Vigilância Sanitária - TV Foco O TV Foco desde 2006 leva as melhores notícias da tv para milhares de brasileiros todos os dias. Tudo sobre tv e famosos, novelas, realities. Mon, 29 Dec 2025 00:00:09 +0000 pt-BR hourly 1 https://statics.otvfoco.com.br/2020/01/cropped-favicon-32x32.png Vigilância Sanitária - TV Foco 32 32 Churrasco cancelado: Vigilância Sanitária interdita supermercado após venda de carne com mosca https://tvfoco.uai.com.br/vigilancia-interdita-supermercado-carne-com-mosca/ Mon, 29 Dec 2025 08:00:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2530111 Vigilância Sanitária interdita açougue de supermercado em Pouso Alegre após flagrar moscas, falhas de higiene e risco à saúde E milhares de consumidores que se programaram e compraram a carne do churrasco de Ano Novo se surpreenderam na região de Pouso Alegre, no Sul de Minas. Isso porque a Vigilância Sanitária interditou, no dia 17 […]

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Vigilância Sanitária interdita açougue de supermercado em Pouso Alegre após flagrar moscas, falhas de higiene e risco à saúde

E milhares de consumidores que se programaram e compraram a carne do churrasco de Ano Novo se surpreenderam na região de Pouso Alegre, no Sul de Minas. Isso porque a Vigilância Sanitária interditou, no dia 17 de dezembro, o setor de açougue de um supermercado popular da cidade. O fato ocorreu após o flagra da presença de moscas-varejeiras sobre carnes expostas à venda e uma sequência de falhas graves de higiene.

A medida interrompeu imediatamente a venda dos produtos e reacendeu o alerta sobre segurança alimentar às vésperas do período de festas.

A fiscalização

De acordo com o G1, a equipe de fiscalização agiu após receber denúncia e encontrou um cenário considerado incompatível com as normas sanitárias.

Os fiscais constataram grande quantidade de moscas na área de manipulação e atendimento do açougue, o que caracteriza ausência de controle integrado de pragas e vetores.

A Vigilância Sanitária também identificou:

  • Falhas severas nas boas práticas de manipulação das carnes;
  • Problemas de higienização;
  • Limpeza inadequada do ambiente;
  • Irregularidades nos procedimentos de conservação dos produtos.

Conforme exposto pelo órgão municipal, essas condições comprometem diretamente a segurança sanitária dos alimentos e representam risco real à saúde dos consumidores, especialmente pelo potencial de contaminação cruzada.

Interdição parcial

Diante das irregularidades, a Vigilância Sanitária determinou a interdição parcial do açougue e instaurou um processo administrativo sanitário contra o estabelecimento.

O setor só poderia retomar as atividades após corrigir todas as falhas apontadas e cumprir integralmente a notificação lavrada pelos fiscais.

Além disso, uma nova vistoria ficou de confirmar se as exigências legais foram atendidas.

Não é de hoje…

No entanto, essa interdição não foi um episódio isolado. Ainda de acordo com o G1, em agosto, o mesmo supermercado já havia sido interditado após outra denúncia.

Na ocasião, fiscais encontraram um rato circulando próximo a prateleiras, além de fezes de roedores, restos de alimentos no chão e falhas graves de limpeza nas áreas internas e externas.

A fiscalização também identificou produtos vencidos, avariados e armazenados sem a devida conservação.

Apesar de o comércio ter sido liberado dias depois, após cumprir adequações e passar por nova inspeção, essa reincidência pesou na decisão atual da Vigilância Sanitária.

Manifestações e situação atual

O Mineirão Atacarejo, até o momento, não enviou respostas até a última atualização da matéria. Mas, o espaço permanece aberto para a manifestação da empresa.

Também não encontramos dados oficiais que confirmassem a reabertura do açougue e a regularização da situação.

Como fazer uma denúncia para a Vigilância Sanitária?

Para fazer uma denúncia à Vigilância Sanitária, você deve:

  • Usar os canais da Ouvidoria do SUS (136, Fala.BR);
  • Ligar para a prefeitura local (como o 156 em SP);
  • Acessar o site da Anvisa/órgão estadual/municipal.

Tudo isso focando em detalhes como endereço, tipo de irregularidade (higiene, alimentos vencidos, insetos) para um atendimento mais eficiente.

Mas, para saber mais informações sobre a ANVISA, clique aqui*.

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Falta de ar, vômitos e mais: O decreto da ANVISA contra molho amado das donas de casa https://tvfoco.uai.com.br/decreto-anvisa-molho-no1-donas-casa/ Mon, 22 Dec 2025 13:00:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2527748 ANVISA suspende lote de molho de pimenta popular após detectar substância não informada no rótulo Presente no almoço de domingo, no churrasco de família e até naquele arroz com feijão do dia a dia, o molho de pimenta ocupa um lugar cativo na mesa de muitas casas brasileiras. Para muita gente, ele não é apenas […]

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Presente no almoço de domingo, no churrasco de família e até naquele arroz com feijão do dia a dia, o molho de pimenta ocupa um lugar cativo na mesa de muitas casas brasileiras. Para muita gente, ele não é apenas um tempero, mas quase um ritual: algumas gotas bastam para transformar a refeição.

Justamente por fazer parte dessa rotina tão comum, qualquer alerta envolvendo esse tipo de produto acende um sinal vermelho imediato entre consumidores, especialmente donas de casa, as quais não apenas amam esse tipo de condimento como sempre fazem uso dele em suas receitas.

Inclusive, foi exatamente isso que aconteceu quando a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) determinou a suspensão de um molho de pimenta, cuja decisão surpreendeu consumidores em todo o país.

Mas o que levou à proibição?

A ANVISA suspendeu a comercialização, distribuição e o uso do lote 4512823 do Molho de Pimenta Extra Forte, da linha Ubon, da empresa MAGALHAES E FERRAZ LTDA (TEMPEROS CALI), após análises laboratoriais identificarem a presença de dióxido de enxofre no produto, substância não declarada no rótulo.

Os testes de determinação e de pesquisa quantitativa detectaram 31,4 mg/kg de dióxido de enxofre, contrariando as regras de rotulagem e segurança alimentar.

A agência reforçou que qualquer aditivo presente no alimento precisa constar de forma clara na embalagem, justamente para proteger consumidores sensíveis.

A decisão foi formalizada por meio da Resolução-RE nº 3.283, publicada no Diário Oficial da União em 28 de agosto de 2025.

Até o momento, a medida segue ativa, sem revogação.

Quais são os riscos à saúde?

De acordo com fontes oficiais, o dióxido de enxofre pode provocar uma série de efeitos adversos, especialmente quando ingerido ou inalado sem o conhecimento do consumidor.

Entre os principais riscos estão:

  • Irritação no nariz, garganta e pulmões
  • Tosse persistente e falta de ar
  • Crises de asma e agravamento de doenças respiratórias
  • Náuseas, vômitos, confusão mental e ansiedade
  • Edema de glote em casos mais graves

Em contato com superfícies úmidas, como as mucosas, a substância pode formar ácido sulfúrico, irritando tecidos e comprometendo a defesa natural dos pulmões. Pessoas com doenças crônicas respiratórias ou cardiovasculares são consideradas mais suscetíveis aos efeitos.

A posição da empresa

Até a última atualização disponível em fontes jornalísticas confiáveis, a marca não divulgou nota oficial sobre a suspensão do lote 4512823.

No entanto, o espaço para manifestação segue aberto. Além disso, vale destacar que a proibição atingiu somente o lote mencionado, ou seja, os demais lotes e produtos seguem ativos sem nenhum tipo de restrição ao consumo.

  • Importância da Temperos Cali: A Temperos Cali é uma empresa brasileira do setor alimentício, sediada em Goianésia, Goiás, cuja importância reside em sua atuação na produção e distribuição atacadista de temperos e especiarias, visando levar sabor e praticidade para cozinhas domésticas e empresas. 

O que o consumidor deve fazer quando há proibição de produto em uso?

A ANVISA orienta que os consumidores:

  • Interrompam imediatamente o uso do produto;
  • Confiram o número do lote antes do consumo;
  • Evitem qualquer utilização do lote suspenso;
  • Procurem atendimento médico em caso de reações adversas.

A agência reforça que medidas como essa buscam proteger a saúde pública e garantir que produtos amplamente consumidos estejam dentro dos padrões exigidos pela legislação brasileira.

Mas, para mais informações sobre a ANVISA, clique aqui*.

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Você sabia? Anvisa proibiu cerveja popular no Brasil após flagrar substância fatal https://tvfoco.uai.com.br/anvisa-proibiu-cerveja-popular-substancia-fatal/ Fri, 19 Dec 2025 11:45:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2526746 ANVISA proibiu cerveja popular no Brasil após identificar substância tóxica; Entenda o caso, a posição da empresa e a situação da marca em 2025 Muitos aqui podem não se lembrar, ou nem sequer sabem, mas o Brasil já viveu um dos episódios mais graves de sua história envolvendo bebidas alcoólicas, quando uma cerveja amplamente consumida […]

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Muitos aqui podem não se lembrar, ou nem sequer sabem, mas o Brasil já viveu um dos episódios mais graves de sua história envolvendo bebidas alcoólicas, quando uma cerveja amplamente consumida acabou retirada do mercado após a identificação de uma substância altamente tóxica, associada a mortes e sequelas irreversíveis.

Inclusive o caso levou a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) a adotar uma das medidas mais duras já aplicadas ao setor cervejeiro nacional.

Os fatos ocorreram em janeiro de 2020, quando a autarquia determinou a interdição de todos os rótulos da cerveja Backer com data de validade igual ou posterior a agosto daquele ano.

A decisão atingiu a produção da Cervejaria Backer, fundada em 1999 pela Cervejaria Três Lobos, em Belo Horizonte, e teve validade em todo o território nacional.

Conforme exposto na época pelo G1, a medida surgiu após análises conduzidas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), cujos resultados foram oficialmente publicados em edição extraordinária do Diário Oficial da União no dia 17 de janeiro de 2020.

As investigações constataram a presença de monoetilenoglicol e dietilenoglicol em 21 lotes pertencentes a oito rótulos diferentes da marca.

Essas substâncias apresentam elevado grau de toxicidade. O dietilenoglicol, em especial, é reconhecido como ainda mais nocivo ao organismo humano, podendo provocar:

  • Falência renal;
  • Danos neurológicos severos;
  • Até mesmo a morte, mesmo que em pequenas quantidades.

Caso de polícia

As análises que embasaram a decisão da ANVISA também contaram com o apoio da Polícia Civil e da Vigilância Sanitária.

No dia 14 de janeiro de 2020, os órgãos voltaram a vistoriar a fábrica da Backer, localizada no bairro Olhos D’Água, na região Oeste de Belo Horizonte, que já se encontrava interditada.

Além da suspensão geral da produção, as autoridades proibiram especificamente lotes da cerveja Belorizontina e um lote da cerveja Capixaba.

Em suma, esses produtos não deveriam ser consumidos sob nenhuma circunstância, e comerciantes precisaram retirá-los imediatamente das prateleiras.

Além disso, a ANVISA notificou formalmente a empresa para que divulgasse orientações ao público sobre a devolução das cervejas contaminadas.

Naquele momento, 29 pessoas relataram sintomas após consumir a Belorizontina. Dessas, dez desenvolveram quadros neurológicos e renais graves e morreram.

O Ministério Público denunciou 11 pessoas em setembro de 2020, incluindo os três sócios-proprietários da cervejaria, por crimes relacionados à venda de produto adulterado e pela omissão na comunicação dos riscos às autoridades.

A denúncia citou os artigos 272 do Código Penal e 64 do Código de Defesa do Consumidor.

Sete engenheiros e técnicos responsáveis pela produção também passaram a responder criminalmente.

Em outubro do mesmo ano, a Justiça recebeu a denúncia e retirou o sigilo do processo.

A decisão ampliou a transparência sobre o caso, considerado um dos mais emblemáticos da fiscalização sanitária no país.

Multas, restrições e descumprimento de recall

A Justiça de Minas Gerais ainda determinou a suspensão das atividades comerciais da Backer, incluindo a venda da cerveja Capitão Senra.

A decisão fixou multa diária de R$ 10 mil em caso de descumprimento, após documentos indicarem que lotes desse rótulo também apresentavam irregularidades.

Os sócios-proprietários ficaram proibidos de deixar o Brasil e precisaram entregar seus passaportes em um prazo de até 24 horas, na época.

Em 2021, as autoridades constataram que a empresa não cumpriu integralmente o recall determinado pelo Mapa.

Vale destacar que, na ocasião, um proprietário de bar relatou publicamente a dificuldade em devolver os produtos:

“Não houve o recolhimento para empresas jurídicas e muitos estabelecimentos têm estoque guardado. Tentei fazer a devolução quando aconteceu o caso, mas não conseguimos contato de ninguém da Backer. Em nenhum canal eles respondem.”

A posição oficial da Backer

A Backer afirmou, por meio de nota, que cumpriria todas as determinações da Anvisa, mas negou o uso de dietilenoglicol em seu processo de fabricação.

Durante uma coletiva concedida em 14 de janeiro de 2020, a diretora de marketing da empresa, Paula Lebbos, fez um apelo direto à população para que não consumisse os produtos investigados:

“O que estou pedindo é que não bebam a Belorizontina, qualquer que seja o lote. Eu não sei o que está acontecendo.”

A orientação também se estendeu à cerveja Capixaba, produzida no mesmo tanque e com a mesma fórmula da Belorizontina.

A empresa divulgou ainda o seguinte comunicado oficial, na íntegra:

“Conforme anunciado na coletiva de imprensa do dia 14 de janeiro, a Backer estruturou uma equipe especializada, que desde ontem atua para prestar assistência e fornecer o apoio necessário aos pacientes e seus familiares.


A empresa se solidariza com essas pessoas, compartilha da mesma dor que eles vivem nesse momento e reforça sua atenção e seu compromisso em disponibilizar todo o suporte necessário para cada um deles.


A Backer está aberta para receber o contato desses familiares sempre que desejarem e continua colaborando com as autoridades e verificando seus processos para contribuir com as investigações e ter respostas o quanto antes.”

Quando a Backer conseguiu voltar ao mercado?

Em abril de 2022, após mais de dois anos de investigações e fiscalizações rigorosas, a Cervejaria Três Lobos recebeu autorização para retomar a produção de bebidas.

A permissão incluiu exigências técnicas severas e teve como objetivo, segundo documentos judiciais, viabilizar a criação de um fundo destinado ao pagamento de despesas emergenciais das vítimas.

Em maio de 2022, a empresa anunciou a retomada da comercialização da cerveja Capitão Senra. A linha Belorizontina, no entanto, permaneceu fora de circulação e não voltou a integrar o portfólio da marca.

Até 2025, a Backer segue formalmente ativa no mercado brasileiro, com operação reduzida e catálogo restrito.

O rótulo Belorizontina não voltou a ser comercializado e não consta em canais oficiais de venda. A empresa mantém presença institucional, embora sem atualizações frequentes em seus canais públicos desde 2022.

Como ficaram as indenizações?

Ainda de acordo com o portal G1, em uma publicação feita em janeiro deste ano, O processo criminal, que denunciou 11 pessoas (incluindo sócios e técnicos), está em fase final de instrução após o interrogatório dos réus em 2023.

Os crimes apurados incluem homicídio culposo e contaminação de produto alimentício.

No entanto, paralelamente, a reparação financeira segue estagnada.

Um acordo feito ainda em 2023 determinou indenizações de R$ 500 mil por vítima, mas o fluxo de pagamentos está suspenso devido à recuperação judicial da cervejaria.

Sobre o andamento das indenizações e o cumprimento dos acordos, a Backer manifestou-se oficialmente:

“Estão sendo pagos os auxílios emergenciais pactuados. Seria ilegal pagar antes da aprovação do plano. Por isso, os valores pagos a título de auxílio não são dedutíveis das indenizações. E isso só beneficia as vítimas. Depois que o plano for aprovado, os valores recebidos começarão a ser abatidos.”

Quanto à indefinição do cronograma para os pagamentos definitivos, a empresa complementou que está aguardando a aprovação do plano de recuperação judicial, “ainda sem nenhuma expectativa com relação a quando isso ocorrerá”.

Enquanto as defesas dos responsáveis técnicos reiteram confiança na absolvição e na demonstração de inocência, as vítimas sobreviventes e seus familiares continuam enfrentando limitações físicas e o luto, além do imbróglio jurídico e financeiro.

Como ficou a situação dos réus?

Em novembro de 2025, o juiz Alexandre Magno de Resende Oliveira, da 2ª Vara Criminal, fundamentou a absolvição na falta de provas para a individualização das condutas.

Embora a contaminação pelo tóxico dietilenoglicol seja um fato incontestável e comprovado por perícias, o magistrado entendeu que a denúncia do Ministério Público não conseguiu demonstrar quem, especificamente, agiu com dolo ou omissão criminosa.

Dinâmica da Contaminação

A sentença confirmou que o problema teve origem em um defeito de fabricação:

  • Um furo no tanque de resfriamento permitiu que substâncias anticongelantes vazassem para o interior da cerveja “Belorizontina“.

Os sócios foram inocentados por não possuírem gestão direta sobre a produção, enquanto os técnicos foram considerados subordinados a um responsável técnico já falecido e a um gerente que não figurava na denúncia.

O lado das vítimas:

Para as vítimas e seus familiares, a decisão representa um duro golpe após anos de sofrimento. O caso não se resume a números:

  • Os 16 sobreviventes enfrentam rotinas pesadas de tratamento para insuficiência renal, danos neurológicos, perda de visão e comprometimento motor;
  • Muitas vítimas perderam a capacidade de trabalhar, enfrentando despesas médicas altíssimas que a empresa ainda não cobriu totalmente;
  • Apesar de a sentença criminal destacar que a responsabilidade civil da Cervejaria Três Lobos permanece, na prática, as famílias ainda aguardam o cumprimento dos acordos de indenização firmados com o Ministério Público;
  • A absolvição de todos os réus gerou uma sensação de “crime sem culpados“, em que a existência do dano é reconhecida, mas ninguém é responsabilizado criminalmente pelas vidas perdidas e transformadas.

O Ministério Público de Minas Gerais ainda não foi formalmente notificado e poderá recorrer da decisão, buscando reverter a absolvição nas instâncias superiores.

Vale destacar que esse caso marcou profundamente o setor.

Além disso, reforçou a importância da fiscalização sanitária, da rastreabilidade industrial e da transparência na cadeia de alimentos e bebidas.

E a atuação da ANVISA se consolidou como decisiva para impedir que produtos com risco fatal continuassem chegando ao consumidor brasileiro.

Qual é a importância da Backer no mercado cervejeiro?

A Backer ocupava posição de destaque no segmento de cervejas artesanais.

A marca conquistou prêmios internacionais relevantes, incluindo:

  • O World Beer Awards;
  • Melhor cervejaria das Américas na Copa Cervezas de América, realizada no Chile, em 2019.

Mas, para saber mais informações sobre a ANVISA e suas proibições, clique aqui*.

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Carne verde e podre: Vigilância Sanitária lacra açougue popular por frigorífico em condições de esgoto https://tvfoco.uai.com.br/carne-verde-e-podre-vigilancia-sanitaria-lacra-acougue/ Thu, 18 Dec 2025 20:00:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2526480 Vigilância Sanitária lacra açougue popular após encontrar carne verde e podre armazenada em frigorífico com condições de esgoto A Vigilância Sanitária intensificou a fiscalização em Cachoeira do Sul e no dia 18 de novembro encontrou um cenário alarmante em um açougue popular da cidade. Logo na entrada, os agentes identificaram forte mau cheiro vindo do […]

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A Vigilância Sanitária intensificou a fiscalização em Cachoeira do Sul e no dia 18 de novembro encontrou um cenário alarmante em um açougue popular da cidade. Logo na entrada, os agentes identificaram forte mau cheiro vindo do setor de carnes.

Além disso, a equipe percebeu coloração esverdeada em peças expostas para venda. A situação indicou deterioração avançada e risco imediato à saúde pública. Por isso, os fiscais iniciaram uma inspeção minuciosa em todas as áreas do estabelecimento.

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A interdição de açougue pela Vigilância Sanitária (Foto: Internet)

Durante a verificação, os agentes localizaram carnes com validade vencida há cerca de 2 anos. Além disso, documentos confirmaram falhas graves no controle de estoque. A fiscalização também encontrou produtos armazenados fora da temperatura exigida pela legislação.

Porém, em alguns pontos, a carne permanecia em contato direto com superfícies sujas. Como resultado, a Vigilância Sanitária determinou a apreensão imediata de todo o material impróprio.

A operação integrou o Programa Segurança dos Alimentos e contou com apoio do Ministério Público do Rio Grande do Sul. Ao mesmo tempo, os fiscais vistoriaram outros 4 estabelecimentos comerciais da cidade.

No total, a ação resultou na apreensão de aproximadamente 4,6 toneladas de alimentos irregulares. Entre eles, havia carnes, embutidos, laticínios e produtos sem procedência comprovada. Dessa forma, a operação ganhou destaque pela dimensão do material recolhido.

O que foi encontrado no açougue?

No açougue interditado, a situação chamou atenção pela estrutura precária da câmara fria. Além do armazenamento irregular, os fiscais identificaram sinais de esgoto exposto no local. Esse detalhe agravou ainda mais o risco de contaminação cruzada.

Portanto, a equipe considerou o ambiente totalmente inadequado para qualquer atividade comercial relacionada a alimentos. Diante disso, a Vigilância Sanitária determinou o lacre imediato do estabelecimento.

Enquanto isso, outros mercados fiscalizados sofreram interdições parciais. Em alguns casos, apenas setores específicos precisaram ser fechados. No entanto, padarias e açougues internos também receberam autos de infração.

As irregularidades incluíram falta de higiene, produtos vencidos e ausência de registros obrigatórios. Assim, os responsáveis responderão a processos administrativos e poderão pagar multas elevadas.

A Vigilância Sanitária destacou que fiscalizações desse tipo ocorrem de forma periódica em todo o estado. Ainda assim, denúncias da população ajudam a direcionar as operações. Quando o consumidor observa irregularidades, ele pode acionar os canais oficiais.

Dessa maneira, o poder público consegue agir com mais rapidez. A participação popular fortalece o controle sanitário e amplia a proteção coletiva.

Por fim, ao final da operação, o lacre do açougue simbolizou mais que uma punição administrativa. A medida representou um alerta claro ao comércio local. Além disso, reforçou a obrigação de cumprir normas básicas de higiene e segurança alimentar.

Contudo, o caso de Cachoeira do Sul expôs falhas graves, mas também mostrou a atuação firme dos órgãos de fiscalização. Assim, a Vigilância Sanitária reafirmou seu papel na defesa da saúde pública.

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“Condições horrorosas”: Vigilância Sanitária interdita fábrica de salgados em BA por podridão na cozinha https://tvfoco.uai.com.br/vigilancia-sanitaria-interdita-fabrica-de-salgados-por-podridao/ Wed, 17 Dec 2025 18:14:59 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2526070 Vigilância Sanitária interditou uma fábrica de salgados em Feira de Santana A Vigilância Sanitária interditou uma fábrica de salgados em Feira de Santana, na Bahia, após encontrar um cenário completamente sujo e com risco à saúde pública. A ação ocorreu após uma denúncia no bairro Caseb. Primeiramente, o caso ganhou destaque no Jornal da Manhã, […]

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Vigilância Sanitária interditou uma fábrica de salgados em Feira de Santana

A Vigilância Sanitária interditou uma fábrica de salgados em Feira de Santana, na Bahia, após encontrar um cenário completamente sujo e com risco à saúde pública. A ação ocorreu após uma denúncia no bairro Caseb.

Primeiramente, o caso ganhou destaque no Jornal da Manhã, da Globo, nesta terça-feira, 16. Camila Oliveira e Ricardo Ishmael interrompera a programação para atualizar as informações.

Chocado com as imagens, Ricardo Ishamel ressaltou a gravidade da situação. “Mais de três mil salgados foram descartados em razão das condições horrorosas e terríveis”, disse o apresentador.

De acordo com informações do apresentador da Globo, a Vigilância Sanitária encontrou um ambiente totalmente insalubre, especialmente no preparo dos alimentos.

Durante a fiscalização da Vigilância Sanitária, os técnicos identificaram uma série de irregularidades graves:

  • Equipamentos de cozinha enferrujados
  • Sujeira acumulada no chão, paredes e utensílios
  • Infiltrações que favoreciam mofo e proliferação de microorganismos

Fiscalização

De acordo com os fiscais, o ambiente era totalmente impróprio para a manipulação e fabricação de alimentos.

Thaís Marques, chefe da Vigilância Sanitária do município, reforçou o risco à população era alto.

“Foi constatado que o local estava em situação insalubre extrema. O estabelecimento foi interditado de imediato para conter o risco, e foram recolhidos e descartados no aterro sanitário 3.320 salgados”, disse Thaís.

Em seguida, Thaís Marques reforçou que a fábrica só poderá voltar a funcionar após cumprir todas as exigências da legislação sanitária.

“Somente após nova avaliação técnica e a comprovação das melhorias exigidas, o local poderá retomar suas atividades”, afirmou a chefe da Vigilância Sanitária do município.

Fábrica de salgados na Bahia (Fotos: Reproduções / Globo)
Fábrica de salgados na Bahia (Fotos: Reproduções / Globo)

Imagens assustadoras

De fato, as imagens divulgadas pela fiscalização e pelo jornal da Globo escancaram um ambiente completamente inadequado para a produção de alimentos.

A ação reforça a importância das denúncias e da atuação da Vigilância Sanitária para proteger a saúde da população.

Local da fábrica de salgados (Foto: Reprodução/ Globo)
Local da fábrica de salgados (Foto: Reprodução/ Globo)

Riscos à saúde do consumidor

Além disso, consumir alimentos produzidos em locais impróprios e nessas condições precárias pode causar sérios problemas de saúde.

Entre os principais problemas estão:

  • Infecções intestinais
  • Intoxicação alimentar
  • Diarreia
  • Vômitos

Isso porque, a presença de ferrugem, sujeira e umidade facilita a contaminação por bactérias como salmonela, além de fungos prejudiciais ao organismo.

Por fim, a situação é ainda pior para crianças, idosos e pessoas com baixa imunidade, que podem ter complicações mais graves ao consumir alimentos produzidos em locais impróprios.

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Atenção, donas de casa: Supermercado popular é denunciado por venda de frango podre hoje 16/12 https://tvfoco.uai.com.br/supermercado-popular-e-denunciado-por-venda-de-frango-podre/ Tue, 16 Dec 2025 14:45:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2525506 Vigilância Sanitária de Manaus, Semsa e Decon atuam em supermercado Um supermercado popular localizado na Zona Oeste de Manaus foi denunciado e atuado após a Vigilância Sanitária identificar cerca de 35 quilos de carne de frango imprópria para consumo. A fiscalização ocorreu nesta segunda-feira, 15, mas o alerta permanece válido nesta terça-feira, 16, devido aos […]

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Vigilância Sanitária de Manaus, Semsa e Decon atuam em supermercado

Um supermercado popular localizado na Zona Oeste de Manaus foi denunciado e atuado após a Vigilância Sanitária identificar cerca de 35 quilos de carne de frango imprópria para consumo. A fiscalização ocorreu nesta segunda-feira, 15, mas o alerta permanece válido nesta terça-feira, 16, devido aos riscos à saúde da população.

Primeiramente, durante a ação, os fiscais apreenderam frangos inteiros, filés de peito e filés empanados, todos considerados inadequados para a venda.

De acordo com informações do portal D24AM, os produtos estavam em processo de descongelamento, prática proibida pelas normas sanitárias, pois favorece a proliferação de bactérias.

Denúncia de clientes

A fiscalização fazia parte da operação Zero Metanol, voltada inicialmente à verificação da segurança de bebidas alcoólicas.

No entanto, uma denúncia feita por uma consumidora no local chamou a atenção dos agentes e direcionou a inspeção para a área de congelados do supermercado.

No setor, a equipe constatou que as carnes não estavam armazenadas na temperatura exigida por lei, o que torna o alimento impróprio para o consumo.

“As bebidas colocadas à venda no estabelecimento estavam dentro das normas de segurança sanitária, com o aspecto normal, o lacre preservado, a certificação do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e todas as informações necessárias constando dos rótulos. Porém, após uma denúncia realizada por uma consumidora durante a fiscalização, fomos até a seção dos alimentos congelados e constatamos que havia carnes de frango em situação de descongelamento, estando, portanto, impróprias para o consumo”, destacou o gerente de Vigilância de Alimentos da Visa Manaus, Ricardo Celestino.

Estabelecimento pode pagar multa

Desse modo, por conta das irregularidades, o supermercado foi atuado e responderá a um Processo Administrativo Sanitário.

A multa pode variar de 1 a 400 Unidades Fiscais do Município (UFM):

  • Valor da UFM: R$ 145,37
  • Multa máxima: pode ultrapassar R$ 58 mil

Todo o frango apreendido foi retirado imediatamente das prateleiras e inutilizado no próprio local, com uso de água e produtos químicos, para impedir qualquer reaproveitamento.

Bebias alcoólicas

Apesar do problema no setor de alimentos, as bebidas alcoólicas comercializadas estavam regulares, de acordo com a Vigilância Sanitária.

Ou seja, os produtos apresentavam lacres intactos, aspecto normal, certificação do Ministério da Agricultura e Pecuária, e informações corretas nos rótulos.

Risco de consumo de frango estragado

Por fim, consumir o frango mal armazenado ou em descongelamento representa grave risco à saúde do consumidor, especialmente para crianças, idosos e gestantes.

Entre os principais problemas estão:

  • Intoxicação alimentar
  • Infecções por bactérias como Salmonella e Campylobacter
  • Vômitos, diarreia, febre e dores abdominais
  • Em casos mais graves, internações hospitalar

Desse modo, para evitar possíveis problemas, o consumidor deve:

  • Verificar se o frango está totalmente congelado
  • Evitar embalagens com excesso de líquido
  • Desconfiar de cheiro forte ou cor alterada
  • Denunciar qualquer irregularidade aos órgãos

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Chegou a vez do creme: Anvisa suspende marca popular das mulheres em pleno fim de 2025 https://tvfoco.uai.com.br/anvisa-suspende-marca-creme-pleno-2025/ Mon, 15 Dec 2025 11:45:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2525042 ANVISA suspende o creme depilatório por grave risco; Entenda as razões por trás dessa decisão da autarquia e o que consumidores devem fazer O ritual de autocuidado que faz parte da rotina de milhões de mulheres brasileiras entrou em alerta em pleno fim de 2025. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) decidiu suspender um […]

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ANVISA suspende o creme depilatório por grave risco; Entenda as razões por trás dessa decisão da autarquia e o que consumidores devem fazer

O ritual de autocuidado que faz parte da rotina de milhões de mulheres brasileiras entrou em alerta em pleno fim de 2025.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) decidiu suspender um creme depilatório bem popular após identificar uma irregularidade grave: o produto circulava no mercado sem o registro sanitário obrigatório.

A medida atingiu o Creme Depilatório Depecare, em todos os lotes, fabricado pela Frosini Indústria e Comércio de Cosméticos Ltda.-ME, empresa sediada em Itaquaquecetuba, na Grande São Paulo.

A Anvisa publicou a decisão no Diário Oficial da União nº 235, por meio da Resolução nº 4.972, no dia 10 de dezembro de 2025.

Por que a ANVISA suspendeu o creme depilatório?

A ANVISA constatou que o creme depilatório estava sem registro sanitário, condição obrigatória para cosméticos classificados como produtos de maior risco.

Mesmo a empresa possuindo Autorização de Funcionamento (AFE), o produto específico não passou pela regularização exigida antes de chegar ao consumidor.

Diante disso, a Agência determinou a proibição imediata do uso, além do recolhimento de todos os lotes.

Quais são os riscos para as consumidoras?

Produtos depilatórios atuam diretamente sobre a pele e contêm substâncias químicas capazes de causar irritações, queimaduras, alergias e lesões cutâneas quando não passam por avaliação técnica rigorosa.

E, consequentemente, sem esse registro fica impossível garantir que a fórmula foi analisada quanto à segurança, eficácia e limites de uso.

Até por isso, a ANVISA atua de forma preventiva, uma vez que, ao identificar a ausência de registro, a autarquia busca impedir que um produto potencialmente inseguro continue sendo usado, principalmente em áreas sensíveis do corpo.

Até o momento, não há manifestação pública da Frosini Indústria e Comércio de Cosméticos Ltda.-ME sobre a decisão.

No entanto, o espaço segue em aberto caso a empresa queira apresentar esclarecimentos ou informe medidas para regularização do produto.

  • Importância da Frosini Indústria e Comércio de Cosméticos: De acordo com o próprio site, a Frosini Indústria e Comércio de Cosméticos atua há mais de 20 anos na fabricação de produtos de beleza de alta qualidade, oferecendo soluções tanto com linhas próprias quanto por meio de serviços de terceirização para outras marcas.

Como se proteger na hora de comprar cosméticos?

A ANVISA orienta que o consumidor sempre verifique:

  • Se o produto informa registro ou notificação na Anvisa no rótulo;
  • Se há CNPJ e dados do fabricante claramente identificados;
  • Se a venda ocorre em canais confiáveis, evitando anúncios sem procedência.

Por fim, em caso de dúvida, é possível consultar a situação do produto diretamente no sistema de consultas da ANVISA.

Mas, para saber mais sobre a ANVISA e seus decretos, clique aqui*.

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Chegou a vez do perfume: ANVISA suspende marca popular e alerta risco hoje 12/12 https://tvfoco.uai.com.br/chegou-a-vez-perfume-anvisa-suspende-marca-popular/ Mon, 15 Dec 2025 09:15:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2524947 ANVISA suspende perfume popular e alerta consumidores sobre riscos à saúde e essa medida vale em todo o Brasil O perfume faz parte da rotina da maioria das pessoas ao redor do mundo, principalmente dos brasileiros. Seja para uso diário, ocasiões especiais ou como item de presente, ele é sempre bem-vindo. No entanto, pelo fato […]

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O perfume faz parte da rotina da maioria das pessoas ao redor do mundo, principalmente dos brasileiros. Seja para uso diário, ocasiões especiais ou como item de presente, ele é sempre bem-vindo.

No entanto, pelo fato de ser um produto que tem contato direto com a pele, ele exige um controle ainda mais rigoroso.

Foi com esse foco que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) determinou, no dia 11 de dezembro, a suspensão imediata de dois cosméticos comercializados no país sem o devido registro sanitário, o que acabou acendendo um alerta aos consumidores.

A decisão atingiu a Deo Colônia Amantikir, fabricada pela Aon Indústria de Cosméticos Naturais Ltda.

De acordo com os dados oficiais, a ANVISA proibiu os produtos da linha em todo o território nacional.

O que fez a ANVISA proibir o perfume?

A ANVISA recebeu notificações sobre a venda dos dois itens e constatou a ausência de registro sanitário, exigência obrigatória para cosméticos classificados como produtos de alto risco.

Tanto os perfumes como os cosméticos em geral entram nessa categoria porque contêm substâncias químicas que podem ser absorvidas pela pele ou inaladas.

Sem registro, a ANVISA não consegue verificar a composição, a procedência das matérias-primas, as condições de fabricação nem a segurança do produto para o consumidor.

Logo, a autarquia adotou a medida cautelar para evitar riscos à saúde pública.

Quais são os riscos reais?

Cosméticos sem registro podem causar:

  • Reações alérgicas;
  • Irritações na pele;
  • Problemas respiratórios e outros efeitos adversos, especialmente em pessoas sensíveis.

No caso de perfumes, o risco aumenta devido à inalação frequente e ao contato direto com áreas extensas da pele.

Mesmo porque a falta desse controle sanitário impede qualquer garantia de qualidade, estabilidade ou segurança do produto.

Por esse motivo, o órgão orienta que os consumidores interrompam imediatamente o uso dos itens suspensos.

Defesa da empresa

Até o momento, não há manifestação pública da Aon Indústria de Cosméticos Naturais Ltda. sobre a decisão da ANVISA; no entanto, o espaço segue em aberto, caso queira expor a sua versão dos fatos.

Como comprar perfumes e cosméticos com segurança?

Para evitar riscos, a orientação é sempre verificar se o cosmético possui registro ou notificação válida na ANVISA, além de conferir o rótulo completo, com nome do fabricante, CNPJ e endereço.

Produtos vendidos sem essas informações, especialmente em plataformas online ou redes sociais, merecem desconfiança.

Além disso, a autarquia mantém sistemas públicos de consulta que permitem verificar se um produto está regularizado.

Em caso de suspeita ou reação adversa, o consumidor deve comunicar o órgão de vigilância sanitária local ou a própria Agência.

Mas, para mais casos parecidos como esse, clique aqui*.

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“Linguiça azeda e rançosa”: Denúncia obriga Vigilância a interditar supermercado popular em RS https://tvfoco.uai.com.br/denuncia-vigilancia-interditar-supermercado/ Fri, 12 Dec 2025 13:00:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2524194 Supermercado em Lomba Grande é interditado com 302kg de carne clandestina; Vigilância age após denúncia A segurança alimentar dos moradores de Novo Hamburgo passou por um teste no dia 10 de outubro de 2025, quando uma operação conjunta desarticulou um esquema de venda e produção de alimentos impróprios para consumo. De acordo com o portal […]

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Supermercado em Lomba Grande é interditado com 302kg de carne clandestina; Vigilância age após denúncia

A segurança alimentar dos moradores de Novo Hamburgo passou por um teste no dia 10 de outubro de 2025, quando uma operação conjunta desarticulou um esquema de venda e produção de alimentos impróprios para consumo.

De acordo com o portal oficial da Prefeitura de Novo Hamburgo, a Vigilância em Saúde, a qual traz a Vigilância Sanitária do município como componente, interditou um supermercado no bairro Lomba Grande, resultando na:

  • Apreensão de uma quantidade significativa de carne sem procedência;
  • Confirmando denúncias graves sobre a qualidade dos produtos ofertados à população.

Além disso, uma denúncia anônima encaminhada ao Ministério Público (MP) deflagrou a ação, alertando para a produção irregular de embutidos em condições insalubres.

A operação ainda contou com a força-tarefa da:

  • Vigilância em Saúde da Prefeitura;
  • Secretaria Estadual de Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi);
  • Polícia Civil.

Uma cena de horror!

Ao chegarem ao local, situado na área central de Lomba Grande, os fiscais encontraram um cenário que confirmava os piores receios da denúncia.

O estabelecimento operava uma linha de produção clandestina de linguiças em uma sala escondida atrás de um bar, longe dos olhos dos clientes e das normas sanitárias.

O resultado material da operação foi a apreensão imediata de 302 quilos de carne. De acordo com os agentes, o material apresentava uma série de violações críticas:

  • Armazenamento precário: As carnes estavam guardadas em condições inadequadas de higiene e temperatura, favorecendo a proliferação de bactérias;
  • Contaminação direta: Encontraram peças de carne jogadas diretamente ao chão, em contato com a sujeira ambiente;
  • Ausência de Rastreabilidade: Os produtos não possuíam qualquer identificação, rotulagem ou selo de inspeção, tornando impossível verificar a origem ou a data de validade.

“Azedas e rançosas”

A investigação preliminar aponta que a carne utilizada na fabricação das linguiças, descritas na denúncia original como “azedas e rançosas”, provinha de animais abatidos em uma chácara sem nenhum controle sanitário.

O abate clandestino é um dos maiores vetores de doenças zoonóticas (transmitidas de animais para humanos) e intoxicações alimentares graves.

A médica veterinária e responsável técnica da Vigilância em Saúde, Julyana Sthéfanie Simões Matos, destacou que o caso agora será apurado pela Polícia Civil.

Por fim, os responsáveis pelo estabelecimento tiveram que responder por crime contra as relações de consumo, além de diversas infrações administrativas sanitárias estaduais e federais.

Não é de hoje

Este não é um caso isolado em 2025. A região de Lomba Grande já havia sido palco de uma operação similar em 9 de maio, quando aproximadamente duas toneladas de carne sem procedência foram apreendidas.

A recorrência acende um alerta vermelho para a fiscalização e para os consumidores locais.

Todo o material recolhido ficou sob responsabilidade do governo do Estado para o descarte adequado, seguindo protocolos que garantem que esses alimentos nocivos não retornem, de forma alguma, à mesa do consumidor.

Como saber se um açougue/supermercado é seguro?

No entanto, a Vigilância em Saúde reforça que a população deve estar atenta.

  • Carnes e derivados só devem ser adquiridos se possuírem o selo de inspeção (municipal, estadual ou federal);
  • Preços muito abaixo do mercado, cor alterada, cheiro forte ou armazenamento precário são sinais claros de perigo.

Ou seja, se você presenciar falta de higiene, produtos vencidos ou suspeitar de abate clandestino, não se cale.

Afinal de contas, a sua denúncia pode evitar que outras pessoas adoeçam; Veja como agir:

  • Fale imediatamente com a Ouvidoria Geral do seu Município para relatar irregularidades sanitárias de forma rápida;
  • Envie mensagem via WhatsApp: Para denúncias mais detalhadas, inclusive com envio de fotos ou localização, utilize o contato da Ouvidoria da Saúde pelo número (51) 99831-6500;
  • Denúncia anônima garantida: Em ambos os canais, e também junto ao Ministério Público, você tem o direito de manter o anonimato. O importante é fornecer o máximo de detalhes possível (nome do local, endereço e qual é a irregularidade) para que a fiscalização possa agir com precisão.

Mas, para saber mais informações da ANVISA/Vigilância Sanitária, clique aqui*.

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Venda de carne podre: Açougue popular é interditado pela Vigilância Sanitária na BA após denúncia https://tvfoco.uai.com.br/acougue-interditado-vigilancia-sanitaria-ba/ Thu, 11 Dec 2025 08:30:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2523668 Açougue interditado na BA por vender carne podre; Entenda o caso e 4 dicas essenciais da para saber se a carne está boa para consumo E a saúde de milhares de consumidores na região de Vitória da Conquista (BA) entrou em cheque após uma recente ação da Vigilância Sanitária (Visa) na cidade. Isso porque, de […]

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Açougue interditado na BA por vender carne podre; Entenda o caso e 4 dicas essenciais da para saber se a carne está boa para consumo

E a saúde de milhares de consumidores na região de Vitória da Conquista (BA) entrou em cheque após uma recente ação da Vigilância Sanitária (Visa) na cidade.

Isso porque, de acordo com o portal Correio, um açougue de grande porte, popular no bairro Patagônia, foi parcialmente interditado na manhã do dia 04 de dezembro, após serem encontradas graves irregularidades que representam um risco sanitário iminente à população.

A denúncia feita à Vigilância Sanitária revelou um cenário de negligência que ultrapassava a simples falta de higiene e expôs a venda de produtos em estado de putrefação, em outras palavras, carne podre.

Um risco confirmado

De acordo com o coordenador da Visa, Maico Mares, a situação era tão crítica que apresentava sérias irregularidades.

Conforme mencionamos acima, o ponto mais alarmante foi a descoberta de carnes em avançado estado de putrefação misturadas com carnes de boa qualidade dentro das câmaras frias.

Esta prática cria um risco de contaminação cruzada massiva, tornando impróprios para consumo até mesmo os produtos que estavam em condições visivelmente melhores.

O contato direto acelera a proliferação de bactérias patogênicas, como Salmonella e Escherichia coli, que causam intoxicações alimentares severas.

Além da mistura perigosa de produtos, o açougue funcionava com problemas estruturais e em um ambiente insalubre, agravando o risco de contaminação.

A falta de condições adequadas de higiene e conservação impedia a manutenção da cadeia de frio, essencial para a segurança alimentar de produtos perecíveis como a carne.

Irregularidades estruturais e documentais

Se não bastasse isso, esse açougue ainda operava sem um documento fundamental:

  • A ausência deste requisito indica que o local não passava por vistorias regulares e não atendia às normas básicas da legislação, caracterizando uma ilegalidade grave na operação.

O coordenador da Visa, Maico Mares, também confirmou que a ação revelou “várias não conformidades” estruturais, além da mistura de carnes podres e frescas.

A interdição focou nas duas câmaras frias e o empreendimento foi notificado.

Uma equipe técnica especializada ficou de avaliar o material apreendido para definir o descarte total ou parcial das carnes.

O processo culminou na destruição completa do material impróprio para garantir que ele não volte à cadeia de consumo, protegendo a saúde pública.

Visto que o estabelecimento não foi devidamente identificado, não foi possível localizar a sua real situação.

Como saber se a carne do açougue está boa ou não para consumo?

Vale dizer que casos similares, como interdições por insalubridade, apreensão de toneladas de produtos vencidos e o fechamento de fábricas e buffets clandestinos, demonstram que a Vigilância Sanitária permanece atenta, defendendo o consumidor contra fraudes e riscos à saúde.

No entanto, a responsabilidade de identificar produtos inadequados recai em parte sobre o consumidor.

Uma vez que, além de você poder evitar levar para casa carnes impróprias, você ainda consegue agir mais rápido na denúncia.

Sendo assim, trazemos abaixo quatro sinais vitais antes de efetuar a compra de carne, ainda mais nesta época do ano:

1. Observe a cor e a aparência, mas não confie tanto assim somente no vermelho…

  • Carne Bovina: A cor deve ser vermelho-vivo ou vermelho-cereja. Se apresentar tons esverdeados, marrons escuros ou áreas cinzentas, indica oxidação avançada ou putrefação;

MAS ATENÇÃO! Algumas carnes podem ter uma cor levemente amarronzada devido ao vácuo ou embalagem; neste caso, observe se a cor volta ao vermelho normal minutos após o contato com o ar. Se a cor escura persistir, evite o produto.

2. Sinta o odor (cheiro doce ou ácido é alerta):

  • Carne Fresca: O cheiro deve ser leve, quase imperceptível, com um aroma característico de ferro ou sangue;
  • Carne estragada: Se você sentir um odor azedo, doce ou sulfuroso (semelhante a ovos podres), não compre. O cheiro é resultado da ação bacteriana e indica que a carne está imprópria.

3. Verifique a textura e umidade (evite a gosma):

  • Carne fresca: A textura deve ser firme e elástica, voltando à forma quando pressionada levemente. A carne deve ser úmida, mas não pegajosa;
  • Carne Estragada: Se a superfície estiver escorregadia, pegajosa ou apresentar uma fina camada de gosma (muco), é um sinal de crescimento bacteriano.

4. Avalie as condições da embalagem e do ambiente:

  • Temperaturas: Observe se o produto está armazenado em câmaras frias ou balcões refrigerados com a temperatura correta (abaixo de 7ºC). Se o balcão estiver visivelmente desligado ou a temperatura parecer elevada, não arrisque;
  • Higiene do açougue: O chão deve estar limpo, as facas e balanças devem estar limpas e os atendentes devem usar luvas e toucas. Açougues insalubres são um risco alto de contaminação.

Mas, para saber mais casos como esse, clique aqui*.

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