Fora do armário: 7 âncoras de TV que são gays assumidos e falam abertamente ao Brasil
Conheça os sete âncoras da TV brasileira que quebraram tabus e falam abertamente sobre serem gays e representatividade ao Brasil.
Apresentadores que se assumiram gays (Foto Reprodução/Montagem/Lennita/TV Foco/Canva)
ORGULHO NA BANCADA: Conheça os sete âncoras da TV brasileira que quebraram tabus e falam abertamente sobre sua homossexualidade
A antiga ideia de que a vida pessoal de jornalistas deveria ser um mistério deu lugar a uma postura de transparência e orgulho, em que a identidade dos profissionais é celebrada como pilar. Inclusive, grandes nomes da comunicação ocupam bancadas de prestígio e já se assumiram gays, o que acaba fortalecendo a representatividade em postos de liderança.
Mesmo porque, ao ocuparem esses espaços com naturalidade, esses jornalistas reafirmam que a diversidade é, na verdade, um componente essencial da credibilidade e da empatia no jornalismo moderno.
Pensando nisso, separamos abaixo ao menos sete desses âncoras de TV que falam abertamente, sem tabus ou preconceitos, sobre sexualidade no Brasil, além de celebrar a trajetória de profissionais que são referências de talento e integridade:
- Marcelo Cosme;
- Matheus Ribeiro;
- Daniel Adjunto;
- Juliano Dip e Fabio Ramalho;
- Anderson Cooper e Don Lemon;
Marcelo Cosme:
Um marco importante na TV brasileira foi a naturalidade com que Marcelo Cosme, âncora do GloboNews em Pauta, compartilha sua vida e seu noivado com o médico Frankel Brandão – Conforme podem ver por aqui*.
Ao tratar sua relação com o mesmo respeito e abertura que qualquer outro profissional, Cosme humaniza a notícia e se torna uma referência para novos comunicadores.
Sua postura demonstra que o público valoriza a honestidade intelectual e a coragem de ser quem se é em todas as esferas da vida.
Matheus Ribeiro:
Em 2019, o telejornalismo nacional deu um passo histórico com a presença de Matheus Ribeiro na bancada do Jornal Nacional.
De acordo com o portal F5, ele foi o primeiro jornalista a se assumir gay publicamente.
Atualmente, ele está à frente de projetos pelas redes sociais, nos quais ele permanece reforçando que a diversidade de perspectivas e identidades nos postos de maior audiência do país é fundamental para que o jornalismo reflita, de fato, a pluralidade da população brasileira.
Daniel Adjuto:
Já o apresentador Daniel Adjunto também exerce um papel de cidadania. Inclusive, durante uma cobertura na CNN Brasil, Daniel Adjuto utilizou seu espaço para condenar ataques homofóbicos e reforçar a importância do respeito à legislação brasileira.
Fle fá foi âncora do Live CNN Brasil na CNN Brasil e do SBT Brasil.
Atualmente, ele entrou na IDP para ensinar estratégia real em uma pós com foco em Comunicação Política e Marketing Eleitoral, conforme exposto nas redes sociais.
Juliano Dip e Fabio Ramalho
A visibilidade também ganha força em outras grandes redes de sinal aberto. Juliano Dip, o qual fazia parte da bancada da BandNews, e Fabio Ramalho, que fazia parte da Record, utilizam sua influência para mostrar que a vida pessoal e o sucesso profissional são complementares.
Seja por meio de posicionamentos ao vivo ou da naturalidade ao compartilhar seus relacionamentos nas redes sociais, eles ajudam a construir um cenário em que o foco é a qualidade da informação e o respeito à individualidade de cada comunicador.
Fábio Ramalho atualmente vive como jornalista e publicitário independente e, após demissão da Band, Juliano Dip “voltou” a despontar na emissora, pois, segundo as redes sociais, suas reportagens especiais sobre a China serão reaproveitadas na grade da emissora.
Quem são Anderson Cooper e Don Lemon?
Por fim, o cenário brasileiro dialoga com referências globais de alto nível, como os âncoras da CNN americana.
Anderson Cooper destaca como sua identidade contribui para uma visão de mundo mais empática e detalhada em suas reportagens.
Uma curiosidade recente é que, em fevereiro de 2026, Anderson Cooper deixou seu cargo de correspondente no programa “60 Minutes” da CBS News, após quase duas décadas, para se concentrar exclusivamente na ancoragem do programa Anderson Cooper 360° na CNN.
A mudança visa dedicar mais tempo à sua família.
Don Lemon, apesar de ter saído do mesmo canal, ainda traz a perspectiva necessária sobre a intersecção entre raça e orientação sexual.
De acordo com o portal Wiki, em janeiro de 2026, Lemon foi acusado pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos após participar de um protesto contra o ICE, mas a acusação foi rejeitada por juízes.
Agora, ele opera de forma independente e tem seu próprio canal no YouTube com aproximadamente 1,25 milhão de inscritos em março de 2026. – Conforme podem ver por aqui*.
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