carne podre - TV Foco O TV Foco desde 2006 leva as melhores notícias da tv para milhares de brasileiros todos os dias. Tudo sobre tv e famosos, novelas, realities. Thu, 18 Dec 2025 19:47:36 +0000 pt-BR hourly 1 https://statics.otvfoco.com.br/2020/01/cropped-favicon-32x32.png carne podre - TV Foco 32 32 Carne verde e podre: Vigilância Sanitária lacra açougue popular por frigorífico em condições de esgoto https://tvfoco.uai.com.br/carne-verde-e-podre-vigilancia-sanitaria-lacra-acougue/ Thu, 18 Dec 2025 20:00:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2526480 Vigilância Sanitária lacra açougue popular após encontrar carne verde e podre armazenada em frigorífico com condições de esgoto A Vigilância Sanitária intensificou a fiscalização em Cachoeira do Sul e no dia 18 de novembro encontrou um cenário alarmante em um açougue popular da cidade. Logo na entrada, os agentes identificaram forte mau cheiro vindo do […]

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A Vigilância Sanitária intensificou a fiscalização em Cachoeira do Sul e no dia 18 de novembro encontrou um cenário alarmante em um açougue popular da cidade. Logo na entrada, os agentes identificaram forte mau cheiro vindo do setor de carnes.

Além disso, a equipe percebeu coloração esverdeada em peças expostas para venda. A situação indicou deterioração avançada e risco imediato à saúde pública. Por isso, os fiscais iniciaram uma inspeção minuciosa em todas as áreas do estabelecimento.

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A interdição de açougue pela Vigilância Sanitária (Foto: Internet)

Durante a verificação, os agentes localizaram carnes com validade vencida há cerca de 2 anos. Além disso, documentos confirmaram falhas graves no controle de estoque. A fiscalização também encontrou produtos armazenados fora da temperatura exigida pela legislação.

Porém, em alguns pontos, a carne permanecia em contato direto com superfícies sujas. Como resultado, a Vigilância Sanitária determinou a apreensão imediata de todo o material impróprio.

A operação integrou o Programa Segurança dos Alimentos e contou com apoio do Ministério Público do Rio Grande do Sul. Ao mesmo tempo, os fiscais vistoriaram outros 4 estabelecimentos comerciais da cidade.

No total, a ação resultou na apreensão de aproximadamente 4,6 toneladas de alimentos irregulares. Entre eles, havia carnes, embutidos, laticínios e produtos sem procedência comprovada. Dessa forma, a operação ganhou destaque pela dimensão do material recolhido.

O que foi encontrado no açougue?

No açougue interditado, a situação chamou atenção pela estrutura precária da câmara fria. Além do armazenamento irregular, os fiscais identificaram sinais de esgoto exposto no local. Esse detalhe agravou ainda mais o risco de contaminação cruzada.

Portanto, a equipe considerou o ambiente totalmente inadequado para qualquer atividade comercial relacionada a alimentos. Diante disso, a Vigilância Sanitária determinou o lacre imediato do estabelecimento.

Enquanto isso, outros mercados fiscalizados sofreram interdições parciais. Em alguns casos, apenas setores específicos precisaram ser fechados. No entanto, padarias e açougues internos também receberam autos de infração.

As irregularidades incluíram falta de higiene, produtos vencidos e ausência de registros obrigatórios. Assim, os responsáveis responderão a processos administrativos e poderão pagar multas elevadas.

A Vigilância Sanitária destacou que fiscalizações desse tipo ocorrem de forma periódica em todo o estado. Ainda assim, denúncias da população ajudam a direcionar as operações. Quando o consumidor observa irregularidades, ele pode acionar os canais oficiais.

Dessa maneira, o poder público consegue agir com mais rapidez. A participação popular fortalece o controle sanitário e amplia a proteção coletiva.

Por fim, ao final da operação, o lacre do açougue simbolizou mais que uma punição administrativa. A medida representou um alerta claro ao comércio local. Além disso, reforçou a obrigação de cumprir normas básicas de higiene e segurança alimentar.

Contudo, o caso de Cachoeira do Sul expôs falhas graves, mas também mostrou a atuação firme dos órgãos de fiscalização. Assim, a Vigilância Sanitária reafirmou seu papel na defesa da saúde pública.

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Ceia ameaçada: Açougue super popular é interditado pela Vigilância Sanitária por vender carne podre na BA https://tvfoco.uai.com.br/acougue-interditado-vigilancia-sanitaria-ba-2/ Thu, 18 Dec 2025 08:30:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2526079 Vigilância Sanitária de Vitória da Conquista interditou um açougue de grande porte após encontrar carne podre misturada a produtos frescos Uma operação de rotina da Vigilância Sanitária (VISA) de Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia (BA), revelou um cenário de horror sanitário em um dos açougues mais frequentados do bairro Patagônia, o qual poderia […]

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Vigilância Sanitária de Vitória da Conquista interditou um açougue de grande porte após encontrar carne podre misturada a produtos frescos

Uma operação de rotina da Vigilância Sanitária (VISA) de Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia (BA), revelou um cenário de horror sanitário em um dos açougues mais frequentados do bairro Patagônia, o qual poderia colocar a ceia de milhares de consumidores em risco.

Na manhã do dia 04 de dezembro, os fiscais interditaram parcialmente o estabelecimento após a descoberta de carnes em avançado estado de putrefação armazenadas lado a lado com produtos que seriam vendidos normalmente, muitos inclusive para serem usados nas festas de fim de ano.

O estabelecimento, classificado como de grande porte e super popular devido ao seu alto volume de vendas e fluxo de clientes, passou a enfrentar sanções severas.

De acordo com o Diário de Pernambuco, a inspeção minuciosa detalhou um quadro de negligência que colocou em xeque a segurança alimentar de centenas de famílias que depositavam confiança na rede.

Insalubridade nas câmaras frias

A entrada dos agentes nas câmaras frias revelou o ponto mais crítico da operação. Os técnicos identificaram:

  • Peças de carne bovina e suína com coloração alterada;
  • Odores fétidos e textura viscosa, sinais inequívocos de decomposição.

O perigo, entretanto, residia na proximidade com prateleiras e ganchos em que as carnes frescas e de boa qualidade aparente estavam localizadas.

Esta mistura deliberada ou negligente configura o que especialistas chamam de contaminação cruzada.

Mesmo a carne que parece saudável absorve microrganismos e toxinas da peça em decomposição, tornando todo o estoque um risco biológico para quem o consome.

A Vigilância Sanitária classificou a situação como “crítica” e “inaceitável”, dada a infraestrutura que o açougue ostentava para o público.

Maico Mares, coordenador da Vigilância Sanitária municipal, expressou choque com o volume de irregularidades:

“Encontramos um açougue de grande porte operando com carnes em estado de putrefação misturadas a produtos de boa qualidade. Além do risco sanitário imediato, a parte estrutural do prédio não oferece condição nenhuma de higiene, apresentando diversas não conformidades técnicas“,

Falhas estruturais

A investigação documental revelou outra camada de irregularidade: o açougue funcionava sem o Alvará Sanitário.

Este documento é a garantia de que o Estado inspecionou e aprovou as condições de manipulação de alimentos no local.

Sem ele, o estabelecimento operava à margem das normas de segurança, sem qualquer supervisão técnica periódica.

Os problemas estruturais citados por Mares incluíram:

  • Infiltrações;
  • Falta de vedação adequada contra insetos e roedores;
  • Equipamentos de refrigeração que não mantinham a temperatura exigida por lei.

O acúmulo de sujeira em áreas de corte e o manuseio inadequado por parte dos funcionários completaram o quadro de insalubridade que levou à notificação imediata dos proprietários.

Após o fechamento das duas câmaras frias e a lacração das áreas de armazenamento, o órgão municipal iniciou o processo administrativo de autuação.

Posteriormente, uma equipe técnica especializada ficou de realizar uma perícia detalhada em todo o estoque apreendido.

Este exame ficou de determinar o destino de todo esse material:

  • Se iria para descarte total em aterro sanitário;
  • Ou se iria para um aproveitamento parcial de lotes que não sofreram contato direto com o material podre;
  • Embora a tendência, dada a gravidade, seja a incineração de grande parte do volume.

Por fim, com a interdição, o açougue ficou impedido de utilizar suas câmaras frias até que cumprisse todas as exigências estruturais e obtivesse o alvará necessário, garantindo assim que cenas como essa não voltem a ameaçar a mesa dos baianos

Visto que o estabelecimento não foi identificado, não foi possível localizar sua situação atual ou se foi devidamente esclarecido/resolvido.

O que os consumidores devem fazer em caso de compra/venda de produto impróprio?

O episódio reforça a necessidade de vigilância constante por parte de quem compra.

A cor vermelha brilhante, a ausência de excesso de líquidos escuros na embalagem e, principalmente, o cheiro suave são os primeiros indicadores de uma carne saudável.

No entanto, carnes com tons acinzentados ou esverdeados devem ser rejeitadas imediatamente.

A Vigilância Sanitária de Vitória da Conquista incentiva a população a formalizar denúncias sempre que observar irregularidades em estabelecimentos comerciais.

A fiscalização eficiente depende, muitas vezes, do alerta do consumidor que nota algo estranho no balcão de atendimento.

O consumo de carne estragada pode causar desde infecções gastrointestinais leves até quadros graves de intoxicação alimentar, exigindo internação hospitalar.

Mas, para saber mais informações sobre outras interdições e medidas da Vigilância/ANVISA, clique aqui*.

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Venda de carne podre: Açougue popular é interditado pela Vigilância Sanitária na BA após denúncia https://tvfoco.uai.com.br/acougue-interditado-vigilancia-sanitaria-ba/ Thu, 11 Dec 2025 08:30:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2523668 Açougue interditado na BA por vender carne podre; Entenda o caso e 4 dicas essenciais da para saber se a carne está boa para consumo E a saúde de milhares de consumidores na região de Vitória da Conquista (BA) entrou em cheque após uma recente ação da Vigilância Sanitária (Visa) na cidade. Isso porque, de […]

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Açougue interditado na BA por vender carne podre; Entenda o caso e 4 dicas essenciais da para saber se a carne está boa para consumo

E a saúde de milhares de consumidores na região de Vitória da Conquista (BA) entrou em cheque após uma recente ação da Vigilância Sanitária (Visa) na cidade.

Isso porque, de acordo com o portal Correio, um açougue de grande porte, popular no bairro Patagônia, foi parcialmente interditado na manhã do dia 04 de dezembro, após serem encontradas graves irregularidades que representam um risco sanitário iminente à população.

A denúncia feita à Vigilância Sanitária revelou um cenário de negligência que ultrapassava a simples falta de higiene e expôs a venda de produtos em estado de putrefação, em outras palavras, carne podre.

Um risco confirmado

De acordo com o coordenador da Visa, Maico Mares, a situação era tão crítica que apresentava sérias irregularidades.

Conforme mencionamos acima, o ponto mais alarmante foi a descoberta de carnes em avançado estado de putrefação misturadas com carnes de boa qualidade dentro das câmaras frias.

Esta prática cria um risco de contaminação cruzada massiva, tornando impróprios para consumo até mesmo os produtos que estavam em condições visivelmente melhores.

O contato direto acelera a proliferação de bactérias patogênicas, como Salmonella e Escherichia coli, que causam intoxicações alimentares severas.

Além da mistura perigosa de produtos, o açougue funcionava com problemas estruturais e em um ambiente insalubre, agravando o risco de contaminação.

A falta de condições adequadas de higiene e conservação impedia a manutenção da cadeia de frio, essencial para a segurança alimentar de produtos perecíveis como a carne.

Irregularidades estruturais e documentais

Se não bastasse isso, esse açougue ainda operava sem um documento fundamental:

  • A ausência deste requisito indica que o local não passava por vistorias regulares e não atendia às normas básicas da legislação, caracterizando uma ilegalidade grave na operação.

O coordenador da Visa, Maico Mares, também confirmou que a ação revelou “várias não conformidades” estruturais, além da mistura de carnes podres e frescas.

A interdição focou nas duas câmaras frias e o empreendimento foi notificado.

Uma equipe técnica especializada ficou de avaliar o material apreendido para definir o descarte total ou parcial das carnes.

O processo culminou na destruição completa do material impróprio para garantir que ele não volte à cadeia de consumo, protegendo a saúde pública.

Visto que o estabelecimento não foi devidamente identificado, não foi possível localizar a sua real situação.

Como saber se a carne do açougue está boa ou não para consumo?

Vale dizer que casos similares, como interdições por insalubridade, apreensão de toneladas de produtos vencidos e o fechamento de fábricas e buffets clandestinos, demonstram que a Vigilância Sanitária permanece atenta, defendendo o consumidor contra fraudes e riscos à saúde.

No entanto, a responsabilidade de identificar produtos inadequados recai em parte sobre o consumidor.

Uma vez que, além de você poder evitar levar para casa carnes impróprias, você ainda consegue agir mais rápido na denúncia.

Sendo assim, trazemos abaixo quatro sinais vitais antes de efetuar a compra de carne, ainda mais nesta época do ano:

1. Observe a cor e a aparência, mas não confie tanto assim somente no vermelho…

  • Carne Bovina: A cor deve ser vermelho-vivo ou vermelho-cereja. Se apresentar tons esverdeados, marrons escuros ou áreas cinzentas, indica oxidação avançada ou putrefação;

MAS ATENÇÃO! Algumas carnes podem ter uma cor levemente amarronzada devido ao vácuo ou embalagem; neste caso, observe se a cor volta ao vermelho normal minutos após o contato com o ar. Se a cor escura persistir, evite o produto.

2. Sinta o odor (cheiro doce ou ácido é alerta):

  • Carne Fresca: O cheiro deve ser leve, quase imperceptível, com um aroma característico de ferro ou sangue;
  • Carne estragada: Se você sentir um odor azedo, doce ou sulfuroso (semelhante a ovos podres), não compre. O cheiro é resultado da ação bacteriana e indica que a carne está imprópria.

3. Verifique a textura e umidade (evite a gosma):

  • Carne fresca: A textura deve ser firme e elástica, voltando à forma quando pressionada levemente. A carne deve ser úmida, mas não pegajosa;
  • Carne Estragada: Se a superfície estiver escorregadia, pegajosa ou apresentar uma fina camada de gosma (muco), é um sinal de crescimento bacteriano.

4. Avalie as condições da embalagem e do ambiente:

  • Temperaturas: Observe se o produto está armazenado em câmaras frias ou balcões refrigerados com a temperatura correta (abaixo de 7ºC). Se o balcão estiver visivelmente desligado ou a temperatura parecer elevada, não arrisque;
  • Higiene do açougue: O chão deve estar limpo, as facas e balanças devem estar limpas e os atendentes devem usar luvas e toucas. Açougues insalubres são um risco alto de contaminação.

Mas, para saber mais casos como esse, clique aqui*.

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Carne podre e fedida: Denúncia contra açougue popular deixa clientes atônitos em Recife, PE https://tvfoco.uai.com.br/carne-podre-acougue-deixa-clientes-atonitos-recife-pe/ Fri, 20 Jun 2025 11:50:00 +0000 https://www.otvfoco.com.br/?p=2423137 Denúncia contra açougue popular localizado em um dos principais supermercados brasileiros levanta um alerta dos consumidores e estabelecimento se pronuncia A carne é um dos principais alimentos da dieta do brasileiro, até por isso, o seu consumo frequente exige atenção redobrada à: Até mesmo redes varejistas consolidadas não estão isentas de falhas operacionais. Por isso, […]

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A carne é um dos principais alimentos da dieta do brasileiro, até por isso, o seu consumo frequente exige atenção redobrada à:

Até mesmo redes varejistas consolidadas não estão isentas de falhas operacionais.

Por isso, ouvir o que consumidores relatam sobre certas marcas ou estabelecimentos pode servir de alerta.

Carnes vermelhas (Foto: Reprodução)
É necessário de atentar a coloração, procedência e condições de armazenamento das carnes (Foto: Reprodução/Internet)

Isso se aplica inclusive aos nomes mais conhecidos do setor, que precisam manter padrões rígidos para garantir a segurança alimentar.

Diante disso, com base em informações coletadas no Reclame Aqui, um dos principais canais de queixas e avaliações de serviços, a equipe especializada em fiscalização do TV Foco traz abaixo mais detalhes desse caso, o qual envolveu um açougue popular localizado em uma rede famosa de supermercado e ainda deixou milhares de clientes atônitos.

Denúncia registrada em janeiro de 2024

Em 11 de janeiro de 2024, uma consumidora relatou no site Reclame Aqui que adquiriu carne moída de patinho no açougue de uma loja do Mix Mateus, rede que acabara de inaugurar unidade no bairro de Afogados, em Recife.

Ao chegar em casa, notou um forte odor vindo da carne, sinal claro de deterioração. O problema ganhou peso por envolver uma das maiores redes supermercadistas da região Nordeste.

A cliente mencionou que, por morar longe da unidade, não conseguiu retornar para registrar reclamação presencialmente.

Denúncia de uma cliente de Recife contra o Mercado Mix Mateus, pertencente ao Grupo Mateus Resposta do Grupo Mateus (Foto: Reprodução/RA)
Denúncia de uma cliente de Recife contra o Mercado Mix Mateus, pertencente ao Grupo Mateus Resposta do Grupo Mateus (Foto: Reprodução/RA)

Afinal de contas, segundo ela, o custo do transporte superava o valor do produto.

Apesar disso, ela destacou pontos positivos como os preços acessíveis, a variedade de itens e a possibilidade de parcelamento das compras.

Resposta e medidas adotadas pela marca

O Grupo Mateus, responsável pelo Mix Mateus, respondeu à reclamação alguns dias depois, por meio de seu Serviço de Atendimento ao Consumidor.

A empresa informou que havia dado continuidade à solicitação da cliente através do WhatsApp e declarou ter resolvido a situação.

Além disso, reiterou seu compromisso com a qualidade dos produtos e com o atendimento eficiente aos consumidores.

Resposta do Grupo Mateus datada no dia 19 de janeiro de 2024 (Foto Reprodução/RA)
Resposta do Grupo Mateus datada no dia 19 de janeiro de 2024 (Foto Reprodução/RA)

Inclusive, a rede costuma solicitar o cupom fiscal para rastrear o lote do produto, identificar a origem do problema e, se necessário, realizar o reembolso ou troca.

O atendimento por canais digitais como WhatsApp e ouvidoria tem sido uma das estratégias adotadas para aumentar a confiança e a agilidade nas respostas.

Importância do Grupo Mateus no varejo nacional

Vale destacar que o Grupo Mateus é uma das maiores redes supermercadistas do Brasil, com presença marcante no Norte e Nordeste. Suas unidades oferecem desde hortifrúti até eletrodomésticos, com forte apelo de preços populares.

Em cidades como Recife, sua expansão representa uma nova alternativa de consumo para moradores e trabalhadores locais, especialmente pela política de parcelamento e variedade de produtos.

Compromissos e pontos positivos da marca

Além disso, o caso mencionado foi pontual e, conforme mencionamos acima, foi devidamente solucionado pela rede.

Inclusive, os seus pontos positivos incluem:

  • Atendimento digital ágil, principalmente via WhatsApp;
  • Compromisso com a rastreabilidade dos produtos;
  • Postura de acolhimento às queixas dos consumidores;
  • Capacidade de absorver críticas sem omitir responsabilidades.

Como garantir uma compra segura de carne?

Como dito no início desse texto, comprar carne exige atenção a sinais visuais e sensoriais. Sendo assim, o consumidor deve:

  1. Verificar a data de validade e a integridade da embalagem;
  2. Observar a coloração e presença de líquidos estranhos;
  3. Sentir o odor imediatamente ao abrir a embalagem;
  4. Preferir carnes com certificação do Serviço de Inspeção Federal (SIF);
  5. Guardar sempre a nota fiscal para eventuais trocas ou denúncias.

Conclusão:

Em suma, verificar a qualidade da carne antes do consumo é uma medida básica de segurança alimentar.

Casos como os ocorridos em janeiro de 2024 reforçam a importância da vigilância constante, mesmo em redes de grande porte.

No entanto, o Grupo Mateus tem respondido com medidas corretivas e transparência. O consumidor atento, ao exigir qualidade, contribui diretamente para a melhoria dos serviços prestados e da saúde pública como um todo.

Mas, para saber mais sobre outras histórias e até mesmo marcas, clique aqui*.

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Vigilância Sanitária interdita açougue com 265kg de carne podre no RJ e aciona Anvisa em 2025 https://tvfoco.uai.com.br/vigilancia-interdita-acougue-com-265kg-de-carne-podre-no-rj/ Thu, 19 Jun 2025 18:45:00 +0000 https://www.otvfoco.com.br/?p=2423074 A Vigilância Sanitária fecha açougue no Rio de Janeiro após encontrar 265 quilos de carne imprópria e aciona a Anvisa A Vigilância Sanitária interditou um açougue no Rio de Janeiro após encontrar 265 quilos de carne imprópria para o consumo. Diante da gravidade da situação, os fiscais acionaram a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), […]

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A Vigilância Sanitária fecha açougue no Rio de Janeiro após encontrar 265 quilos de carne imprópria e aciona a Anvisa

A Vigilância Sanitária interditou um açougue no Rio de Janeiro após encontrar 265 quilos de carne imprópria para o consumo.

Diante da gravidade da situação, os fiscais acionaram a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que passou a acompanhar o caso.

O TV Foco, a partir do seu time de especialistas e das informações do Diário do Rio, detalha ação da Vigilância Sanitária em açougue do RJ.

Açougue interditado

Em março de 2025, o Procon Carioca e a Subprefeitura da Grande Tijuca interditaram o açougue do Supermercado Premium, em Vila Isabel. A ação aconteceu após encontrarem mais de 265 quilos de alimentos impróprios para consumo.

Vigilância Sanitária - Açougue (Foto: Reprodução)
Vigilância Sanitária – Açougue (Foto: Reprodução)

Por fim, a operação, resultado de denúncias de consumidores, revelou irregularidades graves no manuseio e armazenamento dos produtos.

Alimentos impróprios para consumo

Durante a fiscalização na noite de 11 de março de 2025, fiscais identificaram carnes fora da validade ou sem data; pães, queijos, biscoitos e azeitonas em condições inadequadas. Além disso, sinais de insalubridade, como moscas mortas em bandejas e prateleiras .

Os equipamentos frigoríficos também estavam mal conservados, o que contribuiu para a deterioração dos produtos.

Os fiscais descartaram 265,4 kg de itens, dos quais cerca de 43 kg correspondia somente à carne bovina, confirmando que o problema ia além de alimentos vencidos ou mal armazenados.

Anvisa - açougue (Foto: Reprodução)
Anvisa – açougue (Foto: Reprodução)

Contudo, a quantia alarmante reforçou a necessidade de medidas imediatas por parte das autoridades sanitárias.

Anvisa em ação

Além da interdição imediata, o supermercado recebeu multa e foi compelido a ajustar processos internos.

A Anvisa e o Procon exigiram a revisão de práticas de higiene, rotulagem adequada e manutenção rigorosa dos equipamentos frigoríficos. Além disso, a repercussão pública afetou diretamente a imagem do estabelecimento.

Resposta do supermercado

O supermercado divulgou nota oficial afirmando que parte das carnes estava dentro do prazo, mas teria sido rotulada incorretamente, devido ao uso de peças sem embalagem, o que gerou a interpretação errônea pelos fiscais.

Por fim, a empresa disse que reavaliaria seus procedimentos e treinaria colaboradores.

Principais pontos apurados durante a operação:

  • Más condições de higiene: presença de moscas mortas e falta de limpeza em áreas de exposição.
  • Vencimento e rotulagem: carnes sem prazo válido ou etiquetas incorretas.
  • Conservação inadequada: equipamentos frigoríficos sem manutenção e riscos à integridade dos alimentos.
  • Ampla variedade de itens comprometidos: não apenas carnes, mas também pães, queijos, biscoitos e azeitonas.
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Anvisa (Reprodução: Internet)

Como fazer uma denúncia para a Vigilância Sanitária?

Para denunciar à Vigilância Sanitária, siga estes passos:

  1. Identifique o órgão competente: No Brasil, as Vigilâncias Sanitárias estão presentes em níveis federal, estadual e municipal. Para denúncias relacionadas a produtos ou serviços de saúde, você pode entrar em contato com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
  2. Utilize canais de comunicação: A Anvisa disponibiliza a plataforma Fala.BR para o registro de manifestações, incluindo denúncias. Além disso, é possível realizar denúncias por meio do telefone 136, que é o Disque Saúde, disponível em todo o território nacional.
  3. Forneça informações detalhadas: Ao registrar a denúncia, forneça o máximo de informações possíveis. Como nome e endereço do estabelecimento, descrição detalhada da infração e, se possível, evidências como fotos ou documentos.
  4. Mantenha o sigilo: Você pode optar por realizar a denúncia de forma anônima ou sigilosa, conforme sua preferência. No entanto, fornecer informações de contato pode facilitar o acompanhamento do processo.
  5. Acompanhe o andamento: Você pode acompanhar o andamento da denúncia registrada por meio dos canais mencionados e garantir que a situação apure devidamente.

CONCLUSÃO

Por fim, a interdição do açougue do Supermercado Premium, em 11 de março de 2025, evidenciou falhas graves na cadeia de armazenamento e manipulação de alimentos.

Além disso, a ação imediata das autoridades não apenas removeu os produtos impróprios, como também obrigou o estabelecimento a corrigir procedimentos críticos. Assim, reforçando a importância da fiscalização contínua para garantir a qualidade dos alimentos consumidos pela população.

Veja também matéria especial sobre: Vigilância Sanitária veta açougue nº1 após clientes pararem no hospital.

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Carne podre: Açougue popular de Salvador (BA) é desmascarado e Vigilância é acionada https://tvfoco.uai.com.br/carne-podre-acougue-popular-salvador-desmascarado/ Fri, 06 Jun 2025 10:45:00 +0000 https://www.otvfoco.com.br/?p=2410318 Açougue popular de Salvador é desmascarado: Vigilância Sanitária interdita local por carne em decomposição e prende proprietário Na manhã de uma segunda-feira, 31 de março de 2025, um açougue bastante frequentado no bairro de Pau da Lima, em Salvador (BA), foi alvo de uma operação que desmascarou uma prática criminosa: a venda de carne em […]

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Na manhã de uma segunda-feira, 31 de março de 2025, um açougue bastante frequentado no bairro de Pau da Lima, em Salvador (BA), foi alvo de uma operação que desmascarou uma prática criminosa: a venda de carne em decomposição.

O flagrante levou à prisão imediata do comerciante responsável e a ação foi coordenada pela Polícia Civil e contou com o apoio do Procon-BA.

A Vigilância Sanitária acionou o local e interditou-o após apreender cerca de 50 quilos de carne imprópria para o consumo humano.

Assim, a partir das apurações realizadas pelos portais G1 e CNN Brasil, a equipe especializada em fiscalizações do TV Foco traz os detalhes da operação e as implicações legais desse tipo de infração, que expõe os riscos à saúde pública e reforça a urgência da fiscalização em mercados de grande circulação.

Carnes em decomposição encontradas em mercado nº1 da Bahia (Foto: Reprodução/I Bahia)
Carnes em decomposição encontradas em mercado nº1 da Bahia (Foto: Reprodução/I Bahia)

Denúncia e operação policial

As autoridades foram acionadas após uma denúncia anônima relatar a comercialização de carne vencida no estabelecimento.

Em resposta imediata, agentes da Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon) e do Procon-BA compareceram ao local e iniciaram a inspeção.

Situação encontrada:

Durante a vistoria, os agentes identificaram uma série de irregularidades sanitárias graves:

  • Produtos vencidos: Carnes com data de validade ultrapassada.
  • Falta de inspeção oficial: Ausência de selo de certificação sanitária.
  • Armazenamento precário: Carnes podres e já em decomposição avançada, com odor pútrido, expostas sem refrigeração adequada.
Carnes em decomposição encontradas em mercado de Salvador,Bahia (Foto: Reprodução/Montagem/G1)
Carnes em decomposição encontradas em mercado de Salvador,Bahia (Foto: Reprodução/Montagem/G1)

Medidas adotadas

Em suma, as autoridades recolheram amostras da carne, enviadas ao Departamento de Polícia Técnica (DPT) para análise.

A Vigilância Sanitária, após ser acionada, confirmou as condições insalubres e determinou a interdição imediata do estabelecimento.

Declarações oficiais:

O delegado responsável pela operação afirmou que a denúncia foi essencial para revelar o risco à saúde pública ao qual os consumidores estavam expostos.

A gravidade da situação exigiu medidas imediatas e rigorosas. Até o momento, não há informações oficiais da defesa do comerciante ou da possibilidade de ele ter respondido em liberdade.

Consequências legais e administrativas

Geralmente, em casos como esse, costumam acarretar sérias consequências:

  • Fechamento do estabelecimento, de forma temporária ou definitiva.
  • Multas e processos criminais, com possibilidade de prisão e outras penalidades.
  • Prejuízos à reputação, o que pode inviabilizar a continuidade do negócio.

O que um estabelecimento deve fazer em caso de interdição sanitária?

Proprietários que enfrentam uma interdição devem:

  1. Primeiramente, corrigir todas as irregularidades encontradas.
  2. Solicitar nova vistoria da Vigilância Sanitária.
  3. Por fim, implementar boas práticas de higiene, armazenamento e controle de qualidade alimentar.

Conclusão:

Em resumo, uma interdição do açougue em Salvador evidenciou como práticas negligentes no comércio de alimentos colocam em risco direto a saúde da população.

A fiscalização ativa, aliada à denúncia da sociedade, é crucial para impedir que irregularidades tão graves permaneçam ocultas.

Mas, a responsabilidade do comerciante não se limita ao lucro, mas se estende à garantia da segurança alimentar.

Afinal de contas, a falta de cuidados sanitários não apenas compromete a saúde dos consumidores, como destrói a confiança no comércio local.

O caso reforça a necessidade de rigor nos controles sanitários. Cabe ao poder público manter a vigilância, mas também aos comerciantes seguir à risca as normas em vigor.

E à população, jamais se calar diante de abusos. Mas, para saber mais sobre as intervenções, entre outras proibições da ANVISA, clique aqui*.

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Carne podre e alimentos com mofo: Globo desmascara nojeira de supermercado nº1 https://tvfoco.uai.com.br/carne-podre-mofo-globo-desmascara-supermercado/ Wed, 07 May 2025 13:53:42 +0000 https://www.otvfoco.com.br/?p=2384028 Globo expõe supermercado nº 1 vendendo carne podre e produtos embolorados e situação de nojeira e insalubridade culminou em 287 quilos de comida no lixo No dia 5 de maio de 2025, a Globo, por meio do portal G1, desmascarou um supermercado nº1 diante de situação alarmante, na região do Espírito Santo, ES. Isso porque […]

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Globo expõe supermercado nº 1 vendendo carne podre e produtos embolorados e situação de nojeira e insalubridade culminou em 287 quilos de comida no lixo

No dia 5 de maio de 2025, a Globo, por meio do portal G1, desmascarou um supermercado nº1 diante de situação alarmante, na região do Espírito Santo, ES.

Isso porque o supermercado operava vendendo carne podre e alimentos cobertos de mofo em meio à sujeira e condições sanitárias inaceitáveis.

A reportagem escancarou um retrato do descaso com a saúde pública, antecipando uma ação das autoridades que, no início de maio, resultaria na apreensão de quase 300 quilos de carne vencida e centenas de produtos deteriorados em grandes redes da Serra, na Grande Vitória (ES).

Ação da Polícia Civil em supermercado (Foto: Reprodução/PC-ES)
Ação da Polícia Civil em supermercado (Foto: Reprodução/PC-ES)

Com base nessa reportagem exposta, a equipe especializada em fiscalização e serviços do TV Foco traz todo o cenário e as medidas tomadas abaixo:

Tudo podre, vencido ou fraudado:

Durante operação de fiscalização realizada na segunda-feira (5), a polícia recolheu cerca de:

  • 287 kg de carne podre;
  • 323 produtos deteriorados;
  • 188 itens com quantidade inferior à informada no rótulo.

As irregularidades foram flagradas em dois supermercados de redes conhecidas, cujos nomes não foram divulgados.

Polícia apreende 280 kg de carne vencida (Foto: Reprodução/Polícia Civil)
Polícia apreende 280 kg de carne vencida (Foto: Reprodução/Polícia Civil

A ação teve origem em denúncias feitas por consumidores ao Procon-ES, à Delegacia do Consumidor (Decon) e ao Instituto de Pesos e Medidas (Ipem-ES).

De acordo com o delegado Eduardo Passamani, um dos açougues visitados apresentava praticamente todos os produtos com validade expirada:

“A carne tinha aspecto envelhecido e etiquetas vencidas visíveis. Há fortes indícios de que o produto foi mantido à venda de forma deliberada.

Suspeitos e medidas:

A suspeita recaiu sobre a gerência dos estabelecimentos, que, de acordo com as investigações, ignorou os riscos à saúde pública.

Além disso, a Polícia Civil recolheu os produtos para descarte e enviou parte deles para análise técnica.

O inquérito ficou de apurar as responsabilidades e pode levar à abertura de processo criminal contra os envolvidos.

Conforme mencionamos acima, o Ipem também encontrou fraudes em produtos embalados com peso inferior ao declarado, como:

  • Biscoitos;
  • Torradas;
  • Bebida;
  • Farinha láctea.

“É uma fraude clássica contra o consumidor: paga-se por 100 gramas e leva-se 90” – Denunciou o fiscal Luiz Felipe Lambone.

Pão mofado (Foto Reprodução/G1)
Pão mofado (Foto: Reprodução/G1)

O Procon autuou os dois supermercados e ordenou o descarte dos itens. O diretor do órgão, Fabrizio Pancotto, foi categórico:

“Havia carne exposta com validade vencida desde o dia 2 de maio. Isso coloca em risco direto a saúde da população. Falamos de intoxicação alimentar, infecção bacteriana e até consequências mais sérias.”

Penalidades:

As penalidades incluem multas de até R$ 14 milhões e processos por crime contra as relações de consumo, com penas que vão de dois a cinco anos de prisão.

Apesar da gravidade, os estabelecimentos ainda não foram interditados e terão prazo para apresentar defesa.

A investigação também poderá atingir fabricantes. No caso dos pães com fungo, apenas uma marca apresentou contaminação, apesar de todas estarem armazenadas nas mesmas condições.

A Polícia Civil não descartou incluir o fabricante no inquérito. Inclusive, o delegado Passamani reforçou a importância das denúncias da população:

“Essa ação só foi possível graças ao número expressivo de relatos feitos pelos consumidores. É a sociedade quem direciona a fiscalização.

De acordo com o G1, ao entrar em contato com uma das marcas envolvidas e com a Associação Capixaba de Supermercados (Acaps), não se obteve resposta, no entanto, o espaço segue aberto.

Que riscos o mofo apresenta?

Consumir alimentos com mofo não é apenas uma questão de nojo — é um risco real à saúde.

Fungos produzem micotoxinas, substâncias tóxicas que podem provocar intoxicação aguda, doenças hepáticas, imunossupressão e até câncer.

Além disso, produtos mal conservados ou vencidos também favorecem a proliferação de bactérias como Salmonella e Listeria monocytogenes, que causam sintomas como vômitos, diarreia intensa e febre alta.

Especialistas reforçam que o consumo de carnes vencidas aumenta ainda mais o perigo.

Por fim, a deterioração facilita a contaminação por microrganismos resistentes ao calor, que sobrevivem mesmo após o cozimento.

Conclusão

A fiscalização flagrou um escândalo sanitário que escancara falhas graves em duas grandes redes de supermercados na Serra.

A resposta rápida das autoridades evitou danos maiores à saúde pública.

No entanto, a denúncia continua sendo a arma mais eficaz do consumidor para combater abusos. Mas, para saber sobre mais interdições como essa envolvendo a ANVISA, clique aqui*.

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800 toneladas de carne podre: Globo desmascara frigorífico gigante e acende alerta na ANVISA em 2025 https://tvfoco.uai.com.br/carne-podre-globo-desmascara-frigorifico-alerta-anvisa/ Mon, 05 May 2025 11:27:25 +0000 https://www.otvfoco.com.br/?p=2382556 Globo expõe venda de carne podre podre maquiada e situação acende alerta nacional da ANVISA: mais de 800 toneladas estavam contaminadas pela enchente A Globo, por meio do seu portal de notícias G1, revelou uma denúncia que escancarou um dos maiores escândalos sanitários dos últimos anos no país, envolvendo um frigorífico gigante de um varejista […]

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Globo expõe venda de carne podre podre maquiada e situação acende alerta nacional da ANVISA: mais de 800 toneladas estavam contaminadas pela enchente

A Globo, por meio do seu portal de notícias G1, revelou uma denúncia que escancarou um dos maiores escândalos sanitários dos últimos anos no país, envolvendo um frigorífico gigante de um varejista do setor.

A investigação, iniciada ainda em janeiro de 2025, mostrou que a empresa Tem Di Tudo Salvados, sediada em Três Rios (RJ), distribuía carne imprópria para o consumo humano como se fossem cortes nobres importados do Uruguai.

Em suma, essa fraude envolveu mais de 800 toneladas de carne contaminada, que haviam ficado submersas durante a enchente histórica em Canoas (RS).

No entanto, essa exposição do caso acendeu o alerta da ANVISA diante dos perigos apresentados.

Diante de todos esses pontos, a equipe especializada em fiscalizações e serviços do TV Foco, com base em informações divulgadas pelo portal mencionado, traz mais detalhes sobre o ocorrido e as medidas tomadas.

Tem de Tudo Salvados virou alvo de investigação após suposta venda de carne apodrecida pela enchente ( Foto Reprodução/Globo)
Tem Di Tudo Salvados virou alvo de investigação após suposta venda de carne apodrecida pela enchente ( Foto Reprodução/Globo)

Da lama ao prato:

As toneladas de carne, danificadas após ficarem semanas submersas pela enchente em Canoas, deveriam ter sido destruídas ou destinadas exclusivamente para a fabricação de ração animal.

Contudo, a empresa Tem Di Tudo Salvados recebeu os lotes com esse objetivo, mas, segundo a Delegacia do Consumidor (Decon), adulterou o produto e o vendeu como carne nobre.

Além disso, esse esquema envolvia:

  • Lavagem das peças para remover resíduos de lama;
  • Reembalagem com rótulos falsificados que simulavam cortes importados;
  • Revenda a açougues e mercados de várias partes do país.
De acordo com as investigações a carne era maquiada (Foto: Reprodução/Globo)
De acordo com as investigações a carne era maquiada (Foto: Reprodução/Globo)

Denúncia partiu de quem descartou a carne:

A investigação começou quando o próprio produtor gaúcho, que havia descartado a carga após a enchente, percebeu que a carne retornou ao seu radar — agora oferecida como se estivesse em perfeito estado.

O produtor reconheceu o material pelos códigos dos lotes e procurou a polícia.

Com o alerta, a Decon iniciou uma força-tarefa e confirmou que a carne, visivelmente podre e com odor fétido, estava sendo distribuída de forma irregular.

Polícia flagra venda e prende quatro suspeitos

No dia 22 de janeiro, a polícia encontrou uma peça de picanha — pertencente ao lote contaminado — ainda à venda na empresa investigada.

Os agentes prenderam quatro pessoas suspeitas de integrar o esquema, que passaram a responder por crimes como:

“Temos informações de que a carne foi maquiada para esconder a deterioração provocada pela lama e pela água que ficaram acumuladas no frigorífico da capital gaúcha.”

De acordo com a polícia, a carne foi revendida para um frigorífico de Nova Iguaçu (RJ), que por sua vez repassou o material a compradores de Minas Gerais e outros estados.

A operação identificou que 32 carretas saíram do Rio Grande do Sul com a carga contaminada e circularam pelo Brasil, levando o produto a mercados sem que os consumidores ou comerciantes soubessem da real origem.

“Todas as pessoas que consumiram essa carne correram risco de vida. Quando uma mercadoria fica debaixo d’água, ela traz risco iminente à saúde” – Ressaltou o delegado.

Em 24 de janeiro de 2025, a Justiça do Rio de Janeiro converteu em preventivas as prisões dos quatro suspeitos detidos durante a Operação Carne Fraca.

A decisão judicial deu a sentença por tempo indeterminado, enquanto as investigações prosseguem.

Conforme apurado pelo TV Foco, até então, não houve mais atualizações do caso.

Carne podre, remédios vencidos e cosméticos ilegais

Além disso, no local investigado, a polícia também encontrou centenas de caixas de medicamentos e testes de Covid vencidos, além de cigarros contrabandeados e produtos de beleza fora da validade.

Todo o material foi inutilizado com cloro e entregue à companhia de limpeza urbana da cidade.

As fotos divulgadas pela TV Globo mostraram peças de carne em estado de decomposição, com manchas, mau cheiro e coloração alterada.

Carne apresentava mau odor e aspecto apodrecido (Foto Reprodução/Globo)
Carne apresentava mau odor e aspecto apodrecido (Foto Reprodução/Globo)

Conforme mencionamos, toda essa situação levantou o alerta da ANVISA, uma vez que atenta contra a saúde pública.

Valor irrisório:

De acordo com as investigações, a empresa Tem Di Tudo Salvados pagou somente R$ 80 mil pelas 800 toneladas de carne.

Em condições normais, a carga teria valor de aproximadamente R$ 5 milhões.

A revenda maquiada como de uma carne nobre geraria um lucro estimado de até 1.000%, configurando um esquema lucrativo e criminoso.

Os envolvidos usaram rótulos falsos e distribuição pulverizada para dificultar o rastreamento da mercadoria.

Além de maquiada a carne apresentava rótulos falsificados (Foto Reprodução/Globo)

Porém a empresa alegou na época que possuía autorização para reaproveitar produtos vencidos

Veja abaixo o esquema:

  • Aquisição da carne: A Tem Di Tudo Salvados adquiriu 800 toneladas de carne bovina, suína e de aves de um frigorífico em Porto Alegre, alegando que o produto seria destinado à fabricação de ração animal.
  • Revenda fraudulenta: No entanto, ao invés de processar a carne para ração, a empresa teria lavado e embalado os produtos, simulando origem uruguaia, e os revendido para açougues e mercados em diversos estados brasileiros.
Esquema da venda exposto na Globo (Foto Reprodução/Globo)
Esquema da venda da Tem Di Tudo exposto (Foto Reprodução/Globo)

Como denunciar à Vigilância Sanitária?

Consumidores que suspeitarem de irregularidades podem denunciar à vigilância sanitária local ou à Anvisa por meio dos seguintes canais:

  • Disque Saúde 136 (ligação gratuita, 24 horas)
  • Plataforma Fala.BR através deste link*.
  • Ouvidorias das secretarias de saúde municipais e estaduais.
  • Atendimento presencial nos postos da ANVISA/Vigilância Sanitária.

É recomendável fornecer detalhes como o nome do estabelecimento, endereço, nota fiscal e, se possível, fotos do produto.

Conclusão:

Em suma, uma reportagem do G1 não apenas desvendou um esquema de fraude alimentar envolvendo mais de 800 toneladas de carne podre, mas também mobilizou autoridades em todo o país.

A atuação rápida da Polícia Civil e da ANVISA evitou que o crime ganhasse proporções ainda maiores. O caso revela uma mistura de negligência sanitária e ganância criminosa.

Mais do que um escândalo, é um alerta sobre a importância da fiscalização e da denúncia cidadã.

Por fim, a saúde pública não pode ser tratada como moeda de troca, ainda mais em tempos de calamidade.

Mas, para saber mais informações sobre a ANVISA e suas proibições e alertas, clique aqui*.

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Frango, linguiça e + podres: Supermercado nº1 acaba de ser interditado e liga alerta da Vigilância em GO https://tvfoco.uai.com.br/carne-frango-podres-mercado-interditado-alerta-vigilancia-sanitaria/ Mon, 28 Apr 2025 08:30:00 +0000 https://www.otvfoco.com.br/?p=2378574 Interdição do Procon tira o chão dos consumidores em Goiás, GO, e acende alerta da Vigilância Sanitária diante dos riscos Uma fiscalização do Procon em Rio Verde, GO, que praticamente acaba de ser realizada, desestabilizou a confiança dos consumidores e ligou o sinal de alerta da Vigilância Sanitária, após um verdadeiro cenário de horror envolvendo […]

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Interdição do Procon tira o chão dos consumidores em Goiás, GO, e acende alerta da Vigilância Sanitária diante dos riscos

Uma fiscalização do Procon em Rio Verde, GO, que praticamente acaba de ser realizada, desestabilizou a confiança dos consumidores e ligou o sinal de alerta da Vigilância Sanitária, após um verdadeiro cenário de horror envolvendo a venda de carnes bovinas, frangos e até mesmo embutidos como linguiças.

Sendo assim, a partir de informações coletadas de uma reportagem do programa GO no Ar, jornalístico de uma filiada da Record, a equipe especializada em fiscalizações do TV Foco traz abaixo todos os detalhes dessa operação e os riscos constatados.

Procon apreende 400 kg de carne vencida e em estado de putrefação (Foto Reprodução/YouTube/Record)
Procon apreende 400 kg de carne vencida e em estado de putrefação (Foto Reprodução/YouTube/Record)

Carnes podres e iogurtes vencidos

Isso porque os fiscais apreenderam mais de 400 quilos dessas carnes já podres e completamente impróprias para consumo, em um supermercado nº 1 da cidade, no dia 24 de abril de 2025.

Todas elas apresentavam sinais claros de deterioração:

Além disso, iogurtes vencidos também estavam à venda, ampliando o cenário de risco sanitário.

Supermercado na mira:

As autoridades notificaram formalmente o supermercado após a operação e concederam a ele um prazo de até dez dias para apresentar defesa.

Normalmente, esse tipo de gravidade pode acarretar multas pesadas e sanções administrativas.

Por fim, o Procon recomendou que os consumidores sempre fiquem atentos ao comprar carnes e derivados, orientando-os a sempre observar a cor, o cheiro e a validade dos produtos.

As carnes apreendidas foram descartados e o estabelecimento interditado (Foto Reprodução/YouTube/Record)
As carnes apreendidas foram descartados e o estabelecimento interditado (Foto Reprodução/YouTube/Record)

Produtos fora do padrão devem ser denunciados imediatamente aos órgãos de fiscalização.

Visto que o supermercado não foi identificado, não foi possível encontrar manifestações tampouco a situação atual.

Comer carne contaminada ou vencida mata?

O consumo de carnes estragadas e contaminadas expõe a população a graves riscos de saúde e, dependendo dos casos, pode sim levar à morte.

De acordo com especialistas, produtos em decomposição, ainda mais provenientes do animal, são ambientes férteis para proliferação de bactérias como:

  • Salmonela;
  • Listeria;
  • Escherichia coli.

Em suma, elas são capazes de provocar infecções intestinais severas, septicemias e, em casos extremos, levar à morte.

O caso se agrava ainda mais quando envolve crianças, idosos e pessoas com sistema imunológico enfraquecido.

Entre as carnes tinham quantidades expressivas de frango e linguiça (Foto Reprodução/YouTube/Record)
Entre as carnes tinham quantidades expressivas de frango e linguiça (Foto Reprodução/YouTube/Record)

Conclusão:

Em suma, a operação em Rio Verde (GO) expôs falhas graves na cadeia de segurança alimentar local. A saúde pública não pode ser comprometida por negligência, nem pelo lucro fácil.

Consumidores precisam redobrar a atenção e cobrar responsabilidades. Afinal de contas, manter a saúde da população é um dever de todo estabelecimento que comercializa alimentos e itens que impactam diretamente o bem-estar.

Mas, para saber mais sobre outros casos e até decretos da ANVISA/Vigilância Sanitária, clique aqui. *

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Churrasco tóxico: Interdição da Vigilância Sanitária contra 2 açougues populares tira chão de SC https://tvfoco.uai.com.br/churrasco-toxico-interdicao-2-acougues-tira-chao-sc/ Fri, 25 Apr 2025 12:00:00 +0000 https://www.otvfoco.com.br/?p=2377041 Interdição da Vigilância Sanitária derruba churrasco de fim de semana em SC: 1,4 tonelada de carne insalubre é descartada Uma operação da Vigilância Sanitária em Pelotas,Santa Catarina, SC, interrompeu bruscamente os planos de muitos consumidores. Isso porque fiscais descartaram cerca de 1.460 kg de carne bovina imprópria para o consumo — produto que poderia ter […]

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Interdição da Vigilância Sanitária derruba churrasco de fim de semana em SC: 1,4 tonelada de carne insalubre é descartada

Uma operação da Vigilância Sanitária em Pelotas,Santa Catarina, SC, interrompeu bruscamente os planos de muitos consumidores.

Isso porque fiscais descartaram cerca de 1.460 kg de carne bovina imprópria para o consumo — produto que poderia ter ido parar na grelha.

A ação, realizada no dia 27 de março de 2025, ocorreu em dois açougues na avenida Pinheiro Machado, bairro Fragata, e tirou de circulação uma carga que poderia resultar em um “churrasco tóxico“, uma vez que representaria consequências graves à saúde pública.

Sendo assim, a partir de informações obtidas através do Old Pelotas, a equipe especializada em fiscalizações e serviços do TV Foco traz abaixo todo o parâmetro da situação, a qual abalou a região catarinense.

Carnes descartadas (Foto Reprodução/Prefeitura de Pelotas)
Carnes descartadas (Foto Reprodução/Prefeitura de Pelotas)

Entenda a interdição

A apreensão, coordenada pela equipe da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), contou com o apoio da Brigada Militar e de veterinárias da Secretaria de Agricultura e Pecuária do Estado.

Fiscais já haviam recebido denúncias anteriores contra um dos estabelecimentos fiscalizados, que voltou a reincidir nas irregularidades.

As irregularidades constatadas foram graves:

  • Carne fora da temperatura adequada;
  • Cortes originalmente resfriados estavam congelando de maneira incorreta;
  • Câmaras frias apresentavam condições precárias de higiene.
Policiais da Patrulha Rural da Brigada Militar em apoio à operação da Vigilância Sanitária da Secretaria Municipal
Policiais da Patrulha Rural da Brigada Militar em apoio à operação da Vigilância Sanitária da Secretaria Municipal (Foto: Reprodução/SMS)

“O produto foi descartado corretamente após a constatação das irregularidades” – Afirmou Sidnei Louro, coordenador da Vigilância Sanitária.

O armazenamento da carne violava diretamente as normas sanitárias e colocava em risco a saúde dos consumidores.

Um churrasco tóxico:

A expressão ‘churrasco tóxico’ não é exagero. Carne mal armazenada pode ser um vetor para uma série de doenças transmitidas por alimentos (DTAs), como:

  • Salmonelose;
  • E. coli;
  • Listeriose;
  • Botulismo.

Esses microrganismos, invisíveis a olho nu, podem resistir ao calor do preparo e provocar quadros de intoxicação alimentar com sintomas que variam de náuseas a infecções graves.

Em casos extremos, podem levar à hospitalização ou até à morte.

Alerta foi dado quanto ao consumo de embutidos (Foto Reprodução/Internet)
Um dos riscos em se comer carne e embutidos irregulares é o botulismo (Foto: Reprodução/Internet)

Quais outros riscos envolvem o consumo e a comercialização de carne irregular?

Além disso, ainda há o risco da presença de carne clandestina ou de origem duvidosa alimenta crimes como o abigeato – roubo e abate ilegal de gado.

Ou seja, a operação também teve como objetivo coibir esse tipo de prática, que impacta diretamente a cadeia produtiva legal e coloca o consumidor em risco duplo: sanitário e ético.

Conclusão:

Em suma, a Vigilância Sanitária impediu que uma grande quantidade de carne contaminada chegasse à mesa dos consumidores. Além disso, a população precisa desconfiar de preços muito baixos e condições duvidosas de higiene.

Mas, para saber mais sobre outros casos e até decretos da ANVISA, clique aqui. *

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