução: Internet)

Qual a melhor operadora: TIM, Claro ou Vivo?

Uma pesquisa da Speedtest, exposta pelo portal EXAME, referente ao quarto trimestre de 2023, revelou um cenário de equilíbrio nas velocidades e consistência da internet móvel entre as operadoras Claro, TIM e Vivo no Brasil. Conforme os dados, não existe uma diferença estatística significativa entre as três empresas.

Nas medições de velocidade mediana de download, a Vivo alcançou 49,63 Mbps, seguida de perto pela TIM com 49,42 Mbps e pela Claro, que registrou 47,57 Mbps. A análise da Speedtest Intelligence enfatiza a ausência de um vencedor estatístico claro neste aspecto.

Além disso, acabou sendo avaliado a consistência da conexão. Assim, considerando a frequência com que as velocidades estiveram acima de 5 Mbps para download e 1 Mbps para upload.

Mas uma vez, as três operadoras se destacaram pela proximidade. Todas ultrapassando a marca de 85% de consistência: Claro e Vivo com 86,3% e TIM com 85,4%.

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Calote de R$100M na ANATEL: A falência de operadora de celular popular em Brasília e clientes abalados https://tvfoco.uai.com.br/calote-na-anatel-a-falencia-de-operadora-de-celular-em-brasilia/ Sat, 29 Mar 2025 13:00:00 +0000 https://www.otvfoco.com.br/?p=2357912 Famosa operadora de celular com sede em Brasília, sai de cena após falência e ainda aplica golpe na Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) Uma operadora popular de celulares causou o maior escândalo quando saiu de cena. Afinal, como em uma falência, desapareceu, mas, não cumpriu com os seus deveres com a Anatel. Hoje no Brasil […]

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Famosa operadora de celular com sede em Brasília, sai de cena após falência e ainda aplica golpe na Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações)

Uma operadora popular de celulares causou o maior escândalo quando saiu de cena. Afinal, como em uma falência, desapareceu, mas, não cumpriu com os seus deveres com a Anatel.

Hoje no Brasil nós temos 3 grandes operadoras, que é a Vivo, Tim e Claro. Mas, há outras redes que também tem seu espaço. E ambas respondem a Anatel, que é o poder máximo que regulariza.

Dessa maneira, quando uma empresa desse setor tem problemas ou vai fechar, cabe a Anatel tomar a frente e acompanhar todo o processo. O órgão precisa defender os interesses dos clientes.

E hoje, o time de especialistas em operadoras de celular do TV Foco, a partir de informações dos sites Valor Econômico e UOL, traz agora os detalhes da queda de uma gigante.

CALOTE NA ANATEL

  • Gigante saiu de cena com calote na Anatel;
  • Ela tinha sede em Brasília;
  • Era uma operadora famosa;
  • Seu fim causou choque.

O ADEUS DA AEIOU

Com autorização da Anatel, a Aeiou, primeiramente começou a operar na cidade de São Paulo e em mais 63 municípios do estado. Suas atividades se iniciaram em 8 de setembro de 2008.

Em maio de 2009, a sede instalou-se em Brasília. Dessa maneira, se tornou uma operadora de celular famosa na região. Mas, sua presença no mercado foi pequena, pois, logo conheceu sua queda.

Em maio de 2011 a Unicel, cujo nome comercial era “aeiou”, saiu de cena deixando uma dívida de mais de 100 milhões para a Anatel administrar.

O valor era referente aos pagamentos de leilões realizadas pelo órgão dentre os anos de 2005-2007. É importante destacar que a empresa de software Cadmus pediu a falência da Unicel.

Então, pouco depois, a empresa sucumbiu à crise e não teve outra alternativa, a não ser encerrar. Mas, ela acabou deixando o grande calote na Anatel e sua história se encerrou de forma complicada.

CONCLUSÕES FINAIS

Uma gigante operadora de celulares, que tinha sede em Brasília, saiu de cena meio a uma dívida e também pedido de falência. Como resultado, deu calote na Anatel e nunca mais os brasileiros ouviram falar dela.

QUAL A MAIOR OPERADORA DO BRASIL?

Se o ponto for maior cobertura 4G, é a Claro, mas, se for em clientes, a Vivo se destaca. Então, podemos dizer que essas 2, junto com a Claro, dividem o cenário nacional. Juntas, dominam 90% do mercado.

ALÉM DISSO, VEJA SITUAÇÃO QUE ACERTOU A ANATEL

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Canetada da ANATEL traz fim de serviço popular da Claro no Brasil com novo substituto nº1 dos brasileiros https://tvfoco.uai.com.br/anatel-traz-fim-de-servico-popular-da-claro-com-novo-substituto/ Mon, 03 Mar 2025 16:40:00 +0000 https://www.otvfoco.com.br/?p=2346015 A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) confirma o encerramento de serviço popular da Claro no Brasil, e já crava novo substituto Um grande fato é que no Brasil não existem mais sinais de internet móvel no 2g e 3g, isso porque, a Anatel determinou o encerramento desse serviço, muito popular na Claro. No ano passado, […]

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Um grande fato é que no Brasil não existem mais sinais de internet móvel no 2g e 3g, isso porque, a Anatel determinou o encerramento desse serviço, muito popular na Claro.

No ano passado, ainda, a agência reguladora informou o encerramento desse tipo de sinal móvel e confirmou os substitutos desses populares. A medida visa modernizar o uso do sinal.

Conforme apurado pelo TV FOCO, segundo o portal ‘Seu Crédito Digital’, a mudança, que traz mais modernidade, acabou sendo discutida durante o evento Futurecom.

Neste evento, o presidente da Anatel, Carlos Baigorri, frisou a necessidade de planejamento conjunto entre operadoras, como a Claro, fabricantes e usuários.

Anatel
Anatel ( Foto: Reprodução/ Internet)

Neste sentido, o Brasil deu mais um passo em direção à consolidação das redes substitutas, o 4G e 5G, que chegaram com maior eficiência e desempenho aos brasileiros.

Fim do 2g e 3g na Claro e mais operadoras

Bom, se você ainda usa redes 2G/3G, prepare-se: elas estão com os dias contados. Essas tecnologias, que já foram essenciais para a comunicação móvel no Brasil, estão sendo gradualmente desligadas.

Conforme apurado, já existiram +de 200 milhões de linhas ativas nessas redes, mas hoje esse número caiu para menos de 20 milhões. Enquanto isso, o 4G domina o mercado e o 5G está crescendo rápido.

As operadoras, como a Claro, pediram à Anatel autorização para desligar o 2G e o 3G, argumentando que manter essas redes funcionando sai caro e não faz mais sentido.

http://tvfoco.uai.com.br/wp-content/uploads/2015/05/Daniela-Mercury.jpg
Operadora de celular- Claro (Foto: Reprodução – internet)

Além disso, ao liberar as frequências que elas ocupam, será possível melhorar o 4G e o 5G, deixando as conexões mais rápidas e estáveis.

Mas, calma! O processo não acontece do dia para a noite. A Anatel abriu uma consulta pública no ano passado para ouvir operadoras, fabricantes e consumidores antes de tomar uma decisão final.

De acordo com a fonte, se tudo seguir como esperado, a transição vai acontecer aos poucos, com algumas medidas importantes:

  • Desligamento gradual do 2G e 3G;
  • Bloqueio de homologação de novos dispositivos que usem apenas essas redes;
  • Redistribuição das frequências para turbinar o 4G e 5G.

Apesar da queda no uso, em novembro do ano passado ainda foram registrados cerca de 1,8 milhão de acessos nessas redes no Brasil. Por isso, a ideia é garantir que ninguém fique sem opção antes do desligamento definitivo.

Claro / Vivo / Tim - Montagem: TVFOCO
Claro / Vivo / Tim – Montagem: TVFOCO

Considerações finais

Qual a maior operadora de celular do Brasil?

De acordo com as informações divulgadas pelo portal TechTudo, a Vivo é a maior operadora de telefonia móvel do Brasil, onde atua desde 2003.

A empresa oferece serviços de telefonia fixa, móvel, Internet banda larga e TV por assinatura. Conforme a Anatel, são mais de 85,3 milhões de clientes por todo o país.

Por fim, veja esta matéria: Anatel ciente: O fim de serviço vital da Claro confirmado em comunicado oficial por rival da Tim

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