Risco de vício e fim: O adeus de remédio tradicional amado, que você já usou e foi arrancado de farmácias
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Vários remédios (Foto: Reprodução/ Internet)
O adeus de remédio muito amado no Brasil
Na noite desta quarta-feira (14), o TV Foco reuniu algumas informações e curiosidades sobre o fim de um dos remédios mais amados pelo público, principalmente daqueles que sofrem de rinite e sinusite.
Para quem não sabe, estamos falando do Otrivina, que no caso, foi um dos recordistas de vendas e era um descongestionante nasal que aliviava a congestão nasal causadas por resfriado, rinites, sinusites e até reações alérgicas.
Mas, se ela ajudava tanto as pessoas nessas questões, porque ela deu adeus e foi arrancada das farmácias no último ano? O motivo é simples, ela continha uma substância ativa que se usada de maneira exagerada, podia trazer sérios riscos à saúde, como taquicardia, hipertensão e até insônia.
Otrivina (Foto: Reprodução/ Internet)
MAIS SOBRE O ASSUNTO
Além disso, vale destacar que na bula, existem algumas explicações sobre o uso do remédio Otrivina, que no caso, tinha como concorrente direto o Neosoro e o Naridrin.
Uma das contraindicações eram:
- pessoas que tivessem alergia a xilometazolina ou qualquer componente da fórmula
- Tivessem feito cirurgias trans-nasal
- Tivessem glaucoma de ângulo estreito
- Ou que tenham inflamações nasais crônicas com mucosa nasal muito seca.
Além de mulheres grávidas, suspeitas de gravidez ou menores de 12 anos.
Concorrente do Otrivina (Vários remédios (Foto: Reprodução/ Internet)
DESCONGESTIONANTE NASAL, EM GERAL, VICIA?
No caso, o remédio causa um feito rebote, que no caso, é quando a pessoa tem a sensação de alívio imediato como seu maior responsável. E sendo assim, na mesma hora que alguém usa o medicamento, o nariz desentope e quando o efeito passa, o nariz volta a fechar. E isso faz com que a pessoa queira usar sempre para conseguir respirar melhor.
“As pessoas falam ‘estou viciado’, mas não é um vício no sentido de dependência química. É muito mais no sentido de a pessoa ficar precisando da medicação a toda hora”, diante do presidente da Academia Brasileira de Rinologia, Márcio Nakanishi.
Pessoa usando rinosoro (Foto: Reprodução/ Internet)
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