Anvisa - TV Foco O TV Foco desde 2006 leva as melhores notícias da tv para milhares de brasileiros todos os dias. Tudo sobre tv e famosos, novelas, realities. Wed, 31 Dec 2025 15:32:07 +0000 pt-BR hourly 1 https://statics.otvfoco.com.br/2020/01/cropped-favicon-32x32.png Anvisa - TV Foco 32 32 Contaminação: Informe da ANVISA sobre frango deve ser lido por donas de casa hoje 01/01 https://tvfoco.uai.com.br/contaminacao-informe-da-anvisa-sobre-frango-deve-ser-lido-hoje/ Thu, 01 Jan 2026 14:15:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2531317 Anvisa traz alerta sobre lavar o frango antes de prepará-lo Nesta quinta-feira, 01, a Anvisa, por meio do seu Instagram oficial, fez um alerta essencial para quem prepara as refeições em casa: lavar carnes ou frangos o antes do preparo não torna o alimento mais seguro. Pelo contrário, essa prática aumenta o risco de contaminação […]

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Anvisa traz alerta sobre lavar o frango antes de prepará-lo

Nesta quinta-feira, 01, a Anvisa, por meio do seu Instagram oficial, fez um alerta essencial para quem prepara as refeições em casa: lavar carnes ou frangos o antes do preparo não torna o alimento mais seguro. Pelo contrário, essa prática aumenta o risco de contaminação dentro da cozinha.

Embora seja comum em inúmeros lares, os órgãos de saúde não recomendam lavar carnes ou frangos crus por contas dos riscos.

De fato, muitas pessoas acreditam que lavar o alimento pode ajudar a alimentar microrganismos, retirar odores e até mesmo limpar o frango.

No entanto, segundo a Anvisa, lavar o frango não elimina microrganismos e ainda expõe o ambiente doméstico a riscos maiores.

Carnes, inclusive o frango, possuem nutrientes que favorecem a presença e o crescimento de microrganismos.

Do abate até a mesa, o alimento pode entrar em contato com diferentes fontes de contaminação.

Entre os microrganismos que podem estar presentes estão:

  • Bactérias
  • Vírus
  • Protozoários
  • Fungos

No entanto, isso não significa que a carne ou frango seja imprópria para o consumo. Ela é segura quando:

  • É produzida em ambientes higienizados
  • Passa por inspeção e fiscalização
  • É transportada e armazenada na temperatura correta
  • Segue as orientações do rótulo
  • É consumida dentro do prazo de validade

Contaminação cruzada

Além disso, ao lavar o frango cru, a água espalha microrganismos invisíveis por toda a cozinha. Eles podem atingir:

  • Pia e ralos
  • Bancadas
  • Utensílios
  • Esponjas e panos de prato
  • Pratos, copos e talheres
  • Outros alimentos próximos

Ou seja, a água funciona como um meio de transporte para bactérias, ampliando a contaminação do ambiente doméstico.

A contaminação cruzada pode favorecer o surgimento das doenças transmitidas por alimentos, causadas pela ingestão de alimentos contaminados por:

  • Bactérias e toxinas
  • Vírus
  • Parasitas
  • Substâncias químicas

Sintomas comuns das Doenças Transmitidas por Alimentos

Principais sintomas das DTAs:

  • Náusea
  • Vômitos
  • Diarreia
  • Dor abdominal
  • Febre
  • Perda de apetite

Além disso, no caso do frango , a atenção deve ser redobrada por causa da Salmonella, bactéria que pode causar salmonelose.

Como identificar frango próprio para consumo?

Segundo as orientações sanitárias, o frango refrigerado corretamente deve apresentar:

  • Cor uniforme, geralmente mais pálida
  • Textura firme
  • Pouco ou nenhum líquido na embalagem
  • Ausência de cheiro forte ou estranho

Alterações visíveis ou odor intenso indicam que o produto pode estar impróprio para consumo.

De acordo com a ANVISA, o cozimento completo é a única forma eficaz de eliminar microrganismos da carne.

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Chegou a vez do óleo: Informe da ANVISA comunica suspensão de marca em dezembro de 2025 https://tvfoco.uai.com.br/chegou-a-vez-do-oleo-anvisa-comunica-suspensao-de-marca/ Wed, 31 Dec 2025 16:25:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2531244 Anvisa proíbe comercialização e divulgação do Óleo de Cannabis Full Spectrum Oil No dia 09 de dezembro, a Agência Nacional da Vigilância Sanitária (Anvisa) confirmou a suspensão de comercialização e divulgação do Óleo de Cannabis Full Spectrum Oil 6.000 mg, da marca Leve CDB. De acordo com informações da agência, divulgadas no site do gov, […]

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Anvisa proíbe comercialização e divulgação do Óleo de Cannabis Full Spectrum Oil

No dia 09 de dezembro, a Agência Nacional da Vigilância Sanitária (Anvisa) confirmou a suspensão de comercialização e divulgação do Óleo de Cannabis Full Spectrum Oil 6.000 mg, da marca Leve CDB.

De acordo com informações da agência, divulgadas no site do gov, o produto tem origem desconhecida.

Além disso ,o produto não possuí registro nem autorização sanitária, apesar de estar sendo vendido e promovido no site oficial da marca.

Sem o aval da Anvisa, não há garantia de que o óleo seja seguro, eficaz ou fabricado dentro dos padrões mínimos de qualidade.

Desse modo, o consumo de produtos desse tipo pode expor o usuário a:

  • substâncias não declaradas
  • dosagens inadequadas
  • contaminação
  • efeitos adversos graves, especialmente quando se trata de itens com alegações terapêuticas

Uplife e Audioclean também entram na lista da Anvisa

Além disso, a Agência Nacional da Vigilância Sanitária também proibiu outros dois produtos irregulares que estavam sendo oferecidos ao público.

O primeiro é o Uplife, fabricado por empresa desconhecida e composto por ingredientes como sene, gelatina, cáscara-sagrada, espirulina, cavalinha, espinheira-santa, fucus e carquejo-doce.

De acordo com a agência, o produto não tem registro nem notificação no órgão e ainda promete efeitos emagrecedores sem qualquer comprovação científica.

Desse modo, a agência determinou a apreensão do item e proibiu sua fabricação, comercialização, importação, distribuição, divulgação e consumo.

Em seguida, o órgão proibiu o Audioclean, divulgado na internet como um “suplemento natural para saúde auditiva e clareza mental”.

No entanto, assim como os demais, o produto possuí origem desconhecida e não foi registrado ou notificado junto à Anvisa.

A agência também proibiu todas as etapas relacionadas ao produto, incluindo venda, fabricação, importação, divulgação e consumo.

Riscos de usar produtos sem registro

A Anvisa alerta que produtos sem registro ou regularização não passam por avaliações técnicas, o que significa que não há garantia de qualidade, segurança ou eficácia.

Ou seja, o uso desse itens pode causar reações adversas, interações medicamentosas perigosas, agravamento de doenças preexistentes e até intoxicações.

Denuncie produtos irregulares

Diante desses riscos, a orientação é clara: desconfie de promessas milagrosas e sempre verifique se o produto possui registro ou autorização da Agência Nacional da Vigilância Sanitária.

Por fim, a Agência reforça a importância de denunciar a venda de itens irregulares, contribuindo para a proteção da saúde pública e evitando que mais consumidores sejam expostos a riscos desnecessários.

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“Risco de contaminação”: Informe da ANVISA traz alerta sobre peixe que acerta em cheio a ceia de Réveillon https://tvfoco.uai.com.br/anvisa-traz-alerta-sobre-peixe-que-acerta-a-ceia-de-reveillon/ Tue, 30 Dec 2025 18:02:35 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2530894 Anvisa dá dicas para preparar ceia adequada para o Réveillon Com a proximidade do Réveillon, o consumo de peixes e frutos do mar aumenta. Desse modo, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou um alerta importante sobre o risco de contaminação alimentar. O objetivo é evitar intoxicações e garantir mais segurança à saúde dos […]

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Anvisa dá dicas para preparar ceia adequada para o Réveillon

Com a proximidade do Réveillon, o consumo de peixes e frutos do mar aumenta. Desse modo, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou um alerta importante sobre o risco de contaminação alimentar.

O objetivo é evitar intoxicações e garantir mais segurança à saúde dos brasileiro. O informe ainda reúne orientações práticas que começam no momento da compra e seguem até o preparo e consumo.

Validade não é detalhe

Primeiramente, mesmo que o alimento tenha aparência normal, produtos fora do prazo de validade podem conter fungos e bactérias invisíveis, capazes de causar intoxicações graves.

Peixes e frutos do mar vencidos representam um risco ainda maior. Desse mundo, nunca consuma alimentos fora da data indicada.

Atenção aos rótulos

Os rótulos também trazem informações importantes sobre conservação, validade e modo de preparo do alimento.

Além disso, a lupa presente na parte frontal das embalagens indica alto teor de açúcar, gordura saturada ou sódio.

Na ceia, não é necessário excluir esses itens, mas o ideal é equilibrar o cardápio para evitar excessos que sobrecarregam o organismo.

Sinal de alerta com embalagens

Na hora da compra, é essencial verificar se as embalagens estão intactas. Rasgos, amassados, furos ou sinais de umidade podem indicar contaminação.

Peixes refrigerados ou congelados precisam estar armazenados na temperatura correta para evitar contaminações e, consequentemente, intoxicações alimentares.

Higiene começa pelas mãos

Além disso, outro passo fundamental na hora do preparo do alimento é lavar bem as mãos. Essa é uma das formas mais eficazes de prevenir doenças.

Ou seja, sempre que usar o celular, ir ao banheiro, tocar superfícies ou receber visitas, lave novamente as mãos.

Microrganismos se espalham com facilidade e podem contaminar os alimentos rapidamente.

Cozinha limpa

Antes de iniciar o preparo da ceia, higienize bancadas, utensílios e equipamentos com água e sabão. É fundamental manter o local livre de insetos, roedores e animais domésticos.

Cru e cozido não se misturam

Peixes crus e outros alimentos in natura podem conter microrganismos perigosos. Desse modo, eles nunca devem entrar em contato com alimentos prontos para consumo.

Use utensílios diferentes e lave bem facas, tábuas e recipientes entre um preparo e outro. No armazenamento, mantenha cada alimento em recipientes separados.

Nunca lave carnes, aves ou peixes

Além disso, lavar peixes, carnes ou aves não elimina bactérias e ainda aumenta o risco de contaminação cruzada.

Isso porque, a água pode espalhar microrganismos pela pia, bancada e utensílios. O que realmente elimina bactérias é o cozimento adequado, em temperatura suficiente.

Descongele de forma correta

O ideal é descongelar sob refrigeração, abaixo de 5 °C, ou no micro-ondas, desde que o alimento seja preparado imediatamente. Deixar o peixe sobre a pia ou bancada favorece a multiplicação rápida de microrganismos.

Cozinhe bem os alimentos

Por fim, o cozimento adequado é essencial para eliminar microrganismos perigosos. Peixes e carnes devem atingir temperatura suficiente para ficarem completamente cozidos, sem partes cruas ou translúcidas.

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Atenção: Anvisa comunica proibição de venda de remédios das redes Raia e Drogasil no fim de 2025 https://tvfoco.uai.com.br/atencao-anvisa-comunica-proibicao-de-venda-de-remedios/ Tue, 30 Dec 2025 02:55:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2530666 Anvisa comunica bloqueio da venda de medicamentos nas redes Raia e Drogasil antes do fim de 2025 e exige retirada imediata A Anvisa publicou, em 23 de dezembro de 2025, uma resolução proibindo a venda e a propaganda de todos os medicamentos das marcas Bwell e Needs oferecidos pela Raia Drogasil no Brasil. A medida […]

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Anvisa comunica bloqueio da venda de medicamentos nas redes Raia e Drogasil antes do fim de 2025 e exige retirada imediata

A Anvisa publicou, em 23 de dezembro de 2025, uma resolução proibindo a venda e a propaganda de todos os medicamentos das marcas Bwell e Needs oferecidos pela Raia Drogasil no Brasil.

A medida determina que os produtos não podem ser comercializados em lojas físicas, nos sites drogasil.com.br ou drogaraia.com.br, nem por terceiros. Com isso, a Anvisa afirma que a empresa não tem autorização para atuar como fabricante de medicamentos, e por isso a proibição vale para toda a cadeia de vendas e divulgação.

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Anvisa faz alerta envolvendo remédios (Foto: Montagem TV Foco)

A resolução publicada no Diário Oficial da União não deixa dúvidas sobre sua abrangência, pois inclui a suspensão de comércio, propaganda e distribuição de todos os medicamentos sob essas duas marcas, sem exceções.

A Anvisa determina ainda que qualquer pessoa física ou jurídica que viole essa norma estará sujeita às penalidades previstas na legislação sanitária brasileira. Além disso, a proibição vigora imediatamente, e a agência regulamenta que os prazos de defesa e recursos administrativos seguem as regras do processo regulatório.

Por que a Anvisa fez essa proíbição?

Recentemente, a RD Saúde tinha anunciado planos para ampliar produtos OTC (over‑the‑counter) sob a marca Bwell, incluindo itens como dipirona e loratadina, com início previsto no próximo ano. No entanto, a presença desses produtos nas prateleiras acabou confrontando a necessidade de autorizações específicas para produção.

A agência reguladora afirma que a proibição não se estende a outros produtos vendidos pelas marcas Bwell e Needs. Produtos como cosméticos, itens de higiene pessoal ou suplementos alimentares que não se caracterizem como medicamentos.

Esses itens continuam disponíveis ao público desde que devidamente registrados e regulamentados conforme as normas vigentes.

Em nota oficial, a RD Saúde refutou a interpretação de que age como fabricante de medicamentos. Além disso, afirmou que seus produtos são produzidos por indústrias farmacêuticas licenciadas e autorizadas pela Anvisa. A empresa informou ainda que apresentará recurso administrativo à agência para contestar a decisão e detalhar seus procedimentos regulatórios.

Por fim, a medida da Anvisa reforça a importância do cumprimento estrito das normas de vigilância sanitária no setor farmacêutico. A agência exerce seu papel de fiscalização para garantir a segurança dos medicamentos oferecidos no mercado.

Enquanto o recurso administrativo tramita, a proibição segue em vigor e as penalidades por descumprimento podem ser aplicadas conforme a legislação sanitária brasileira.

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Impróprios: 6 marcas de café populares proibidas pela ANVISA em 2025 https://tvfoco.uai.com.br/6-marcas-de-cafe-populares-proibidas-pela-anvisa-em-2025/ Mon, 29 Dec 2025 20:00:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2530451 Anvisa retira do mercado seis marcas de café conhecidas em 2025 e classifica os produtos como impróprios ao consumo A Anvisa proibiu, em 2025, a venda de 6 marcas de café após identificar falhas graves de segurança sanitária. A autarquia publicou as decisões no Diário Oficial e ampliou a fiscalização no setor. Contudo, a medida […]

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Anvisa retira do mercado seis marcas de café conhecidas em 2025 e classifica os produtos como impróprios ao consumo

A Anvisa proibiu, em 2025, a venda de 6 marcas de café após identificar falhas graves de segurança sanitária. A autarquia publicou as decisões no Diário Oficial e ampliou a fiscalização no setor. Contudo, a medida atingiu produtos amplamente consumidos no país.

Além disso, a agência reforçou que o café precisa seguir regras rígidas de produção, rotulagem e registro para circular legalmente no mercado brasileiro.

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Café / Anvisa – Montagem: TVFOCO

Logo no início das apurações, técnicos da Anvisa encontraram irregularidades que variaram entre ausência de licença sanitária e contaminação por substâncias perigosas. Em alguns casos, análises laboratoriais apontaram micotoxinas acima do permitido.

Por isso, a agência determinou a suspensão imediata da fabricação e da comercialização. Além disso, os responsáveis precisaram recolher os lotes já distribuídos aos pontos de venda.

Entre as marcas proibidas aparece a Vibe Coffee, registrada no Espírito Santo. A empresa não apresentou autorização sanitária válida nem comprovou boas práticas de fabricação. Dessa forma, a Anvisa proibiu todos os produtos da marca em território nacional.

Além disso, a decisão incluiu veto à propaganda e à distribuição. A agência alertou que o consumo poderia representar riscos à saúde.

Qual café foi proibido pela Anvisa?

  • Melissa (“pó para preparo de bebida sabor café”) – proibido em junho de 2025
  • Pingo Preto (“pó para preparo de bebida sabor café”) – proibido em junho de 2025
  • Oficial (“bebida sabor café”) – proibido em junho de 2025
  • Câmara – proibido em setembro de 2025
  • Fellow Criativo (“pó para preparo de café”) – proibido em outubro de 2025
  • Vibe Coffee – proibido em novembro de 2025

Outro grupo de marcas chamou atenção por vender produtos classificados como café fake. As marcas Oficial, Melissa e Pingo Preto entraram nessa lista após análises detalhadas. Segundo a Anvisa, os produtos continham matérias-primas impróprias e contaminação por fungos.

Por isso, a agência concluiu que os itens não atendiam aos padrões mínimos de segurança alimentar exigidos pela legislação brasileira.

A marca Café Câmara também sofreu proibição total em 2025. Durante a fiscalização, técnicos encontraram fragmentos semelhantes a vidro em um dos lotes analisados. Assim, a Anvisa classificou o risco como físico e imediato. Além disso, a agência determinou a apreensão das embalagens ainda em circulação. A decisão buscou evitar acidentes e danos ao consumidor final.

Outro caso envolveu o produto Fellow Criativo, da marca Cafellow. O item utilizava extrato de cogumelo Agaricus bisporus, ingrediente não autorizado para alimentos no Brasil. Além disso, o rótulo trazia alegações de benefícios à saúde sem comprovação científica. Por isso, a Anvisa considerou o produto irregular e proibiu sua venda, divulgação e distribuição em todo o país.

Por fim, a Anvisa orienta consumidores a verificar rótulos e desconfiar de produtos sem registro visível. Além disso, a agência recomenda denunciar itens suspeitos às vigilâncias locais.

As proibições mostram que falhas no controle de qualidade continuam presentes no mercado. Portanto, a atuação contínua do órgão se mantém essencial para garantir segurança alimentar e transparência ao consumidor.

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Atenção, donas de casa: Informe da ANVISA comunica proibição de produto de limpeza popular no fim de 2025 https://tvfoco.uai.com.br/anvisa-comunica-proibicao-de-produto-de-limpeza-popular-3/ Fri, 26 Dec 2025 20:45:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2529614 Donas de casa precisam ficar atentas após Anvisa anunciar a proibição de um produto de limpeza popular, agora no fim de 2025 A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) publicou, em 22 de dezembro de 2025, uma resolução que proibiu o uso, a distribuição e a comercialização dos produtos Solubrillho Soluções de Limpeza. Além disso, […]

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) publicou, em 22 de dezembro de 2025, uma resolução que proibiu o uso, a distribuição e a comercialização dos produtos Solubrillho Soluções de Limpeza.

Além disso, a norma determinou a apreensão imediata de todos os itens fabricados até 14 de abril de 2024 em todo o território nacional.

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Mulher preocupada, produtos de limpeza e logo Anvisa (Fotos: Reproduções / Canva / Internet)

Segundo a Anvisa, a medida atingiu todos os produtos da marca porque a agência identificou a exposição à venda sem registro sanitário obrigatório. Nesse caso, a fiscalização também constatou que a empresa responsável pela fabricação não possuía autorização de funcionamento válida.

Por esse motivo, a Anvisa classificou a situação como irregular e potencialmente arriscada à saúde pública. Embora os produtos sejam de limpeza, a legislação brasileira exige controle sanitário rigoroso para esse tipo de item.

Assim, o registro na Anvisa funciona como uma garantia mínima de segurança, qualidade e informações corretas ao consumidor. Sem esse registro, não existe confirmação sobre a composição química, o processo de fabricação ou os padrões de controle adotados.

Por que a Anvisa proibiu esse produto?

Além disso, a ausência de uma empresa formalmente identificada impede qualquer ação rápida em casos de problemas sanitários. Quando não há CNPJ nem autorização, a fiscalização não consegue rastrear a origem dos produtos nem responsabilizar fabricantes.

Por consequência, o consumidor fica exposto a riscos desconhecidos, já que não há dados oficiais sobre testes ou avaliações técnicas. Ainda que o uso pareça comum, produtos de limpeza podem causar danos se apresentarem fórmulas inadequadas.

Diante desse cenário, a Anvisa decidiu ampliar o alcance da medida e proibiu também a distribuição em atacados e varejos. Da mesma forma, a agência determinou a retirada imediata desses produtos de prateleiras e depósitos.

Além disso, a resolução prevê apreensão sempre que autoridades sanitárias encontrarem os itens em circulação. Caso estabelecimentos insistam na venda, a legislação prevê aplicação de multas e outras penalidades administrativas.

Enquanto isso, a Anvisa orienta comerciantes a verificarem seus estoques com atenção redobrada. Se houver produtos da marca Solubrillho, a recomendação é suspender a venda imediatamente.

Da mesma forma, consumidores devem checar se possuem esses itens em casa e evitar qualquer tipo de uso. Nesses casos, a orientação é procurar os órgãos de vigilância sanitária locais para informações sobre descarte adequado.

Além de punir irregularidades, a ação reforça o papel da Anvisa na proteção da saúde coletiva. Por meio desse tipo de fiscalização, o órgão busca impedir que produtos sem controle cheguem à população.

Ao mesmo tempo, a decisão serve como alerta para fabricantes que tentam atuar fora das regras sanitárias. Sem autorização e sem registro, nenhuma empresa pode colocar produtos de limpeza no mercado brasileiro.

Por fim, especialistas ressaltam que o consumidor também exerce papel importante nesse processo. Antes da compra, é fundamental conferir rótulos, dados do fabricante e a existência de registro ou notificação na Anvisa.

Assim, a fiscalização se torna mais eficaz e reduz a circulação de produtos irregulares. Com isso, a Anvisa fortalece a segurança sanitária e amplia a proteção da saúde pública em todo o país.

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Você sabia? A Anvisa proibiu produto popular do Carnaval por risco grave e cegueira https://tvfoco.uai.com.br/a-anvisa-proibiu-produto-popular-do-carnaval-por-risco-grave/ Fri, 26 Dec 2025 17:59:56 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2529544 Anvisa proibiu inúmeras pomadas usadas para modelar, trançar ou fixar os fios Em 2022 e 2023, a Anvisa apertou a fiscalização e cancelou a autorização de cerca de 1,5 mil de pomadas usadas para modelar, trançar ou fixar os fios. Em 24 de fevereiro de 2025, a agência reforçou o alerta sobre a medida devido […]

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Anvisa proibiu inúmeras pomadas usadas para modelar, trançar ou fixar os fios

Em 2022 e 2023, a Anvisa apertou a fiscalização e cancelou a autorização de cerca de 1,5 mil de pomadas usadas para modelar, trançar ou fixar os fios. Em 24 de fevereiro de 2025, a agência reforçou o alerta sobre a medida devido ao Carnaval, já que o produto é comum durante a folia.

As regras passaram a valer para evitar que esses cosméticos causem danos graves, especialmente aos olhos.

De acordo com o Sistema de Informações de Agravos de Notificação (SINAN) mostram que os casos de irritação ocular aumentam justamente nos primeiros meses do ano.

O motivo é simples: durante o Carnaval, cresce o uso dessa pomadas, muitas vezes em excesso ou sem registro na Anvisa. O produto também pode ser utilizado nas festas de fim de ano, como o Ano Novo.

Sintomas de intoxicação

A Anvisa determinou a proibição dos produtos irregulares e que não atendiam às normas de segurança devido aos riscos à saúde dos consumidores.

O contato das pomadas com os olhos pode provocar intoxicação exógena, com sintomas que não devem ser ignorados, como:

  • Coceira intensa
  • Vermelhidão e irritação
  • Ardência e inchaço
  • Visão turva, especialmente após contato com água

Em situações mais graves, há risco real de lesões oculares e até cegueira. Desse modo, ao perceber qualquer um desses sintomas, é necessário procurar atendimento médico imediato.

Além disso, é fundamental informar o ocorrido às autoridades sanitárias.

Motivos de suspensão

De acordo com informações do portal G1, em 2023, a suspensão dos produtos ocorreu especialmente por irregularidades, como:

  • Produtos que possuíam a forma física declarada de pomada
  • Incluíam o termo pomada na embalagem em qualquer idioma
  • Tinham na fórmula 20% ou mais de álcoois etoxilados
  • Tinham sido notificados anteriormente Tinha sido registrados por empresa que tiveram pelo menos um produção associado a evento adverso grave

Como denunciar um produto irregular

Se você sofrer algum problema, guarde a pomada. Informações como marca, lote e embalagem são essenciais para a investigação dos órgãos competentes.

Em seguida, a notificação pode ser feita por meio dos canas e-Notivisa e LimeSuvery. Esse passo é fundamental para retirar produtos perigosos do mercado e proteger os consumidores.

Dicas para um penteado bonito e seguro

Para curtir as festas sem colocar a saúde em risco, o Ministério da Saúde recomenda alguns cuidados simples, mas essenciais:

  • Use apenas produtos registrados e autorizados pela Anvisa
  • Leia o rótulo com atenção e siga as orientações do fabricante
  • Evite o uso. excessivo da pomada
  • Não aplique o produto perto dos olhos ou sobre áreas irritadas
  • Na hora de remover, incline a cabeça para trás para evitar que a pomada escorra para os olhos
  • Se houver contato acidental com os olhos, lave com água corrente por pelo menos 15 minutos

Por fim, para conferir as pomadas liberadas pela Anvisa, basta clicar nesse link.

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Anvisa ciente: Por que a canela da sua cozinha pode estar com pelos de rato? https://tvfoco.uai.com.br/anvisa-ciente-por-que-a-canela-pode-estar-com-pelos-de-rato/ Thu, 25 Dec 2025 21:45:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2529183 Você sabia que a canela em pó da cozinha pode conter pelos de rato? A Anvisa, inclusive, está ciente dessa situação e tem uma norma que permite A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) está sempre em atuação para garantir a segurança sanitária da população. Entretanto, o que muitos não sabem é que o órgão permite a […]

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Você sabia que a canela em pó da cozinha pode conter pelos de rato? A Anvisa, inclusive, está ciente dessa situação e tem uma norma que permite

Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) está sempre em atuação para garantir a segurança sanitária da população. Entretanto, o que muitos não sabem é que o órgão permite a presença de algumas ‘matérias estranhas’ em alimentos industrializados. Inclusive, na canela, produto da culinária.

Isso porque agência considera alguns desses fragmentos inevitáveis e seguros, desde que respeitem limites específicos. Dessa forma, com base no que dizem essas regras, iremos destacar abaixo os limites de cada um desses produtos. A norma que rege este tema é a RDC-14, publicada pela Anvisa em 2014.

Recentemente, a norma acabou sendo substituída e atualizada pela RDC nº 623/2022. Portanto, a criação do dispositivo fiscalizatório teve o intuito de reduzir os riscos à saúde humana e as falhas observadas na produção de itens do setor alimentício. Vale lembrar que o regulamento acaba sendo aplicado em:

  • Frutas, produtos de frutas e similares;
  • Farinhas, massas, produtos de panificação e outros produtos derivados de cereais;
  • Café;
  • Chás;
  • Especiarias;
  • Cacau e produtos derivados;
  • Todos os tipos de alimentos.

No documento são definidas as quantidades de matérias estranhas que possam ser identificadas nos alimentos, reforçando o índice máximo, de acordo com o tipo de produto analisado. De acordo com a RDC, o limite de tolerância acabou sendo estabelecido a partir dos seguintes critérios:

  • Risco à saúde, considerando a população exposta, o processamento, as condições de preparo e forma de consumo do produto;
  • Dados nacionais e internacionais disponíveis para avaliação e comparação;
  • Ocorrência de matérias estranhas mesmo com a adoção das melhores práticas de fabricação disponíveis.

Alguns limites de tolerância

Os limites de tolerância variam de acordo com os grupos de alimentos e grupos de matérias estranhas.  No caso de alguns alimentos, por exemplo, é permitido 1,5% de areia ou cinzas insolúveis em ácido no produto. Em alimentos que contenham mais do que isso, o lote é vetado e a empresa pode pagar multa.

A Anvisa também tolera diversas “matérias estranhas” em outros produtos. Entre elas, estão insetos, roedores, excrementos de animais, areia e fungos, aceitos dentro de certas limitações. Na canela em pó, por exemplo, pode ter 100 g de fragmentos a cada 50g e 1 fragmento de pelo de roedor em 50g.

Como saber se o produto é proibido pela Anvisa?

Ademais, caso existam dúvidas, basta usar à opção “Consulta Genérica”. Na seção seguinte, basta preencher o formulário de pesquisa no campo “Nome do produto”. Às vezes, o nome de uma mercadoria não corresponde ao registro no órgão. Nesses casos, aliás, convém pesquisar o registro do produto.

Por fim, veja mais notícias sobre a Anvisa CLICANDO AQUI.

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Você sabia? A Anvisa proibiu produto popular das donas de casa por queimaduras e acidentes https://tvfoco.uai.com.br/voce-sabia-a-anvisa-proibiu-produto-popular-das-donas-de-casa/ Wed, 24 Dec 2025 00:30:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2528578 Anvisa barrou um produto tradicional nas residências brasileiras ao identificar queimaduras, falhas de segurança e perigo real aos consumidores Ainda em 2024, a Anvisa voltou a proibir a venda do álcool líquido 70% para o público em geral após encerrar uma autorização excepcional criada durante a pandemia. A medida reacendeu alerta sobre riscos domésticos. O […]

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Anvisa barrou um produto tradicional nas residências brasileiras ao identificar queimaduras, falhas de segurança e perigo real aos consumidores

Ainda em 2024, a Anvisa voltou a proibir a venda do álcool líquido 70% para o público em geral após encerrar uma autorização excepcional criada durante a pandemia. A medida reacendeu alerta sobre riscos domésticos.

O produto ficou popular nas casas brasileiras. Porém, as estatísticas de acidentes sempre preocuparam os órgãos de saúde. Desde 2002, a agência já restringia a comercialização. A liberação ocorreu apenas por causa da crise sanitária do COVID. Agora, a regra original voltou a valer.

Álcool 70% é proibido devido os riscos de queimaduras (Foto: Reprodução/ Internet)

Durante a pandemia, a Anvisa liberou temporariamente o álcool líquido 70% para ampliar o acesso à higienização. A decisão atendeu uma demanda urgente. A autorização teve prorrogações sucessivas. Mesmo assim, a norma sempre trouxe prazo definido. A RDC 766 de 2022 estabeleceu o encerramento da liberação.

Além disso, o texto fixou 120 dias para esgotar estoques. Esse período terminou em 29 de abril de 2024. A partir daí, o comércio comum perdeu autorização.

A agência baseou a decisão em dados históricos de acidentes domésticos envolvendo o produto. O álcool líquido apresenta alta inflamabilidade. Ele pode provocar queimaduras graves em poucos segundos. Além disso, registros mostram explosões causadas por manuseio inadequado. Crianças também sofreram intoxicações por ingestão acidental.

Por isso, especialistas sempre trataram o produto como risco elevado. A Anvisa reforçou que a forma líquida facilita acidentes. Dessa forma, a proibição busca reduzir ocorrências evitáveis.

Ninguém mais pode comprar álcool líquido 70%?

Com o fim da autorização, supermercados e farmácias não podem vender álcool líquido 70% ao consumidor comum. A fiscalização passou a monitorar estoques e anúncios digitais. Caso o comércio descumpra a regra, a lei prevê sanções.

Multas e apreensões entram no pacote. Enquanto isso, alternativas seguem liberadas. Contudo, o álcool em gel 70% permanece disponível. Essa versão oferece eficácia semelhante. Ao mesmo tempo, reduz o risco de combustão rápida.

Apesar da proibição ao público geral, a regra não afeta todos os usos. Hospitais e serviços de saúde mantêm acesso ao álcool líquido 70%. Esses ambientes seguem normas específicas. Profissionais recebem treinamento adequado.

Além disso, o uso ocorre sob protocolos rígidos. A Anvisa esclareceu que a restrição mira o uso doméstico. Assim, a agência evita interpretações equivocadas. A medida não compromete a rotina hospitalar.

Por fim, ao retomar a proibição, a Anvisa reforça uma diretriz antiga de segurança sanitária. A agência prioriza a redução de queimaduras graves. Também busca diminuir acidentes evitáveis dentro dos lares.

Embora o álcool líquido 70% tenha eficácia comprovada, o risco pesa mais. Por isso, a norma mantém coerência com decisões passadas. O consumidor precisa se adaptar às opções permitidas. A mudança encerra um ciclo excepcional criado pela pandemia.

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Você sabia? A Anvisa precisou proibir chocolate amado por risco de contaminação com salmonella https://tvfoco.uai.com.br/a-anvisa-precisou-proibir-chocolate-por-risco-de-contaminacao/ Tue, 23 Dec 2025 16:10:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2528412 Em 2022, Anvisa proibiu a venda de chocolates da marca israelense Elite no Brasil Em maio de 2022, a Agência Nacional da Vigilância Sanitária (Anvisa) tomou uma medida rigorosa e chamou a atenção dos consumidores: proibiu a venda de chocolates da marca israelense Elite em todo o território nacional. A decisão ocorreu após um alerta […]

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Em 2022, Anvisa proibiu a venda de chocolates da marca israelense Elite no Brasil

Em maio de 2022, a Agência Nacional da Vigilância Sanitária (Anvisa) tomou uma medida rigorosa e chamou a atenção dos consumidores: proibiu a venda de chocolates da marca israelense Elite em todo o território nacional. A decisão ocorreu após um alerta internacional que apontou risco de contaminação pela bactéria Salmonella.

Primeiramente, a determinação, publicada no dia 13 de maio, suspendeu imediatamente o comércio, a distribuição, a importação e o uso dos produtos no Brasil.

Além disso, a Anvisa exigiu o recolhimento de todos os lotes, sem exceção, como forma de proteger a saúda dos consumidores.

De acordo com a agência, a proibição valeu para todos os produtos da marca, não apenas chocolates.

Itens como biscoitos, wafers, chicletes e balas também entraram na lista de recolhimento em diversos países, de acordo com informações do portal G1.

A fabricante Strauss Elite LTD, responsável pela produção em Israel, teve a comercialização suspensa no Brasil.

Na época, a Anvisa publicou uma resolução específica para impedir que outras empresas importassem os produtos ou, caso já tivessem trazido, fossem obrigadas a retirá-los do mercado.

De acordo com fontes oficial do governo, a lista de produtos atingiu:

  • Chocolate branco para confeitaria;
  • Chocolate ao leite para confeitaria;
  • Chiclete sabor limão nana must;
  • Chocolate mini mix pesek zman snap e log;
  • Mini barras de chocolate branco e leite;
  • Biscoito crocante de chocolate ao leite;
  • Barra snap de chocolate branco;
  • Barra snap
  • Barra nozes cremosa;
  • Chocolate ao leite log;
  • Pesek zman ultimate com creme sabor cappuccino;
  • Rolo de wafer pesek zman;
  • Pesek zman clássico;
  • Chocolate ao leite – embalagem vermelha;
  • Chocolate bittersweet – embalagem vermelha
  • Chocolate ao leite com creme de trufas – sabor frutas da floresta;
  • Chocolate ao leite com confeitos;
  • Chocolate ao leite com pedaços de amêndoa e avelã.
Chocolates da marca israelense Elite (Foto: Divulgação)
Chocolates da marca israelense Elite (Foto: Divulgação)

Riscos da Salmonella

A Salmonella é uma bactéria que provoca uma infecção intestinal chamada salmonelose. Ela costuma estar presente em alimentos cruz, mal-cozidos ou contaminados durante a produção e o armazenamento.

Desse modo, o consumidor infectado pode apresentar os seguintes sintomas:

  • Diarreia intensa, em alguns casos com sangue
  • Febre alta
  • Náuseas e vômitos
  • Fortes dores abdominais
  • Desitratação

No entanto, em situações mais graves, a bactéria pode atingir a corrente sanguínea e causar infecção generalizada.

Além disso, alguns grupos são mais vulneráveis às complicações da salmonelose, como crianças pequenas, idosos, gestantes e pessoas com doenças crônicas ou imunidade baixa.

Por fim, nesses casos, a infecção pode evoluir rapidamente e, sem tratamento adequado, levar a complicações graves.

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