Supermercados devem seguir Boas Práticas de Fabricação e de Controle Sanitário

Grandes redes de supermercados em São Paulo, como Assaí, Carrefour e demais, precisam cumprir uma série de regras obrigatórias que seguem válidas em 2026.

Continua depois da publicidade

A legislação legislação municipal impõe proibições, cria deveres específicos e reforça a fiscalização sanitária e de segurança nesses locais.

De acordo com a prefeitura de São Paulo, a norma atinge supermercados que recebem mais de 1.500 clientes por dia, como o caso do Assaí e Carrefour.

Continua depois da publicidade

Embora a lei não tenha sido criada durante a atual gestão do prefeito Ricardo Nunes, a Prefeitura de São Paulo mantém e intensifica a fiscalização para garantir o cumprimento das exigências.

A legislação determina a adoção rigorosa das Boas Práticas de Fabricação e de Controle Sanitário.

Essas normas visam elevar os padrões de higiene, segurança alimentar e proteção à saúde dos consumidores, reduzindo riscos sanitários e prevenindo acidentes dentro dos estabelecimentos.

Continua depois da publicidade

Quais regras os supermercados precisam cumprir?

Durante as inspeções, a fiscalização avalia todas as áreas do supermercado, desde o recebimento das mercadorias até o armazenamento, a manipulação e a exposição dos alimentos ao consumidor.

Desse modo, a regra visa três níveis de falhas, que variam conforme o nível de risco à saúde público. São elas:

Imprescindível

Continua depois da publicidade

Engloba irregularidades graves que comprometem diretamente a segurança e a qualidade dos alimentos.

Essas falhas exigem correção imediata e, em caso de reincidência, o supermercado pode sofrer interdição total ou parcial.

Necessário

Inclui problemas que também afetam as boas práticas, mas com menor impacto imediato. Se o estabelecimento não corrigir a irregularidade, ela pode ser reclassificada como Imprescindível em fiscalizações futuras.

Recomendável

Não apresentam risco imediato à saúde, mas contribuem para a qualidade dos processos internos. Na primeira vistoria, gera apenas orientação.

Proibições e obrigações

Além disso, a lei proíbe o funcionamento de supermercados que apresentem falhas graves relacionadas à higiene, ao armazenamento inadequado e à manipulação incorreta de alimentos.

Desse modo, o supermercado deve manter padrões rígidos de funcionamento, como:

  • Controle sanitário
  • Processos corretos de manipulação de alimentos
  • Treinamento regular de funcionários
  • Condições adequadas de armazenamento, transporte e exposição dos produtos
  • Cumprimento de normas
  • Instalação de desfibrilador externo automático (DEA)

Por que a medida é importante?

Por fim, essas regras são importantes para proteger a saúde e segurança da população, garantindo que os alimentos comercializados estejam em condições adequadas de higiene, armazenamento e manipulação.

Ao exigir padrões rigorosos e fiscalização contínua, a legislação reduz o risco de contaminações, intoxicações e surtos de doença, além de prevenir acidentes dentro dos supermercados.