Nova lei em vigor na gestão Jerônimo Rodrigues traz proibição nos estádios de futebol por única atitude na Bahia

Nova lei na gestão Jerônimo Rodrigues com proibição nos estádios da Bahia (Reprodução: Band News)
Uma nova lei em vigor na Bahia determina uma proibição nos estádios por conta de uma única atitude dos torcedores
Uma nova lei entrou em vigor na Bahia e é um marco importante, tanto para o futebol, quanto para a sociedade como um todo.
Isso porque uma única atitude traz uma proibição que causa a paralisação no jogo de futebol, que é uma grande paixão do brasileiro.
De acordo com o portal ‘ALBA’, está promulgada a Lei Vini Jr, que é de Combate ao Racismo, pela presidente da Assembleia Legislativa da Bahia, Ivana Bastos.
Essa nova lei, que está em vigor, partiu dos princípios do Projeto de Lei n° 24.939, de autoria do deputado Hilton Coelho.
Agora, qualquer partida esportiva, principalmente nos estádios de futebol, que tiver algum tipo de ato racismo, seja dentro ou fora de campo, haverá a paralisação total da partida.
“A entidade competente deverá interromper o evento diante de denúncia ou de manifestação reconhecida de conduta racista”, de o inciso I do artigo 3°.
Claro que isso é algo que deveria já estar na consciência das pessoas, pois o racismo é inadmissível. Porém agora o governo da Bahia reforça esse combate, principalmente dentro dos estádios.

Lei Vini Jr
Além da paralisação total da partida em caso de racismo, há outros fatores importantes também que envolvem a Lei VIni Jr, na Bahia.
Ela prevê campanhas educativas, com divulgação obrigatória de combate ao racismo no início ou intervalo das partidas esportivas.
Elas devem acontecer por meios de grande alcance, seja por telões, alto-falantes, murais, panfletos ou até mesmo em outdoors.
Caso a manifestação de racismo seja coletiva ou de reincidência poderá ter o encerramento total da partida e não somente sua paralisação.
Porque a lei leva o nome de Vini Jr?
Vinícius Junior é hoje um dos jogadores brasileiros que mais luta na causa ao combate contra o racismo, principalmente na Espanha.
Por mais de uma vez ele já enfrentou torcedores que estavam o chamando de ‘mono’ (macaco, em espanhol), ou então fazendo gestos imitando o animal.
Vinícius Júnior bate de frente, luta pela causa, e vem incentivando outros jogadores que sofrem com isso de fazer o mesmo.
As penalidades precisam ser mais duras para quem comete racismo, seja dentro ou fora de campo. A entrada no estádio não libera que você cometa crimes, e precisa pagar por eles.