Nova lei em SP sancionada por Tarcísio de Freitas amplia a licença-paternidade de 5 para 20 dias para servidores estaduais públicos.

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, sancionou uma nova lei que altera significativamente os direitos dos servidores estaduais e garante mais dias de folga. A novidade em questão foi aprovada pela Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) e caiu como um presente.

Continua depois da publicidade

A partir de agora os trabalhadores em São Paulo terão o período de licença-paternidade ampliados de 5 para 20 dias. A medida beneficia diretamente milhares de servidores estaduais, garantindo um período maior de assistência familiar logo após o nascimento ou adoção de filhos, sem prejuízo na remuneração.

A nova lei estipula que o funcionário público estadual terá direito a vinte dias consecutivos de afastamento remunerado. Vale lembrar que o benefício é válido tanto para pais biológicos quanto para adotantes, assegurando a igualdade de direitos no funcionalismo paulista.

Continua depois da publicidade

“É um avanço na direção certa ao atualizar regras que impactam diretamente a vida de pais e mães com mais acolhimento, equilíbrio e proteção familiar desde os primeiros dias de vida dos filhos”, disse o governador do estado de São Paulo ao falar abertamente sobre a nova lei.

Continua depois da publicidade
Tarcísio de Freitas e ilustração férias (Fotos: Reproduções / Globo / Canva)
Tarcísio de Freitas e ilustração férias (Fotos: Reproduções / Globo / Canva)

Vale lembrar que o projeto de lei estabelece que, em caso de internação, o benefício começa a partir da alta hospitalar da mãe ou do bebê, o que ocorrer por último. A medida assegura que pais e mães não percam parte da licença em casos de internação prolongada.

Anteriormente, os servidores do estado contavam com apenas cinco dias de licença-paternidade, conforme o modelo padrão federal. Esse período curto recebia críticas constantes de especialistas, que apontavam a insuficiência do prazo para o suporte necessário à mãe e ao bebê.

Continua depois da publicidade

Novo salário mínimo de São Paulo

A Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) aprovou no dia 13 de maio o projeto de lei encaminhado pelo Governo de SP que estabelece o piso de R$ 1.874 para o salário mínimo estadual em 2026. Os novos valores passam a valer a partir do primeiro dia do mês seguinte à sanção do governador.

De acordo com informações do portal G1, o novo piso estadual supera em 13,5% o salário mínimo nacional, fixado em R$ 1.621. É uma diferença de R$ 253,36. O mínimo paulista vale para trabalhadores do setor privado sem piso definido em lei federal, convenção ou acordo coletivo de trabalho.

Por fim, confira mais notícias sobre leis clicando aqui.

Continua depois da publicidade