proibição ANVISA - TV Foco O TV Foco desde 2006 leva as melhores notícias da tv para milhares de brasileiros todos os dias. Tudo sobre tv e famosos, novelas, realities. Wed, 31 Dec 2025 11:23:45 +0000 pt-BR hourly 1 https://statics.otvfoco.com.br/2020/01/cropped-favicon-32x32.png proibição ANVISA - TV Foco 32 32 Chegou a vez do óleo: Informe da ANVISA comunica suspensão de marca em dezembro de 2025 https://tvfoco.uai.com.br/chegou-a-vez-do-oleo-anvisa-comunica-suspensao-de-marca/ Wed, 31 Dec 2025 16:25:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2531244 Anvisa proíbe comercialização e divulgação do Óleo de Cannabis Full Spectrum Oil No dia 09 de dezembro, a Agência Nacional da Vigilância Sanitária (Anvisa) confirmou a suspensão de comercialização e divulgação do Óleo de Cannabis Full Spectrum Oil 6.000 mg, da marca Leve CDB. De acordo com informações da agência, divulgadas no site do gov, […]

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Anvisa proíbe comercialização e divulgação do Óleo de Cannabis Full Spectrum Oil

No dia 09 de dezembro, a Agência Nacional da Vigilância Sanitária (Anvisa) confirmou a suspensão de comercialização e divulgação do Óleo de Cannabis Full Spectrum Oil 6.000 mg, da marca Leve CDB.

De acordo com informações da agência, divulgadas no site do gov, o produto tem origem desconhecida.

Além disso ,o produto não possuí registro nem autorização sanitária, apesar de estar sendo vendido e promovido no site oficial da marca.

Sem o aval da Anvisa, não há garantia de que o óleo seja seguro, eficaz ou fabricado dentro dos padrões mínimos de qualidade.

Desse modo, o consumo de produtos desse tipo pode expor o usuário a:

  • substâncias não declaradas
  • dosagens inadequadas
  • contaminação
  • efeitos adversos graves, especialmente quando se trata de itens com alegações terapêuticas

Uplife e Audioclean também entram na lista da Anvisa

Além disso, a Agência Nacional da Vigilância Sanitária também proibiu outros dois produtos irregulares que estavam sendo oferecidos ao público.

O primeiro é o Uplife, fabricado por empresa desconhecida e composto por ingredientes como sene, gelatina, cáscara-sagrada, espirulina, cavalinha, espinheira-santa, fucus e carquejo-doce.

De acordo com a agência, o produto não tem registro nem notificação no órgão e ainda promete efeitos emagrecedores sem qualquer comprovação científica.

Desse modo, a agência determinou a apreensão do item e proibiu sua fabricação, comercialização, importação, distribuição, divulgação e consumo.

Em seguida, o órgão proibiu o Audioclean, divulgado na internet como um “suplemento natural para saúde auditiva e clareza mental”.

No entanto, assim como os demais, o produto possuí origem desconhecida e não foi registrado ou notificado junto à Anvisa.

A agência também proibiu todas as etapas relacionadas ao produto, incluindo venda, fabricação, importação, divulgação e consumo.

Riscos de usar produtos sem registro

A Anvisa alerta que produtos sem registro ou regularização não passam por avaliações técnicas, o que significa que não há garantia de qualidade, segurança ou eficácia.

Ou seja, o uso desse itens pode causar reações adversas, interações medicamentosas perigosas, agravamento de doenças preexistentes e até intoxicações.

Denuncie produtos irregulares

Diante desses riscos, a orientação é clara: desconfie de promessas milagrosas e sempre verifique se o produto possui registro ou autorização da Agência Nacional da Vigilância Sanitária.

Por fim, a Agência reforça a importância de denunciar a venda de itens irregulares, contribuindo para a proteção da saúde pública e evitando que mais consumidores sejam expostos a riscos desnecessários.

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Atenção, donas de casa: Informe da ANVISA comunica proibição de produto de limpeza popular no fim de 2025 https://tvfoco.uai.com.br/anvisa-comunica-proibicao-de-produto-de-limpeza-popular-3/ Fri, 26 Dec 2025 20:45:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2529614 Donas de casa precisam ficar atentas após Anvisa anunciar a proibição de um produto de limpeza popular, agora no fim de 2025 A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) publicou, em 22 de dezembro de 2025, uma resolução que proibiu o uso, a distribuição e a comercialização dos produtos Solubrillho Soluções de Limpeza. Além disso, […]

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) publicou, em 22 de dezembro de 2025, uma resolução que proibiu o uso, a distribuição e a comercialização dos produtos Solubrillho Soluções de Limpeza.

Além disso, a norma determinou a apreensão imediata de todos os itens fabricados até 14 de abril de 2024 em todo o território nacional.

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Mulher preocupada, produtos de limpeza e logo Anvisa (Fotos: Reproduções / Canva / Internet)

Segundo a Anvisa, a medida atingiu todos os produtos da marca porque a agência identificou a exposição à venda sem registro sanitário obrigatório. Nesse caso, a fiscalização também constatou que a empresa responsável pela fabricação não possuía autorização de funcionamento válida.

Por esse motivo, a Anvisa classificou a situação como irregular e potencialmente arriscada à saúde pública. Embora os produtos sejam de limpeza, a legislação brasileira exige controle sanitário rigoroso para esse tipo de item.

Assim, o registro na Anvisa funciona como uma garantia mínima de segurança, qualidade e informações corretas ao consumidor. Sem esse registro, não existe confirmação sobre a composição química, o processo de fabricação ou os padrões de controle adotados.

Por que a Anvisa proibiu esse produto?

Além disso, a ausência de uma empresa formalmente identificada impede qualquer ação rápida em casos de problemas sanitários. Quando não há CNPJ nem autorização, a fiscalização não consegue rastrear a origem dos produtos nem responsabilizar fabricantes.

Por consequência, o consumidor fica exposto a riscos desconhecidos, já que não há dados oficiais sobre testes ou avaliações técnicas. Ainda que o uso pareça comum, produtos de limpeza podem causar danos se apresentarem fórmulas inadequadas.

Diante desse cenário, a Anvisa decidiu ampliar o alcance da medida e proibiu também a distribuição em atacados e varejos. Da mesma forma, a agência determinou a retirada imediata desses produtos de prateleiras e depósitos.

Além disso, a resolução prevê apreensão sempre que autoridades sanitárias encontrarem os itens em circulação. Caso estabelecimentos insistam na venda, a legislação prevê aplicação de multas e outras penalidades administrativas.

Enquanto isso, a Anvisa orienta comerciantes a verificarem seus estoques com atenção redobrada. Se houver produtos da marca Solubrillho, a recomendação é suspender a venda imediatamente.

Da mesma forma, consumidores devem checar se possuem esses itens em casa e evitar qualquer tipo de uso. Nesses casos, a orientação é procurar os órgãos de vigilância sanitária locais para informações sobre descarte adequado.

Além de punir irregularidades, a ação reforça o papel da Anvisa na proteção da saúde coletiva. Por meio desse tipo de fiscalização, o órgão busca impedir que produtos sem controle cheguem à população.

Ao mesmo tempo, a decisão serve como alerta para fabricantes que tentam atuar fora das regras sanitárias. Sem autorização e sem registro, nenhuma empresa pode colocar produtos de limpeza no mercado brasileiro.

Por fim, especialistas ressaltam que o consumidor também exerce papel importante nesse processo. Antes da compra, é fundamental conferir rótulos, dados do fabricante e a existência de registro ou notificação na Anvisa.

Assim, a fiscalização se torna mais eficaz e reduz a circulação de produtos irregulares. Com isso, a Anvisa fortalece a segurança sanitária e amplia a proteção da saúde pública em todo o país.

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“Risco”: Anvisa informa proibição de 3 produtos de limpeza populares e liga alerta nas donas de casa https://tvfoco.uai.com.br/risco-anvisa-informa-proibicao-de-3-produtos-de-limpeza/ Mon, 22 Dec 2025 23:45:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2528009 Anvisa anuncia proibição de 3 produtos de limpeza muito usados e chama atenção das donas de casa para riscos no dia a dia A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), publicou em 16/12/2025 uma resolução que impôs medidas rígidas contra a empresa CIN Indústria e Comércio Ltda. A decisão apareceu no Diário Oficial da União […]

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Anvisa anuncia proibição de 3 produtos de limpeza muito usados e chama atenção das donas de casa para riscos no dia a dia

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), publicou em 16/12/2025 uma resolução que impôs medidas rígidas contra a empresa CIN Indústria e Comércio Ltda. A decisão apareceu no Diário Oficial da União e integrou ações regulares de fiscalização sanitária conduzidas em todo o país.

Contudo, a resolução determinou a proibição imediata do uso, da fabricação, da propaganda, da comercialização e da distribuição de produtos específicos da empresa. Além disso, a Anvisa ordenou o recolhimento de todos os estoques existentes no mercado nacional sem qualquer exceção.

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Anvisa proíbe produto de limpeza popular e retira dos mercados (Foto: Reprodução/ Internet)

A medida atingiu os produtos DICLOR, TIRA MOFO e TRICLOR em todos os lotes atualmente disponíveis.

Segundo a Anvisa, esses itens chegaram ao mercado de forma irregular e descumpriram exigências básicas da legislação sanitária. Segundo o órgão regulador, os produtos se enquadram na categoria de Risco 2 e receberam notificação inadequada junto à agência.

Por isso, a Anvisa considerou que a empresa não seguiu corretamente os procedimentos exigidos antes da liberação comercial.

Como funciona a classificação de risco da Anvisa?

Produtos classificados como Risco 2 exigem cuidados adicionais porque podem oferecer riscos maiores à saúde quando usados de forma incorreta. Além disso, a legislação exige informações claras sobre composição, modo de uso, advertências e testes de segurança.

Nesse caso, a Anvisa identificou falhas no processo de regularização apresentado pela empresa responsável. Como resultado, a agência adotou medidas preventivas para reduzir possíveis danos à população.

A determinação de recolhimento obriga a retirada imediata dos produtos de supermercados, lojas especializadas, depósitos e centros de distribuição. Enquanto isso, a empresa deve interromper qualquer ação de divulgação ou oferta dos produtos em meios físicos, ou digitais.

A legislação sanitária prevê esse tipo de ação quando um produto entra no mercado sem cumprir todas as exigências legais. Por isso, a Anvisa atua de forma cautelar antes mesmo da ocorrência de incidentes ou reclamações formais de consumidores.

Além disso, a Lei nº 6.360/1976 autoriza a agência a suspender produtos que apresentem irregularidades documentais ou técnicas. Essa lei estabelece regras para fabricação, registro, controle e fiscalização de produtos sujeitos à vigilância sanitária.

Por fim, casos como esse mostram como a fiscalização sanitária funciona como ferramenta de proteção coletiva. Assim, a Anvisa mantém seu papel central na prevenção de riscos e na promoção da saúde pública em todo o território nacional.

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Chegou a vez do creme: Anvisa suspende marca popular das mulheres em pleno fim de 2025 https://tvfoco.uai.com.br/anvisa-suspende-marca-creme-pleno-2025/ Mon, 15 Dec 2025 11:45:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2525042 ANVISA suspende o creme depilatório por grave risco; Entenda as razões por trás dessa decisão da autarquia e o que consumidores devem fazer O ritual de autocuidado que faz parte da rotina de milhões de mulheres brasileiras entrou em alerta em pleno fim de 2025. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) decidiu suspender um […]

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ANVISA suspende o creme depilatório por grave risco; Entenda as razões por trás dessa decisão da autarquia e o que consumidores devem fazer

O ritual de autocuidado que faz parte da rotina de milhões de mulheres brasileiras entrou em alerta em pleno fim de 2025.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) decidiu suspender um creme depilatório bem popular após identificar uma irregularidade grave: o produto circulava no mercado sem o registro sanitário obrigatório.

A medida atingiu o Creme Depilatório Depecare, em todos os lotes, fabricado pela Frosini Indústria e Comércio de Cosméticos Ltda.-ME, empresa sediada em Itaquaquecetuba, na Grande São Paulo.

A Anvisa publicou a decisão no Diário Oficial da União nº 235, por meio da Resolução nº 4.972, no dia 10 de dezembro de 2025.

Por que a ANVISA suspendeu o creme depilatório?

A ANVISA constatou que o creme depilatório estava sem registro sanitário, condição obrigatória para cosméticos classificados como produtos de maior risco.

Mesmo a empresa possuindo Autorização de Funcionamento (AFE), o produto específico não passou pela regularização exigida antes de chegar ao consumidor.

Diante disso, a Agência determinou a proibição imediata do uso, além do recolhimento de todos os lotes.

Quais são os riscos para as consumidoras?

Produtos depilatórios atuam diretamente sobre a pele e contêm substâncias químicas capazes de causar irritações, queimaduras, alergias e lesões cutâneas quando não passam por avaliação técnica rigorosa.

E, consequentemente, sem esse registro fica impossível garantir que a fórmula foi analisada quanto à segurança, eficácia e limites de uso.

Até por isso, a ANVISA atua de forma preventiva, uma vez que, ao identificar a ausência de registro, a autarquia busca impedir que um produto potencialmente inseguro continue sendo usado, principalmente em áreas sensíveis do corpo.

Até o momento, não há manifestação pública da Frosini Indústria e Comércio de Cosméticos Ltda.-ME sobre a decisão.

No entanto, o espaço segue em aberto caso a empresa queira apresentar esclarecimentos ou informe medidas para regularização do produto.

  • Importância da Frosini Indústria e Comércio de Cosméticos: De acordo com o próprio site, a Frosini Indústria e Comércio de Cosméticos atua há mais de 20 anos na fabricação de produtos de beleza de alta qualidade, oferecendo soluções tanto com linhas próprias quanto por meio de serviços de terceirização para outras marcas.

Como se proteger na hora de comprar cosméticos?

A ANVISA orienta que o consumidor sempre verifique:

  • Se o produto informa registro ou notificação na Anvisa no rótulo;
  • Se há CNPJ e dados do fabricante claramente identificados;
  • Se a venda ocorre em canais confiáveis, evitando anúncios sem procedência.

Por fim, em caso de dúvida, é possível consultar a situação do produto diretamente no sistema de consultas da ANVISA.

Mas, para saber mais sobre a ANVISA e seus decretos, clique aqui*.

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Chegou a vez da ora-pro-nóbis: Anvisa informa suspensão de marca com planta popular das idosas em 2025 https://tvfoco.uai.com.br/anvisa-informa-suspensao-de-marca-com-planta-popular-em-2025/ Thu, 04 Dec 2025 22:15:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2520851 Anvisa confirma a suspensão de marca com ora-pro-nóbis em 2025 e surpreende consumidoras que usam a planta como parte da rotina A Anvisa intensificou a fiscalização e proibiu suplementos com ora-pro-nóbis, vinagre de maçã irregular e produtos com creatina vendidos fora das regras sanitárias. Além disso, a agência identificou ausência de registro, falhas de rotulagem […]

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Anvisa confirma a suspensão de marca com ora-pro-nóbis em 2025 e surpreende consumidoras que usam a planta como parte da rotina

A Anvisa intensificou a fiscalização e proibiu suplementos com ora-pro-nóbis, vinagre de maçã irregular e produtos com creatina vendidos fora das regras sanitárias. Além disso, a agência identificou ausência de registro, falhas de rotulagem e uso de ingredientes não autorizados para a categoria de suplemento.

Por isso, a medida atinge marcas conhecidas nas redes sociais e amplia o alerta sobre riscos escondidos em produtos de apelo natural.

Alerta da Anvisa (Foto: Reprodução)
Alerta da Anvisa (Foto: Reprodução)

A ora-pro-nóbis tem uso tradicional na alimentação, sobretudo em Minas Gerais e Goiás, onde muitas famílias utilizam a planta em receitas caseiras. No entanto, a Anvisa não autoriza a planta como ingrediente de suplemento, pois faltam estudos oficiais que comprovem segurança e eficácia.

Assim, qualquer empresa que transforme a planta em cápsulas ou pó precisa cumprir exigências que os produtos barrados não atenderam.

Além disso, a fiscalização também mirou vinagres de maçã com problemas graves de rotulagem e presença de substância não declarada ao consumidor. A Anvisa encontrou dióxido de enxofre sem indicação no rótulo, o que eleva o risco para pessoas com alergias. Por isso, a agência determinou recolhimento imediato e orientou os consumidores a suspender o uso desses vinagres.

Enquanto isso, alimentos comuns com creatina irregular também entraram na lista de proibições definidas pela agência reguladora. A Anvisa permite creatina apenas em suplementos para adultos, o que impede o uso do composto em sorvetes e bebidas.

Quais produtos foram atingidos pela decisão da Anvisa?

Entre os produtos atingidos pela decisão aparecem os suplementos Erenobis, Prosatril e Óliver Turbo vendidos sem registro oficial. Por isso, a proibição vale para todos os lotes e impede fabricação, comércio, distribuição e divulgação dessas marcas em todo o país.

Além disso, a Anvisa voltou a reforçar que suplemento não equivale a medicamento e não pode prometer cura, tratamento ou prevenção de doenças. Empresas que ligam esses produtos a benefícios terapêuticos descumprem regras claras e podem sofrer novas sanções.

Por fim, a nova ação expõe a força da vigilância sanitária diante do avanço de produtos que usam discurso natural para ganhar espaço. Além disso, a medida envia recado direto ao mercado e mostra que promessas fáceis não substituem comprovação científica. Assim, a decisão preserva a saúde pública e mantém em suspense novos desdobramentos sobre outras marcas que também estão sob análise.

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Sua ceia em risco? ANVISA informa proibição contra ingrediente popular em doces natalinos https://tvfoco.uai.com.br/anvisa-proibe-ingrediente-comum-doce-natalino/ Thu, 27 Nov 2025 09:15:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2514975 ANVISA suspende todos os lotes de produto popular, usado principalmente nas receitas festivas natalinas, após identificar uso de plástico E a temporada de festas de fim de ano começou, o que reforça a busca por doces elaborados, bolos temáticos e sobremesas que chamam atenção pela aparência, principalmente nas ceias de Natal. Inclusive, entre confeiteiros caseiros […]

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E a temporada de festas de fim de ano começou, o que reforça a busca por doces elaborados, bolos temáticos e sobremesas que chamam atenção pela aparência, principalmente nas ceias de Natal.

Inclusive, entre confeiteiros caseiros e profissionais, o glitter comestível virou um recurso visual amplamente usado para dar brilho a:

  • Panetones;
  • Cupcakes;
  • Docinhos decorados;
  • Outras receitas típicas desse período tão amado por todos.

No entanto, o problema surge quando um produto vendido como decorativo se apresenta, na prática, como ingrediente para consumo sem cumprir requisitos mínimos de segurança.

Foi exatamente esse ponto que levou a ANVISA a suspender o Glitter Glitz, principalmente após constatar riscos diretos ao consumidor.

Mas afinal, o que será que faz desse produto algo tão arriscado para a sua ceia?

Com base em dados oficiais da autarquia, trazemos todas essas informações e como substituir esse produto a fim de garantir a beleza da mesa sem se colocar em perigo.

O que motivou a proibição?

Conforme mencionamos acima, a ANVISA determinou a suspensão e proibição de venda de todos os lotes do Glitter para Decoração Glitz por identificar a presença de materiais plásticos na composição.

A empresa divulgava o produto, de várias cores, em seu site e e-commerce como opção decorativa para alimentos, caracterizando uso indevido.

A decisão foi formalizada pela Resolução nº 4.526, de 11 de novembro de 2025, publicada no DOU nº 217, ainda no dia 13 de novembro de 2025, referente ao processo 25351.201310/2025-57 – Veja aqui*.

De acordo com a agência, a indicação para incorporação em alimentos infringe os artigos 21, 23, 24 e o inciso IV do artigo 48 do Decreto-Lei 986/1969, além do que estabelece o artigo 9º da RDC 655/2022.

Esses dispositivos determinam que qualquer ingrediente utilizado em produtos alimentícios precisa ter:

  • Comprovação de segurança;
  • Padronização;
  • Avaliação toxicológica;
  • Autorização sanitária.

Como o glitter analisado continha material plástico, ele não poderia ser oferecido como insumo apto ao consumo.

Importância da empresa e posicionamento:

Até o momento, não há nota oficial ou manifestação pública da empresa sobre a decisão da ANVISA; no entanto, o espaço segue em aberto para que ela possa se manifestar e dar os devidos esclarecimentos.

  • Importância da empresa: A empresa FAB INDUSTRIA E COMERCIO DE PRODUTOS PARA ARTES E FESTAS LTDA, conhecida como Fab!, foi fundada em 19 de julho de 2016. A empresa rapidamente ganhou importância no mercado de confeitaria e ficou conhecida por sua inovação e por oferecer produtos de alta qualidade, como corantes e glitters com superpigmentação, conforme exposto pelo site oficial.

Quais são os riscos reais de se consumir glitter?

A ingestão de partículas plásticas pode causar:

  • Danos mecânicos;
  • Irritações gastrointestinais;
  • Acúmulo no organismo – dependendo da composição e do tamanho do material.

Para evitar exposição desnecessária, a ANVISA recomenda:

  • Não utilizar nenhum glitter decorativo que não possua registro específico como ingrediente alimentar;
  • Verificar rotulagem e categoria do produto antes de aplicá-lo em receitas;
  • Priorizar itens claramente definidos como comestíveis, com registro e segurança confirmados.

Como substituir o glitter comestível?

Para evitar riscos e manter a estética dos doces natalinos sem recorrer a materiais proibidos, você pode usar alternativas aprovadas para uso alimentar:

  • Açúcar colorido próprio para confeitaria: Produz cor e brilho, não altera o sabor e possui aplicação específica para decoração de bolos, biscoitos e bombons;
  • Pó perolado ou pó brilhante rotulado como 100% comestível: Esses produtos pertencem à categoria de corantes e decoradores alimentares, seguem regulamentação sanitária e têm indicação expressa de uso em alimentos;
  • Flocos comestíveis à base de amido ou gelatina: Criam textura e efeito visual semelhante ao glitter sem oferecer risco, pois são produzidos com ingredientes apropriados para consumo.

Mas, para saber mais sobre outras proibições, clique aqui*.

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Chegou a vez do azeite: Anvisa informa proibição de marca popular no Brasil em 2025 https://tvfoco.uai.com.br/anvisa-informa-proibicao-de-marca-popular-de-azeite/ Sat, 22 Nov 2025 02:00:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2512535 Anvisa anuncia a proibição de um azeite bastante conhecido e movimenta o mercado brasileiro com uma decisão que promete repercussão Pegando todas as donas de casa desprevenidas, a Anvisa anunciou no dia 15 de setembro desse ano, uma decisão que sacudiu o mercado de azeites. A agência proibiu a venda e qualquer outro tipo de […]

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Anvisa anuncia a proibição de um azeite bastante conhecido e movimenta o mercado brasileiro com uma decisão que promete repercussão

Pegando todas as donas de casa desprevenidas, a Anvisa anunciou no dia 15 de setembro desse ano, uma decisão que sacudiu o mercado de azeites. A agência proibiu a venda e qualquer outro tipo de circulação do azeite de oliva da marca Los Nobles.

Além disso, a medida entrou em vigor imediatamente e criou um alerta entre consumidores e comerciantes que buscavam entender por que o produto sumiu das prateleiras. A agência classificou o caso como grave e determinou a retirada total do azeite do mercado nacional.

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Dona de casa em supermercado, marca de azeite e Anvisa (Foto: Reprodução / Canva / Montagem TV Foco)

A Anvisa explicou que o azeite Los Nobles entrou no país sem autorização oficial. Essa etapa é obrigatória para qualquer produto importado que tenha relação direta com a saúde do consumidor. Portanto, a agência considerou a origem do produto clandestina.

Além disso, a marca não apresentou registro válido na autoridade sanitária da Argentina que é a Anmat. A ausência desse registro reforçou a suspeita sobre a procedência do azeite.

A agência afirmou que não conseguiu identificar a empresa responsável pelo produto. Contudo, a Anvisa declarou que não recebeu informações básicas como nome oficial, endereço e documentação empresarial da fabricante. Esse tipo de falha impede as autoridades de rastrear os lotes e verificar as condições de produção. A agência destacou que a falta de rastreabilidade coloca o consumidor em risco imediato.

Qual é o impacto dessa decisão da Anvisa?

A decisão da Anvisa também alcançou a importação, a distribuição, o uso e a propaganda do azeite. Isso significa que nenhum estabelecimento pode manter o produto exposto ou armazenado para venda. As equipes de vigilância sanitária receberam orientação para apreender todos os lotes encontrados.

Além disso, muitos fiscais passaram a visitar mercados e pequenos comércios para reforçar o cumprimento da medida.

Contudo, a ação da agência gerou preocupação entre consumidores que compraram o azeite recentemente. Muitos relataram surpresa com a proibição e buscaram orientações sobre o que fazer. A Anvisa pediu que todos interrompam o uso imediato do produto. A orientação oficial inclui guardar a nota fiscal quando possível e comunicar a vigilância sanitária caso encontrem novas unidades à venda. Esse tipo de informação auxilia a fiscalização.

Por fim, a situação criou mais um alerta sobre a importância de escolher azeites de fontes confiáveis. Muitos consumidores passaram a verificar selos e registros antes da compra. A Anvisa recomendou atenção redobrada com marcas pouco conhecidas ou com preços muito baixos. A agência afirmou que continuará a intensificar o controle sobre produtos importados.

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Atenção: Informe da Anvisa hoje (21/11) comunica proibição de doce popular dos brasileiros https://tvfoco.uai.com.br/informe-da-anvisa-hoje-21-11-comunica-proibicao-de-doce-popular/ Sat, 22 Nov 2025 00:13:34 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2512548 Determinação da Anvisa informa proibição contra doce popular e amado pelos brasileiros A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) é tida como um dos principais órgãos do Brasil. A autarquia, vale dizer, é a responsável pela regulação e fiscalização de diversos produtos e serviços no país. O órgão possui o dever principal de proteger a […]

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) é tida como um dos principais órgãos do Brasil. A autarquia, vale dizer, é a responsável pela regulação e fiscalização de diversos produtos e serviços no país.

O órgão possui o dever principal de proteger a saúde dos brasileiros e sempre manter o controle de diversas situações, tanto liberando o consumo e uso de produtos e serviços, como também os proibindo. Aliás, dessa vez, a autarquia vinculada ao Ministério da Saúde realizou uma proibição de doce popular dos brasileiros.

Proibição da Anvisa

Em suma, a autarquia bateu o martelo e determinou, no último dia (18/11), a suspensão de todas as atividades relacionadas ao produto “doce de amendoim com creatina da marca senhora paçoca”, fabricado pela empresa Senhora Pipoca Ltda.

A medida cautelar, que abrange todos os lotes do produto, inclui a suspensão de uso, propaganda, recolhimento, distribuição, fabricação e comercialização.

De acordo com a Anvisa, a principal razão para a ação se trata da utilização irregular de creatina em um alimento convencional. Logo, conforme a legislação brasileira, a creatina é uma substância cuja segurança para consumo possui avaliação e autorização somente para uso em suplementos alimentares

Além disso, estamos falando de um uso exclusivo para a população adulta (igual ou maior que 19 anos). Segundo o órgão, não há, até o momento, nenhuma avaliação de segurança para o uso dessa substância em alimentos convencionais.

“Considerando que não foi realizada avaliação de segurança para uso da creatina em alimento convencional, estando somente autorizada para uso em suplementos alimentares e apenas para a população adulta (igual ou maior que 19 anos).”, destaca o comunicado da Anvisa.

Situação da empresa

Em suma, diante da determinação da Anvisa, a empresa (Senhora Paçoca / Senhora Pipoca Ltda) não foi desativada. A penalidade se aplica apenas ao produto “Doce de Amendoim com Creatina”, segundo reportagens.

Assim, outras linhas da marca, aparentemente, não estão afetadas pela medida de suspensão.

Legado de respeito

De fato, a Senhora Paçoca conseguiu se tornar uma das mais conhecidas do segmento por atuar em mercados populares, especialmente pelos produtos de amendoim, pipocas doces e salgadinhos. Além de ser conhecida pela qualidade de seus produtos, a empresa é responsável por inúmeros empregos, ajudando a movimentar a economia brasileira.

Até o momento da publicação desta matéria, a empresa que sofreu uma suspensão da Anvisa não se pronunciou sobre a determinação, mas o espaço segue aberto para esclarecimentos.

Como fazer uma denúncia à Anvisa?

Em suma, para fazer uma denúncia à Anvisa, você pode usar o portal Fala.BR para registro online (anônimo ou identificado), acessar o chat no site da Anvisa ou ligar para a central de atendimento telefônico no número 0800 642 9782. Em geral, é necessário descrever a denúncia com detalhes e, se possível, incluir documentos e informações sobre o local e os envolvidos.

Por fim, veja mais notícias sobre a Anvisa clicando aqui.

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Anvisa alerta como descobrir se esmalte e unhas estão com substância cancerígena e faz recolhimento https://tvfoco.uai.com.br/anvisa-diz-como-descobrir-se-esmalte-tem-substancia-cancerigena/ Thu, 20 Nov 2025 11:17:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2511859 Anvisa alerta como descobrir se esmalte possuí TPO ou DMPT No dia 29 de outubro, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu dois ingredientes usados em esmaltes, unhas em gel e outros cosméticos: o TPO (óxido de difenil [2,4,6-trimetilbenzol] fosfina) e o DMPT (N,N-dimetil-p-toluidina). De acordo com informações da Anvisa, pesquisas realizadas com animais […]

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Anvisa alerta como descobrir se esmalte possuí TPO ou DMPT

No dia 29 de outubro, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu dois ingredientes usados em esmaltes, unhas em gel e outros cosméticos: o TPO (óxido de difenil [2,4,6-trimetilbenzol] fosfina) e o DMPT (N,N-dimetil-p-toluidina).

De acordo com informações da Anvisa, pesquisas realizadas com animais mostraram que o DMPT pode causar câncer após exposição prolongada, enquanto o TPO apresentou efeitos sobre fertilidade e reprodução.

Embora essas condições não representem o uso comum do dia a dia, elas acendem o alerta para profissionais que manipulam esses produtos repetidamente, como manicures e esteticistas.

Daniela Marreco, diretora da Anvisa, reforça que não há motivo para pânico: “Os testes que embasaram a decisão foram realizados com animais sob exposição contínua e prolongada, situação diferente do uso cotidiano dos cosméticos. A medida visa proteger especialmente as profissionais de beleza, que estão mais expostas no dia a dia”.

Além disso, a Anvisa garante que a indústria pode substituir as substâncias sem comprometer o desempenho dos cosméticos.

Marcas, distribuidores e salões possuem 90 dias para deixar de vender ou usar itens que contenham TPO ou DMPT em sua composição.

Como descobrir se esmaltes possuem as substâncias?

O caminho mais rápido para descobrir a presença das substância é conferir o rótulo ou a lista de ingredientes, algo que muita gente ignora, mas que agora é essencial.

Desse modo, a consumidora ou profissional deve se atentar aos nomes, que podem aparecer em português, inglês ou outras versões.

TPO pode aparece como:

  • Diphenyl (2,4,6-trimethylbenzoyl) phosphine oxide
  • Trimethylbenzoyl diphenylphosphine oxide
  • Óxido de difenil (2,4,6-trimetilbenzol) fosfina
  • Phosphine oxide, diphenyl(2,4,6-trimethylbenzoyl)
  • 2,4,6-Trimethylbenzoyldiphenylphosphine oxide
  • (Diphenylphosphoryl)(2,4,6-trimethylphenyl)methanone
  • (Diphenylphosphoryl)(mesityl)methanone

DMPT pode aparecer como:

  • N,N-dimethyl-p-toluidine
  • Dimethyltolylamine
  • Dimetil-4-toluidina
  • N,N-dimetil-p-toluidina
  • 4-methyl-N,N-dimethylaniline
  • 4-Dimethylaminotoluene

O que fazer ao encontrar os nomes no rótulo?

Além disso, a Anvisa orienta que consumidores e profissionais sigam alguns passos simples ao encontrarem as substâncias nos rótulos:

  • Primeiramente, informe o fabricante, marca ou salão sobre a proibição
  • Em seguida, opte por utilizar produtos e marcas que já atualizaram suas fórmulas
  • Manicures e profissionais da área da beleza devem revisar o estoque e seus produtos

Estudos apontam para riscos

A Anvisa aplicou o chamado princípio da precaução, antecipando a proibição antes que danos à população ocorram.

A mesma postura ocorreu na União Europeia, que já havia banido os mesmo compostos por conta de estudos.

Essas condições não refletem o uso ocasional do consumidor comum, mas representam um risco maior para quem trabalha com esmaltes e géis.

Por fim, os estudos provaram que as substâncias podem:

  • DMPT: causou câncer em animais submetidos a exposição intensa e prolongada
  • TPO: apresentou efeitos tóxicos relacionados à reprodução e à fertilidade

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Anvisa determina recolhimento hoje (14/11) de suplemento após reações gravíssimas https://tvfoco.uai.com.br/anvisa-determina-recolhimento-hoje-14-11-de-suplemento/ Sat, 15 Nov 2025 02:15:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2510188 Comunicado da Anvisa chega com proibição de suplemento popular por conta de reações adversas em consumidores A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) busca sempre manter a segurança sanitária da população. Diante disso, o órgão vinculado ao Ministério da Saúde está sempre realizando determinações com proibições, suspensões e emitindo novos decretos. E falando nisso, a […]

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) busca sempre manter a segurança sanitária da população. Diante disso, o órgão vinculado ao Ministério da Saúde está sempre realizando determinações com proibições, suspensões e emitindo novos decretos.

E falando nisso, a autarquia determinou, na última quarta-feira (12/11), a apreensão de um suplemento alimentar vendido como Ki-Fit-Turbo e fabricado por empresa desconhecida. A medida proíbe a comercialização, distribuição, fabricação, importação, divulgação e consumo do produto em todo o território nacional.

Proibição da Anvisa

Em suma, a Agência tomou a decisão porque desconhece a composição do suplemento e já registrou reações adversas associadas ao seu uso.

Ademais, entre os efeitos expostos por consumidores, estão taquicardia, dor no peito, desconforto na parte superior do abdome, náuseas, vômitos e diarreia. Além disso, a Anvisa destaca que o fabricante divulgava o produto de forma irregular, fazendo promessas de benefícios terapêuticos sem comprovação científica.

Vale mencionar que, a divulgação do suplemento em canais de venda e redes sociais, oferecia efeitos parecidos a medicamentos. Todavia, essa situação contraria a legislação sanitária.

O fato é que, produtos dessa categoria só podem ser oferecidos ao público quando possuem comprovação de segurança, fabricação regular e informações claras a respeito da sua composição.

Informe importante

Além disso, a Anvisa deixou claro que a apreensão não é para um suplemento com o mesmo nome (Ki-Fit-Turbo) produzido pela empresa GVL Indústria de Suplementos Alimentares Ltda. ME e distribuído pela Fórmula Commerce Digital Ltda. Afinal, esse item não está incluído na ação e pode seguir sendo vendido.

O órgão deixa claro que fabricantes não podem apresentar suplementos alimentares como solução para problemas de saúde e orienta os consumidores a verificar se a empresa está devidamente registrada. Além disso, recomenda que qualquer suspeita de efeito adverso seja comunicada imediatamente aos serviços de saúde.

Afinal, como consultar um produto na Anvisa?

Em suma, para consultar um produto na Anvisa, entre no site oficial e vá na seção “Consultas” para buscar informações por categoria do produto (como medicamentos, alimentos, cosméticos). Caso não saiba a categoria, use a “Consulta Genérica” e preencha com o nome do produto ou CNPJ do fabricante para verificar se o registro está ativo e quais são suas informações.

Por fim, veja mais notícias sobre a Anvisa aqui.

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