Risco de vício e fim: O adeus de remédio tradicional amado, que você já usou e foi arrancado de farmácias

Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.

15/06/2023 às 00:24 · Tempo de leitura: 3 minutos

Vários remédios (Foto: Reprodução/ Internet)

O adeus de remédio muito amado no Brasil

Na noite desta quarta-feira (14), o TV Foco reuniu algumas informações e curiosidades sobre o fim de um dos remédios mais amados pelo público, principalmente daqueles que sofrem de rinite e sinusite.

Para quem não sabe, estamos falando do Otrivina, que no caso, foi um dos recordistas de vendas e era um descongestionante nasal que aliviava a congestão nasal causadas por resfriado, rinites, sinusites e até reações alérgicas.

Mas, se ela ajudava tanto as pessoas nessas questões, porque ela deu adeus e foi arrancada das farmácias no último ano? O motivo é simples, ela continha uma substância ativa que se usada de maneira exagerada, podia trazer sérios riscos à saúde, como taquicardia, hipertensão e até insônia.

Otrivina (Foto: Reprodução/ Internet)

MAIS SOBRE O ASSUNTO

Além disso, vale destacar que na bula, existem algumas explicações sobre o uso do remédio Otrivina, que no caso, tinha como concorrente direto o Neosoro e o Naridrin.

Uma das contraindicações eram:

  •  pessoas que tivessem alergia a xilometazolina ou qualquer componente da fórmula
  • Tivessem feito cirurgias trans-nasal
  • Tivessem glaucoma de ângulo estreito
  • Ou que tenham inflamações nasais crônicas com mucosa nasal muito seca.

Além de mulheres grávidas, suspeitas de gravidez ou menores de 12 anos.

Concorrente do Otrivina (Vários remédios (Foto: Reprodução/ Internet)

DESCONGESTIONANTE NASAL, EM GERAL, VICIA?

No caso, o remédio causa um feito rebote, que no caso, é quando a pessoa tem a sensação de alívio imediato como seu maior responsável. E sendo assim, na mesma hora que alguém usa o medicamento, o nariz desentope e quando o efeito passa, o nariz volta a fechar. E isso faz com que a pessoa queira usar sempre para conseguir respirar melhor. 

“As pessoas falam ‘estou viciado’, mas não é um vício no sentido de dependência química. É muito mais no sentido de a pessoa ficar precisando da medicação a toda hora”, diante do presidente da Academia Brasileira de Rinologia, Márcio Nakanishi.

Pessoa usando rinosoro (Foto: Reprodução/ Internet)

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