Banco Central: confira tudo sobre a autarquia https://tvfoco.uai.com.br/agora/banco-central/ O TV Foco desde 2006 leva as melhores notícias da tv para milhares de brasileiros todos os dias. Tudo sobre tv e famosos, novelas, realities. Thu, 08 Jan 2026 18:41:59 +0000 pt-BR hourly 1 https://statics.otvfoco.com.br/2020/01/cropped-favicon-32x32.png Banco Central: confira tudo sobre a autarquia https://tvfoco.uai.com.br/agora/banco-central/ 32 32 R$2 a R$200: O dinheiro em papel vai acabar no Brasil? O que o Banco Central diz https://tvfoco.uai.com.br/dinheiro-em-papel-vai-acabar-no-brasil-o-que-o-banco-central-diz/ Thu, 08 Jan 2026 18:41:54 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2534061 Banco Central nega fim do papel e confirma mudanças no Drex Com notas que vão de R$ 2 a R$ 200 ainda circulando no dia a dia, muitos brasileiros passaram a se perguntar se o dinheiro em papel tem os dias contatos no país. A dúvida ganhou força principalmente após o anúncio do Drex, projeto […]

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Banco Central nega fim do papel e confirma mudanças no Drex

Com notas que vão de R$ 2 a R$ 200 ainda circulando no dia a dia, muitos brasileiros passaram a se perguntar se o dinheiro em papel tem os dias contatos no país. A dúvida ganhou força principalmente após o anúncio do Drex, projeto do Banco Central que ficou conhecido como o “real digital”.

Porém, em novembro de 2025, o Banco Central esclareceu que mudou os rumos do projeto. A autoridade monetária desistiu de lançar uma moeda digital oficial nos moldes inicialmente previstos e decidiu seguir por outro caminho.

Agora, o Drex será uma infraestrutura tecnológica voltada à criação de contratos inteligentes no sistema financeiro. Mesmo assim, o Banco Central reforça que o dinheiro em espécie não será extinto.

Desde que o Drex foi anunciado, em 2021, como uma versão digital do real, surgiram especulações sobre o possível fim das cédulas. No entanto, isso nunca iria acontecer.

Na época, o Banco Central negou qualquer intenção de substituir o papel-moeda e afirmou que a proposta não alternaria os hábitos da população.

Já em janeiro de 2025, a autoridade monetária voltou a desmentir os boatos por meio de um comunicado no portal do governo federal.

“É falso que o DREX, moeda digital do Banco Central do Brasil, vá substituir o dinheiro em espécie. A emissão de papel moeda se dá por diversas necessidades e hábitos da população. A versão inicial do Real Digital será uma opção adicional ao uso de cédulas, mas – por ter foco no uso online – seu impacto sobre a demanda por papel-moeda não deve ser relevante”, disse o BC em janeiro de 2025.

Mudança de rumo no Drex

Em novembro do ano passado, o chef-adjunto do Departamento de Competição e de Estrutura do Mercado Financeiro do Banco Central, Breno Lobo, explicou publicamente a mudança de estratégia.

De acordo com Breno Lobo, o BC decidiu “dar um passo para trás” e abandonar a ideia de uma CBDC (moeda digital emitida diretamente pelo Banco Central).

O Drex deixa de ser uma moeda digital e passa a funcionar como uma infraestrutura capaz de viabilizar contratos inteligentes com segurança, garantindo a chamada “entrega contra pagamento”.

Na prática, isso significa assegurar que uma transação só seja concluída quando todas as condições do contrato forem cumpridas.

“A gente deu um passo para trás. Não é uma CBDC, uma moeda digital do BC. É uma infraestrutura para permitir contratos inteligentes, para garantir a entrega contra pagamento. Mas tem que dar o passo inicial, a gente enxerga o DREX nessa função”, afirmou Breno Lobo, do Banco Central.

Desse modo, a nova proposta prevê contratos inteligentes capazes de transferir automaticamente a propriedade de um carro ou imóvel no mesmo instante em que o pagamento é liquidado.

“Importante é ter uma infraestrutura que consegue registrar contratos inteligentes com liquidação vinculada, atrelada, ao alcance daquelas condições estabelecidas em contrato. DREX está indo nessa direção, que traz muito mais utilidade para a população brasileira”, acrescentou ele.

Além disso, outro cenário envolve dispositivos inteligentes. Uma geladeira conectada, por exemplo, poderia identificar a falta de produtos e fazer pedidos automático.

A modalidade também poderá permitir o pagamento automático, por meio de uma carteira digital, sem necessidade de cartão, por exemplo.

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Atenção: Record confirma decisão do Banco Central e quais cédulas do Real podem perder valor em 2026 https://tvfoco.uai.com.br/decisao-banco-central-notas-podem-perder-o-valor/ Wed, 07 Jan 2026 11:45:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2533465 Dinheiro sem valor nenhum? Veja quais notas do Real perdem a utilidade financeira em 2026 e o que fazer para não ficar no prejuízo Apesar do PIX ser uma realidade, encontrar uma nota esquecida no bolso da calça ou no fundo da carteira ainda pode parecer um pequeno golpe de sorte, mas o estado físico […]

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Dinheiro sem valor nenhum? Veja quais notas do Real perdem a utilidade financeira em 2026 e o que fazer para não ficar no prejuízo

Apesar do PIX ser uma realidade, encontrar uma nota esquecida no bolso da calça ou no fundo da carteira ainda pode parecer um pequeno golpe de sorte, mas o estado físico desse papel muitas vezes determina se ele ainda sustenta o seu poder de compra.

Inclusive, o Jornal da Record, em uma edição que foi ao ar ainda em 2023, confirmou e repercutiu uma decisão importante do Banco Central (BC) sobre o saneamento do meio circulante brasileiro.

No entanto, neste ano de 2026, o rigor sobre o estado de conservação das cédulas não apenas permanece como levanta um alerta importante, uma vez que determinadas cédulas do Real ainda podem perder o valor parcial ou total dependendo do grau de dano apresentado.

Manter a saúde do dinheiro físico é uma responsabilidade compartilhada entre o governo e o cidadão e entender as regras de classificação do BC evita prejuízos na hora de realizar pagamentos ou depósitos.

E aí, sua nota ainda vale?

O Banco Central explica que as cédulas inadequadas à circulação dividem-se em três categorias principais. O destino do seu dinheiro depende de onde ele se enquadra nesta lista:

1. Cédulas gastas ou desbotadas (valor integral):

São aquelas notas inteiras, mas que, apesar de apresentarem um desgaste pelo uso excessivo, dobras, rabiscos ou sujeira, ainda mantêm todos os seus elementos de segurança visíveis.

  • O que fazer? Estas notas possuem valor total. Você pode utilizá-las normalmente no comércio. O papel das instituições financeiras, ao receberem essas notas, é retê-las e enviá-las ao Banco Central para substituição por notas novas.

2. Cédulas dilaceradas (apenas via depósito):

Nesta categoria entram as notas rasgadas, cortadas nas extremidades, danificadas pelo fogo, por traças ou agentes químicos, desde que possuam mais da metade de seu tamanho original em um único fragmento.

  • O que fazer: Estas cédulas perdem o valor de circulação no comércio direto. Ou seja, um lojista pode recusá-las legalmente. No entanto, elas possuem valor integral para depósito ou troca na rede bancária. Os bancos devem aceitá-las e encaminhá-las para destruição no BC.

3. Cédulas mutiladas (sem valor jurídico)

Aqui reside o maior perigo para o seu bolso. Uma nota é considerada mutilada quando não apresenta um fragmento com mais da metade do seu tamanho original.

  • O que fazer: Em regra, estas cédulas não têm valor. Se você possui uma nota composta por vários fragmentos pequenos ou pedaços de papel comum colados, ela perde a garantia de troca automática.

O que fazer com uma nota em dinheiro extremamente danificada?

Se você possui uma nota muito danificada (queimada ou fragmentada) e tem dúvidas se ela ainda vale algo, existe uma solução.

Mesmo porque o Banco Central oferece um serviço especializado de exame de cédulas:

  1. Você entrega a nota em qualquer agência bancária.
  2. O banco emite um recibo e encaminha o material para o Banco Central.
  3. Técnicos do BC analisam os fragmentos com equipamentos de precisão.
  4. Se a análise confirmar a autenticidade e os critérios mínimos, o valor é creditado na sua conta.

Como evitar que as cédulas percam o valor em 2026?

Para garantir que o seu dinheiro físico não se transforme em papel inútil, o Banco Central recomenda cuidados básicos de manuseio.

Evite escrever nas notas, grampeá-las, molhá-las ou guardá-las em locais úmidos, onde insetos (como traças e cupins) possam destruí-las.

MAS ATENÇÃO! Notas manchadas por dispositivos antifurto de caixas eletrônicos (tinta rosa ou vermelha) também perdem o valor imediato e exigem uma análise rigorosa, pois podem ser fruto de atividade criminosa.

Por fim, o prejuízo de perder dinheiro por falta de informação sobre o estado das notas pode ser bem frustrante.

Sendo assim, sempre verifique o troco e, caso receba uma nota colada ou muito rasgada, peça a substituição imediata no ato da transação.

Conforme destacamos acima, em 2026, a rede bancária será ainda mais criteriosa na triagem dessas cédulas para garantir um meio circulante limpo e seguro.

Gostou desse artigo? Se quiser saber mais informações sobre bancos e mais ferramentas do BC, clique aqui*.

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Bolso afetado: Informe do Banco Central com nova medida ao PIX deve ser lido hoje 6/1 https://tvfoco.uai.com.br/banco-central-apresenta-informe-sobre-medida-no-pix/ Wed, 07 Jan 2026 02:40:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2533285 Nova medida do Banco Central para o Pix entra em pauta hoje e pode mexer no dinheiro de milhões de usuários Bolso afetado de forma positiva com nova comunicação do Banco Central sobre o PIX deve ganhar atenção. O órgão detalhou avanços no Mecanismo Especial de Devolução conhecido como MED. A iniciativa busca ampliar a […]

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Nova medida do Banco Central para o Pix entra em pauta hoje e pode mexer no dinheiro de milhões de usuários

Bolso afetado de forma positiva com nova comunicação do Banco Central sobre o PIX deve ganhar atenção. O órgão detalhou avanços no Mecanismo Especial de Devolução conhecido como MED.

A iniciativa busca ampliar a proteção financeira de usuários vítimas de golpes digitais. Nos últimos anos, fraudes com transferências instantâneas cresceram rapidamente. Por isso, o Banco Central decidiu reforçar regras operacionais.

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Banco Central e alerta no PIX – Foto Reprodução Internet

O foco principal recai sobre rastreamento de valores e bloqueios mais amplos. A medida fortalece a confiança no sistema de pagamentos mais usado do país.

Desde a criação do MED, instituições financeiras passaram a ter obrigação de cooperar em casos de fraude comprovada. Contudo, o modelo original apresentava limitações técnicas importantes. Muitas vezes, golpistas transferiam o dinheiro para várias contas em poucos minutos.

Assim, o bloqueio ocorria tarde demais. Agora, com o MED 2.0, o Banco Central ampliou o alcance do monitoramento. Além disso, a nova versão permite identificar a chamada cadeia de transações suspeitas. Esse avanço muda o jogo para vítimas e bancos.

Como funciona esse mecanismo do Banco Central?

O MED 2.0 autoriza o rastreamento do dinheiro mesmo após transferências sucessivas. Dessa forma, o sistema consegue localizar valores espalhados por contas diferentes. Em seguida, as instituições financeiras podem realizar bloqueios preventivos.

Enquanto isso, ocorre a análise do caso. Caso exista saldo disponível, a devolução se torna possível. Esse procedimento segue normas publicadas pelo próprio Banco Central. Portanto, a chance de recuperação aumenta de forma concreta.

Outro ponto relevante envolve a contestação direta pelo aplicativo bancário. Antes, o cliente precisava acionar canais de atendimento tradicionais. Agora, o registro acontece dentro do ambiente do PIX. Com isso, o processo se torna mais rápido.

Além disso, a notificação chega automaticamente ao Diretório de Contas Transacionais. Esse diretório concentra dados essenciais para o funcionamento do sistema. Assim, o tempo de resposta diminui de forma significativa.

A partir da contestação, as instituições analisam indícios de fraude. Se confirmarem a irregularidade, iniciam bloqueios coordenados. Nesse cenário, contas que receberam o dinheiro entram em observação.

Porém, o Banco Central deixa claro que não existe garantia absoluta de devolução. Ainda assim, o MED 2.0 amplia as possibilidades reais. O fator tempo continua decisivo para o sucesso do pedido.

Para o bolso do cidadão, o efeito tende a ser positivo. Em golpes anteriores, muitas vítimas perdiam todo o valor transferido. Agora, existe uma estrutura mais robusta de proteção. Além disso, o sistema cria mais obstáculos para criminosos. Golpistas enfrentam dificuldades maiores para ocultar recursos. Isso desestimula práticas fraudulentas no ambiente digital.

Por fim, no conjunto, o MED 2.0 representa um avanço relevante na segurança do PIX. A nova etapa combina tecnologia, cooperação bancária e resposta mais ágil.

Além disso, fortalece a percepção de proteção ao usuário. O Banco Central busca preservar a credibilidade do sistema. Com isso, o PIX segue como ferramenta central no cotidiano financeiro brasileiro.

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Caixa, BB e mais: Banco Central informa o que idosos do INSS estão proibidos de fazer em instituições https://tvfoco.uai.com.br/inss-banco-central-informa-o-que-idosos-estao-proibidos-de-fazer/ Sun, 04 Jan 2026 22:45:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2532451 Banco Central divulga regra que proíbe serviço envolvendo idosos do INSS em bancos como Caixa e BB. Veja os detalhes Quem recebe aposentadoria ou pensão do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) precisa ficar atento às regras envolvendo as instituições financeiras, cravadas pelo Banco Central do Brasil. Muita gente acha que o benefício funciona como […]

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Banco Central divulga regra que proíbe serviço envolvendo idosos do INSS em bancos como Caixa e BB. Veja os detalhes

Quem recebe aposentadoria ou pensão do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) precisa ficar atento às regras envolvendo as instituições financeiras, cravadas pelo Banco Central do Brasil. Muita gente acha que o benefício funciona como um salário comum, mas não funciona.

O BC explica que os idosos do INSS têm limites ao usar serviços bancários, e algumas coisas não são permitidas. Essas regras valem para bancos como Caixa, Banco do Brasil e outras instituições que fazem o pagamento da Previdência Social.

O que os idosos do INSS estão proibidos?

Em resumo, segundo o Banco Central, os idosos, aposentados e pensionistas do INSS não podem ter conta salário nos bancos. Aliás, como já destacamos, isso vale para instituição financeiras como a Caixa, o Banco do Brasil e os demais bancos brasileiros.

Acontece que a conta salário é só para quem trabalha com carteira assinada e recebe pagamento de um empregador. Quem recebe do INSS segue regras próprias, definidas pelo instituto, mesmo quando o dinheiro cai no banco.

Assim, o pagamento acontece por meio de uma conta benefício ou comum autorizada pelo INSS. O banco apenas faz o repasse do valor, sem tratar o dinheiro como salário. O idoso não pode exigir abertura de conta salário e o banco também não pode oferecer esse tipo de conta para receber o benefício.

Ademais, é muito importante destacar que nenhum banco pode obrigar nenhum beneficiário do INSS a contratar pacote de serviços, cartão extra ou produtos apenas para receber o benefício. O pagamento do INSS deve acontecer de forma simples, sem cobranças desnecessárias.

Calendário de pagamentos do INSS de janeiro de 2026

Para quem recebe um salário mínimo:

  • Final 1: 26 de janeiro
  • Final 2: 27 de janeiro
  • Final 3: 28 de janeiro
  • Final 4: 29 de janeiro
  • Final 5: 30 de janeiro
  • Final 6: 2 de fevereiro
  • Final 7: 3 de fevereiro
  • Final 8: 4 de fevereiro
  • Final 9: 5 de fevereiro
  • Por fim, final 0: 6 de fevereiro

Para quem recebe acima de um salário mínimo:

  • Finais 1 e 6: 2 de fevereiro
  • Finais 2 e 7: 3 de fevereiro
  • Finais 3 e 8: 4 de fevereiro
  • Finais 4 e 9: 5 de fevereiro
  • Por fim, finais 5 e 0: 6 de fevereiro

Quais são os maiores bancos do Brasil?

De acordo com as informações divulgadas pelo portal Creditas, os maiores bancos do Brasil são o Itaú Unibanco, o Banco do Brasil e o Bradesco. Já os maiores bancos do Brasil em número de clientes Caixa Econômica Federal, Bradesco, Nubank, Itaú Unibanco, Banco do Brasil. 

Por fim, veja mais notícias sobre o Banco Central CLICANDO AQUI.

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Novas regras do PIX estabelecidas pelo Banco Central trazem alerta a clientes do Itaú, Nubank e mais em 2026 https://tvfoco.uai.com.br/banco-central-muda-regras-do-pix-e-alerta-clientes-em-2026/ Sat, 03 Jan 2026 00:30:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2531982 Novas regras do Pix definidas pelo Banco Central colocam clientes do Itaú, Nubank e outros bancos em alerta já para 2026 O Pix consolidou um papel central no sistema financeiro brasileiro ao acelerar pagamentos e transferências em tempo real. Desde o lançamento, o Banco Central acompanhou riscos crescentes. Por isso, a autoridade redesenhou regras para […]

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Novas regras do Pix definidas pelo Banco Central colocam clientes do Itaú, Nubank e outros bancos em alerta já para 2026

O Pix consolidou um papel central no sistema financeiro brasileiro ao acelerar pagamentos e transferências em tempo real. Desde o lançamento, o Banco Central acompanhou riscos crescentes.

Por isso, a autoridade redesenhou regras para 2026. Além disso, o volume elevado de transações expôs brechas exploradas por quadrilhas. Assim, o regulador decidiu agir.

Banco Central traz alerta para o Pix (Foto: Divulgação)
Banco Central traz alerta para o Pix (Foto: Divulgação)

O objetivo envolve reduzir fraudes e elevar confiança. Enquanto isso, bancos e fintechs iniciaram ajustes operacionais. Portanto, clientes de Itaú, Nubank e outros precisam atenção redobrada.

As novas normas ampliam exigências de segurança e governança. Em primeiro lugar, o Banco Central determinou a exclusão automática de chaves Pix ligadas a CPFs ou CNPJs irregulares. Além disso, a checagem ocorre com bases da Receita Federal. Isso dificulta uso de dados falsos.

Ao mesmo tempo, o regulador fortaleceu processos de monitoramento. Assim, as instituições devem reagir mais rápido a comportamentos suspeitos. Por outro lado, o usuário precisa manter cadastro atualizado.

O Mecanismo Especial de Devolução ganhou mudanças relevantes. Agora, o sistema rastreia valores com mais precisão. Além disso, as instituições compartilham informações de forma acelerada. Isso aumenta chances de bloqueio de recursos desviados.

No entanto, o Banco Central manteve critérios técnicos rigorosos. Assim, apenas casos com indícios claros seguem o fluxo. Enquanto isso, prazos ficaram mais definidos. Portanto, a resposta a fraudes tende a ganhar eficiência.

O que o Banco Central mudou no PIX?

O Banco Central também reforçou requisitos de segurança cibernética. As regras exigem testes periódicos conduzidos por equipes independentes. Além disso, as instituições precisam comprovar controles de acesso. Isso inclui monitoramento contínuo de transações.

Por outro lado, falhas recorrentes podem gerar sanções. Assim, o regulador busca padronizar práticas. Enquanto isso, o sistema Pix preserva disponibilidade integral.

Bancos tradicionais e fintechs enfrentam impacto direto. Itaú, Nubank e outros participantes precisam adaptar sistemas internos. Além disso, equipes de risco ampliam análises comportamentais. Isso envolve tecnologia e treinamento.

Por consequência, custos operacionais podem subir. No entanto, a medida reduz perdas futuras. Portanto, o mercado tende a absorver o ajuste. Enquanto isso, o Banco Central acompanha resultados.

Para os usuários, as mudanças alteram rotinas específicas. Algumas chaves deixam de existir quando dados ficam irregulares. Além disso, regras impedem transferência indevida de titularidade. Isso reduz golpes comuns.

Por outro lado, o cliente pode enfrentar bloqueios preventivos. Assim, atenção ao cadastro torna se essencial. Enquanto isso, a experiência segue rápida.

Por fim, as mudanças para 2026 sinalizam um Pix mais robusto. O Banco Central aposta em prevenção e resposta rápida. Além disso, o arcabouço regulatório ficou mais consistente. Isso protege usuários e instituições. Por outro lado, exige disciplina cadastral.

Assim, clientes de Itaú, Nubank e outros precisam atenção constante. Enquanto isso, o Pix mantém protagonismo.

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Banco Central informa: Quais 3 bancos estão falindo no Brasil? https://tvfoco.uai.com.br/banco-central-informa-quais-3-bancos-estao-falindo-no-brasil/ Fri, 02 Jan 2026 19:05:37 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2531935 Banco Central decretou a liquidação de três bancos Nos últimos anos, o Banco Central confirmou a liquidação extrajudicial de três instituições financeiras: Banco Master, BRK Financeira e Portocred. As medidas foram adotadas após a autoridade monetária identificar problemas graves, como falta de capital, descumprimento de normas e riscos aos clientes. Banco Master Primeiramente, desde 2022, […]

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Banco Central decretou a liquidação de três bancos

Nos últimos anos, o Banco Central confirmou a liquidação extrajudicial de três instituições financeiras: Banco Master, BRK Financeira e Portocred. As medidas foram adotadas após a autoridade monetária identificar problemas graves, como falta de capital, descumprimento de normas e riscos aos clientes.

Banco Master

Primeiramente, desde 2022, o Banco Master passou a levantar alertas no mercado sobre sua saúde financeira.

O banco enfrentava captação de recursos a custos elevados, exposição a ativos de maior risco e tentativas frustradas de venda, fato que gerou dúvida no mercado.

De acordo com informações do portal G1, em março de 2025, a instituição voltou ao centro das atenções ao avançar nas negociações para vender 58% do capital ao Banco de Brasília (BRB) por cerca de R$ 2 bilhões.

A operação criaria um conglomerado financeiro com aproximadamente R$ 100 bilhões em ativos.

No entanto, o Ministério Público do Distrito Federal e o Ministério Público de Contas solicitaram esclarecimentos sobre os termos da compra.

Neste mesmo período, o Banco Master passou a enfrentar dificuldade de caixa. Já eem maio, a instituição recorreu ao Fundo Garantidor de Créditos (FGC) e obteve uma linha de crédito emergencial de R$ 4 bilhões, que acabou sendo renovada duas vezes.

Desse. modo, o banco tentou vender o Will Bank, sua plataforma digital, como forma de levantar recursos.

Pouco tempo depois, a holding Fictor, junto a um consórcio de investidores dos Emirados Árabes Unidos, ofereceu um aporte imediato de R$ 3 bilhões e a compra das ações do fundador Daniel Vorcaro, deixando de fora o Will Bank e a Master Investimentos.

Porém, com a liquidação decretada pelo Banco Central, a oferta perdeu validade e não foi adiante.

BRK Financeira

O Banco Central decretou a liquidação extrajudicial da BRK S.A. Crédito, Financiamento e Investimento (BRK Financeira) em 15 de fevereiro de 2023.

De acordo com informações do portal Metrópoles, a decisão ocorreu após o BC identificar comprometimento patrimonial, graves violações às normas que regem o sistema financeiro e risco elevado aos credores, especialmente sem garantias.

A BRK acumulava mais de 40 mil credores, e o valor total a ser restituído chega a aproximadamente R$ 1,7 bilhão.

Os depósitos e investimentos, como CDBs, LCIs e LCAs, contam com a cobertura do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), dentro dos limites previstos em lei.

Portocred

Por fim, a Portocred S.A. Crédito, Financiamento e Investimento também teve sua liquidação extrajudicial decretada em 15 de fevereiro de 2023, pelo Banco Central.

Segundo o órgão, o Banco Central adotou a medida após identificar insolvência patrimonial, infrações graves às normas legais e risco significativo para os credores.

Assim como nos outros casos, o Banco Central atuou para proteger o sistema financeiro e reduzir prejuízos aos clientes, acionando os mecanismos legais e o suporte do FGC quando aplicável.

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R$2 a R$200: O dinheiro em papel vai acabar no Brasil? Veja o que o Banco Central diz https://tvfoco.uai.com.br/o-dinheiro-em-papel-vai-acabar-veja-o-que-o-banco-central-diz/ Thu, 01 Jan 2026 12:19:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2531306 Drex não irá substituir o dinheiro em espécie Nos últimos meses, boatos sobre o possível fim das cédulas de real, como de R$ 2 e R$ 200, passaram a circular nas redes sociais, especialmente após a criação do Drex. Desse modo, o Banco Central usou os canais oficias do governo federal para esclarecer: as informações […]

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Drex não irá substituir o dinheiro em espécie

Nos últimos meses, boatos sobre o possível fim das cédulas de real, como de R$ 2 e R$ 200, passaram a circular nas redes sociais, especialmente após a criação do Drex. Desse modo, o Banco Central usou os canais oficias do governo federal para esclarecer: as informações são falsas.

De acordo com o Banco Central, o dinheiro em papel não vai acabar no Brasil. O Drex, a moeda digital do BC, não substitui o dinheiro em espécie e nem tem como objetivo eliminar as cédulas que já fazem parte do dia a dia.

A autoridade monetária ainda explica que a emissão de papel-moeda continua sendo necessária por diversos motivos, como hábitos de consumo, inclusão financeira e uso em regiões com acesso limitado à internet.

Ou seja, o Drex surge apenas como uma opção complementar, voltada principalmente ao ambiente digital. Por isso, seu impacto sobre a demanda por cédulas deve ser mínimo.

O que é o DREX?

A principio, o Drex era o real em formato digital, ou seja, ele é uma moeda digital do Banco Central, conhecida pela sigla CBDC (Central Bank Digital Currency).

Já o real tradicional continua existindo normalmente, representado pelas cédulas e moedas físicas, também emitidas pelo BC e usadas em toda a economia.

Além disso, outro boato recorrente é o de que o Drex serviria para monitorar a vida financeira dos brasileiros. O Banco Central nega essa afirmação.

Em desenvolvimento desde 2020, o projeto segue rigorosamente a legislação brasileira, incluindo a Lei do Sigilo Bancário e a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Ou seja, não há criação de um sistema de vigilância financeira da população.

Banco Central traz mudança

No entanto, em 2025, o Banco Central desistiu de tornar o Drex uma moeda digital, segundo o chefe-adjunto do Departamento de Competição e de Estrutura do Mercado Financeiro do Banco Central, Breno Lobo,

Breno afirmou que a autoridade monetária recuou da ideia de criar uma moeda digital brasileira oficial, nos moldes de uma CBDC.

De acordo com Breno, o Banco Central seguirá avançando no desenvolvimento da infraestrutura tecnológica necessária para viabilizar os chamados contratos inteligentes no futuro.

Ou seja, o DREX terá esse papel. “A gente deu um passo para trás. Não é uma CBDC, uma moeda digital do BC. É uma infraestrutura para permitir contratos inteligentes, para garantir a entrega contra pagamento. Mas tem que dar o passo inicial, a gente enxerga o DREX nessa função”, disse Breno.

Na avaliação de Breno Lobo, para a população em geral, pouco importa se o dinheiro digital é emitido diretamente pelo Banco Central ou por uma instituição financeira

“Importante é ter uma infraestrutura que consegue registrar contratos inteligentes com liquidação vinculada, atrelada, ao alcance daquelas condições estabelecidas em contrato. DREX está indo nessa direção, que traz muito mais utilidade para a população brasileira”, acrescentou ele.

Nova funcionalidade

Entre os exemplos citados estão contratos digitais para a transferência de bens móveis, como veículos, ou imóveis, como a casa própria.

Nesse modelo, a mudança de titularidade e o pagamento acontecem ao mesmo tempo, em ambiente digital, reduzindo riscos de fraude e evitando que uma das partes seja prejudicada.

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Banco Central revela notas de R$20 que estão sendo retiradas de circulação https://tvfoco.uai.com.br/banco-central-revela-notas-de-r20-que-estao-sendo-retiradas/ Tue, 30 Dec 2025 22:15:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2531034 Banco Central divulga lista de notas de R$ 20 que saem de circulação e alerta população sobre mudanças no sistema monetário O Banco Central do Brasil confirmou que as notas de R$20 da primeira família do Real estão sendo gradualmente retiradas de circulação em todo o país. A decisão integra um processo técnico de atualização […]

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Banco Central divulga lista de notas de R$ 20 que saem de circulação e alerta população sobre mudanças no sistema monetário

O Banco Central do Brasil confirmou que as notas de R$20 da primeira família do Real estão sendo gradualmente retiradas de circulação em todo o país. A decisão integra um processo técnico de atualização do meio circulante iniciado após 30 anos do lançamento do Real.

Desde 1994, essas cédulas acompanharam a estabilização econômica e a consolidação da moeda. Com o passar do tempo, entretanto, elas passaram a apresentar limitações operacionais. Por isso, a autoridade monetária decidiu substituí-las de forma silenciosa por modelos mais modernos.

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Primeira família do real e decreto do Banco Central – Foto: Internet

Esse recolhimento não acontece de maneira imediata nem envolve campanhas públicas. As notas antigas continuam válidas para pagamentos, depósitos e transações cotidianas. No entanto, quando entram no sistema bancário, as instituições financeiras não devolvem essas cédulas ao público.

Em vez disso, os bancos encaminham o dinheiro ao Banco Central. Assim, o órgão substitui gradualmente as notas antigas pelas cédulas da segunda família do Real.

As notas da primeira família do Real, incluindo a de R$20, possuem tamanho padronizado para todos os valores. Essa característica dificultou o uso em caixas eletrônicos e equipamentos de leitura automática.

Além disso, o desgaste físico se tornou mais evidente com o passar dos anos. Dessa forma, o custo de manutenção aumentou para o sistema financeiro. Diante desse cenário, o Banco Central optou por retirar essas cédulas de circulação progressivamente.

A retirada afeta as notas da segunda família do real?

Enquanto isso, as notas da segunda família oferecem melhorias relevantes. Elas apresentam tamanhos diferentes conforme o valor, o que facilita a identificação. Além disso, trazem novos elementos de segurança gráfica.

Como resultado, o risco de falsificação diminui e a operação dos equipamentos bancários se torna mais eficiente. Por essa razão, o Banco Central prioriza a circulação dessas cédulas mais recentes.

Apesar da mudança, o órgão reforça que não existe perda de valor para quem ainda possui notas antigas. O comércio deve aceitar normalmente as cédulas da primeira família. Da mesma forma, os consumidores podem utilizá-las sem restrições.

Ainda assim, a tendência aponta para o desaparecimento gradual dessas notas do cotidiano. Esse processo ocorre sem impacto direto para a população.

Por fim, o processo conduzido pelo Banco Central reflete uma transformação mais ampla no sistema de pagamentos brasileiro. Enquanto o Pix e os cartões avançam, o dinheiro físico passa por ajustes silenciosos. A retirada das notas de R$20 da primeira família simboliza essa transição. Assim, o país preserva a estabilidade monetária enquanto moderniza seus instrumentos financeiros.

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Clientes com PIX no Bradesco, Itaú e mais devem ler esse comunicado do Banco Central hoje(30) https://tvfoco.uai.com.br/clientes-com-pix-no-itau-devem-ler-esse-informe-do-banco-central/ Tue, 30 Dec 2025 17:05:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2530961 Tudo sobre o comunicado do Banco Central sobre o PIX para clientes de grandes bancos como Bradesco e Itaú O Banco Central, por meio do seu canal oficial no YouTube, acabou publicando um importante comunicado para os clientes de grandes bancos, como Bradesco, Itaú, dentre outras empresas, que fazem uso do PIX. Em síntese, o […]

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Tudo sobre o comunicado do Banco Central sobre o PIX para clientes de grandes bancos como Bradesco e Itaú

O Banco Central, por meio do seu canal oficial no YouTube, acabou publicando um importante comunicado para os clientes de grandes bancos, como Bradesco, Itaú, dentre outras empresas, que fazem uso do PIX.

Em síntese, o Banco Central acabou explicando que para a sua segurança, existem algumas regrinhas para a realização de Pix, de transferências bancárias. Além também de saques em espécie, tanto na boca do caixa quanto nos terminais de autoatendimento, os caixas eletrônicos.

Em suma, essas restrições variam de acordo com o horário e também o canal utilizado para realizar a transação. Entao, você sabe quais são os limites para transferir à noite, para fazer Pix depois das 20h, para sacar no caixa e como alterar tudo isso? Vamos entender!

A saber, o limite padrão para transferências Pix à noite acaba sendo das 20h às 6h, ou das 22h às 6h, se ajustado. Assim, para Pessoas Físicas é de R$ 1.000,00, uma medida de segurança para prevenir fraudes.

Mas, segundo o BC, você pode solicitar ao seu banco o aumento desse limite (para até o valor do seu limite diurno, por exemplo) ou personalizar para contatos seguros, com análise de segurança do banco, conforme Banco Central e Banco do Brasil.

Quais os limites de saques nos bancos?

Já sobre os saques, cada banco define seu próprio limite diário, que pode ser maior que os R$ 1.000 do Pix, variando conforme seu perfil e segurança.

Se precisar sacar mais de R$ 5.000, o banco pode adiar o saque para o dia seguinte. Por fim, limite padrão é de R$ 1.000,00 por transação.

Diante disso, não há como negar que essas informações acabam sendo vitais para que assim você não venha a lidar com maiores imprevitos futuramente.

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Comunicado do Banco Central traz alerta em chaves PIX do Bradesco, Itaú e mais https://tvfoco.uai.com.br/informe-banco-central-alerta-chaves-pix-itau-e/ Tue, 30 Dec 2025 11:45:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2530734 Será que as suas chaves Pix estão seguras? Banco Central libera um relatório que mostra exatamente onde seu CPF foi cadastrado sem você saber Conforme muitos sabem, o PIX consolidou-se como a modalidade de transferência mais utilizada pelos brasileiros, tornando-se uma ferramenta indispensável no cotidiano financeiro. Criado pelo Banco Central em 2020, o sistema permite […]

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Será que as suas chaves Pix estão seguras? Banco Central libera um relatório que mostra exatamente onde seu CPF foi cadastrado sem você saber

Conforme muitos sabem, o PIX consolidou-se como a modalidade de transferência mais utilizada pelos brasileiros, tornando-se uma ferramenta indispensável no cotidiano financeiro.

Criado pelo Banco Central em 2020, o sistema permite transações instantâneas, pagamento de contas e compras pelo celular a qualquer hora do dia ou da noite.

No entanto, a enorme popularidade desta ferramenta eficaz atraiu a atenção de criminosos, gerando uma onda de fraudes que acende um sinal vermelho.

Em virtude disso, um comunicado do Banco Central traz alerta em chaves PIX do Bradesco, Itaú e demais instituições, reforçando a necessidade de vigilância constante.

Por meio dos seus canais oficiais de comunicação, o BC enfatiza o perigo do uso indevido de dados pessoais.

Como funciona o relatório de monitoramento?

A fim de combater a vulnerabilidade, o Banco Central disponibiliza o relatório das chaves PIX, uma ferramenta de gestão dentro da plataforma Registrato.

De acordo com o órgão, por meio deste serviço, o cidadão consegue gerenciar todas as chaves registradas sob seu CPF ou CNPJ e identificar quais estão ativas, desativadas ou se sofreram alterações sem o seu consentimento.

O acesso ao relatório é direto e seguro, uma vez que o usuário deve entrar no portal “Meu BC” no site oficial do Banco Central para ter acesso.

Dentro da plataforma, basta selecionar “Veja todos os serviços do BC” e, em seguida, “Relatórios Financeiros e Informações Pessoais”.

O sistema permite a pesquisa direta por “relatórios de chaves PIX”, em que as informações aparecem consolidadas ao lado de outros dados importantes, como históricos de empréstimos e contas bancárias abertas em diversas instituições.

Entendendo o histórico de chaves no relatório:

Dentro do documento gerado pelo sistema, o beneficiário encontra o histórico completo de todas as chaves criadas em seu nome.

O relatório detalha o banco de cadastro da chave, o dia e a hora exata da criação e o status atual daquela informação.

O Banco Central esclarece os quatro principais status que uma chave pode apresentar:

  • Chave ativa: Indica que o dado está pronto para uso normal pelo titular;
  • Bloqueada judicialmente: Significa que a chave está impedida de operar por uma ordem da Justiça, podendo retornar ao status ativo caso a decisão seja revogada;
  • Em reivindicação: Este é o ponto mais crítico para a segurança. Indica que o usuário está tentando recuperar um dado que foi utilizado por terceiros para criar uma chave indevida;
  • Em portabilidade: Mostra o processo de transferência de uma chave de um banco para outro, por livre escolha do cliente.

A autoridade monetária reforça que o monitoramento deve ser uma prática rotineira.

Ao identificar qualquer banco ou chave desconhecida no relatório, o usuário deve entrar em contato imediato com a instituição financeira mencionada e com o próprio Banco Central.

Como acessar o Registrato do Banco Central?

  • Acesso unificado: Conforme mencionamos acima, entre no site oficial do Registrato (BCB) utilizando obrigatoriamente sua conta Gov.br (nível Prata ou Ouro);
  • Consulta de chaves: Em seguida, no painel principal, selecione a opção “Meus PIX” para gerar o relatório completo de todas as chaves vinculadas ao seu CPF;
  • Auditoria de contas: Verifique a seção “CCS” (Cadastro de Clientes do Sistema Financeiro) para identificar contas bancárias abertas em seu nome que você não reconhece;
  • Monitoramento de crédito: Utilize a aba “SCR” para conferir se houve empréstimos ou financiamentos realizados por terceiros usando seus dados;
  • Ação preventiva: Caso encontre chaves ou contas indevidas, tire um print, entre em contato imediato com a instituição citada e registre um Boletim de Ocorrência.

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