saúde pública - TV Foco O TV Foco desde 2006 leva as melhores notícias da tv para milhares de brasileiros todos os dias. Tudo sobre tv e famosos, novelas, realities. Fri, 14 Nov 2025 09:38:23 +0000 pt-BR hourly 1 https://statics.otvfoco.com.br/2020/01/cropped-favicon-32x32.png saúde pública - TV Foco 32 32 O seu café pode estar em risco: Informe da ANVISA proíbe 6 marcas populares em 2025 https://tvfoco.uai.com.br/informe-da-anvisa-proibe-6-marcas-cafe/ Fri, 14 Nov 2025 13:00:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2509812 ANVISA proíbe seis marcas de café em 2025 após irregularidades graves; Veja os riscos, as decisões oficiais e como identificar problemas É fato inquestionável que o café sustenta, de uma forma ou de outra, a rotina de todos os brasileiros: ele ajuda a despertar, acompanha conversas como nenhuma outra bebida e está em quase todas […]

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ANVISA proíbe seis marcas de café em 2025 após irregularidades graves; Veja os riscos, as decisões oficiais e como identificar problemas

É fato inquestionável que o café sustenta, de uma forma ou de outra, a rotina de todos os brasileiros: ele ajuda a despertar, acompanha conversas como nenhuma outra bebida e está em quase todas as cozinhas do país.

Justamente por ser tão presente, qualquer dúvida sobre sua segurança cria um alerta imediato.

Inclusive, neste ano de 2025, quando a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) intensificou fiscalizações e proibiu seis marcas populares por irregularidades consideradas graves.

De acordo com informações do portal G1 e Capitalist, a medida atingiu desde microtorrefações artesanais até marcas que alegavam produzir cafés tradicionais.

O anúncio expôs falhas que iam de problemas sanitários a uso de ingredientes proibidos e colocou o consumidor diante de um cenário que exige atenção redobrada a:

  • Rótulos;
  • Registros;
  • Procedência.

A proibição

A ANVISA adotou proibições e recolhimentos entre junho e outubro de 2025 após constatar diferentes tipos de irregularidades nos produtos investigados.

A ordem mais recente ocorreu ainda no dia 3 de novembro de 2025, envolvendo a marca Vibe Coffee, que fabricava e comercializava café sem licença sanitária, tanto em seu site quanto em marketplaces.

Em suma, a agência apontou:

  • Falhas nas boas práticas de fabricação;
  • Falta de rastreabilidade dos lotes;
  • Ausência de procedimentos operacionais padrão;
  • Problemas de higienização na produção.

Além disso, outras cinco marcas foram barradas meses antes por motivos distintos, como contaminação, formulação indevida e alegações enganosas.

Riscos identificados

As irregularidades encontradas nas mais variadas marcas eram diferentes em sua totalidade, mas todas comprometiam a segurança do consumidor.

Entre os riscos identificados pela ANVISA estavam:

  • Presença de micotoxinas como a ocratoxina A, substância produzida por fungos e associada a danos renais;
  • Uso de ingredientes não autorizados no país;
  • Formulações incompatíveis com a definição de café;
  • Potenciais danos físicos, como no caso do Café Câmara, que teve lotes com fragmentos semelhantes a vidro;
  • Rótulos que induziam o consumidor ao erro sobre a natureza e composição do produto.

Todos esses danos juntos podem prejudicar a saúde dos consumidores.

A versão das marcas:

As respostas das empresas à fiscalização foram diferentes:

  • Vibe Coffee: O proprietário informou que a microtorrefação contava com apenas dois funcionários e que ele mesmo já havia solicitado vistoria desde fevereiro. Além disso, ele afirmou que a produção foi suspensa temporariamente para regularização e reconheceu a falta de manuais exigidos pela vigilância.

“Após as correções, todas as evidências serão encaminhadas à Vigilância Sanitária estadual para reavaliação e liberação do retorno das operações” – Afirmou a marca

  • Pingo Preto (Grupo Jurerê): A empresa declarou que o produto estava descontinuado desde janeiro de 2025 e alegou que se tratava de uma mistura para bebidas, não um café puro – Conforme podem ver por aqui*.
  • DM Alimentos (Café Melissa): Contestou a decisão e classificou a ação da Anvisa como “tecnicamente equivocada”;
  • Marca Oficial: Não apresentou manifestação até o momento descrito pelo material, no entanto o espaço segue em aberto;
  • Cafellow (Fellow Criativo): Admitiu erro por “falta de conhecimento regulatório” e suspendeu as vendas para ajustar a formulação:

“A empresa está tomando as providências administrativas e técnicas para que ele seja devidamente registrado na Anvisa para que as vendas possam ser retomadas.”

De acordo com o G1, o posicionamento na íntegra pode ser acessado por aqui*.

  • Café Câmara: Não há posicionamento divulgado no conteúdo disponível, porém, da mesma forma que com a marca Oficial, o espaço segue em aberto.

Como comprar café com segurança?

Para comprar com a mais total segurança, o consumidor deve:

  • Buscar pelos selos de certificação: O principal é o Selo de Pureza e Qualidade da ABIC, que garante que o café é puro (sem misturas como milho ou cascas). Outros selos (BSCA, Orgânico, Fairtrade) indicam qualidade e sustentabilidade;
  • Verifique a rotulagem: A embalagem deve indicar claramente “café torrado moído” ou “café torrado em grãos”. Evite descrições vagas que sugiram imitações;
  • Priorize o frescor: Escolha cafés com a data de torra mais recente possível;
  • De olho no preço: Desconfie de preços muito baixos, que podem indicar baixa qualidade ou fraude;
  • Compre online com cuidado: Use sites oficiais ou marketplaces confiáveis. Verifique a reputação do vendedor e evite promoções e links suspeitos.

O que o consumidor deve fazer agora?

A série de proibições reforça a necessidade de atenção redobrada:

  • Priorize marcas certificadas;
  • Desconfie de preços muito baixos;
  • Evite comprar cafés de procedência desconhecida;
  • Verifique sempre rótulos, selos e informações obrigatórias;
  • Consulte os sistemas oficiais antes de adquirir produtos em lojas virtuais.

A ANVISA garante uma fiscalização ativa para assegurar que o café consumido no país seja seguro, autêntico e produzido de acordo com as normas sanitárias

Mas, para mais informações sobre a ANVISA clique aqui*.

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Informe da ANVISA comunica proibição de sabão popular e retirada de lojas liga o alerta nas donas de casa https://tvfoco.uai.com.br/informe-anvisa-proibe-sabao-popular/ Mon, 10 Nov 2025 11:30:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2507601 ANVISA proíbe sabões e outros produtos de marca popular por falhas graves; Entenda o caso, os riscos e como comprar saneantes com segurança Presentes em praticamente todos os lares brasileiros, os produtos de limpeza são indispensáveis para a rotina doméstica. Entre eles, o sabão ocupa papel central, pois ele é útil na lavagem de roupas, […]

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Presentes em praticamente todos os lares brasileiros, os produtos de limpeza são indispensáveis para a rotina doméstica. Entre eles, o sabão ocupa papel central, pois ele é útil na lavagem de roupas, na higienização de superfícies ou na limpeza da cozinha.

Justamente por fazer parte do cotidiano de milhões de famílias, qualquer alerta sobre sua segurança acende o alerta nos consumidores, principalmente nas donas de casa.

E foi isso que aconteceu em outubro de 2025, quando um informe da ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) determinou a proibição da fabricação, venda, distribuição e uso de todos os produtos de limpeza e cosméticos da empresa Maxx Química e Sistemas de Limpeza Ltda., com sede em Parauapebas (PA).

De acordo com o portal Agência Brasil, oficial do Governo, a decisão, publicada após uma ação de fiscalização, incluiu TODA linha de saneantes, inclusive os galões de sabão, tão populares e bem requisitados, conforme mostram as suas redes sociais oficiais.

A situação levou à retirada imediata dos produtos de prateleiras em diversos estados.

A medida está ligada a falhas graves nas boas práticas de fabricação, detectadas durante uma inspeção sanitária entre 30 de setembro e 2 de outubro de 2025.

MAS ATENÇÃO! Antes de prosseguir, a fim de evitar confusões, é bom deixar bem claro que a empresa autuada, a Maxx Química e Sistemas de Limpeza Ltda., não tem qualquer relação com a Maxxi Química, outra companhia do setor com nome semelhante.

As duas não possuem vínculos empresariais, jurídicos ou operacionais.

O que motivou a proibição?

Durante a inspeção, a ANVISA constatou que a empresa descumpria o Regulamento Técnico de Boas Práticas de Fabricação para produtos de higiene pessoal, cosméticos e saneantes, conforme determina a Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) nº 48/2013.

Essas boas práticas garantem que o processo produtivo siga padrões mínimos de higiene, controle de qualidade e segurança.

No caso da Maxx Química, a ausência de conformidade colocou em risco a integridade dos produtos e, consequentemente, a saúde do consumidor.

Diante das irregularidades, a Anvisa determinou de todos os seus produtos.

Os riscos para o consumidor

O uso de produtos de limpeza fabricados fora das normas da Anvisa pode representar riscos diretos à saúde e à segurança doméstica.

A falta de controle técnico pode levar a formulações instáveis, com níveis inadequados de substâncias químicas, capazes de causar irritações na pele, alergias, intoxicações ou danos a superfícies.

Em alguns casos, a presença de componentes não permitidos ou mal dosados pode liberar vapores tóxicos quando o produto entra em contato com outros agentes de limpeza.

Por isso, a agência reforça que apenas produtos fabricados segundo as boas práticas e devidamente regularizados devem ser utilizados no dia a dia.

A posição da empresa

Até o momento, a Maxx Química e Sistemas de Limpeza Ltda. não se manifestou publicamente sobre a decisão da ANVISA. Também não há registros oficiais de pedido de regularização, defesa ou recurso junto ao órgão.

Inclusive um consumidor chegou a cobrar esse posicionamento por meio de um comentário em seu perfil oficial no Instagram, mas, até o momento, sem respostas; Veja na imagem abaixo:

Consumidor cobra um posicionamento da marca sobre a decisão da ANVISA (Foto Reprodução/Instagram)
Consumidor cobra um posicionamento da marca sobre a decisão da ANVISA (Foto Reprodução/Instagram@maxxquimica)

No entanto, o espaço segue em aberto, caso ela queira expor a sua versão dos fatos e até mesmo dar os esclarecimentos. Lembrando que:

  • A medida cautelar segue ativa;
  • Os produtos continuam proibidos de circular no mercado brasileiro até que a empresa comprove o cumprimento das exigências sanitárias e apresente nova autorização de funcionamento.

Importância da empresa:

  • A Maxx Química e Sistemas de Limpeza Ltda. existe há mais de 14 anos, atuando na industrialização e comercialização de produtos químicos para limpeza institucional e caseira.

Como comprar produtos de limpeza com segurança?

A ANVISA sempre recomenda que o consumidor siga alguns cuidados básicos antes de comprar ou usar qualquer produto de limpeza:

  • Verifique se o rótulo traz o nome da empresa fabricante, CNPJ e número de registro na Anvisa;
  • Desconfie de embalagens sem informações completas ou sem instruções de uso;
  • Evite produtos com cheiro ou cor alterados, tampas violadas ou sem lacre de segurança;
  • Prefira marcas conhecidas e registradas;
  • Em caso de dúvida, consulte o site oficial da Anvisa (www.gov.br/anvisa) para confirmar a regularização do produto.

Esses cuidados ajudam a evitar o uso de produtos falsificados ou fabricados fora das normas, reduzindo riscos à saúde e prevenindo acidentes domésticos.

Mas, para saber mais informações sobre a ANVISA e suas proibições e comunicados, clique aqui*.

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ANVISA comunica proibição de desinfetante popular e liga alerta nas donas de casa em 2025 https://tvfoco.uai.com.br/anvisa-informa-proibicao-desinfetante-popular-2025/ Thu, 30 Oct 2025 10:30:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2503812 ANVISA proíbe o desinfetante popular; Entenda o motivo, os riscos à saúde e saiba como escolher produtos de limpeza seguros para sua casa O desinfetante é um dos elementos mais fortes quando falamos em limpeza doméstica no Brasil. O aroma de pinho, lavanda ou eucalipto é quase um sinônimo de “lar bem cuidado”. Está nas […]

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O desinfetante é um dos elementos mais fortes quando falamos em limpeza doméstica no Brasil. O aroma de pinho, lavanda ou eucalipto é quase um sinônimo de “lar bem cuidado”. Está nas faxinas de sábado, nas escolas, nos escritórios e até nos hospitais.

Mas, em setembro de 2025, um desses produtos aparentemente inofensivos se tornou motivo de preocupação nacional e levantou um alerta entre as donas de casa.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) determinou a proibição total do desinfetante Lyrium Air, fabricado pela Live Max Indústria e Comércio Ltda, depois de constatar que o produto era vendido sem o devido registro sanitário.

A medida, devidamente publicada no Diário Oficial da União em 16 de setembro de 2025, acendeu um alerta em consumidores e profissionais de limpeza sobre a importância de verificar a procedência dos produtos usados no dia a dia.

A proibição

A proibição atinge todos os lotes do Lyrium Air Desinfetante, fabricado em Iperó (SP) pela empresa Live Max Indústria e Comércio Ltda, inscrita no CNPJ 42.869.308/0001-18.

De acordo com a autarquia, o produto era comercializado sem registro, o que viola o artigo 12 da Lei nº 6.360/1976, que exige aprovação prévia para qualquer saneante com ação desinfetante ou bactericida.

A Resolução nº 3.581, de 15 de setembro de 2025, ainda ordenou o recolhimento de todas as unidades disponíveis no mercado. – Veja na íntegra aqui.

A ANVISA também apontou que a empresa não apresentou a Autorização de Funcionamento de Empresa (AFE), documento obrigatório para atuar no setor.

Sem esses registros, não há garantias de que a fórmula do produto seja segura, nem mesmo se ele realmente cumpre o papel de eliminar germes e bactérias.

Importância e manifestação da empresa:

A Live Max Indústria e Comércio Ltda., sediada em Iperó (SP), atua desde 2021 na fabricação de produtos de limpeza doméstica, como desinfetantes e detergentes.

Até o momento, a fabricante não se manifestou sobre a proibição do desinfetante Lyrium Air. Tampouco há defesa pública conhecida a respeito da decisão da autarquia. No entanto, o espaço segue em aberto.

Quais são os riscos de consumir produtos sem registro?

Usar um desinfetante sem aprovação sanitária pode parecer inofensivo, mas o risco é real.
Afinal de contas, ele pode conter:

  • Substâncias que irritam a pele, os olhos e as vias respiratórias;
  • Conter ingredientes tóxicos que causam reações alérgicas ou intoxicações.

Produtos não testados também podem não desinfetar de fato, o que significa que o ambiente continua com microrganismos prejudiciais, mesmo após a limpeza.

Em locais como cozinhas, banheiros e creches, isso representa um perigo direto à saúde de crianças, idosos e pessoas com imunidade baixa.

A ANVISA orienta que, ao comprar qualquer produto de limpeza, o consumidor verifique se há o número de registro no rótulo.

Essa informação costuma aparecer logo abaixo do nome comercial, precedida das iniciais “MS” ou “Registro Anvisa”.

Portanto, se o rótulo não traz número de registro, nome completo do fabricante e CNPJ, não compre.

Também é importante desconfiar de embalagens:

  • Sem instruções de uso;
  • Sem informações de segurança;
  • Com promessas exageradas, como “elimina 100% das bactérias”, algo que, por norma técnica, nenhum produto pode garantir.

Como comprar materiais de limpeza com segurança?

Para garantir uma faxina segura e eficaz, os consumidores podem adotar alguns hábitos simples:

  1. Pesquise antes de comprar: Consulte no site da ANVISA se a marca está regularizada;
  2. Prefira lojas de confiança: Evite adquirir saneantes em feiras, ambulantes ou sites duvidosos;
  3. Leia sempre o rótulo completo: Verifique se há registro, CNPJ e data de validade.
  4. Evite produtos muito baratos: Preços muito abaixo do mercado podem indicar falsificação/Irregularidades;
  5. Não misture produtos diferentes: A combinação de químicos pode liberar gases tóxicos, mesmo entre itens aparentemente inofensivos.

Assim, com esses cuidados simples, você evita acidentes domésticos e asseguram que apenas produtos testados e aprovados estejam em uso.

Mas, para saber mais informações sobre a ANVISA, clique aqui*.

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Brigadeiro com plástico: Denúncia contra doce popular obriga a ANVISA a emitir alerta https://tvfoco.uai.com.br/brigadeiro-plastico-denuncia-obriga-anvisa-emitir-alerta/ Mon, 27 Oct 2025 10:30:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2502675 Brigadeiro com glitter de plástico gera alerta da ANVISA; Entenda os riscos à saúde, como identificar produtos seguros e o que fazer O brigadeiro ocupa um lugar sagrado na mesa brasileira. Presente em aniversários, casamentos e festas escolares, ele simboliza afeto, celebração e memória coletiva. É o tipo de doce popular que dispensa apresentações: basta […]

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Brigadeiro com glitter de plástico gera alerta da ANVISA; Entenda os riscos à saúde, como identificar produtos seguros e o que fazer

O brigadeiro ocupa um lugar sagrado na mesa brasileira. Presente em aniversários, casamentos e festas escolares, ele simboliza afeto, celebração e memória coletiva. É o tipo de doce popular que dispensa apresentações: basta o aroma do leite condensado caramelizando para despertar lembranças afetivas de gerações inteiras.

Mas, em meio à popularidade incontestável desse ícone nacional, uma denúncia feita nas redes sociais acendeu um alerta inesperado e grave sobre o que, de fato, estamos colocando na boca.

Em outubro de 2025, um vídeo do criador de conteúdo Dario Centurione viralizou nas redes ao mostrar que glitters vendidos como “comestíveis” em confeitarias continham, na verdade, partículas de plástico.

O material era composto por polipropileno (PP) micronizado, um tipo de plástico amplamente usado na fabricação de embalagens e objetos, mas absolutamente inadequado para consumo humano.

A repercussão foi imediata e levou a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) a emitir um alerta nacional no dia 23 de outubro de 2025.

Uma denúncia chocante

De acordo com o portal UOL, no vídeo, Centurione visita uma padaria e questiona a atendente sobre o produto usado para decorar os doces.

Após adquirir o material e ler o rótulo, ele revela que o glitter rotulado como “comestível” era, na verdade, feito de plástico: “Imagina se é plástico?” – Questiona o influenciador, antes de confirmar a suspeita.

O conteúdo rapidamente ultrapassou 500 mil visualizações no TikTok e mais de três milhões no Instagram.

Com a repercussão, a ANVISA analisou o caso e confirmou: glitters à base de polipropileno não são comestíveis e jamais devem entrar em contato direto com alimentos.

Ademais, o órgão reforçou que o uso desses produtos em confeitaria representa risco à saúde, especialmente se ingeridos, e determinou que os consumidores denunciem qualquer comércio que ofereça glitters plásticos como produtos alimentares.

O posicionamento da ANVISA

Em comunicado oficial, a ANVISA foi categórica: “Plástico não é ingrediente alimentar nem no glitter.”

Segundo a agência, apenas aditivos devidamente aprovados podem compor produtos rotulados como comestíveis.

Isso inclui corantes alimentares, açúcares e pigmentos autorizados, sempre especificados no rótulo e avaliados individualmente antes da liberação para consumo.

A ANVISA esclareceu que o PP (polipropileno) e outros plásticos, como PET, são materiais permitidos apenas em objetos decorativos não comestíveis, como toppers, fitilhos e embalagens.

Mesmo nesses casos, o uso exige controle rigoroso:

  • O material deve passar por testes de migração química para garantir que nenhuma substância tóxica se desprenda e contamine o alimento;
  • Quando usados diretamente na cobertura de bolos e doces, esses produtos deixam de ser inofensivos e passam a representar um perigo real.

Quais perigos existem na ingestão de plástico?

A ingestão de partículas plásticas pode causar irritação gastrointestinal, reação inflamatória e, em casos prolongados, contribuir para o acúmulo de microplásticos no organismo, um problema global crescente.

Pesquisas internacionais já demonstraram que esses fragmentos podem atravessar barreiras biológicas, chegando à corrente sanguínea e até a tecidos humanos, com efeitos ainda não totalmente compreendidos, mas potencialmente danosos.

Além dos riscos diretos, há também a confusão no ponto de venda.

Muitos estabelecimentos exibem lado a lado produtos realmente comestíveis e outros meramente decorativos.

A aparência similar entre ambos contribui para que consumidores, confeiteiros e até funcionários de padarias usem, sem perceber, glitters que deveriam ser aplicados apenas em superfícies não alimentares.

Como identificar o produto comestível?

A ANVISA orienta que o consumidor verifique atentamente o rótulo antes de comprar qualquer pó decorativo.

O produto só pode ser consumido se trouxer descrições como “corante para fins alimentícios” ou “açúcar para confeitar”.

Se o rótulo mencionar siglas como PP, PET ou PVC, o item não é comestível e o consumidor deve evitar seu uso direto sobre alimentos.

Outra recomendação é observar a lista de ingredientes completa, que deve conter apenas substâncias alimentares reconhecidas.

Produtos vendidos a granel, sem rótulo, também oferecem risco, pois dificultam a identificação da origem e da composição.

O que fazer em caso de suspeita de conter substâncias nocivas nos alimentos?

Se o consumidor identificar produtos irregulares à venda, especialmente glitters ou pós decorativos com indicação de plástico, deve denunciar imediatamente à Vigilância Sanitária municipal.

O canal de denúncias está disponível no portal da ANVISA, e é importante fornecer o máximo de informações:

  • Nome e marca do produto;
  • CNPJ do fabricante ou distribuidor;
  • Lote;
  • Validade e foto do rótulo;

Além disso, quanto mais detalhada for a denúncia, maior a chance de o órgão rastrear a origem do problema e agir rapidamente.

Um alerta para além do brigadeiro:

O caso expôs um desafio crescente na era das redes sociais: a influência de tendências estéticas na alimentação.

Bolos e doces cada vez mais brilhantes e coloridos conquistam curtidas, mas podem esconder ingredientes inadequados.

Isso porque, embora o uso de glitters “decorativos” seja permitido em objetos que não entram em contato direto com a comida, o uso incorreto pode transformar um simples toque de brilho em risco sanitário.

Para os consumidores e confeiteiros, o alerta serve como um lembrete: a beleza do doce não pode custar a segurança de quem o consome.

Antes de comprar qualquer ingrediente, é essencial buscar informações sobre procedência e certificação. Afinal, o brilho que encanta nas redes pode esconder um perigo invisível.

No entanto, vale dizer que esse alerta da ANVISA não é uma condenação ao uso de cores ou brilhos na confeitaria, mas sim um chamado à responsabilidade sanitária e à transparência.

Em tempos em que a estética digital influencia até o que comemos, o caso do glitter de plástico lembra que segurança alimentar deve brilhar mais do que qualquer decoração.

Mas, para saber mais sobre a ANVISA e suas proibições, clique aqui*.

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ANVISA comunica proibição de óleo popular no Brasil e emite alerta em 2025 https://tvfoco.uai.com.br/anvisa-comunica-proibicao-oleo-alerta-2025/ Thu, 16 Oct 2025 12:45:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2498940 ANVISA comunica proibição contra linha de óleo de girassol popular por irregularidades no registro e alegações terapêuticas indevidas; Entenda o caso O óleo de girassol conquistou espaço importante no mercado de cosméticos. Rico em vitamina E e ácidos graxos essenciais, ele aparece em hidratantes, loções e produtos capilares pela promessa de nutrição e regeneração da […]

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O óleo de girassol conquistou espaço importante no mercado de cosméticos. Rico em vitamina E e ácidos graxos essenciais, ele aparece em hidratantes, loções e produtos capilares pela promessa de nutrição e regeneração da pele e dos fios.

Nos últimos anos, versões “ozonizadas” ganharam destaque entre consumidores que buscam alternativas naturais e multifuncionais.

No entanto, no dia 3 de outubro de 2025, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) determinou a suspensão imediata do Óleo de Girassol Ozonizado Sofh, da marca Ozonteck, após identificar irregularidades graves no registro e nas alegações do produto.

A proibição e as irregularidades encontradas

De acordo com o comunicado da ANVISA, publicado por meio da Resolução nº 3.898, de 3 de outubro de 2025, que suspendeu a fabricação, o uso, a propaganda, a distribuição, o recolhimento e a comercialização do óleo de girassol ozonizado da Ozonteck – Conforme podem ver por aqui*.

A medida ocorreu após constatar que o produto era vendido com alegações de atividade farmacológica, o que fere a legislação sanitária brasileira, já que cosméticos não podem prometer efeitos terapêuticos.

Além disso, o produto estava irregularmente registrado, o que significa que não passou pelas etapas obrigatórias de comprovação de segurança e eficácia exigidas pela ANVISA.

A agência também apontou que a empresa responsável pela fabricação, +Briefing Agência de Publicidade e Representações Ltda, não possuía autorização adequada para a produção de cosméticos ozonizados.

Essas irregularidades levaram à suspensão preventiva de todos os lotes do produto em território nacional, até que a situação regulatória seja regularizada.

Manifestação da empresa Ozonteck

De acordo com a Revista OESTE, a Ozonteck afirmou que trabalha para ajustar seus rótulos e adequar as alegações dos produtos às normas da Anvisa.

Segundo a empresa, a suspensão se refere a uma divergência regulatória e não à constatação de risco direto à saúde.

A marca comunicou que já iniciou o processo de revisão de suas formulações e embalagens, com apoio jurídico, para atender às exigências sanitárias e solicitar a regularização dos produtos.

Mas, até o momento, não há novas manifestações públicas sobre o caso.

Quais riscos esse tipo de situação causa na saúde dos consumidores?

Cosméticos sem registro representam um risco real à saúde pública. Produtos com alegações terapêuticas não comprovadas podem conter substâncias que causam reações alérgicas, irritações ou até intoxicações.

No caso do óleo ozonizado, o problema se agrava, pois o uso inadequado de compostos ozonizados pode gerar instabilidade química e provocar danos à pele.

A ausência de registro impede que a ANVISA avalie a segurança do produto, o que significa que o consumidor não tem garantia sobre a procedência dos ingredientes, a concentração dos ativos e a ausência de contaminantes.

Por isso, a proibição serve como medida de precaução para evitar que produtos de risco continuem circulando no mercado.

A presença da Ozonteck no mercado

A Ozonteck atua no segmento de cosméticos e produtos ozonizados, com presença crescente no comércio eletrônico e em redes de revendedores independentes.

A empresa ganhou notoriedade ao promover produtos que combinam ozônio com óleos vegetais, prometendo benefícios de hidratação e renovação celular.

Ela foi fundada em 2022 e é reconhecida por ter sido pioneira no Brasil ao trazer a tecnologia de produtos com ozônio para o mercado, focando em vendas diretas e marketing de relacionamento. 

De acordo com apurações feitas pelas redes sociais, embora alguns registros possam mencionar datas diferentes devido às suas filiais ou à atividade de importação e comércio, o ano de 2022 é o marco mais consistente para a empresa na sua atuação como fabricante e distribuidora de produtos ozonizados.

Como comprar cosméticos com segurança?

O consumidor pode evitar riscos seguindo orientações básicas:

  • Primeiramente, verifique se o produto possui número de registro ou notificação da ANVISA no rótulo; esse dado comprova que passou pela avaliação sanitária.
  • Evite cosméticos que prometem “curas”, “efeitos terapêuticos” ou “tratamentos milagrosos”, pois tais alegações não são permitidas para produtos estéticos.
  • Por fim, também é importante desconfiar de preços muito abaixo do mercado e sempre adquirir itens em estabelecimentos confiáveis.

Ademais, em caso de suspeita de irregularidade, o consumidor deve comunicar a Vigilância Sanitária local ou registrar denúncia nos canais oficiais da ANVISA.

Mas, para saber mais informações sobre a ANVISA e suas proibições e comunicados, clique aqui*.

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Prisão, falência e interdição da ANVISA: O fim e escândalo de farmácia tradicional de SP https://tvfoco.uai.com.br/falencia-interdicao-anvisa-e-o-fim-escandaloso-farmacia/ Wed, 15 Oct 2025 15:10:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2498626 A Vigilância Sanitária interditou uma farmácia tradicional após 167 anos de funcionamento, gerando um dos maiores escândalos da história farmacêutica do Brasil As farmácias sempre ocuparam um papel essencial na vida dos brasileiros. Mais do que pontos de venda de remédios, elas oferecem produtos de higiene, cuidados dermatológicos, suplementos e, em muitos casos, orientação farmacêutica […]

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A Vigilância Sanitária interditou uma farmácia tradicional após 167 anos de funcionamento, gerando um dos maiores escândalos da história farmacêutica do Brasil

As farmácias sempre ocuparam um papel essencial na vida dos brasileiros. Mais do que pontos de venda de remédios, elas oferecem produtos de higiene, cuidados dermatológicos, suplementos e, em muitos casos, orientação farmacêutica especializada.

Segundo dados da Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma), cada visita a uma farmácia representa, em média, um gasto de R$ 55 por consumidor, valor este que revela o quanto esse setor é indispensável à rotina do país.

Mas, há uns anos, em São Paulo, um caso que parecia improvável mostrou o lado mais sombrio desse segmento.

A falsificação de medicamentos chocou a cidade e o país inteiro, levando à interdição da Botica Ao Veado d’Ouro, uma das mais tradicionais farmácias da capital paulista, após 167 anos de funcionamento.

Sendo assim, a partir de informações obtidas por meio do portal Wiki, bem como da produção documental “Vidas destruídas pela mais antiga farmácia de São Paulo”, do YouTube, mergulhamos novamente nessa história cheia de viradas.

Uma tradição paulistana

Fundada em 1858, no coração do centro histórico da capital, a Botica Ao Veado d’Ouro começou como uma loja de papelaria e livros.

O crescimento da metrópole e a demanda por produtos farmacêuticos levaram o estabelecimento a mudar de rumo e se consolidar como farmácia de referência.

Sob o comando de Gustavo Schaumann e, mais tarde, de seu filho Henrique Schaumann, o negócio ganhou prestígio e se tornou símbolo de confiança.

Seu emblema, o qual se resumia a um veado dourado esculpido, virou um verdadeiro ícone paulistano.

O reconhecimento foi tamanho que, mais tarde, a Avenida Henrique Schaumann, na zona oeste da cidade, recebeu o nome em homenagem à família. Por décadas, a farmácia figurou como sinônimo de tradição e respeito.

Escândalo mortal

Essa reputação, no entanto, começou a ruir em 1998, quando veio à tona um dos maiores escândalos farmacêuticos do Brasil.

A Botica Ao Veado d’Ouro foi acusada de falsificar o medicamento Androcur, utilizado no tratamento de câncer de próstata.

As investigações revelaram que a farmácia produziu 1,3 milhão de comprimidos falsificados, distribuídos como placebos.

A Vigilância Sanitária, braço da ANVISA, interditou imediatamente o estabelecimento, e a polícia confirmou pelo menos 11 mortes associadas diretamente ao consumo dos medicamentos adulterados.

Pacientes que confiavam no tratamento tiveram os quadros de saúde agravados e não resistiram.

O caso expôs falhas severas no sistema de fiscalização e controle da produção de medicamentos no país, abrindo um debate nacional sobre segurança sanitária e ética empresarial.

De uma referência à falência:

A interdição marcou o início do fim. Com a perda de credibilidade e o bloqueio das atividades, a Botica Ao Veado d’Ouro mergulhou em crise.

A farmácia, que por décadas simbolizou confiança, tornou-se sinônimo de negligência e ganância.

No ano de 2008, após anos sem recuperação, a empresa encerrou oficialmente suas atividades e entrou em falência.

Os antigos sócios abriram uma nova farmácia de manipulação, a Medida Exata, localizada no bairro de Pinheiros, mas o novo negócio também não sobreviveu e, em 2014, as portas também se fecharam definitivamente.

A derrocada foi acompanhada por desdobramentos judiciais. Em 2015, os sócios Edgar Helbig e Daniel Eduardo Derkatscheff Vera foram condenados a 13 anos de prisão por participação no esquema de falsificação.

Durante o julgamento, alegaram que fabricaram os comprimidos a pedido de terceiros e que desconheciam o destino dos medicamentos.

A Justiça rejeitou a versão. Na sentença, o juiz destacou que os réus agiram com torpeza, perversão, malvadez, cupidez e insensibilidade moral”.

Declarações e legado:

Desde então, nenhum dos envolvidos se pronunciou publicamente sobre o caso.

Vale dizer que a Botica Ao Veado d’Ouro consta hoje como permanentemente fechada, mas sua história permanece viva como um alerta sobre os riscos da negligência e da falta de fiscalização.

O episódio virou referência em produções documentais, como o mencionado vídeo “Vidas destruídas pela mais antiga farmácia de São Paulo”, disponível no YouTube, que detalha o impacto do escândalo e as consequências para pacientes e familiares.

Veja abaixo:

Um alerta permanente para o setor:

O caso levou a ANVISA a reforçar medidas de controle sobre farmácias de manipulação e a intensificar a vigilância sanitária em todo o país. Desde então, o órgão exige maior rastreabilidade na produção e na venda de medicamentos manipulados.

O episódio da Botica Ao Veado d’Ouro se tornou um divisor de águas na história farmacêutica brasileira, lembrando que a busca por lucro jamais pode se sobrepor à ética e à vida humana.

Qual é a maior rede de farmácias de São Paulo atualmente?

Atualmente, a maior rede de farmácias em São Paulo atualmente é a RD Saúde (antiga Raia Drogasil), que lidera tanto em faturamento quanto no número de lojas no estado.

A RD Saúde é composta pelas bandeiras Raia e Drogasil, e a abertura de novas filiais em São Paulo tem reforçado sua posição de liderança. 

Mas, para saber sobre mais falências e casos parecidos como esse, clique aqui. *

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Corpo estranho e suspeita de vidro: ANVISA proíbe café popular por risco e retira de mercado https://tvfoco.uai.com.br/corpo-estranho-suspeita-vidro-anvisa-proibe-cafe/ Mon, 13 Oct 2025 11:45:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2497692 A ANVISA proibiu café popular após detectar suspeita de vidro e falsificação; Entenda os riscos, as irregularidades e como se proteger do “café fake” Ainda no fim de setembro de 2025, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) determinou a proibição imediata da venda e distribuição do Café Câmara, um produto amplamente consumido por donas […]

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Ainda no fim de setembro de 2025, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) determinou a proibição imediata da venda e distribuição do Café Câmara, um produto amplamente consumido por donas de casa em todo o país.

De acordo com o G1, a decisão ocorreu após análises identificarem a suspeita de fragmentos de vidro, uma vez que a composição da matéria era bem similar, e outros corpos estranhos no produto, além de uso indevido do selo de pureza da Associação Brasileira da Indústria de Café (ABIC).

A medida obrigou a retirada do café das prateleiras de supermercados de todas as regiões do Brasil.

O Café Câmara, fabricado pelas empresas Sacipan S/A e Lam Fonseca Produtos Alimentícios Ltda., apresentava irregularidades graves.

Exames realizados pelo Laboratório Central de Saúde Pública Noel Nutels (Lacen/RJ) confirmaram a presença de material semelhante a vidro no lote 160229. A origem do produto também foi considerada desconhecida pela ANVISA, o que reforçou a necessidade de recolhimento imediato.

A fraude do selo de pureza:

Além da contaminação física, a investigação revelou que a marca falsificou o selo de pureza da ABIC, criado para garantir que o café vendido ao consumidor é feito com 100% de grãos puros.

Segundo a ABIC, a empresa Sacipan não integra o quadro de associadas desde 2016 e já havia sido notificada anteriormente por uso indevido da certificação.

Em nota, a associação destacou que a última análise do Café Câmara, em fevereiro de 2024, indicou impurezas incompatíveis com os padrões de pureza exigidos.

De acordo com as normas do Ministério da Agricultura, os cafés certificados não podem conter mais de 1% de impurezas ou materiais estranhos, como pedras, galhos, areia ou sementes de outras plantas.
A falsificação do selo, portanto, representou uma fraude direta ao consumidor e uma violação grave à legislação sanitária e de consumo.

Declarações das empresas:

Até o momento, as empresas Sacipan e Lam Fonseca Produtos Alimentícios Ltda. não se manifestaram publicamente sobre a interdição nem apresentaram defesa formal à imprensa. No entanto, o espaço segue em aberto.

Não é de hoje!

A proibição do Café Câmara ocorreu em um momento de reforço nas fiscalizações.

Lembrando que, em maio de 2025, o Ministério da Agricultura já havia determinado o recolhimento de outras três marcas:

  • Melissa;
  • Pingo Preto;
  • Oficial.

Isso por apresentarem misturas de resíduos vegetais e impurezas, conhecidas popularmente como “café fake” – Conforme podem ver por aqui*.

Esses produtos, segundo o governo, não continham grãos de café em sua composição e eram produzidos a partir de lixo da lavoura, o que evidencia o aumento das tentativas de fraude no mercado.

Além disso, a ANVISA e o Ministério da Agricultura intensificaram as ações de fiscalização desde 2023, após um aumento expressivo de casos de adulteração.

As novas normas de controle exigem rastreabilidade completa da cadeia produtiva e amostragens periódicas de cafés industrializados vendidos no país.

Essas medidas buscam:

  • Primeiramente, garantir que o consumidor brasileiro tenha acesso apenas a produtos puros e seguros;
  • Impedir que fraudes como a do Café Câmara se repitam.

Como o consumidor pode se proteger do “café fake”?

A fraude no café atinge diretamente o consumidor que busca qualidade e segurança. Para evitar riscos, especialistas e órgãos reguladores indicam quatro medidas práticas:

  • Verifique o selo de pureza da ABIC: O selo autêntico contém número de registro e QR Code verificável no site da associação. Produtos falsos geralmente trazem logotipos desatualizados ou sem registro;
  • Leia o rótulo com atenção: Verifique se o fabricante e o endereço industrial estão identificados e se há registro válido no Ministério da Agricultura e na ANVISA;
  • Desconfie de preços muito baixos: Cafés vendidos a valores muito abaixo da média podem indicar adulteração, diluição com impurezas ou falsificação;
  • Observe o aspecto do pó: Café legítimo apresenta cor homogênea e aroma característico. Misturas com resíduos agrícolas costumam ter textura irregular e cheiro fraco ou estranho.

Mas, para mais informações sobre a ANVISA e suas medidas, clique aqui*.

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ANVISA comunica proibição de pimenta mais amada das donas de casa por contaminação https://tvfoco.uai.com.br/anvisa-proibicao-pimenta-contaminacao/ Mon, 28 Jul 2025 13:00:00 +0000 https://www.otvfoco.com.br/?p=2459292 ANVISA proíbe lote do molho de pimenta queridinho por séria contaminação; Veja os riscos e saiba como consumir com segurança Presente em pratos tradicionais e típicos, do norte ao sul do Brasil, a pimenta é mais do que um simples tempero, ela é uma marca registrada da nossa identidade gastronômica. Sua intensidade de sabor e […]

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ANVISA proíbe lote do molho de pimenta queridinho por séria contaminação; Veja os riscos e saiba como consumir com segurança

Presente em pratos tradicionais e típicos, do norte ao sul do Brasil, a pimenta é mais do que um simples tempero, ela é uma marca registrada da nossa identidade gastronômica. Sua intensidade de sabor e seus benefícios à saúde fizeram dela um item indispensável na mesa do brasileiro.

Inclusive, alguns molhos industrializados ampliaram seu alcance, e marcas como a Maratá se tornaram sinônimo de tradição e confiança no consumo diário.

No entanto, a ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) comunicou o recolhimento imediato e a proibição da venda de um dos lotes do molho de pimenta, que aliás é um dos mais amados pelas donas de casa.

A medida foi publicada no Diário Oficial da União em 11 de julho de 2025 e traz um alerta sério sobre riscos à saúde do consumidor – conforme podem ver por aqui*.

O lote afetado é o A049, com validade até 18/02/2027, apresentou contaminação pela presença de dióxido de enxofre (SO₂) em níveis acima do permitido.

Essa substância, usada como conservante em alimentos, pode causar reações alérgicas, principalmente em pessoas com sensibilidades respiratórias, e exige controle rigoroso de uso.

Com base nos resultados insatisfatórios, a autarquia considerou a infração grave, enquadrando o caso em diversas normas sanitárias, como a Instrução Normativa nº 211/2023 e a Resolução RDC nº 655/2022.

O recolhimento e a proibição seguem ativos e envolvem medidas preventivas fundamentais para a segurança alimentar.

A empresa ainda não se manifestou publicamente e ainda não há informações disponíveis sobre possíveis ações corretivas, esclarecimentos ou recall oficial emitido por parte da fabricante, no entanto, o espaço segue em aberto.

  • Importância da marca: A marca Maratá tem forte presença no mercado nacional, sobretudo no Norte e no Nordeste do país, sendo reconhecida por oferecer alimentos acessíveis e de larga aceitação popular. Seus molhos de pimenta figuram entre os mais vendidos em supermercados e mercearias.

Como consumir pimenta com segurança?

  1. Sempre que possível, verifique se o lote ou marca está autorizado pela ANVISA, por meio do site oficial da autarquia;
  2. Cheque sempre o número do lote e a validade antes de comprar condimentos industrializados;
  3. Evite adquirir produtos sem procedência clara ou vendidos em plataformas online sem garantia sanitária;
  4. Procure por produtos com registro válido na ANVISA e em situação regular;
  5. Por fim, descarte qualquer produto listado em alertas de recolhimento imediatamente.

Além disso, o uso de condimentos como molhos de pimenta fora dos padrões legais pode trazer riscos reais à saúde.

Ainda mais quando há aditivos químicos em concentrações irregulares. No caso do dióxido de enxofre (SO₂), os principais perigos incluem:

  • Crises respiratórias em pessoas com asma ou alergias;
  • Náuseas, vômitos e irritações gastrointestinais;
  • Desconforto generalizado em indivíduos sensíveis a sulfitos;
  • Risco aumentado para crianças, idosos e pessoas imunocomprometidas.

Ademais, consumir alimentos contaminados ou fora dos padrões pode parecer um risco distante, mas a contaminação em produtos populares como molhos de pimenta mostra o quão próximo o perigo pode estar.

Por fim, lembre-se: O sabor não pode custar a segurança e a fiscalização sanitária cumpre um papel fundamental ao proteger a saúde pública.

Mas, para saber sobre mais informações e ficar por dentro dos boletins da ANVISA, clique aqui*.

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Açaí e chocolate fatais: Fantástico desmascara 2 populares e liga alerta na ANVISA https://tvfoco.uai.com.br/acai-chocolate-fatais-fantastico-denuncia-liga-alerta-anvisa/ Mon, 16 Jun 2025 12:32:03 +0000 https://www.otvfoco.com.br/?p=2420245 Fantástico revela falhas graves no controle de substâncias tóxicas no Brasil; Alimentos populares são usados como veículo para envenenamentos letais e liga alerta da ANVISA Em edição exibida no dia 8 de junho de 2025, o programa Fantástico, da Globo, revelou uma grave ameaça à saúde pública. Criminosos usaram alimentos comuns como açaí, baião de […]

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Fantástico revela falhas graves no controle de substâncias tóxicas no Brasil; Alimentos populares são usados como veículo para envenenamentos letais e liga alerta da ANVISA

Em edição exibida no dia 8 de junho de 2025, o programa Fantástico, da Globo, revelou uma grave ameaça à saúde pública.

Criminosos usaram alimentos comuns como açaí, baião de dois, ovos de Páscoa e até mesmo bolos caseiros para disseminar trióxido de arsênio.

Essa substância química letal transformou esses produtos, aparentemente inofensivos, em itens fatais.

Além disso, a denúncia mostrou não só a facilidade de compra do veneno, inclusive pela internet, mas também a fragilidade do sistema de saúde diante de casos de intoxicação.

Substâncias podem facilmente serem comercializadas pela internet e mercado informal (Foto Reprodução/Globo)
Substâncias podem facilmente serem comercializadas pela internet e mercado informal (Foto Reprodução/Globo)

Isso sem falar na lentidão do Legislativo em regulamentar a comercialização de produtos perigosos, fatores esses que de certa forma ligam o alerta da ANVISA.

Sendo assim, a partir de detalhes dessa reportagem, a equipe especializada em fiscalização do TV Foco traz mais detalhes sobre os casos apresentados e o que fazer diante desses riscos.

Não é um caso isolado!

  • 31 de maio de 2025 – Caso Ana Luiza Neves (Minas Gerais):

A jovem Ana Luiza Neves, de 17 anos, morreu após comer um bolo entregue por um motoboy. O pacote incluía balas e um bilhete carinhoso.

Exames comprovaram que o alimento estava contaminado com trióxido de arsênio, substância utilizada historicamente em envenenamentos.

Caso Ana Luiza Neves, em Minas Gerais, envolveu um bolo envenenado (Foto Reprodução/Globo)
Caso Ana Luiza Neves, em Minas Gerais, envolveu um bolo envenenado (Foto Reprodução/Globo)

A autora, também menor de idade, confessou o crime e revelou ter comprado o veneno pela internet. Atualmente, cumpre medida socioeducativa na Fundação Casa.

  • Outros casos envolvendo alimentos contaminados:

Centros de Toxicologia de diversas regiões notificaram episódios similares. Em todos os casos, os criminosos usaram arsênio ou chumbinho — este, proibido — em alimentos populares:

  • Açaí,
Açaí envenenado também foi denunciado (Foto Reprodução/Globo)
Açaí envenenado também foi denunciado (Foto Reprodução/Globo)
  • Baião de dois;
Baião de dois envenenado também fez vítimas (Foto Reprodução/Globo)
Baião de dois envenenado também fez vítimas (Foto Reprodução/Globo)
Ovos de páscoa continham a substância (Foto Reprodução/Globo)
Ovos de páscoa também continham a substância (Foto Reprodução/Globo)
  • Bolos caseiros, no Rio Grande do Sul, onde quatro pessoas morreram.

Ou seja, todos esses casos reforçam a urgência de controle sobre o acesso a substâncias tóxicas.

Fantástico denuncia

A reportagem entrevistou Rafael Lanara, presidente da Sociedade Brasileira de Toxicologia, que alertou para a omissão do Estado: “Infelizmente, o arsênio não é uma substância controlada. Não é proibido.”

De acordo com Lanara, o composto é vendido livremente, sem exigência de registro ou justificativa de uso, inclusive em plataformas digitais.

Projetos de lei apresentados no Congresso:

A repercussão gerou reação legislativa, com dois projetos em tramitação na Câmara dos Deputados:

  • PL 985/2025, de Lula da Fonte (PP/PE)
    Propõe proibir a venda de arsênio e venenos similares a pessoas físicas sem identificação e comprovação de uso justificado.
    Aguarda relator na Comissão de Saúde.
  • PL 1381/2025, de Gilson Daniel (PODE/ES)
    Regulamenta a comercialização, transporte, armazenamento e controle do arsênio e de seus compostos.
    Aguarda relator na Comissão de Indústria, Comércio e Serviços.

Ambos os textos ainda não têm previsão de tramitação.

Deficiências do sistema de saúde e regulação química e o alerta na ANVISA:

O Brasil não apenas falha em controlar o acesso ao trióxido de arsênio, mas também carece de estrutura para tratar suas vítimas.

De acordo com Patrícia Drummond, médica toxicologista e diretora da Associação Brasileira dos Centros de Intoxicação:

“Hoje nós temos dificuldade de ter esse antídoto na prateleira de uma farmácia dentro de uma unidade de saúde. Não está normatizado e não está disponível para pronto atendimento.”

Além disso, o Ministério da Saúde declarou que planeja implantar uma linha de cuidados voltada para intoxicados até 2030, sem, no entanto, apresentar soluções emergenciais para os casos atuais.

Especialistas lembram que o Reino Unido proibiu a venda irrestrita de arsênio no século XIX, por decreto da rainha Vitória.

No entanto, a Anvisa no Brasil mantém a substância fora da lista de compostos controlados.

Inclusive, apesar dos casos mencionados serem isolados, essa facilidade de acesso à substância também deixa a ANVISA em alerta, uma vez que um “envenenamento” por substância como essa, em larga escala, poderia explodir a saúde pública.

O que o consumidor deve fazer para se proteger de produtos envenenados?

Diante do cenário, autoridades e especialistas recomendam:

  • Evitar alimentos recebidos de desconhecidos ou sem identificação clara da procedência, mesmo que venham acompanhados de mensagens simpáticas ou “presentes surpresa”.
  • Não adquirir alimentos em redes sociais sem certificação sanitária ou sem histórico de confiança.
  • Denunciar plataformas ou vendedores que comercializem substâncias químicas perigosas sem controle ou autorização.
  • Buscar atendimento médico imediato em casos de mal-estar súbito após consumo de alimentos suspeitos e exigir contato com centros especializados, como os CIATOX.

Conclusão:

Em suma, os recentes casos de envenenamento com arsênio escancaram o vácuo legal e o despreparo institucional diante de uma ameaça conhecida há séculos.

A negligência na regulação e a ausência de antídotos nos hospitais tornam o Brasil vulnerável a novos episódios.

A tramitação urgente dos projetos de lei é fundamental. Proteger vidas exige ação legislativa imediata e compromisso estrutural com a saúde pública.

Mas, para saber mais sobre outros casos similares a esse, clique aqui.*

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Macarrão com insetos em marca popular é denunciado e abisma donas de casa https://tvfoco.uai.com.br/macarrao-no1-insetos-denunciado-abisma-donas-casa/ Mon, 16 Jun 2025 11:49:50 +0000 https://www.otvfoco.com.br/?p=2420231 Marca popular de macarrão foi alvo de um relato através do Reclame Aqui após a presença de insetos e relato deixa milhares de donas de casa em choque O macarrão é uma das refeições mais práticas e substanciosas do dia a dia. Rápido de preparar, versátil e acessível, ele é presença constante na mesa brasileira. Justamente por […]

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O macarrão é uma das refeições mais práticas e substanciosas do dia a dia. Rápido de preparar, versátil e acessível, ele é presença constante na mesa brasileira.

Justamente por essa popularidade e frequência de consumo, é essencial que os consumidores se mantenham atentos à qualidade do produto e às experiências relatadas por outros compradores.

Ilustração macarrão (Foto: Canva)
O macarrão é uma das preferências nacionais pela praticidade de preparo e versatilidade (Foto: Reprodução/Canva)

Até porque, conforme sempre frisamos em nossas matérias, até mesmo as marcas mais consolidadas do setor estão isentas de falhas — e quando elas ocorrem, podem comprometer a segurança alimentar.

Inclusive, com base em informações coletadas no Reclame Aqui, um dos principais canais de queixas e avaliações de serviços, a equipe especializada em fiscalização do TV Foco traz abaixo uma denúncia contra uma marca popular, a qual deixou milhares de donas de casa abismadas após constatação da presença de insetos.

Consumidora encontra infestação de insetos em macarrão

No dia 9 de junho de 2025, um consumidor de Brasília (DF) denunciou ter encontrado uma infestação de insetos em três pacotes de macarrão comprados no dia 6 do mesmo mês.

De acordo com o relato, ao abrir os produtos, foi possível ver “bichos pretos andando nos três pacotes”, indicando uma possível contaminação ocorrida ainda na fase de armazenamento ou distribuição.

Denúncia contra a marca de macarrão feito por um consumidor (Foto Reprodução/Reclame Aqui)
Denúncia contra a marca de macarrão feito por um consumidor (Foto Reprodução/Reclame Aqui)

Resposta da empresa Urbano Agroindustrial

A empresa responsável pela fabricação do macarrão, a Urbano Agroindustrial, prontamente respondeu à reclamação, em 10 de junho de 2025.

A mesma informou que já havia entrado em contato diretamente com a consumidora por e-mail.

Além disso, disponibilizou canais de atendimento para dar prosseguimento à resolução do caso, incluindo:

  • Telefone;
  • WhatsApp;
  • E-mail

Porém, vale destacar que não houve, até o momento, nenhum comunicado público sobre recolhimento do lote envolvido ou esclarecimento mais amplo sobre o ocorrido.

Ou seja, pode indicar que se trata de um caso isolado.

  • A importância da marca: Com atuação consolidada no setor alimentício, a Urbano Agroindustrial é uma marca amplamente distribuída em supermercados e mercearias de todo o país.
Resposta da do Urbano Agroindustrial (Foto Reprodução/Reclame Aqui)
Resposta da do Urbano Agroindustrial (Foto Reprodução/Reclame Aqui)

O que fazer ao identificar problemas em produtos alimentícios?

Diante de situações como a descrita, o consumidor deve seguir alguns passos fundamentais:

  1. Interromper o consumo imediatamente.
  2. Guardar a embalagem e anotar o número do lote.
  3. Registrar reclamação junto à empresa responsável.
  4. Acionar órgãos de defesa do consumidor, como o PROCON.
  5. Se possível, notificar a Vigilância Sanitária local.

Todas essas ações, além da denúncia por canais como o Reclame Aqui, são fundamentais para garantir que a empresa tome providências e que o caso não se repita com outros consumidores.

Conclusão:

Em suma, o macarrão segue sendo uma opção prática e nutritiva, mas exige atenção redobrada à procedência.

Mas uma ocorrência em Brasília serviu de alerta: até marcas reconhecidas podem falhar.

Além disso, é direito do consumidor denunciar e exigir providências.

Afinal de contas, somente com vigilância ativa e respostas ágeis é possível garantir um mercado mais seguro para todos.

Mas, para saber mais sobre outras histórias e até mesmo marcas, clique aqui*.

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